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Laços de família - Parte 02

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Lopedrinhofm

Ao sermos flagrados, Alisson se inclinou para tirar a rola do cuzinho de Chirley, mas ela o apertou com a mão como quem pedia pra ele não sair.
Chirley gemeu para Karina:
- Vem... vem cá
A Karina ficou parada por alguns segundos enquanto eu estava envergonhado, mas logo a Karina começou a puxar o zíper do vestido, deixou o vestido cair no chão. Ela ficou parada ali, na porta da sala, com um conjunto de calcinha e sutiã preto que a deixava mais gostosa ainda.
Ela não é alta como o irmão. É menor, com aquele corpo cheio de mulher que a roupa larga escondia. Coxa grossa, cintura marcada, peito médio, e o rosto dela, que sempre foi de menina, ali, com o cabelo solto e a boca entreaberta, virou de mulher num segundo.
Eu ainda tava dentro da Chirley. A gente tinha parado de meter, os três congelados, e eu sentia o corpo dela apertar em volta do meu pau de puro nervosismo. Ninguém falou nada. Só o som da televisão, um comercial qualquer, e a respiração de todo mundo pesando na sala.
A Karina olhou pro irmão primeiro. Demorou.
O Alisson ainda com a mão na bunda da Chirley, nu, suado, o pau ainda duríssimo. A Karina desceu os olhos nele de cima pra baixo, devagar, e parou onde ela sempre quis parar. E o Alisson, que dois minutos antes tava fodendo como se não tivesse nada no mundo, ficou ali, parado, com o pau no cuzinho da amiga da irmã, sem saber onde enfiar a cara.
A Karina atravessou a sala devagar. Passou pelo irmão sem olhar pra ele, de propósito, e chegou na frente da Chirley. As duas se olharam por um segundo. Depois a Chirley segurou a nuca dela e beijou a Karina na boca.
Foi um beijo longo. A Karina claramente não tinha muita prática com mulher, dava pra ver pelo jeito que ela travou no começo, mas a Chirley foi ensinando com a boca e com a mão, desceu pelo queixo, mordeu o lábio inferior dela, e a Karina foi soltando. A mão dela subiu pras costas da Chirley, apertou, desceu pra bunda, e ali ela agarrou com força e gemeu dentro do beijo.
Eu tirei o pau da Chirley só pra ver melhor. Ela reclamou com um "ai" e olhou pra trás me repreendendo, mas voltou pro beijo da Karina, Alisson também tirou o pau. As duas ficaram de pé no meio da sala se comendo de língua, com a calcinha da Karina já torta no quadril, e o Alisson passou a mão no rosto, tipo quem tá acordando.
- Que merda, Igor.
- Que delícia, isso sim.
A Chirley tirou o sutiã da Karina pela frente. Os peitos caíram, cheios, com o bico escuro já duro, e a Chirley abaixou a boca e chupou um. A Karina jogou a cabeça pra trás e gemeu, e foi nesse gemido que ela abriu os olhos e encontrou o irmão olhando.
- Tá gostando de ver?
Alisson: To
Karina: Então para de só olhar
O Alisson deu dois passos. Chegou atrás dela, colou o peito nas costas da irmã, e encostou a boca no ombro dela. A Karina fechou os olhos e prendeu a respiração, e eu vi, do meu canto, a mão dele subir pela cintura dela e parar embaixo do peito, sem chegar nos seios. Tinha um pudor ali ainda. Uma hesitação de vinte e poucos anos de "irmão".
A Chirley percebeu. Tirou a boca do peito da Karina, olhou pro Alisson, e falou:
- Pega nos peitos dela, Alisson.
Ele pegou. Passou a mão inteira nos dois peitos dela, cobrindo, apertando, e a Karina soltou um gemido que saiu de algum lugar fundo, um gemido que ela tava segurando desde muito antes dessa noite. Ele passou a boca no pescoço dela, atrás da orelha, e a mão desceu pela barriga, entrou por dentro da calcinha, e a Karina abriu as pernas pra dar espaço.
Ela tava molhada. Dava pra ouvir o som dos dedos dele lá dentro, molhado e lento, e a Karina começou a empurrar o quadril na mão do irmão.
