#Teen #Traições #Voyeur

Nunca fui santa! - Diario de Edna

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Edna

Vou contar um pouco da minha vida e da minha historia, sou uma baiana que desde sempre tive desejos a flor da pele.

Quero me apresentar a voces, sou Edna, hoje tenho meus 46 anos muito bem vividos, sou casada, dois filhos lindos, ambos já casados e vivendo suas vidas, moro com meu esposo Sergio em Sao Paulo.
Mas quero contar um pouco da minha historia, de coisas que vivi e considero excitante.
Quero começar aos meus 16 anos, quando eu morava na Bahia, com meus pais, uma cidadezinha de interior, meu pai tinha um sitio na qual morava meus pais, eu e minha irmã Cirlene que era mais velha que eu, ela tinha uns 18 na época.
Naquela época meus pais jamais falavam de sexo, nem ao menos fazia algo para que ouvissimos nem nada, minha curiosidade existia e mais proximo disse que eu ouvia e ficava sabendo era por causa de minha irmã Cirlene, pois ela começou a namorar um rapaz quando ele tinha 17 anos, então quando ela completou 18 anos, e eu com 16 anos, já estava um clima de começar um noivado entre eles e tudo mais.
Silvano era o nome do namorado de minha irmã, a visitava quase sempre, aos fim de tarde, o namoro era vigiado por meus pais, mas como uma boa irmã e confidente ela contava que seu namoro não era só ali na frente de painho e de mainha.
Cirlene sempre foi mais madura e seria, então meus pais não desconfiava, diferente de mim que era uma menina mais espoleta.
Cirlene não era muito bonita, mais tinha um corpo muito bonito e chamativo, puxando a mainha, ela é negra, tinha peitos grandes, cintura fina e uma bunda que devia pesar um bocado de tão grande. Os meninos da região elogiava ela por suas curvas, e eu fui meio esquecida e deixada de lado por conta disso.
Cirlene me contava que muitas das vezes que mainha mandava ela entregar algo nos sitios vizinhos, se encontrava com Silvano no meu do caminho e dali se adentrava nas matas do caminho.
Cirlene me contava, que na mata ela deixava seu namorado pegar em seus peitos, chupa-los, e ele tambem mostrava seu pinto, ela pegava e masturbava seu namorado ali mesmo, na mata, ela dizia que se segurava muito para não fazer sexo com ele, pois queria fazer só depois de noivar.
Eu como irmã mais nova ouvia aquelas coisas e meus desejos aumentavam, imaginava o quão excitante aquelas coisas eram, sair escondido e se atracar com um cara na mata, minha irmã sim tava vivendo. As noites, no banho me masturbava pensando em um futuro namorado que iria fazer coisas do mesmo tipo comigo, que chupasse meus peitos... e o pinto, que fosse algo delicioso.
E então um tempo depois minha irmã noivou, e casou, foi morar num pedaço de terra não muito longe dali com Silvano. Aos 20 anos Cirlene engravidou, mainha então me mandou para ajudar Cirlene em sua casa, para evitar que perdesse filho, não se esforçasse demais, essas coisas.
Eu tinha meus 18 anos, morena, tinha ganhado mais corpo, seus seios não era grande como da minha irmã, eram medios e durinhos, um bunda grande mas tambem menor do que a da mana e não tinha namorado ainda, pois depois que minha irmã casou meu pai ficou ainda mais rigoroso, como um guarda para ninguem se aproximar, e eu... com muita vontade de namorar.
Na casa da mana, eu comecei a ajuda-la na cozinha, afazeres de casa, rotina de uma casa, meu cunhado Silvano estava começando a montar um roça de mandioca, milho e feijão.
Silvano era um cara meio branco, porem queimado do sol, alto e magro, cabelo rapado, não o achava bonito, mas era um bom rapaz, alegre e engraçado.
Silvano chamou o Kadinho, um primo dele para ajuda-lo na roça, Kadinho era acostumado a botar roça, tinha barraca na feira, era bem conhecido, era assim como Silvano um branco meio queimado do sol, porem mais forte, mais baixo, cabelo cheio e todo papudo. Kadinho era casado, tinha 35 anos, dois filhos... mas algo me chamava atençao nele, seu jeito, seu agir, não sei.
Sabendo que Kadinho iria para lá, eu queria chamar atenção dele sabe, queria que ele olhasse pra mim, coloquei um vestido florido bonito que eu tinha branco, ele era um pouco acima do joelho e bem decotado, lá na epoca de costume dificilmente se usava sutiã, então, não usava sutiã.
Como ajudava a mana, ajudei no almoço e tinha que levar para os rapazes as marmitas na roça que era um pouco afastado da casa. Ajuntei as marmitas, e no caminho dei uma paradinha para por o decote mais amostra, puxei os peitos mais pra cima, acho que se puxasse mais eles saiam pra fora rs, mas queria chamar atenção do Kadinho.
Chegando lá Silvano me apresentou

