Afogando as mágoas, com os meninos do campinho
Virei meu corpo, e sentei no pau do Vitão. Os outros meninos se aproximaram, e fiquei perdido diante de quatro rolas para chupar.
Oi gente...voltei. A pedidos, resolvi contar as três últimas histórias. Espero que gostem.
Algumas semanas depois do evento no sítio, notei que estava me distanciando do meu pai, e resolvi arriscar uma coisa, pedi a ele, para que eu pudesse ajudá-lo no depósito à tarde, depois da volta da escola. Ele não gostou muito, mas com o incentivo da minha mãe, acabou aceitando, mas com uma condição:
_Desde que suas notas não caiam.
Meu pai tinha um roteiro de entregas, baseado na ordem dos pedidos, e eu mudei, coloquei por proximidades, assim o caminhão não ficava dando voltas. Ele não gostou, mas no final do dia, reparou, que o caminhão voltou mais cedo, com o elogio do Negão, dizendo que ficou melhor.
Meu pai aceitou meu método, quando viu a economia do diesel no final da semana. Aí ganhei moral, passei a ter mais liberdade no depósito.
Legal, consegui a atenção dele, mas não estava conseguindo o "algo mais" que eu tanto queria.
Estava há duas semanas ali, e não conseguia avançar. E para piorar, o Dudu apareceu por lá.
_Cadê seu pai Leandro?
_Saiu...porquê?
_Nada...só fala para ele que eu passei aqui tá?
_Mas porquê?
_Nossa....quantos "porquês"...só fala que eu passei aqui...
O safado virou as costas e saiu.
_Pai...o quê o Dudu quer com o senhor? Perguntei, assim que ele chegou.
_Ele passou aqui?
_Passou...
_Ah...não é nada demais, é que o pai dele pediu para fazer um servicinho rápido lá...
Meu pai pegou uns trocados na gaveta, e saiu, dizendo que voltava logo.
Fiquei fudido de raiva, já imaginando o que iria realmente acontecer.
Uma hora depois meu pai volta, todo feliz, assobiando, e me encontra de cara fechada, emburrado.
_O quê que foi Leandro? Que cara é essa?
_É fome.
Só não falei de quê.
_Falei para você trazer um lanche....tó pega esse trocado, e vai lá na padaria. Disse ele, pegando umas notinhas na gaveta.
Estava com raiva dele, precisava espairecer. Acabei pegando o dinheiro e indo à padaria.
Assim que entro na padaria, dou de cara com o Joel, ele trabalhava lá.
_O quê que você está fazendo por aqui? Me perguntou.
_Ah...agora estou ajudando meu pai no depósito, mas só venho à tarde.
Ele me cobrou pelo fato de eu não ter aparecido lá no campinho.
Perguntei se iria ter jogo no próximo sábado, ele disse que sim, aí eu disse que iria lá sem falta.
"Precisava afogar minhas mágoas". Pensei.
Depois de comer o lanche, voltei para o depósito.
Comentei com meu pai, que no sábado iria jogar com os meninos dali, disse que era a turma dos sobrinhos do Aguiar, um dos jogadores do time do meu pai, e ele disse tudo bem.
Cheio de tesão, lá estava eu no sábado.
Joel me apresentou para os meninos. Nesse dia, o Adilson não estava.
Eles só falavam do jogo, não ouvi nenhuma gracinha, cheguei a duvidar se realmente ia rolar alguma coisa depois do futebol.
Eu pensei que eles jogassem rachão, mas não, era um time contra outro, e até que eram organizados, tinham uniforme. Nos trocamos ali mesmo, atrás do mato alto, ao lado do campinho. Acabei jogando no gol, disse à eles que era melhor ali, do que na linha. Demi agradeceu:
_Até que enfim apareceu um goleiro, depois que o Dudu saiu do time, não arrumamos outro.
Bem, além de mim, que estava estreando, o time tinha outros dez jogadores, só que estávamos em sete, um, ia ficar na reserva.