- Aiiii maninhooo
A Chirley se ajoelhou na frente da Karina, puxou a calcinha dela até o chão, e ela saiu, um pé depois do outro, igualzinho a ela um pouco antes. E aí a Chirley ficou cara a cara com a buceta da Karina, com o irmão atrás ainda trabalhando com os dedos, e meteu a língua.
A Karina gritou. Um grito curto, abafado pela própria mão que ela levou à boca. O Alisson continuou os dedos e a Chirley continuou a língua, uma de cada lado, e a Karina ficou entre os dois com as pernas tremendo, agarrada no ombro do irmão, e gozou rápido, em menos de um minuto, com a mão na boca e o corpo todo envergando pra frente.
- Aiiii meu Deus, aiiii
Chirley: Calma... em muito ainda
A Karina levou um tempo pra se recompor. Ficou sentada no braço do sofá, nua, ofegando, olhando os três. Depois se ajoelhou na frente do irmão.
Ela olhou pro pau do Alisson de perto pela primeira vez, sem roupa no meio, e o Alisson ficou parado, com as mãos nos quadris, esperando. Ela segurou, deu duas batidas lentas, medindo o peso, e depois abriu a boca e engoliu.
- Aaaah, Karina...
Ela chupou devagar. Com cuidado, quase estudando, olhando pra cima pra ver a cara dele. E o Alisson desmanchou. Ele, que aguentava tudo com aquela pose de instrutor, ali ficou de pernas abertas, com a mão na cabeça da irmã, gemendo alto, jogando a cabeça pra trás. A Karina tirou a boca, passou a língua na cabeça, olhou pra ele, e falou:
- Eu imaginava isso desde os quinze anos, sabia?
Ele só sorriu.
Ela voltou a mamar.
Nesse meio tempo a Chirley veio pra cima de mim. Me empurrou de costas no sofá, subiu em cima, e sentou no meu pau de uma vez, sem cerimônia, com a mão apoiada no meu peito. Eu ainda tava molhado do que a gente tinha feito, ela tava escorregadia dos três orgasmos, e ela começou a cavalgar em cima de mim devagar, com o corpo virado pra ver o irmão e a irmã no chão.
Ela sussurrou:
- Olha eles, que delícia.
Eu olhei. O Alisson tinha a mão na cabeça da irmã e a boca aberta, e a Karina se ajoelhava entre as pernas dele com uma entrega que a gente nunca tinha visto nela. O irmão e a irmã, na sala dele, no tapete dele, transando do jeito que a gente combinou que não era pra eles. E eu ali, com a namorada em cima, subindo e descendo, e o barulho dos três gemidos se misturando.
A Chirley foi mais fundo, sentou até o talo, e me olhou nos olhos.
- Quero ver você com ela também
- Com a Karina?
- Sim...
A Chirley levantou, saiu de cima de mim, e foi até o chão. Pegou a Karina pelo braço e levantou ela, ainda com a boca molhada do pau do irmão.
- Vem cá...
A Karina veio... deitou no sofá, de costas, os joelhos abertos e ficou tímida, ela me olhou com um sorriso nervoso.
A peguei pela cintura ajeitando sua altura para mim.
Entrei devagar. Ela era mais apertada que a Chirley, e mais quente, e a Karina fechou os olhos e levou a mão à boca de novo. Meti lento no começo, sentindo ela se abrir, e o Alisson veio do lado e ficou olhando, com a Chirley se encaixando atrás dele, abraçando o peito dele e acariciando a barriga dele enquanto ele assistia.
O Alisson chegou perto da Karina. Se ajoelhou no chão ao lado do sofá, com o rosto na altura do peito dela, e começou a chupar os seios dela enquanto eu metia. A Karina gemeu alto, agarrou o cabelo do irmão, e ficou entre a boca dele e o pau meu, com o corpo todo ondulando. E o Alisson foi descendo, beijando a barriga dela, até chegar embaixo, e encostou a língua no grelo dela enquanto eu continuava dentro.
- Aiiiii, aiiii caralhoooo, que delíciaaa
O Alisson tomava cuidado para a língua dele não encostar em meu pau.
