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Boas-vindas no sítio - Parte final

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pknocu2000

O passeio rendeu bem e aprendi coisas novas dando novas possibilidades futuras. A coragem é fundamental para obter novos prazeres.

O período de férias no sítio da tia Laura começou de forma surpreendente e seu caseiro havia feito um bom serviço deixando boa impressão. Aquela foda não saía da cabeça e as possibilidades para rolar alguma coisa no Domingo não existiram e tia Laura procurou ficar o maior tempo comigo para aproveitar. A safadeza é algo que precisa ser estimulada e no meu caso ela já estava no meu corpo jovem branco e eu queria mais. Não praticasse sexo, certamente, eu cairia numa vacância e nem tivesse continuado. Por quê estou falando isto? As minhas chances eram reduzidas para a procura de sexo, primeiro a jovem idade de dezesseis anos e segundo que eu saía bem pouco, portanto, aproveitar quando pintasse era uma obrigação para manter estimulado. É um período ruim onde você conta com o acaso e também muito macho fica com medo de envolver por razões óbvias. O caseiro branco e alto, trinta e seis anos, com barba por fazer e bigode dera uma boa lição ao meu cu e eu fiquei na expectativa por nova relação. Pica não era o problema, eu dava um jeito e aguentava curtindo o vai e vem e excitando. A pegada era ter a janela de oportunidade e viria na segunda-feira pela manhã quando tia Laura foi trabalhar e eu fiquei nas mãos do caseiro novamente.

A tara dele pintou e na sala do sítio eu mamei muito aquela pica branca comprida para dar de quatro tomando vara no vai e vem rápido causando muito tesão! Colaborei em tudo ao gemer baixo, rebolei e sorri bem contente pela enterrada dada e trazendo meu erótico para as alturas! O caseiro safado mandou surra de rola para meu cu saber que ali era a casa do caralho. Trabalhando sem pressa alguma no vai e vem, levei também espetadas e gemi com olhos fechados segurando meu pau duro. Minha bunda perfeita e bem definida trouxe a pica branca para abrir meu cu rosadinho e cheio de tara. Eu sentia aquele calor na entrada, vai e vem e curti bastante. As cabeçadas ao fundo doíam, tudo bem, faz parte do jogo. Ele tirou e mandou beber sua porra após punhetar rápido e eu ajoelhado. Encheu a minha língua e soltei aos poucos, dissolvi e engoli aquilo que deu. Adorei a sua iniciativa e sorri de felicidade, afinal, era a chance de ouro que eu tanto precisava para manter ativo. Tomei um banho e ele foi cuidar do sítio. Tia Laura só voltaria dezessete horas e o caseiro havia feito seu papel logo pela manhã.

Os dias passaram e somente na quinta-feira eu teria uma nova chance e desta vez com requintes de safadeza em escala maior. Vendo que era bem safado, saímos pela manhã e aparecemos na casa do amigo dele. Cumprimentei o sujeito, cara alto, negro, careca com seus quarenta e poucos anos, após um café, o caseiro resolveu abrir o jogo sobre meus gostos e lógico, a pica negra do cara surgiu diante dos meus olhos! Corei, ri, o amigo deveria ter nascido com tara por novinho pois sua pica estava uma tora antes de mamar. O pau do cara comprido é um verdadeiro chama sexo pedindo para ser chupado! Diante de dois cacetes sendo alisados na minha frente, atitude era preciso e agachei punhetando um e mamando o caralho negro passando a língua, engolindo para chupar. O detalhe que excitei depressa e meu corpo esquentou bem antes, o rosto corou muito e dei o trato devido aos dois alternando chupadas, o negro fez engolir e fodeu até que eu babasse, chupei suas bolas e mandei mamada no pau branco do caseiro que fez minha boca babar bem! Na prática, aquilo era uma novidade, eu havia feito somente com um cara e encarar dois seria um prêmio pela minha audácia naquela féria. Eles queriam foder e curvado enquanto mamava o pau do caseiro, fui facilmente penetrado e abri a bunda a pedido do fodedor negro. Naquele momento eu descobri o quanto meu cu é necessitado por rola e em segundos ele engoliu tudo, uma pica acima do normal que promoveu um belo rasgo e abri a boca punhetando o safado do caseiro para dar com gosto ao amigo dele! Excitado e com tesão, foi quase uma aceitação automática e meu corpo promovia um calor que eu não esperava. Ficou no vai e vem e eu paguei boquete com vontade estimulado pela pica negra em meu cu. Uma boa pegada na minha cintura e sofri um ataque bem forte para gaguejar um pouco e olhar para ele com caretas. O caseiro safado enterrou em minha boca e o amigo dele promoveu uma surra de pica que eu não esqueci mais. O sexo rápido e contínuo botou fogo na entrada, eu nem escondia mais o tesão abrindo minha bunda com as duas mãos permitindo vai e vem gostoso e meu pau estava a ponto de explodir ali em tesão enquanto eu engolia completamente a rola branca do caseiro safado! Um belo pau negro e suculento fodendo meu cu colocou arrepios em mim. Uma pagada mais forte dele e bem trabalhada durante quase um minuto foi bastante para que ele gozasse dentro! Senti jatos chupando a cabeça do pau branco do caseiro e ele tirou deixando aquele leite babar e escorrer. Meu cu estava arrombado e piscando, ficou tocando na entrada quente e eu suava, paguei forte o boquete no caseiro e bebi porra soltando e deixando o queixo melar! Hum! Meu erótico disparou neste dia e depois eu perguntaria como fui tão safado!

Limpei aquilo tudo e agradeci a foda, o amigo do caseiro pediu para aparecer por lá e voltamos ao sítio onde tomei um banho demorado. Experiência quente e única até o momento, eu desafiei a lógica e mostrei que a tara estava implícita sendo somente motivar para futuros atos. Finalizando, um dia antes de voltar, Sábado, o caseiro encerrou as férias com foda despedida deixando recado para que eu voltasse e virasse sua putinha. Ao voltar para São Paulo, cheguei com outra mentalidade. Eu não sairia mais do sexo anal com homens e precisava achar com extrema urgência alguém que fodesse meu cu sigilosamente e mantivesse meu gosto por rola ativo. Eu não podia contar com o jardineiro pois ele tinha seus compromissos. O importante que dei, gostei e tive uma experiência que marcou muito. Com isto, fechamos o conto do sítio de tia Laura. Vem mais.

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