#Coroa #Grupal #Teen #Virgem

Aos cuidados da vovó.

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Provocadora

Os pais de Rafaela, de 18 anos, estavam se divorciando e por conta do clima conturbado deixaram a filha uns dias com Isadora, a avó por parte de pai, até resolverem suas vidas e decidirem quem ficaria com ela.

Rafaela sempre gostou da avó Isadora, sempre trocou mensagens com ela, sempre de divertiu com o fato da avó ser bem ativa nas redes sociais, com seu jeito de falar, sua alegria, seu bom astral... Isadora nem parecia avó, era uma mulher bem à frente do seu tempo, nada careta, não era religiosa e tão pouco se sentia velha... até porque ela não era velha, 54 anos apenas, era uma mulher madura, experiênte, dona de um corpão cheio de curvas e carnes apetitosas.

Aliás, Isadora adorava usar e abusar de roupas curtas, justas e decotadas a fim de exibir seu fartos peitos, suas coxas grossas e sua bunda grande que deixava os marmanjos de pau duro.

Rafaela mal se acomodou na casa da avó e ela já levou a netinha pra passear pelas ruas do seu bairro suburbado do Rio de Janeiro... e enquanto passeava com a vó, Rafaela notou com seus próprios olhos o quanto sua vó Isadora era paquerada, olhada, desejada por homens de diferentes idades. Em um certo momento a garota ficou até com vergonha quando pedreiros numa construção assoviaram pra avó, a chamaram de gostosa e Isadora na cara de pau, riu pra eles e ainda acenou, claramente gostando de ser chamada assim.

- Nossa, vó, não dá confiança.

- Relaxa, netinha, só tô agradecendo os elogios, rsrsr...

Sem falar que a maioria dos homens que falavam com ela pelas ruas eram bem mais jovens que ela. E claro, a neta notou claramente pelo olhar e comportamento deles enquanto cumprimentavam ou conversavam com a vó, que ali rolava algo a mais... mas ok, Rafaela entendia que a avó ainda era jovem, viúva, que chamava a atenção pela beleza e corpo, e tinha mais era que viver sua vida.

Aliás, Rafaela era bem diferente da avó no vesturáio, onde usava roupas bem mais comportadas, na aparecência, sempre de cabelos loiros presos, óculos de grau em seus verdes olhos, e sem maquiagem nenhuma no rostinho, apesar de Rafaela ter um belo rosto e corpo de ninfeta... Neta e avó eram distintas principalmente no comportamento, pois enquanto Rafaela era mais introspectiva e calada, a avó era dada, aberta, faladeira, espontânea.

E na primeira noite na casa da avó, elas conversaram coisas íntimas, pois a avó era direta nesse assunto:

- Rafa, minha netinha, me diz, tá namorando?

- Que nada, vó, rsrs... tenho nem tempo, só quero estudar mesmo no momento.

- Mas vc é tão bonita, os rapazes olham pra você, não é mesmo? Devia tá aproveitando mais isso... devia curtir, se jogar...

- kkkk, ah, vó... não é bem assim, rsrs... se olham pra mim eu nem ligo rsrsr...

- É bom aproveitar a sua idade e beleza, pois o tempo passa e as oportunidades podem não voltar mais.

- Nossa, vó, que conselho é esse? rsrsrs...

- Ah, eu sou assim mesmo, querida, aliás, eu que já sou adulta gosto de curtir a vida, claro que vou querer o mesmo pra você que é bem mais jovem ainda.

- Eu sei que você curte a vida, vó... todos esses homens por aí na rua olhando pra senhora... pensa que não vi? rsrsr...

- Ah, eu aproveito mesmo, rsrsr...

- Não tem medo da esposa de algum deles vir tomar satisfação com a senhora, não, vó? Cuidado.

- Bom, se elas não dão o que o marido delas querem... vai ver é por isso que eles me olham, me querem.

- Sério, vó? A senhora sai com homem casado?

- Meu amor, se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é de sexo. Muito sexo. Se eles querem me dar... não recuso, rsrsr...

Depois dessa confissão, a jovem Rafaela ficou bem assustada com os pensamentos e atitudes da avó. Achou um risco pra ela mesma conviver esses dias com alguém assim sem nenhuma vergonha ou pudor.