Ela gozou de novo, apertando meu pau, e depois virou de bruços no sofá, e o Alisson se levantou.
Ali eu saí e ele entrou. E ver o irmão entrando na irmã, naquela hora, depois de tudo, foi o que sobrou de mais bonito da noite. Ele foi devagar, mais devagar do que tinha sido com a Chirley, tipo quem tem medo, e a Karina gemeu comprido e virou o rosto pra trás pra olhar ele.
Ele foi se soltando, até meter de verdade, segurando a cintura dela, e o som da pele batendo encheu a sala. A Karina agarrava o braço do sofá e gemia sem vergonha nenhuma. E a Chirley, do meu lado, ajoelhou na frente da Karina e ofereceu a buceta pra boca dela, e a Karina chupou, e a Chirley se segurou na cabeceira, e virou uma corrente: a Karina fodida pelo irmão e chupando a Chirley ao mesmo tempo, e eu parado vendo, me masturbando devagar, sem pressa nenhuma, porque aquilo era coisa pra guardar.
A Chirley gozou na boca da Karina. A Karina gozou outra vez com o irmão dentro. E o Alisson, que tava segurando firme desde o começo, começou a falhar.
- Eu vou gozar...
Ele tirou a rolona de dentro dela, se punhetou e gozou naquela bundinha redonda.
O Alisson caiu sentado no chão, encostado no sofá, sem ar. A Chirley deitou no tapete do lado dele. A Karina continuou ali, de bruços, mole, com a bunda pra cima, e virou a cabeça pro lado pra me olhar.
Karina: Você ainda não gozou?
Eu: Não...
Karina: Então vem cá
E eu fui. Me ajoelhei atrás dela, encostei, e entrei de novo na Karina, agora mais fácil, mais escorregadio, com tudo o que já tinha acontecido. Ela era só calor. Meti com força, com a mão na cintura dela, fiquei olhando suas nádegas meladas de porra que ao pouco pegou em minha pele, Alisson olhava calado, e aquilo me deu um tesão que acabei tirando o pau pra gozar, gozei nas costas dela, na curva da bunda, e dei uma batida leve e ficou ali, escorrendo, e a Karina gemeu baixinho com aquilo, tipo quem gosta. Depois ela desabou de lado no sofá, e ficou todo mundo espalhado pela sala, sem falar nada, os quatro pelados, o cheiro de sexo pairando sobre o tapete, e o filme tinha acabado fazia tempo.
Alisson: Caralho, Karina.
Karina: Você é muito gostoso.
Alisson: Você também...
Karina: A gente só não se beijou, né?
Alisson: É...
E nem se beijaram, ficaram ali, descansando, até Karina se levantar e ir tomar um banho, Alisson se vestiu, Chirley e eu também, ficamos rindo a toa, quando Karina se uniu com a gente ficamos conversando um pouco, o assunto parecia ser "proibido" mas sempre que nossos olhares se cruzavam soltávamos aquele risinho tímido.
Karina: Bom, eu vou pra casa, amanhã a gente se vê
Chirley: Nós vamos descer também
Eu: É... boa noite, Alisson, obrigado por tudo.
Alisson: Eu quem agradeço
Ele nos acompanhou até a porta, Karina, Chirley e eu descíamos juntos pelo mesmo elevador.
Karina: Gente, obrigada, se não fosse vocês isso não teria acontecido
Chirley: Fico feliz que cumpriu seu fetiche
Karina: E foi melhor que eu esperava
Chirley: Será que vamos ter replay?
Karina: Conhecendo o Alisson... acho difícil
Descemos em nossa andar, enquanto Karina continuou no elevador, naquela noite Chirley e eu nos olhávamos de um jeito bobo.
Desse dia em diante, a Karina passou a ser mais amiga com a gente, todos os dias se repetia de eu chegar do trabalho com Alisson e jantarmos juntos, mas ninguém falava da nossa suruba, só agíamos como se nunca tivesse acontecido.
Até que num fim de semana, subimos para seu apartamento, Karina estava sozinha.
Chirley: Cadê o Alisson?
Karina: Ele foi comprar umas carnes que eu pedi
Chirley: Hummmm, teremos almoço especial?