Jogamos, perdemos, e ao final, aquela discussãozinha básica, mas tudo numa boa. Alguns se trocaram rapidinho e foram embora. Eu, Joel, Demi, e o Grilo, ficamos conversando.
Eu comecei a me trocar, e quando fiquei só de cueca, Joel, que estava atrás de mim, puxou ela para cima, fazendo-a entrar todinha no meu rêgo, e expondo completamente minha bundinha.
_E aí pessoal? O quê acharam? Perguntou ele, aos seus amigos.
Os meninos deram gargalhada, se aproximaram, apalparam minhas bandinhas e ficaram elogiando.
Antes que eu arrumasse minha cueca, Joel, que também só estava de cueca, me agarrou por trás e me fez sentir seu pau durinho. Ele me puxou, e caímos deitado no mato. Fui virado de bruços, e já com o pau para fora, Joel cutucava meu reguinho.
_Vai ser aqui? No mato? Perguntei.
_É...não tem perigo não...é rapidinho, já é quase meio dia, e eu tenho que trabalhar...entro 14h.
Nisso, ele já foi puxando a cueca de lado, enfiou o pau pelo meu reguinho, e passou a forçar meu cuzinho.
_Ai...assim seco dói. Falei.
Joel passou saliva, e a cabeça do pau, abriu meu cuzinho de vez, ele enfiou tudo.
Aparentemente, o lugar não era perigoso, era o último quarteirão de uma rua sem saída, que terminava no muro do terreno das torres de transmissão de energia. De um lado o campinho, do outro, uma única casa em construção, cuja obra estava parada. Era nessa casa, que eles iam com o Dudu.
Curtindo as estocadas do Joel, olhei para o lado, e vi os meninos se acabando na punheta. Notei que o Grilo não tinha só as pernas compridas, sua rola também era bem grande para a idade dele. 16 anos, com uma rola de 18cm, e grossa, achei um exagero kkk.
_Deixa eu ficar de quatro Joel. Pedi.
Joel tirou o pau da minha bunda, tirei minha cueca, me posicionei, e ele voltou a socar o pau.
Demi e Grilo se aproximam, e passo a brincar com as duas rolas, passo a língua em uma, depois na outra, depois, fico alternando, chupando ora uma, ora a outra.
Socando sem parar, Joel goza no meu cuzinho, tira o pau, e dá lugar ao Demi.
Limpo o pau do Joel, que depois se afasta um pouco, e fica alisando minha bundinha, enquanto se masturba, observando Grilo virar os olhinhos com o boquete, e o Demi se acabando, fodendo meu cuzinho.
Demi goza, e faz meu cuzinho transbordar de porra, facilitando a vida do Grilo, que sem dificuldades, fez sua rola preta, desaparecer dentro de mim.
Com o pau novamente enrijecido, Joel se aproxima, e eu o abocanho.
Minutos depois, é hora de tomar o leitinho. Joel segura minha cabeça, e soca o pau, até que goza.
_Galera tenho que ir...você vem na semana que vem Leandro? Vai ficar no time? Sábado que vem estou de folga.
_Venho...agora sou do time. Falei.
Joel se arrumou, e partiu, me deixando com meus dois novos amigos.
Mamei gostoso o pau do Demi, que gozou na minha boca. Ao final, ele estava saciado. Já o Grilo, continuava socando o pau, sem dar sinal de que iria gozar. Nesse entra e saí, seu pau já tinha expelido toda a porra do meu canal, e meu cuzinho começava a arder.
Eu que só tinha dado umas gozadinhas, resolvi gozar de verdade, sentindo as estocadas gostosas do Grilo. Comecei a me masturbar.
Uns dez minutos depois, já anunciei o gozo.
_Ahhh...vou gozar...ahhh...
Dei aquela gostosa travadinha, e o Grilo não resistiu, me acompanhou no gozo. Ele soltou vários jatos dentro de mim. Ao final, caímos exaustos no meio do mato.