E no dia seguinte, Isadora levou a neta até a casa de uma amiga, Estér, cabelereira... Rafaela disse que não precisava, que não queria mexer em seus cabelos, que tava de bem consigo mesma e tal, mas Isadora disse:

- Seu cabelo é bem sem graça. Tem que mudar ao menos uma vez. Anda, senta aqui que a Estér vai dar uma diferenciada, relaxa, vai.

Rafaela sentou na cadeira em frente a um espelho enquanto a amiga cabelereira da avó Isadora pegou tesoura, pente e tudo mais, e começou a transformar os cabelos castanhos e lisos da jovem neta dela em algo mais... condizente a sua idade. E a cada mexa de cabelo cortada, Rafaela sentia vontade de chorar... Porém, ao fim, ela mal se reconheceu quando se olhou no espelho... Um corte mais curtinho nas pontas, umas luzes, sem franja... algo super moderno que valorizou seu rosto. Inclusive ela tirou até seus óculos pra ficar ainda mais diferente. Rafaela se convenceu de que ficou realmente mais bonita e até agradeceu a avó.

Mas a transformação não ficou apenas nos cabelos cortados, pois Isadora levou a netinha pra um shopping, onde comprou várias roupas mais jovens e bonitas pra neta... inclusive algumas peças que valorizaram as curvas e carnes do corpinho da neta... Como shortinhos, minissaias, blusinhas decotadas e vestidinhos colados, sem falar das lingeries em rendinha, algumas bem sexys.

E para inaugurar a nova aparência da neta, Isadora logo mais a noite a levou pra tomar sorvete na praça... e se antes a avó sozinha era notada pelos marmanjos, ao lado da neta, uma ninfeta tão lindinha e gostosinha, com um corte de cabelos novo e uma minissaia e blusinhas ressaltando suas coxas e seios, chamou ainda mais a atenção. Rafaela era a falsa magra, com pernas bem torneadas, cinturinha, uma bundinha super empinadinha e peitos bem fartos a mostra num decote que quase se via suas suculentas tetas loiras trepidarem enquanto ela caminhava.

Desde o trajeto, ao entrar na sorveteria e sair, as duas com sorvetinhos nas mãos, degustando a base de sensuais lambidas, foram acompanhadas pelos olhares dos marmanjos pelo caminho, todos admirados com vó e neta, duas delícias. E a avó provocava ela:

- Aproveita, boba... Rebola.

- Ah, para, vó.

- Se não der o que eles querem, não vai saber o que é bom.

Depois do sorvetinho, Isadora levou a neta pra um pagode que tava rolando num barzinho aberto. E lá, Isadora parou num balcão e pediu duas cervejas, dando uma pra neta, que por sua vez jamais bebeu. Mas Isadora disse:

- Ah, relaxa, é só pra molhar a garganta, você não vai morrer. Bebe, vai.

Realmente não matou, mas pra quem nunca bebeu, uma só já deixou Rafaela lerdinha... a segunda então deixou ela mais sorridente... a terceira fez ela se jogar de vez. Nisso Isadora puxou a neta pelas mãos pro meio da multidão sambando junto com ela... e mesmo sem Rafaela saber sambar, ela foi se soltando aos poucos, motivada pelas cervejas lhe encorajando... e nisso ela foi arriscando uns passos, a avó ali agarrando ela pelos quadris e descendo rebolando juntinhas até o chão e subindo no mesmo rebolado sexy, Isadora colocando a neta pra remexer igual... Rafaela foi tentando... até encontrar o ritmo e os movimentos certos... e pronto.

Quando acertou o compasso do samba, não parou mais, começou inclusive a se mostrar pros marmanjos olhando pra ela, rebolando e girando. E tantos olhares pra ela fizeram alguns machos chegarem junto, cercarem ela, e a avó ali perto, só olhando, rindo e deixando os caras a vontade... Rafaela até se saía deles, mas os caras eram insistentes, iam pra cima como formiga no açúcar, se chegavam sambando, tomavam a frente de Rafaela, ou quase encoxando ela por trás enquanto ela seguia sambando. Já a avó Isadora, estava praticamente sendo feita de sanduiche entre dois negros bem altos e tal, um se roçando na frente dela, num rala-coxa, e o outro dando virilhada na bunda dela de leve.