Karina: Hoje sim, é um dia especial
Chirley: Que dia que é hoje?
Karina: É aniversário dele
Eu: Caramba, eu não sabia... vou comprar alguma coisa, um bolo, sei lá
Karina: Eu já providenciei tudo, ele acha que vai ser só um churrasquinho, mas vai ter uma festinha surpresa, minha mãe vai trazer o bolo mais tarde
Chirley: Finalmente vou conhecer a mãe de vocês, que legal
Karina: É...
Chirley: Tá tudo bem? Você me parece triste
Karina: Aquilo que eu falei. Que eu tinha um fetiche no meu irmão, que era uma coisa de putaria, uma baguncinha. Não é. Nunca foi.
Chirley: Como assim?
Vi uma lágrima escorrer do olho de Karina, ela ficou em silêncio por alguns segundos.
Eu: Karina?
Karina: Eu tô apaixonada pelo meu irmão, Igor. Não é desejo. Desejo eu tinha desde os quinze, isso eu já tinha resolvido. Isso aí eu chamei de fetiche e ficou tudo certo na minha cabeça, porque fetiche a gente cura, fetiche a gente dorme e esquece. Mas depois daquela noite...
Eu: Vo-você não tá confundindo as coisas? Foi apenas uma noite boa.
Karina: Foi a melhor da minha vida, e é isso que ferrou tudo. Ele me comeu, Igor. Ele gozou em mim. E não me beijou.
Aquilo me pegou. Porque era verdade. Tinha ficado lá, no ar, no fim da noite: "a gente só não se beijou, né?" e um "é..." e nunca mais tocaram no assunto.
- Sabe o que é pior? — ela continuou, e agora a voz saiu embargada mesmo, sem vergonha nenhuma. — Ele tratou aquilo como putaria. Como "ah, comi minha irmã, que loucura, próximo assunto". E pra mim foi mais que isso...
A Chirley abraçou a Karina a consolando.
E a Karina chorou. Chorou um choro de segurar demais, com a testa no ombro da minha namorada, e a Chirley ficou ali, fazendo carinho no cabelo dela, me olhando por cima com aquele olhar de "vamos ter trabalho".
Quando ela se acalmou, a Chirley perguntou o que era óbvio:
- Você já falou isso pra ele?
Karina: Ele sempre diz um: "você é minha irmã"
A Chirley olhou pra mim, e a gente se entendeu sem falar. Eu ia ter que falar com o Alisson.
Desci pra ajudar ele com as carnes.
Não combinei nada, só desci. A Chirley ficou lá em cima com a Karina, enxugando o rosto dela com papel toalha e fingindo que não tinha visto nada. Eu peguei o elevador e desci até a garagem, e cheguei na hora que ele tava abrindo o porta-malas.
Alisson: Como sabia que eu tinha chegado?
- Eu ia ficar te esperando pô, mas que bom que já chegou... podemos trocar uma ideia?
- Fala
A gente começou a subir com as sacolas. Eu esperei o elevador fechar.
- A Karina me falou hoje.
- Falo o quê?
- Que não é fetiche. Que ela te ama.
- Ela falou que me ama? Tem certeza?
- Falou "apaixonada". Que é a mesma coisa, né.
- Cara... você precisa fazer alguma coisa
- Não posso fazer nada...
Chegamos no andar dele. Mas em vez de entrar, ele encostou as sacolas no chão do corredor e ficou parado, olhando o apartamento pela porta aberta, onde dava pra ouvir a Chirley e a Karina conversando baixo lá dentro.
Ele me olhou, respirou fundo e entrou sorrindo, disfarçando tudo.
- Chegamos! Achei a costela, a picanha, o sal grosso...
A Karina apareceu na porta da cozinha com o avental, o cabelo preso, e por um segundo os olhos dos dois se cruzaram. Foi rápido. Foi o suficiente.
A tarde correu quase normal. O Alisson na churrasqueira, a Chirley ajudando a Karina na cozinha, eu de bobo da corte, abrindo cerveja e contando história. A gente fingiu bem. E era isso que doía de ver: dois irmãos fingindo bem.
Lá pelas seis, o interfone tocou.
