Capítulo 1 - A Descoberta
Descobri na adolescência os prazeres que um dog pode proporcionar
Sou o Felipe, tenho 29 anos, 1,88cm e 18cm de pica, grossura normal. Desde pequeno sempre tive carinho e fascínio pelos animais. Meus pais sempre me incentivaram e me davam brinquedos na temática e me chamaram de Dr. Dolitle, então cresci motivado com isso.
Quando entrei na fase da adolescência e descobri a punheta e que saía “aguinha” da minha piroquinha, fiquei viciado! Chegava na escola e fala com dois amigos meus, Pedro e Carlos, e contava as minhas aventuras de punheteiro dentro de casa. Carlos perguntou se a gente via pornô na internet, Pedro dizia que sim, ficava altas horas mexendo no computador do pai acessando vários sites, confessou que já foi pego no flagra pelo pai, mas segundo ele, seu pai não brigou, apenas disse para tomar cuidado para que sua mãe não veja. Nessa época eu não tinha internet em casa, o que matava o meu tesão juvenil eram as revistas da mamãe. Pedro me disse para pedir pro meu pai, mas falei que provavelmente ele não iria pagar, mas Carlos falou para pedir mesmo assim.
O destino estava ao meu lado, pois, quando cheguei em casa, tinha um carro da operadora estacionado e o técnico finalizando o serviço. Quando vi meu pai, dei um sorriso enorme e perguntei se era o que eu estava pensando, ele riu e disse que já estava na hora da gente se conectar com o mundo. Abracei meu coroa e dei um beijo no seu rosto e ele no meu, e então ele solta que tinhas mais uma surpresa e que ela estava no meu quarto. Sai correndo e quando abro a porta, dou de cara com um computador novinho em cima de uma mesa que ele também tinha comprado. Corri para abraçar meu velho novamente e agradecendo e dando vários beijinhos no seu rosto.
Nesse momento, meu cachorro da época, Bob, um vira-lata de porte grande e de pelagem preta, que estava deitado na minha cama, acordou, começou a latir e veio em nossa direção, querendo atenção e carinho também. Meu pai me soltou no chão, e eu abracei Bob, fazendo carinho nele enquanto ele lambia meu rosto. Liguei meu computador e lá já estavam meu nome e minha foto, pois meu coroa havia configurado tudo antes da minha chegada. Mal podia esperar para contar aos meus amigos sobre o meu novo presente.
Passei praticamente o dia inteiro diante do PC. Entre um jogo e outro, baixava novos jogos e passava horas assistindo a vídeos no YouTube. Naquela época, ter um computador só meu parecia algo extraordinário, e eu queria aproveitar cada minuto.
À noite, depois do banho, meus pais apareceram no quarto e disseram que estava na hora de desligar o computador. Ainda tentei insistir e fiz uma pequena birra, na esperança de conseguir mais alguns minutos, mas não adiantou. Acabei desligando o PC e fui me deitar.
Quando meus pais foram dormir, porém, minha vontade de voltar para o computador falou mais alto. Esperei algumas horas, até perceber que a casa estava completamente silenciosa. Então, levantei, liguei o PC novamente e voltei para a internet. Comecei a explorar sites pornôs, movido muito mais pela curiosidade do que por saber exatamente o que estava procurando. Como eu não tinha muita ideia de onde procurar ou o que escolher, simplesmente abri um dos vídeos que encontrei.
O vídeo começou com uma loira peituda balançando seus seios para a câmera e gemendo igual uma puta, meu pau ficou duro instantaneamente, meu quarto não tinha tranca, a adrenalina de ser pego assistindo pornô me deixou maluquinho, então saquei minha piroquinha e comecei a minha punheta nervosa vendo aquela loira peituda tocar na sua buceta, até que um homem chega, completamente pelado e com a sua pica dura, aquele era o primeiro pau de um homem adulto que eu via. Naquele momento sentia um misto de tesão e curiosidade, a rola do cara era enorme, tinha 20cm no mínimo e um saco bem grande, olhava para a minha piroquinha e me perguntava se o meu iria crescer daquele jeito. Naquele momento percebi que estava olhando mais para a bunda do cara do que a buceta da mulher, lembro de me sentir estranho e ao mesmo tempo com muito tesão, mas meu pensamento foi cortado quando senti uma lambida áspera e bem molhada no meu pauzinho. Levei um puta susto, o quarto era iluminado apenas pelo monitor, quando olhava para baixo vi o Bob, embaixo da mesa, cheirando minha rola, antes de eu conseguir falar qualquer coisa ele começou a dar lambidas fervorosas.