Rafaela já tava toda suadinha, cantando alto o samba, rindo, morta de feliz como nunca... com sua minissaia aqui e ali subindo e quase mostrando a calcinha... calcinha aliás toda enxarcada, pois o samba entra nas veias e mexe por dentro, excita... e sua xoxotinha estava bem molhadinha de tesão... seus peitos fartos quase escapulindo do seu decote a cada remelexo ao som do samba... Até que um homem que sambava perto, segurou na mão dela e a puxou de encontro ao seu corpo avantajado, dançando agarrado a ela... Rafaela, olhou pra avó, que piscou um olho pra ela e nem ligou.

O homem estranho levou a jovem Rafaela para os fundos do bar, numa área meio deserta, onde tinham alguns casais se pegando por trás de colunas, coqueiros e arbustos de plantas.

E aqui Rafaela foi beijada pela primeira vez, por esse estranho, que lhe meteu a língua na boca, chupou a língua dela, mamou seus lábios, passou pro pescocinho loiro dela e o chupou de cima ao ombro, ao mesmo tempo escorregando as mãos nela toda... até que o homem puxou uns dos peitos de Rafaela de dentro do decote de sua blusinha a base de mamadas... Rafaela gemeu delirando... ao mesmo tempo ele abaixou uma mão por entre as pernas dela e por baixo da sua minissaia adentrou dedos pelo cós da sua calcinha e apalpou firme a sua bucetinha. Rafaela encostada numa coluna apenas gemia de tesão.

Logo esse cara estranho abaixou Rafaela a empurrando pela cabeça... e lá embaixo ela deu de cara com a rola dele pra fora da calça aberta dele. Onde ele segurando na cabeça dela e segurando seu pau com a outra mão, empurrou na boquinha dela.

Tava sendo tudo a primeira vez de Rafaela, a primeira cerveja, o primeiro samba, o primeiro beijo e agora o primeiro boquete. Pois ela segurou na pica do estranho, em pé diante dela, e chupou muito, gemendo e revirando os olhos... até que o cara gemeu agoniado e se tremeu enquanto gozava... já Rafaela gemeu agoniada ao sentir aquele monte de disparos saindo da cabeça do pau dele em sua boca e batendo direto em sua garganta, e nisso ela não aguentou e acabou cuspindo fora tudo, quase vomitando. E o cara disse:

- Não gosta? Tem que gostar... sua avó adora.

De volta pra casa, Isadora ria, cantava os refrãos dos sambas que tinha dançado, e ia tirando sua roupa... Rafaela foi direto pro quarto, se atirou com roupa e tudo na cama e desmaiou, de tão tonta pelas cervejas.

No dia seguinte, pela manhã, lá pra depois do café... Rafaela tava no sofá, deitada, celular na mão, cara de ressaca da noite passa ainda. Quando batem no portão, Rafaela chama:

- Vó, tem gente lá fora!

Isadora vem da cozinha, passa pela sala e vai atender... minutos depois ela entra acompanhada de um rapaz de uns 20 anos, moreno, alto, vestido numa farda de segurança de condomínio, todo de preto, botas, mochila nas costas... Isadora toda sorridente e tal adentra a sala conversando com ele... Rafaela ali no sofá com seu celular, mas prestando atenção. O cara olhou pra Rafaela e deu bom dia, ela respondeu por gentileza, nisso Isadora chamou ele casa adentro o puxando pela mão.

Os minutos foram passando e Rafaela ali no sofá estranhava o rapaz e sua avó lá dentro, silêncio total, nada dele sairem, e nisso ela começa a pensar:

“Onde ela se meteu com ele? Quem é esse cara? Será que eles tão no quarto dela?”

Uns 40 minutos depois o cara aparece com Isadora, de mãos dadas, rindo, ela acompanha ele pela sala até o portão... depois ela voltou e Rafaela perguntou:

- Quem é esse cara?

E rindo, Isadora foi indo pra cozinha e disse:

- Da próxima vez te apresento a ele, rsrsrs...

Logo mais à noite, Isadora manda a neta colocar um vestidinho, falando que vai levar ela pra se divertir um pouco. Isso é numa terça-feira. A avó de Rafaela não tem dia pra sair, todo dia é dia pra se divertir e tal... Rafaela coloca um tubinho preto, saltos baixos, dá uma maqueada, um batom vermelho e vai com ela. Elas vão de úber, o lugar é uma boate, Isadora adora dançar, e está ali na pista com a neta, que também claramente está curtindo... afinal, ela nunca foi a uma boate, e claro, ao redor os caras começam a chegar junto, se mostrar pra ela, outros chegam cochichando em seu ouvido... e ela negando e tal.