Karina: É a mãe, ela tá subindo.
mãe é uma mulher pequena, de cabelo grisalho preso, cara de quem já viu de tudo e não se espanta mais. Entrou medindo o ambiente com o olho, do jeito que mãe faz. A Jaqueline veio atrás, dezenove anos, celular na mão e mal falou um oi.
Ao ver sua mãe, Alisson a abraçou, ela lhe deu um beijo na bochecha desejando feliz aniversário, algo que me cortou o coração de certa forma, porque era um carinho que eu não recebia da minha mãe, Chirley também ficou sem graça.
Ela entregou o bolo para a Karina, cantamos parabéns, e nos servimos, e nesse clima legal algumas coisas estavam acontecendo.
Mãe de Alisson: Karina, serve o seu irmão.
Karina: Ele já comeu, mãe.
Mãe de Alisson: Serve mais um pedaço, menina.
A Karina serviu. O Alisson comeu sem olhar pra ela. A mãe olhava os dois analisando, até Jaqueline dizer:
- Vocês dois estão esquisitos, parecem aqueles casais que brigaram e depois que as visitas chegam finge que está tudo bem.
Alisson deu uma engasgada de leve.
A mãe, do canto, sem levantar os olhos do prato, soltou:
- Sempre achei vocês dois esquisitos.
Ninguém respondeu. A Chirley me olhou e deu um gole na cerveja pra não rir. A Karina levantou pra levar os pratos, e o Alisson levantou junto.
Eles foram pra cozinha. A varanda ficou com a mãe, a Jaqueline, a Chirley e eu. A porta da cozinha estava aberta. A Jaqueline, sentada de costas pra casa, não via nada — mas eu vi.
Eles conversavam num clima tenso, a Karina fechar o semblante e Alisson a beijar, foi um beijo na boca, ele segurou o rosto dela com uma mão, ela subiu a mão molhada no peito dele, molhou a camisa toda, e nenhum dos dois se importou.
Eu vi tudo da varanda. Vi o prato escorrer sozinho na pia. Vi a Karina levantar o pé do chão e ficar na ponta dos dedos, do jeito que mulher faz quando quer mais. E vi o Alisson descer a mão pro quadril dela e apertar, e vi os dois pararem de beijar só pra se olhar de perto, testa na testa, ofegantes, como quem não acredita.
E aí a Jaqueline, que não tinha visto nada, virou de costas, olhou pra cozinha, e soltou:
- Gente. Vocês estão se beijando?
O silêncio foi geral. A mãe levantou a cabeça devagar, olhou pros dois na porta da cozinha, com a camisa do Alisson molhada e a boca da Karina vermelha, e não falou nada. Ficou ali um tempo, avaliando. Depois pegou a faca, cortou o bolo, e serviu um pedaço pro Alisson, com o prato esticado na direção dele.
- Toma, filho, come mais um pedaço.
Jaqueline: Mãe, a senhora não viu os dois coladinhos?
Mãe do Alisson: Não, eu não vi nada, deixa eles.
A mãe ficou mais um tempo com a gente, depois não fez nenhuma cena, levantou, pegou a bolsa, e na porta olhou para Alisson e Karina e disse:
- Amanhã vocês me ligam. Os dois. Juntos, de preferência.
Alisson: Mãe, não foi isso..
Mãe do Alisson: Amanhã conversamos, eu vi...
Ela deu um beijo no Alisson, outro em Karina.
E então sobrou a Jaqueline ainda comendo carne.
A Jaqueline não tinha se mexido da cadeira. Ficou ali, o prato no colo, olhando os dois irmãos como quem espera o próximo ato de uma peça. Dezenove anos, caçulinha, magrela, a língua mais afiada da família. A Chirley foi levantar pra recolher as coisas e ela falou:
- Deixa aí, to comendo ainda, Alisson... vem cá, me conta essa putaria aí.
Alisson: Contar o quê?
Jaqueline: Vocês acham que ninguém viu, né? Eu vi tudo. Da varanda. O beijo, a mão na bunda...
A Karina ficou vermelha.
Karina: Você viu?
Jaqueline: Vi. E fiquei com tesão.
Karina: O quê?