Silvano: Kadinho, essa é minha cunhada, lembra dela né?
Eu: Oi! - disse ainda meu timida e contida.
Kadinho: Primo isso sim é ser de sorte, ter em casa duas moça linda dessas, pra mim primo você já é rico viu haha.

Eu dei um riso de canto de boca desconsertada, mas gostei.

Kadinho: Moça bonita assim não dura muito não, já já casa. Tem namorado já?
Silvano: Tem ainda não, acho que ela não quer...
Eu interrompi o cunhado já falando: Quero namorar mas os rapaz acho que não me quer, devo ser feia.
Kadinho: Feia? Esses rapaz de hoje em dia é que é besta demais!

Os olhos de Kadinho praticamente não saia do meu decote, era quase que fixo neles. Meu coração acelerou e inventei impulsivamente um desculpa...

Eu: Silvano, oh cunhado... mana disse que tava com saudade de voce, e se pudesse dar um pulo lá, que ela queria falar algo com voce.
Silvano: Falar o que? Depois falo...
Eu: Não sei, e como tá gravida, é bom saber logo, as vezes ela tem vergonha de falar pra mim.

Silvano parou um pouco e ficou tentando entender, mas mesmo sem entender...

Silvano: Tá certo, vou lá ver o que é. Cê me espera aqui Kadinho?! Logo volto.
Kadinho: Claro primo, podexa!

Assim que Silvano saiu, Kadinho colocou sua ultima colheda de comida para mastigar e olhava para mim, ou melhor para meu decote.

Kadinho: E então moça... tá gostando desses dias com sua irmã?
Eu sabia que não tinha muito tempo...
Eu: Posso te mostrar uma coisa?
Kadinho: Pode ué.

Peguei na mão de Kadinho e fui arrastando para mais um pouco adiante, enquanto ele limpava a boca na manga de sua camisa.
Me virei para ele, desfiz o laço do meu vestido, que segurava meu decote e puxei meus dois seios para fora.

Eu: E então, o que acha deles?

Ele surpreso.

Kadinho: O que isso...
E eu completei: Edna, meu nome é Edna, já o nome deles eu não sei... voce pode chamar como quiser.

Kadinho: São lindos Edna...
Então peguei uma das mãos de Kadinho e coloquei no meu seio, era uma mão calejada e forte, dava pra sentir pelo peso.
Ele então começou a apalpar os dois, era muito gostoso a sensação, apertava meus biquinhos empinados e então ele não aguentou e rapidamente começou chupa-los.
Eu gemia baixinho, contida, não podia chamar atenção, e ele chupava eles como se dali sairia leite, era feroz mas tambem levemente contido.
Até que ele olha nos meu olhos e me beija, na boca, de lingua e safado, eu nem sabia o que fazer, era meu primeiro beijo, com 18 anos, mas foi bom, emocionante.
Percebi que o tempo corria, então empurrei ele, rapidamente guardei meus seios, refiz o laço e me virei para partir.

Kadinho: É isso? Vai me deixar assim?
Eu: Amanhã estarei na casa da mana, igual hoje, mas vai de voce arrumar uma desculpa amanha.

E me fui, andando lentamente, para que ele visse minha grande bunda na partida, e ele via, tenho certeza, eu sentia sua visão nela.

Comentários (1)

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  • Snowdick: Que delícia, Edna! Aposto que você deve ser uma esposa bem safada na cama. Continue...

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