Mas logo Isadora dá um copo de uisque pra ela e Rafaela está mais soltinha. Chegam então dois caras aparentando uns 30 e tantos anos, bem vestidos e tal, Isadora os conhece, os cumprimenta entre sorrisos, abraços e beijos na boca... Rafaela logo é apresentada a eles, e eles as chamam pra um camarote. E nesse camarote rola umas bebidas, com Isadora sentada juntinha a um, conversando, rindo, toda distraída e tal, e Rafaela meio sem jeito ao lado do outro.

O cara debruça o rosto e dá um beijo ao lado direito do pescocinho loiro e cheiroso de Rafaela, que reage arfando, junto ele coloca uma mão na coxa dela e vai alisando, Rafaela se deixa levar, pois o cara é cheiroso, bonito e sedutor... logo Rafaela está de pernas abertas e ele com a mão por entre e por baixo do seu vestidinho, apalpando a xoxota dela de calcinha... Rafaela tá achando uma delícia, gemendo toda arrepiada e tal.

Ele então simplesmente abre a sua calça, puxa seu pau pra fora e manda Rafaela colocar sua mão... Rafaela olha primeiro pra avó ali no outro sofá, que tá dando uns beijos e amassos no outro cara... Rafaela pega no pau do cara enquanto eles se beijam... e ela fica ali masturbando, sentindo pulsando duro e erguido pra fora da calça aberta dele.

Rafaela então passa a língua entre lábios, joga os cabelos loiros castanhos pra um lado e debruça seu rosto no pau do cara, abocanhando e começando um gostoso boquete.

Logo ele interrompe o boquete da jovem empurrando o rosto dela, pra colocar uma camisinha, em seguida ele vai pra cima de Rafaela que vai se deitando de costas nesse sofá, ele enfia as mãos por baixo do tubinho preto dela e puxa a calcinha dela... chega a cheirar... e então vai se deitando de rosto por entre as pernas aloiradas da netinha de Isadora, que geme toda agoniada quando sente a língua do homem lambendo sua bucetinha como se fosse um sorvete... Rafaela entra em estado de prazer puro, pois o estranho lhe chupa gostoso, chegando a apartar os lábios da xoxota dela com dois dedos pra poder lamber no rachadinho e ainda chupa seu grelinho tão intenso que Rafaela se descontrola deitada num contorcionismo constante, onde seus fartos peitos loiros para fora do decote de seu vestido incham parecendo que vão estourar, de mamilos vermelhos duríssimos, sua barriguinha tremula o tempo todo, sua respiração ofega como se ela tivesse sufocando, o homem não para de sugar o botãozinho vermelho da sua xoxota loira carequinha... a netinha de Isadora goza bruto sua buceta na boca do estranho homem bom de boquete... ela é preciso colocar uma mão na testa dele e o empurrar, pois ela precisa puxar o ar com urgência pra respirar um pouco.

Nisso, aproveitando ela completamente lerda enquanto sofre espasmos musculares no corpo todo, ele se deita por sobre ela, no meio de suas loiras pernas arreganhadas enquanto vai metendo a sua rola na bucetinha carequinha e molhada e dormente do gozo sentido... Rafaela geme ao sentir a cabeça da rola dele invadindo sua xoxotinha virgem, e que se abre toda conforme a rola entra mais e mais... Rafaela abraça ele de pernas bem abertas, lhe beija a boca, se permitindo ser penetrada.

E logo ela está aqui, perdendo o cabaço da xoxota no camarote de uma boate, com um estranho e ao lado da avó, que também está fodendo com outro cara.

Rafaela geme num misto de dor, incômodo e prazer... pois ele é até carinhoso ao lhe bombar devagar entre as pernas, parece até que ele sabe que ela é virgem... ou era, pois a rola dele está toda dentro, socando, socando, socando conforme ele sobe e desce entre as pernas loiras dela, lhe arregaçando a xoxota num entra e sai, num vai e vem constante... enquanto Rafaela é toda gemidos e contorcionismos...

