#Teen #Virgem

Marina de menina a puta (continuação

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Roxana

Marina uma menina timida e envergonhada, descobre o sexo com Bruno, marido de sua vizinha e amiga da mãe, aos poucos ele a transforma numa putinha.

Bruno sempre me buscava no colégio e minhas coleguinhas continuavam morrendo de inveja quando viam ele todo arrumadão, de camisa social, óculos escuros, aquele cheiro de perfume caro, me dando um selinho na boca na frente de todo mundo. Eu abria um sorriso safado e deixava elas se perguntando o que aquele gato via numa novinha igual eu.
Mas elas não sabiam de nada. Não sabiam que depois dos deveres escolares, ele me colocava de quatro e me fodia gostoso, com a coleira no pescoço e o cu cheio de porra.
Quando entramos na casa deles, joguei a mochila no chão da sala, sentei no tapete e espalhei os cadernos.
Ficou parado atrás de mim, me olhando.
— Marina — ele chamou, com a voz diferente. — Hoje não vai ser como sempre.
Me virei, os olhos encontrando os dele. Ele tava com uma calma estranha, respiração controlada, parecia até um personagem de filme.
— O que você quer? — perguntei, já desconfiada.
Ele se ajoelhou na minha frente, passou a mão no meu rosto com uma maciez que eu tava acostumada.
— Hoje eu quero sua xoxotinha, Marina — ele disse, bem baixinho. — Não seu cu. Sua buceta. Quero te fazer mulher de verdade.
Meu coração disparou na hora. A gente sempre tinha feito no meu cu, desde o começo. Ele dizia que era melhor, que não engravidava, que era mais gostoso. Mas agora... agora ele queria minha buceta. Queria me comer de verdade.
Posso engravidar ? Não tomo nada.
Ele sorriu, passando o dedo no meu lábio.
Você tá pronta. E eu quero sentir você todinha. Quero ver seus olhos arregalarem quando eu entrar. Quero sentir você apertar.
— Tá bom — sussurrei. — Pode.
Ele me levantou e me levou pro quarto. Os amassos começaram ali mesmo, na porta. Depois me deitou na cama e começou a me despir devagar, tipo cena de filme romântico. Tirou minha blusa, a saia, minha calcinha. Fiquei nua, o corpo arrepiado, o coração quase saindo pela boca.
Beijou minha boca, meu pescoço, meus peitos. Desceu devagar, passou a língua na minha barriga, abriu minhas pernas. Tocou minha xereca com os dedos – já tava, quente.
— Tão linda — ele murmurou.
Passou um creminho na minha xereca.
— Pra que faz isso? — perguntei, confusa.
— Lubrificar — ele respondeu, com a voz baixa. — Pra ser mais gostoso. Pra não doer tanto.
Engoli em seco, sentindo o creme gelado na pele quente. Ele esfregou devagar, os dedos massageando minha entrada, me preparando.
— Relaxa — ele disse. — Vai ser bom. Confia em mim.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas, segurou meu quadril com uma mão e, com a outra, guiou o pau dele até a entrada da minha xereca. A cabeça encostou, quente, pulsando. Fechei os olhos, prendi a respiração, as mãos apertando o lençol igual louca.
Ele começou a entrar. Devagar. Centímetro por centímetro. A ponta rompeu minha entrada e eu senti o esticão, o ardor, aquele misto de dor e prazer que nunca tinha sentido antes. Meu corpo arqueou, as costas se curvando, a boca se abrindo num gemido que não sei se era de dor ou de tesão.
Meus olhos se arregalaram quando senti ele avançando mais, preenchendo cada pedacinho de mim. A sensação era de ser aberta, invadida, tomada por inteiro – mó bagulho intenso. Eu não sabia onde colocar as mãos, os dedos arranhavam o lençol, as pernas tremiam.
— Isso — ele sussurrava, com a voz rouca. — Relaxa. Deixa entrar.
Quando ele finalmente parou, eu senti ele inteiro dentro de mim. O pau dele preenchia tudo, a xereca pulsando em volta, o corpo todo em brasa. Olhei nos olhos dele, arregalada, ofegante, e ele sorriu.
— Agora você é minha. De verdade.
E começou a se mexer. Devagar no começo, o pau deslizando dentro de mim, a sensação de preenchimento completo. Eu gemia baixinho, arregalava os olhos a cada estocada mais funda. Meu corpo arqueava, se contorcia, as pernas se abrindo mais pra ele entrar fundo, cada vez mais fundo.
— Tá gostoso? — ele perguntava, ofegante.
Eu só conseguia gemer, balançar a cabeça, os olhos revirando – mó viagem, sabe? Cada movimento dele dentro de mim era uma descoberta, um novo limite sendo ultrapassado, uma nova forma de prazer que eu nem sabia que existia.
Quando ele foi mais rápido, mais forte, eu senti meu corpo se entregar por completo. As mãos dele seguravam minha cintura, as estocadas ficavam mais profundas, mais intensas. Eu gemia sem vergonha, me contorcia, arregalava os olhos a cada batida.
Gritei, arqueei as costas, o corpo tremendo inteiro enquanto ele continuava metendo até gozar dentro de mim – o jorro quente escorrendo pela minha xereca, a porra descendo pela minha coxa. Fiquei ali, ofegante, olhando pro teto, sentindo o peso dele em cima de mim, o corpo ainda tremendo.
Depois, com a porra escorrendo pela minha coxa e o corpo ainda mole, olhei nos olhos dele e a voz saiu sumida:
— Agora sou sua amante?
Ele riu baixinho, passou a mão no meu cabelo com aquele carinho que sempre vinha depois de me comer.
— Você é minha putinha, Marina. Minha novinha. Minha propriedade. Amante é coisa de gente igual, de mulher que tem vez. Você não é igual a ninguém. Você é minha.
O sorriso sumiu do meu rosto na hora. Aquele negócio de "propriedade" doeu mais do que a xereca ardendo. Mas eu engoli, virei o rosto e não falei nada.
Porque no fundo, eu sabia que ele tava certo. Eu não era amante. Amante senta do lado na mesa, anda de braço dado, tem nome e sobrenome. Eu era só a novinha que ele comia no sigilo.
Enquanto a Luana era a esposa, eu era o brinquedo.
E mesmo sabendo disso, mesmo doendo, eu ainda queria ser o brinquedo dele.
Porque, na real, ser o brinquedo era melhor do que ser nada.

Comentários (3)

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  • Coisiais: Cuidado pra não irritar as sapadas pq a esquerda ta no poder viu kkkkk mas o conto é muito bom.

    Responder↴ • uid:1dvfahx0elkc
  • JujuDias: Gays tem esse tesão em serem tratadas como depósito mesmo

    Responder↴ • uid:830y3wnxv0
  • Eros: Continuação da história foi muito boa, ainda que muito curta. Espero que de continuidade a história da Marina. Principalmente a parte do anal.

    Responder↴ • uid:1e2bwznrt8e3