Jaqueline: Com tesão, molhada. Fiquei sentada ali, vendo meu irmão beijar minha irmã na cozinha, e a minha calcinha ficou... sabe? É isso que eu tô falando. Vocês transam aí como quem não quer nada e depois ficam de cara lavada dizendo "mãe, não é nada".
Alisson: A gente não transou hoje
Jaqueline: Ah, então já transaram. Me conta tudo.
O Alisson olhou pro teto, como quem procura paciência.
Jaqueline: Como foi essa história?
Alisson: Foi... foi boa.
Jaqueline: Boa? Meu irmão comeu minha irmã e foi "boa"? Vocês precisam de um curso de contar história.
Karina: Foi a melhor foda da minha vida.
Jaqueline: E por que estão se tratando como dois desconhecidos?
Alisson: Porque é minha irmã, Jaqueline, só por isso.
Jaqueline: E daí? A Karina é minha irmã também e eu beijaria ela.
A Karina riu. A Chirley riu. E a Jaqueline, sem perder o embalo, já estava de pé, indo pegar uma garrafa vazia de cerveja.
Jaqueline: Vamos jogar um jogo.
Eu: Que jogo?
Jaqueline: Verdade ou desafio. E não vale mentir, porque eu vi tudo, então eu pego qualquer mentira.
Começou leve. A Jaqueline perguntou pra Chirley quem era o melhor beijo que ela já tinha dado, e a Chirley falou "o Igor", e todo mundo vaiou porque era óbvio. Depois ela perguntou pro Alisson se ele já tinha reparado na irmã antes daquela noite, e o Alisson tentou desconversar, e a Jaqueline fez "eeeepa" e obrigou ele a responder. Ele respondeu "uma ou outra vez".
Mas o jogo só ficou bom quando caiu na própria Jaqueline.
Foi a Chirley que devolveu.
- Verdade ou desafio, Jaqueline.
- Verdade.
- Você já se tocou imaginando seu irmão?
A Jaqueline não piscou.
- Me toquei.
Alisson: MENTIRA!
Jaqueline: Só a Karina pode te achar gostoso?
Karina: Jaqueline!
Alisson: Vamos parar com essas perguntas.
Jaqueline girou a garrafa e caiu no Alisson.
Jaqueline: Verdade ou desafio?
Alisson: Desafio
Jaqueline: Desafio você a beijar a Karina de novo. Aí, do mesmo jeito. Na frente de todo mundo. E sem pressa dessa vez. Com a mão no rosto dela, igualzinho.
O Alisson olhou pra Karina. A Karina olhou pro Alisson.
Os dois levantaram. Eles beijaram. Foi devagar... O Alisson segurou o rosto dela com as duas mãos, o polegar no queixo, e a Karina se apoiou na bancada e deixou, demorou, quando se soltaram, o Alisson falou baixinho:
- Karina, a gente precisa conversar direito, não quero que isso seja uma bagunça.
Karina: Nem eu...
Alisson: Então vamos com cuidado, tem respeito entre nós... não é uma ficada, somos irmãos.
Karina: Você já falou isso.
Alisson beijou a testa dela, como um irmão.
Jaqueline: Ai, que raiva de vocês dois.
Karina: Por quê?
Jaqueline: Porque ele acabou de beijar a tua boca e depois te beijou na testa. Isso não é coisa de quem quer namorar. Isso é coisa de quem tá se segurando. Gente, vocês são os amigos. Ajuda. Esses dois não vão dar certo sozinhos, não.
Chirley: Eu não vou me meter não... deixa os dois se resolverem com calma.
Jaqueline: E o que eu faço com meu tesão?
Alisson: Jaqueline, a gente não é brinquedo sexual, respeita a gente caralho
Jaqueline: Me fode um pouquinho? Você deixa Karina?
Todo mundo olhou pra Karina. A Jaqueline tinha perguntado como se Karina fosse dona do Alisson.
Karina: Você tá falando sério, Jaqueline?
Jaqueline: Eu tô com a calcinha molhada desde o beijo de vocês, claro que é sério.
Karina: O que você acha, Alisson?
Alisson: Eu? Acho nada não, me dá um tempo.
Jaqueline: Não temos tempo não.