Em nenhum momento ele fode rápido, ele fica ali por entre as pernas dela, degustando da maciez e aperto da xoxota da novinha com o seu pau dentro, socando, socando sutil... sem pressa, segurando ela pelas pernas abertas e bombando num ritmo lento, porém devastador para Rafaela que jamais tinha sentido um pau em sua bucetinha... arrancando gemidos manhosos dela... sentindo toda a dureza e movimentação da pica dele lhe fodendo sem pressa... o homem geme, urra, socando, socando, aumentando um pouco mais o movimento de quadris, mas sem acelerar... e a sua avó bem ali ao lado no outro sofá, fodendo num ritmo bem mais acelerado e louco, galopando a toda velocidade no colo do outro cara, batendo sua bunda branca gostosa nas coxas dele enquanto fode o pau dele com força, com seus peitões chacoalhando na cara dele.

O tal estranho para, sai rápido de entre as pernas de Rafaela enquanto arranca a camisinha do seu pau, então chama ela, ela se senta, ele coloca seu pau na boquinha dela e geme se tremendo... Rafaela geme revirando os olhinhos verdes enquanto sente sua boca enchendo com tantos esguichos de porra jorrando da cabeça da rola do homem... o homem em pé se treme todo, gemendo e pulsando o pau... enquanto a jovem netinha de Isadora simplesmente engole todo o esperma em sua boquinha, e ainda ri pra ele.

Mais tarde, lá pras 2 da manhã, Isadora chega em casa com a neta, as duas meio amarrotadas, descabeladas... onde se livram de suas roupas e vão pro banho juntas. Onde conversam confidentes entre sorrisos debaixo do chuveiro:

- Até que não sangrei tanto.

- É porque ele não tinha um pau grande e te comeu devagar.

- A senhora já deu pra ele?

- Sim... e eu escolhi ele pra você, justamente pra quebrar o cabaço da sua bucetinha.

- Nossa, vó, que safada a senhora é, sabia?

- Mas e aí, você gostou da sua primeira vez?

- Perder minha virgindade ao lado da avó nunca foi o que eu imaginava.

- Tô falando de como ele fez... gostou?

- Sei lá... ele foi gentil comigo... gostei mais do oral que ele me fez antes, rsrsr...

- Viu só? Escolhi o cara certo então, rsrsr...

- Nossa, se o papai e a mamãe sabem que eu transei ao lado da minha vó. Tô ferrada.

- Relaxa, prometi pro seu pai que eu ia cuidar bem de você. E o meu jeito de cuidar é assim, rsrsrsr...

- Vó, depois que o vô morreu a senhora parece que ficou foi tarada.

- Sempre fui fogosa, meu amor... é que agora eu tô aproveitando a vida.

- A senhora metia chifre nele?

- Seu avô era bem mais velho que eu, não tava mais dando no couro, era muito doente... e eu sempre fui fogosa, eu queria foder, então comecei a sair com um e outro e viciei, rsrsrs...

- Ai, vó, coitadinho do vô.

- Ué, tô sendo sincera, ora... Eu queria uma rola e a do teu avô não levantava mais, fazer o quê?...

- Ele sabia que a senhora dava pra outros?

- Que nada... Ele tomava um monte de medicamentos pros problemas de saúde dele e acabava dormindo... aí eu então comecei a sair e pegar uns caras por aí, srsrsr...

- Nossa, vó, isso é coisa de puta, sabia?

- Claro que não. Eu nunca dei por dinheiro, meu prazer é foder com que eu quero... E vou te dizer, minha querida, mulher tem que dar mesmo, todo dia e pra mais de um... Mulher que se compromete só com um não conhece o próprio corpo e nem explora seus desejos, manias, loucuras.

- Ai, vooziinhaaa... paaraaa.

Quando mais Isadora ia saindo pelas ruas do bairro com a netinha Rafaela, mais os marmanjos ficavam de olho e se perguntando quem era a novinha... e aqueles que já tinham metido a rola na avó, ficaram com vontade de meter na netinha também.

Tanto que logo mais a noite, avó e neta mais uma vez saíram pra curtir, e dois ficantes de Isadora chegaram nela, cumprimentando e tal e já olhando pra Rafaela, perguntaram:

- Quem é a princesinha?

E Isadora: - É minha neta. Não é linda?

Rafaela ficava meio sem graça com os ficantes da sua avó, babando, todos de pau duro, lhe desejando assim à primeira vista... lobos diante da lebre, carne fresca.

E logo estavam num quarto de motel barato... fazendo com a netinha o mesmo que tanto fizeram e fazem com a vó... onde os gemidos delas se misturavam enquanto eram fodidas juntas de quatro na mesma cama, lado a lado, tomando um sacode dos homens, sendo puxadas pelas ancas e arremessadas pra frente a cada virilhada em seus rabos que tremiam as carnes conforme suas bucetas entravam na vara deles.