Demi, que já tinha arrumado os uniformes, me emprestou uma camisa para que eu pudesse me limpar.
Nos arrumamos, e prometendo mais na semana seguinte, fomos embora.
No caminho para o depósito, acho que por causa do suor, e do mato, meu corpo começou a coçar bastante.
Cheguei quase 14h no depósito, que iria fechar às 15h.
_Eita jogo demorado. Disse meu pai ao me ver.
_Ah pai...a gente ficou conversando lá. Vou tomar um banho tá?
Nos fundos do depósito tinha um mini vestiário, mas pelo menos tinha um chuveiro. Peguei a toalha do meu pai, e fui para o banho, precisava acabar com aquela coceira.
Ahhh...que banho gostoso.
_Ah filhão...fecha a porta né...
_Pai???
Eu tinha deixado a porta entreaberta.
_O Negão e o seu Roberto costumam entrar aqui, feche a porta se for tomar banho!
_Desculpa pai...é o costume. Falei todo desconcertado.
Em casa sempre deixei a porta aberta ou entreaberta, eu fechava só o box. O problema é que naquele vestiário, não tinha box.
_Toma mais cuidado. Disse ele.
_Tá bom pai...desculpe...o senhor quer alguma coisa?
_É...é..eu vim perguntar se você quer almoçar lá no Zé, ou prefere que leve algo para casa, sua mãe não estará em casa agora à tarde.
_É melhor levar pai...
_Tá bom...a gente passa lá no Zé e pega um marmitex...mas fecha a porta filho...ainda mais com essa bund.....sei lá...vai chamar a atenção...
Meu pai se foi, e eu fechei a porta, mas comemorei, ele tinha reparado em mim, ele tinha reparado na minha bundinha...bati uma punheta bem gostosa.
Passei o final de semana, me exibindo para o meu pai, deitava de bruços no tapete da sala, deitei de lado, no colo da minha mãe, e deixei a bundinha virada para ele, igual no carro, quando Messias ficou abusando de mim.
Notei alguns olhares dele, e percebi quando ele deu uma arrumadinha no pau, acho que para esconder a ereção. E no domingo, na hora de dormir, ganhei dele um tapinha na bunda. Quase não consigo dormir, ele nunca tinha feito aquilo, nunca tinha tocado na minha bunda.
Só que esse fogo que eu estava despertando nele, ele canalizou no Dudu.
Segunda feira, caminhando para o depósito, um pouco distante ainda, vi o Dudu saindo de lá. E assim que cheguei, meu pai arrumou uma desculpa esfarrapada, pegou uns trocados, e saiu. Isso se repetiu, outro dia daquela mesma semana.
Pelo que estava entendendo, meu pai estava pagando para comer o cú do Dudu...e isso me deixava mais irritado ainda, o ciúme estava me matando.
O sábado chegou, e fui ao campinho, fui descarregar minhas angústias com os meninos. E dessa vez, foi bem legal, cinco meninos ficaram para o "pós jogo".
A meu pedido, fomos para a casa em construção, falei que no sábado anterior, fiquei com o corpo todo irritado, por causa do mato.
Dessa vez, o Adilson estava no grupo, junto com o Joel, o Demi, o Vitão e o Beto.
Cheguei na casa, e sem nenhuma cerimônia, tirei toda a minha roupa. Aí foi uma loucura, os meninos me cercaram, e foram passando as mãos por todas as partes do meu corpo em chamas.
Vitão, um menino enorme, de 1,80m, abaixa o calção, senta no caixote, e pede uma mamada. Nossa, o pau dele também era grande, assim como o do Grilo, só a cor da pele que diferenciava.
Inclinei meu corpo, me apoiei nas suas coxas, e engoli boa parte do seu pau.