Não consegui afastar ele, pois aquelas lambidas estavam muito melhores do que a minha punheta. Me encostei na cadeira e fiquei quieto deixando Bob fazer o seu trabalho. A cada lambida eu revirava os olhos de tanto tesão, até aquele momento nunca tinha sentido nada parecido. Não aguentei muito tempo e esporrei na língua dele e então começou a lamber mais rápido e como a cabeça da minha pica estava bem sensível acabei afastando Bob. Aguardei meu pau e ele ficou cheirando por cima do meu pijama. Me senti muito mal com tudo aquilo e o repreendi e coloquei ele pra fora do meu quarto.
Deitado na cama, fiquei pensando em tudo o que tinha acontecido, a culpa me corroía, mas o tesão falava mais alto. Levantei, abri a porta novamente, o Bob veio correndo e pulou na cama se deitando na beirada, fiquei em pé a sua frente e tirei meu pauzinho pra fora, Bob levantou a cabeça, deu uma cheirada e começou a lamber novamente. Fiquei duro em segundos, fechei os olhos e fiquei curtindo as lambidas que começava no meu saquinho e acabava na cabecinha. Eram lambidas ritmadas, a sua língua meio áspera dava um tesão a mais que eu não sabia explicar. Não aguentei 2 minutos e gozei novamente, com as pernas bamba e uma quantidade significativa menor, mas o suficiente para ele sentir o sabor e começar a lamber de forma mais acelerado, dessa vez eu não o tirei, a cada lambida na cabecinha da minha pica, minhas pernas tremiam mais, era uma sensação indescritível, me curvei na cama, mas não impedindo dele continuar, perdi as forças nas pernas e cai sentado no chão. Um choque percorria todo o meu corpo, me dando espasmos de tanto tesão. Fiquei ali sentado por uns 10 minutos, me recuperando de uma das minhas melhores gozadas até aquele momento. Me levantei, fui ao banheiro mijar, voltei para a cama e dormi agarradinho com o Bob.
No dia seguinte fui correndo para a escola contar para os meus amigos sobre o PC que meu pai tinha comprado e meu primeiro pornô que eu tinha assistido. Não falei sobre o Bob, obviamente. Eles ficaram super felizes, me indicaram vários sites pornôs, me falaram quais eram suas preferências e descreviam quais eram seus vídeos favoritos, anotei tudo no caderno para pesquisar quando chegasse em casa. Trocamos nossos e-mails para nos adicionarmos ao falecido MSN.
Naquela tarde eu não fiz nada demais, fiz minha lição de casa, adicionei os meninos do MSN e jogamos a tarde toda, mas a noite foi o mesmo ritual. Meus pais mandaram eu desligar, passou-se algumas horas e lá fui eu novamente para o meu novo mundo. Comecei a pesquisar tudo aquilo que meus amigos me indicaram, uma mão na pica e outra no mouse percorrendo as páginas, quando estava prestes a gozar, eu parava tudo e quando a sensação ia embora, voltava a socar freneticamente! Queria que aquilo durasse o máximo de tempo possível.
Em algum momento das pesquisas acabei parando em um pornô gay, me assustei, mas não consegui parar de olhar, naquele momento se abria um novo mundo pra mim. Ali descobri que dois homens podiam fazer tudo aquilo que era feito em pornô hétero, meu pauzinho doía de tanto tesão e então abria outro e mais outro, deixando de lado os pornô héteros. Entre um vídeo e outro, senti novamente a lambida da minha vara, eu nem olhava, já sabia que era Bob, fiz apenas sentar mais na beira da cadeira, abaixar meu pijama do homem aranha até o pé e curtir o banho que meu cachorro me dava. Quando eu estava perto de gozar, eu cobria meu pauzinho com as duas mãos, o Bob ficava louco tentando lamber entre meus dedos, quando a vontade passava, liberava novamente.