A vó de Rafaela era uma cavala de gostosa, toda de quatro com aquela sua bela raba branca tremendo a cada lapada de virilha seca do macho pegando firme e forte ela por trás e mandando ver como ela gostava de ser fodida... arreagaçando a bucetona gulosa dela numa socada de rola intensa e sem tirar de dentro, fazendo ela gritar mais que uma vagabunda nesse quarto de motel... Já Rafaela era novidade pro outro macho, com aquela sua bundinha loira toda arrebitadinha, uma xoxotinha cor de rosa e um cuzinho vermelhinho tesudo bem lacradinho... o qual ele acariciava com um polegar enquanto batia virilha na bundinha dela... e ela vez e outra virando o rosto pra trás e pedindo pra ele tirar o dedo... com medinho do homem safado meter em seu cu sem ela pedir.

... avó e netinha gozando o tempo todo enquanto tomavam fortes pauladas dos seus machos as domando pelas ancas e arrebentando suas virilhas por trás delas, e junto levavam constantes tapas em suas bundas que ficavam as marcas das mãos deles... a vó pedia pro macho dela lhe bater a vontade, já a netinha não gostava, pois dóia tanto sua bundinha que ela até chorava.

Logo em seguida, já de madrugada, as duas juntas tavam chupando a rola preta de um negão, motorista de aplicativo que levou elas pra casa... O negão não aguentou e gozou forte, onde a cabeça da sua rola parecia uma fonte jorrando pro alto muito leitinho... e elas duas loucas passando a lambida juntas por todo o cacete preto e veiudo do negão, a fim de não deixar nenhuma gota dessa porra ser desperdiçada.

Os dias foram passando, e avó e netinha foram ficando cada vez mais cúmplices na cama, acumulando parceiros e transas a cada saída pra curtir a noite juntas... de bares para baladas, shows, pagodes e motéis... sempre na intenção de foder... e assim as duas entraram na vara de um monte de macho, sem pudor e frescura, dos gentis aos cavalos, dos passivos aos agressivos e dominadores, dos medianos aos bem dotados... se deixando serem usadas e abusadas por todos, se comportando como vadias, vagabundas... tudo em busca do prazer pelo prazer... a avó ensinando a netinha a ser passiva e submissa, e a netinha às vezes surpreendendo a avó ao ser mais safada ainda.

E por falar em ensinar... Certo dia chegou na casa o tal rapaz moreno que um dia bateu no portão e Isadora o levou pra dentro de casa... fardado de segurança. E aqui Isadora o apresentou a sua neta como tinha prometido... que riu pra ele enquanto trocava com ele aperto de mãos e dois beijinhos aos lados do rosto.

Porém, Rafaela ficou na sala enquanto a avó levou ele pra seu quarto.

Rafaela ficou ali no sofá entretida com seu celular... mas pensando na avó dando pro tal garotão lá dentro. Mas logo ela foi chamada pela avó. Rafaela de pés descalços, toda de blusinha decotada sem sutiã onde seus fartos peitos balançavam a cada passo e num shortinho legging marcando o formato e o rachado da sua bucetinha e ressaltando a gostosura da sua bundinha loira toda arrebitada e com as bochechas a mostra, foi se aproximando do quarto da avó... empurrando a porta e vendo ela e o tal rapaz ali na cama, pelados... Enquanto a avó Isadora disse:

- Vem cá, meu amor... senta aqui perto da vozinha, senta.

Rafaela subiu na cama, olhando pro moreno ali deitado, segurando seu pauzão pra cima enquanto se masturbava olhando pra ela, e avó disse:

- Tira tudo.

Ela tirou em pé na cama na maior naturalidade... ficando peladinha, com aquele seu loiro corpinho todo gostoso a mostra, e o moreno ali deitado se acabando na punheta pra netinha da experiênte Isadora... e Isadora acariciava as pernas e a bunda da neta, disse:
- Vira de quatro.

Rafaela obedeceu a avó, toda manhosinha e com medinho, perguntando:

- aaii, vó, que é que a senhora quer, hein?

- Relaxa... só vira esse rabinho lindo pra ele, vira... assim... empina bastante... abre mais as pernas... isso... assim mesmo.