Fiquei com o cuzinho exposto, e Adilson não titubeou, enfiou a rola com tudo. Fodeu por alguns minutos, e deu lugar para o Beto, que também fodeu por pouco tempo, e cedeu lugar para o Demi, mas logo em seguida foi a vez do Joel. Eles se revezavam tanto, que em dado momento, já não sabia de quem era a rola que estava dentro de mim.
Virei meu corpo, e sentei no pau do Vitão. Os outros meninos se aproximaram, e fiquei perdido diante de quatro rolas para chupar.
Fiz o que pude, pulava no pau do Vitão, segurava as rolas do Beto e do Demi, e alternava a boca nos pintos do Adilson e do Joel.
Eu estava adorando levar rolada na cara, e ouvi-los me chamando de putinha safada.
Vitão me segurou, apertou meus peitinhos enrijecidos, e começou a gozar.
Quando o pau parou de pulsar, eu me levantei, e fui limpá-lo. Parte da porra, tinha escorrido até o saco dele, e minha boquinha foi lá limpar.
Com o pau limpo e amolecido, dou um tempo para o Vitão, e me volto para o Beto, que havia sentado do lado dele. Nisso, Joel, Adilson e Demi, voltam a se revezar, fodendo meu cuzinho. Aos poucos, eles foram gozando, e minhas pernas foram ficando lambuzada, de tanta porra que escorria.
Depois que os três gozaram no meu cú, Beto, que já havia gozado na minha boca, diz que também vai gozar no meu cú, e passa a meter a rola sem dó.
Sem tempo para descanso, a putaria recomeça, e por pouco mais de duas horas, sou devorado por aqueles meninos. O último a ficar saciado, foi o Vitão, por quase meia hora, ele fodeu meu cuzinho sem parar, me fazendo gozar gostoso com aquele pau entrando e saindo freneticamente. Quando ele terminou, meu cuzinho estava em chamas, ardendo uma barbaridade. Minhas pernas estavam bambas, demorei alguns minutos para me recompor.
Com o semblante bem mais tranquilo, voltei para o depósito, e já eram 14h30. Meu pai estava atendendo um cliente, e eu fui direto tomar um banho.
No meio do meu banho, Negão bateu na porta, ele também queria tomar banho.
_Já tô saindo. Gritei para ele.
Sai do banho, e dei lugar para o Negão.
Pelo barulho, meu pai estava fechando o portão grande lá de fora, e não sei o quê me deu, mas tive vontade de matar uma curiosidade, fui até o vestiário, e olhei pela fechadura, o Negão tomando banho. E meu queixo quase caiu, quando ví o tamanho da rola dele...grande, e muito grossa.
Negão ensaboava com carinho, e num dado momento, parecia que ele sabia que eu estava observando, ele dava umas balançada, olhando em direção à porta. Assustado, saí dali.
Na semana seguinte, o "caso Dudu" estourou na vila.
O Ângelo, pai do Dudu, flagrou um dos caras do time, fodendo o filho dele, deu briga, e ele acabou descobrindo tudo...ou quase tudo sobre o que vinha rolando com o filho dele e os caras do time.
Foi um escândalo, Ângelo foi à sede do time, e esculachou todo mundo, só não chamou a policia porque o Dudu falou que consentiu, e que gostava de fazer aquilo. Aí, coitado, sobrou para ele, tomou uma surra no meio da rua.
No outro dia, um caminhão de mudanças partiu da vila, levando também o Dudu e sua familia.
O caso ainda repercutiu por um bom tempo, o clima ficou pesado.
Em casa não foi diferente, minha mãe ficou sabendo da confusão, e cobrou meu pai.
_Se essa história chegar até você Deco, fique sabendo que eu vou embora dessa casa!
_Que isso mulher...eu não tenho nada a ver com isso...
_É bom mesmo...abra teus olhos...não vou atrás de nada, mas se chegar alguma coisa, aí você vai ver o que é confusão!
_Chega...eles já se foram da vila...acabou o assunto. Disse meu pai.
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