Até que entre uma lambida e outra, um pornô e outro, me deu um lampejo de ideia. E se? Resolvi ver com os meus próprios olhos e naquele momento fiz a minha primeira pesquisa Zoo na internet. Não sabia se iria encontrar algo, pois na minha cabeça era maluquice alguém publicar um vídeo sobre isso. E lá estava, não só um, mas VÁRIOS vídeos de zoofilia. Fiquei fascinado! No primeiro vídeo que abri, era um cara socando numa cadela da cor branca freneticamente, o vídeo tinha 30s, mas foi o suficiente para eu ficar doido. Abri mais outro. Era um vídeo de um cara deitado na cama com sua cadela por cima dele, o cara comia ela rapidamente e fazia aquele som clássico de socada, a cachorra chorava a cada metida, o vídeo tinha 20s. Abri mais outra e dessa vez era um cara comendo o cuzinho de um cachorro macho. O dog estava de quatro, o cara segurava a pica dele pelo nó, fiquei admirado com a pica do cachorro, bem vermelha, cheia de veias e aquele nó do tamanho de uma bola de tênis. Pausei o vídeo e me afastei do PC, ainda na cadeira, meu cachorro estava ali lambendo meu pau freneticamente. Olhava pro Bob e depois pro vídeo e pensei “E se....”
Me levantei da cadeira, fui verificar se meus pais estavam dormindo, voltei pro quarto e tirei meu pijama ficando peladinho, acendi a luz e chamei Bob pra cima da cama. Ele ficou igual na noite anterior, deitou na beirada e veio lamber meu pau, mas parei ele e posicionei o Bob igual o cachorro do vídeo. O Bob era um cachorro muito dócil e bastante obediente, do jeito que você o deixava ele ficava, então foi bem fácil deixar ele naquela posição.
Pela primeira vez eu via para o pau do meu cachorro e para o seu cuzinho de forma sexual. Passei a mão primeiro na sua barriga e fui descendo sentindo seus pelos entre meus dedos, até que cheguei na sua capa, deu uma apertada e senti algo dentro e continuava até chegar ao seu saco, preto, grande e pesado, minha pequena mão não dava conta de segurar as suas duas bolas, e então cheguei no seu cuzinho, afastei o seu rabo, passei os dedos nas suas preguinhas e senti ele piscar nos meus dedos, no susto e tirei a mão. Fiquei olhando extasiado, meu pauzinho latejava e babava como nunca, encarava para o monitor e vi a pica do dog e a pica do cara atolado no cuzinho dele, olhava para Bob com determinação nos olhos. Eu não tinha noção de como fazer para a pica dele sair, mas lembro de pensar que deve ser igual a nós, homens, então levei a minha mão para a sua capa e comecei a bater uma punheta pra ele.
Senti entre meus dedos a pica do Bob ficar inchada, olhava para ele, e estava estampado em seu focinho que ele estava amando tudo aquilo: a boca aberta, a língua para fora e a respiração ritmada pela boca. Olhava de novo para o seu pau e vi a pontinha vermelha saindo de sua capa, dei um mega sorriso e seguia de forma frenética e determinante a tirar todo aquele pau. Com a mão direita socava a punheta para ele e com a esquerda, passava os dedos, sem enfiar, no seu cuzinho. Quando metade do seu pau já estava pra fora, senti o seu nó se formando (Claro que naquela época eu não sabia que era Capa, Nó, nem nada disso). Segurei a sua vara com as minhas duas mãos e comecei a puxar sua capa até chegar ao nó, fiquei com medo de machucar ele, mas o tesão sempre falava mais alto e então continuei e assim a sua pica estava toda pra fora, o Bob tinha o pau muito maior do que o do dog do vídeo, mas menos grosso, agarrei aquela vara com as duas mãos e dei uma apertada e senti ele pulsar e da pontinha jorrar um líquido transparente, pensei “Já tá gozando?” e depois veio outro, seguido de outros, fiquei admirando aquele mastro vermelho na mão, cheio de veias, o nó dele estava ficando cada vez maior, medi com meu braço e chegava na metade do meu antebraço. Bob era realmente um dogzão bem dotado.