O moreno veio de joelhos por trás de Rafaela de quatro, babando pela bundinha loira dela, já colocando as mãos em cada macia e redonda nádega, acariciando, elogiando, massageando, arreganhando pra olhar melhor pra seu cuzinho vermelhinho lacradinho... e então ele caiu de boca, beijando a bunda todinha, cada nádega, de cima abaixo... e Rafaela rindo, gostando, gemendo excitada com o toque dos lábios e da língua do moreno percorrendo sua bunda toda... quando eis que ela geme agoniada, se tremendo ao sentir uma passada de língua em seu cu... nossa, Rafaela já havia sido chupada no cu por outros com quem fodeu junto com a vó, mas a lambida dessa moreno aqui era diferente, mais caprichada... o rapaz parecia saber o que fazia... e ficou ali segurando a bunda da netinha de Isadora enquanto empurrava seu rosto no meio e lambia sem parar o cuzinho dela... fazendo o cuzinho dela entrar e estufar piscando descontrolado conforme ele girava a língua nas preguinhas e estocava no meio... Rafaela se tremia enquanto se sustentava de quatro, tava uma delícia sentir isso... ela tava com a sua pele loirinha todinha arrepiada... que tesão diferente esse... e o safado agarrado a bunda, e tome lambida no cu da novinha, tome lambida, mais e mais, sem parar, estocando, tentando penetrar o cuzinho dela de tanto empurrar a língua, deixando Rafaela maluca de tesão, descontrolada a gemer e a delirar de prazer no cu, sendo que ela gemeu alto assim que ele deu uma cuspida... acertando bem no centro do seu cuzinho.

Rafaela ficou tão anestesiada pelas gostosas sensações do boquete anal que mal viu o rapaz colocando uma camisinha no seu pau... e quando olhou pra trás, disse assustada:

- aaii vó, isso não.

- xiiiihh... ralaxa, amor... é só um prazer a mais que você vai sentir... relaxa, não se mexe.

- Vai doer, vó, não queerooo...

- Calma. Ele sabe o que faz... No cuzinho é muito, muito melhor que na buceta, você nem imagina.

- Nããooo, vai dooeerr...

O rapaz atrás dela, ajoelhado na cama, passou um gel em seu pau de camisinha e passou também no cuzinho dela, chegando a meter um dedo lambuzado de gel e girar alargando as preguinhas de Rafaela, que gemeu, toda medrosinha.

Nisso o rapaz chegou mais junto da bundinha dela virada de quatro e segurando seu pau deu uma passada com a cabeça no rego dela e ela meio que puxou sua bunda... ele a segurando com uma mão puxou de novo ela, mandando ela ficar calma... então parou a cabeça posicionada no centro e foi cutucando... Rafaela apertando os olhos e contraindo muito o cu enquanto sentia a pressão ca cabeça querendo entrar... falando agoniada:

- aaii vóóóóhhh, vai doeerr, vai dooeeerr...

- Relaxa, relaxa...

Isadora ao lado dela, acariciando as costas dela, sua bundinha virada de quatro... e o rapaz atrás se deliciando com a visão maravilhosa da bunda loira da netinha de Isadora toda aberta virada pra ele... enquanto ele segurando seu pau ia cutucando e pressionando... onde ele fez uma pressão maior, deitando por sobre as costas e a bundinha da moleca, que gemeu fino, abaixando a cabeça e mordendo o travesseiro... sentindo a cabeça da rola dele invadindo o seu cuzinho...

- aaaii ai aaaiii, meu cuuu... meu cuuziinhooohhhrr... devaagaa poorraaa...

O rapaz ajoelhado atrás dela, a domando a bunda, ficou parado, com a cabeça da sua rola enfiada no cuzinho dela, onde Isadora disse:

- Agora faz o seguinte... chupa a cabeça da rola dele com o cu, vai... é só contrair o cu, vai...

- aaiii, sua PUUTAAA, a senhora é uma puuuTAAAA...

- Faz o que tô mandando, faz... a vó quer te ensinar a dar o cuzinho bem gosoto. Vai. Faz um boquete no pau dele com o cu. É só contrair as preguinhas que o teu cu vai mamar na rola dele.

Rafaela foi botando força nas nádegas, contraindo, sentindo seu cu fechando, abarcando a cabeça da rola dele com seu cuzinho... gemendo muito, num misto de dor... muita dor e agonia... já ele foi deitando por sobre as costas dela e mexendo os quadris, estocando o cuzinho dela num sutil vai e vem, fazendo deslizar pra dentro além da cabeça... até o meio da grossa rola... e Rafaela desesperada de dor... e ele, gemendo de prazer, urrando feito uma fera, um monstro:

- aaaii caraalhooo, o cuzinho da sua neta é mais gostoso do que eu imaginaava, rraaaaahhhhrr...