Saindo do transe, voltei a olhar o seu cuzinho, agora piscando conforme ele jorrava, soltei seu pau e me agachei ficando na altura daquele belezura. Fiquei olhando ele piscar e passava os dedos pra sentir mais a textura, parei o dedo indicador bem no meio, via para a cara dele que estava na mesma e comecei a forçar a entrada, a ponta entrou e ele não esboçou nenhuma reação, continuava enfiando o dedo até o final e nada de reação, sentia meu dedo bem quente, tirava e coloquei de novo, agora de forma ritmada, arrisquei e enfiei o segundo dedo, não reclamou, então parti pra minha pica, naquela época tinha entre 8/9cm, um pouco mais grosso que meus dedos, pensei que não iria ter nenhum problema. Puxei ele mais para a beirada da cama, segurei meu pau que estava duro igual pedra e mirei, sentir o cuzinho dele piscando na cabeça da minha pica e forcei, começou a entrar, já no começo senti o quentinho do seu interior, só parei quando seus pelos tocaram na minha barriga. Seu cu piscava e amassava meu piruzinho, o calor que eu sentia no meu pau era indescritível. Fiquei ali parado por uns segundos processando aquele prazer novo.
Segurava o nó do Bob, mas era tão grande e pesado que a minha mão não dava conta, mas mesmo assim segui e então comecei a socar, de forma desajeitada, mas com um tesão imenso. Não fui muito longe, em menos de 5 minutos sentia o gozo chegando minhas pernas ficaram bombas, minha respiração acelerada, larguei sua vara e me deitei por cima dele, coloquei minha cabeça no seu tronco, senti o seu cheiro de shampoo de cachorro, sua respiração, seu coração batendo no meu ouvido e então o abracei enquanto eu jorrava dentro dele, gemi baixinho e os espasmos voltava com força, fiquei ali deitado em cima dele por uns 5 minutos me recuperando aquela minha primeira foda. Perdi minha virgindade comendo o cuzinho do meu cachorro. Meu pau amoleceu e saiu sozinho, levantei apenas a cabeça olhando para ele e recebi várias lambidas na cara, eu ainda estava tão anestesiado que não o parava, deixei ele lamber meu rosto, senti seu bafo quente na minha cara, aquele meu gesto era meu pagamento pra ele. Depois do banho na cara, fui ao banheiro e lavei meu rosto e limpei meu pau, voltando pro quarto, Bob estava lambendo seu cuzinho, apagando todo meu rastro, meu DNA. Vesti apenas meu shortinho, deitei ao seu lado, o abracei e disse “Eu te amo, Bob”.
Foi assim por 4 anos. Todos os dias eu assistia um vídeo de zoo, via posições novas, comia o seu cuzinho, segurava a sua pica com as duas mãos, deixava ele lamber meu rosto e às vezes eu abria a boca e a gente se “beijava”. De certa forma perdi meu BV com ele. Com o tempo comecei a experimentar coisas novas, me descobri bissexual, comecei a consumir vídeos de homens dando para dog, chupando suas picas e seus cuzinhos, e resolvi começar a fazer o mesmo. Na primeira vez eu odiei, senti um gosto horrível de ferrugem, mas continuei, com o tempo fui me acostumando com o sabor. No começo chupava desengonçado também, ralava os dentes, ele reclamava um pouco, mas fui pegando o jeito, até que estava quase engolindo a sua vara inteira. Bebia sua gala, igual ele fazia com a minha.
Ficou assim; antes de comer, fazia um agrado nele, chupava seu pau por alguns minutos e então macetava aquele buraco quente. Nos dias que Bob voltava do pet shop, eu chupava seu cuzinho até dizer chega, eu passava mais tempo com a boca naquele cu do que com a minha vara.
Com o tempo, só com o Bob não tinha mais tanta graça, fiquei pedindo pro meus pais para adotarem uma cadela para fazer companhia para o Bob, eles relutaram, mas acabaram cedendo.
Então chegou a Amora.
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