E ela:

- aaii, vóóó... a senhora não preestaaa, fica oferecendo meu cuzinho pra esses putos que comem a senhora, né? aaaiimmrrr... tira, tira, tiiraaa...

E ele: - Pode chorar a vontade, bebê, seu cuzinho é meu... sua vó deu ele pra mim...

Rafaela chorava de dor enquanto era segurada pelas ancas e sentia toda a pressão daquele cacete duro e grosso do macho lhe domando por trás socando seu cuzinho... atolando mais e mais a cada estocada que ele desferia sem dó... aumentando a velocidade... enquanto a vó incitava ela:

- Seja puta, seja puta... deixa ele meter, deixa, deixaaa... ele quer comer sua bundinha então deixaa... deixa ele enfiar toda a rola dele nesse seu cuzinho gostoso, deeixaa...

Minutos e mais minutos de pressão de rola no cuzinho de Rafaela e logo ela tava se deixando ser conduzida pela vontade dele enquanto era enrabada, onde ela ficou de mãozinha na buceta por baixo, tocando uma siririca pra aliviar a dor, sendo pressionada por trás, segura pelas mãos enormes dele lhe domando as ancas e socando, socando, socando-lhe a pica no cuzinho... a dor aos poucos ia anestesiando seus sentindos e se transformando em prazer... o rapaz sequer deixou o cuzinho da netinha sangrar, pois ele era bem jeitoso, fodeu no ritmo certo, se mostrando um ótimo comedor de cu, Isadora sabia disso, por isso confiou nele a missão prazerosa pra quebrar o cabaço das preguinhas anais da neta.

Rafaela de repente gemeu abafado, agoniada, se tremendo toda de quatro, revirando os olhos, jogando a cabeça e seus lisos cabelos loiros pra trás e dando uma puta arrebitada enquanto continuava tomando socada de rola no cu... sendo surpreendentemente arrebatada por um orgasmo anal dos mais intensos... ela mesma não acreditava no que sentia... o pau lhe socando e ela tendo um prazer surreal em meio a dor de tomar no cu... ofegante e delirante ela permanecia de quatro, sendo pega por trás e puxada por ele, que continuava socando, socando, socando, mandando ver seu pau no rabinho da ninfeta... que surpreendeu a vó e ao rapaz ao pedir gemendo:

- Não paaaraaa, rraaahhhhhrrr...

O rapaz completamente louco, tarado e gemendo agoniado, puxou o pau do cuzinho da Rafaela, sacou fora a camisinha e de pau na mão deu um banho de esperma numa esporrada que voou por sobre ela ali de quatro pra ele... Rafaela gemia ofegante, de cu latejando arrombado enquanto sentia a porra lhe lambuzando as costas e a bundinha loira aberta.

A moleca desabou de bruços no colo da avó, e ficou ali, gemendo, ofegando, suada, cansada, sentindo dor e tesão no seu cu arrombado. A vó acariciava as costas dela, seus cabelos... pedindo pra ela relaxar.

Depois dessa sua primeira experiência anal, Rafaela acostumou-se a virar de quatro pros machos e oferecer seu cu... onde sempre procurou gozar enquanto era currada por diferentes tamanhos e grossuras de rolas, sempre apreciando o prazer que o anal propicia, e que em muitos casos era até maior que o prazer de ter a buceta fodida... e assim ela foi gozando no vai e vem de várias rolas fodendo-lhe o meio da bunda, e em muitos momentos indo a loucura e pedindo aos berros pra não parar de socar, pra não parar de comer seu cu... pedindo mais e mais pica em seu cuzinho... sempre na companhia da avó, as duas viradas que nem duas cachorras de quatro, lado a lado em camas de motéis ou na cama de casa, com seus rabos bem arrebitados tomando virilhada, sendo puxadas e socadas com força por seus comedores... teve dia que elas saíram só pra dar o cu.

Mas aí o mês acabou e era chegado o fim da estadia de Rafaela na casa da avó... Os pais dela tinham se divorciado de vez e decidido morar em casas separadas... cabendo a ela escolher com quem queria ficar.

E Rafaela, lógico, escolheu o sexo.

FIM!!

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