Karina: Não vou dividir o Alisson com você...
Jaqueline: Por que? Eu também curto incesto
Karina: É diferente de um fetiche, eu... eu... eu gosto do Alisson
Jaqueline: Vai me dizer que tá apaixonadinha...
Karina: To, to sim...
Alisson: Gente, por favor, vamos parar com esse assunto
Jaqueline: Então deixa eu pelo menos assistir vocês transando?
Alisson: Não é assim, a gente não transa direto, foi uma vez só e...
Karina: Deixo
Alisson: O que disse?
Karina: Que se ela quer ver... eu deixo...
Alisson: Karina, e é assim? Você decide transar comigo e foda-se minha opinião?
Karina: Vai me falar que não está me desejando?
Alisson: Eu to...
Karina o pegou pelas mãos o levando pro sofá, sem se importar que tinha uma "plateia" assistindo, os dois se beijaram, aqueles beijos com desejo.
Foram tirando a roupa até a Karina ficar de quatro, Alisson abaixou, e começou a beijar sua bunda, depois a lamber o cuzinho e a buceta de Karina.
Jaqueline se sentou no sofá e tirou o short, colocando a mão por dentro da calcinha e se masturbando olhando eles...
Chirley me olhava e nos beijamos, ela desceu, abriu minha calça e começou a me chupar, enquanto Chirley engolia minha rola, eu olhava para a calcinha de Jaqueline e para o movimento de suas mãos, ela me viu olhando fixamente, puxou a calcinha pro lado e sorriu de um jeito safado me exibindo sua bucetinha, eu fiquei louco com aquela garota.
Alisson se levantou e começou a foder a bucetinha de Karina, ela gemia bem devagar:
- Aiiiii, aiiii que gostoso
Jaqueline pôs a mão por baixo mexendo no clitóris de Karina enquanto era fodida, eu levantei a Chirley e a pus do lado no sofá, e comecei a fodê-la lado a lado com Alisson, ele me olhou sorrindo, estavamos repetindo nossa suruba, mas agora com Jaqueline assistindo tudo.
E nesse vai e vem dos paus entrando nas bucetas, a Jaqueline tirou a calcinha e o sutiã de uma vez, enfiando os dedos na própria buceta e gemendo sozinha, como quem estava louca pra ser fodida.
Alisson: Fode ela lá, Igor
Chirley: E eu fico sem ninguém?
Alisson: Eu te como
Jaqueline: Eu quero as duas rolas... não é justo você foder a Karina e não me foder um pouquinho
Karina: Pode foder ela, Alisson, fode um pouquinho...
Eu fui o primeiro a ir comer a bucetinha de Jaqueline, me encaixei naquela bucetinha magra, quente, entrei devagar, ela me olhou e deu um pequeno gritinho, estava apertada, mas foi entrando devido o molhado, ela envolveu seus braços em mim e disse:
- Que pau gostoso... aiii, me fodee
Fodi com vontade, ao mesmo tempo vi o Alisson arrombando a buceta da Chirley, que agarrava as almofadas gemendo:
- Aiiiii, que pauzão gostoso, aiii minha bucetinhaaa, aiiii, foode...
Karina começou a beijar a boca de Chirley, ficamos assim por longos minutos, eu estava amando a buceta da Jaque, até sentir a pica do Alisson encostar no meu quadril, não foi de propósito, ele parou do meu lado e num movimento me acertou e disse:
- Deixa eu foder ela...
Eu sai devagar, quieto, e comecei a foder a Karina, mas pensando no quão estranho, mas gostoso foi sentir a cabeça da rola de Alisson tocando em mim, o pau dele preenchia toda a bucetinha da Jaqueline, ela ficou louca dando pra ele, ele a pôs de quatro, e o contraste era enorme, um cara alto, malhado, com uma garota magrinha, da buceta pequena, a rola dele parecia estar rasgando ela, e ela parecia estar gostando.
Foi assim que eu gozei na bunda da Karina, e Alisson finalizou pouco depois na bunda da Jaqueline.
Cada um tomou seu banho, e novamente não se falava em mais nada.
Karina e Jaqueline foram embora, nós ficamos lá ajudando a arrumar o apartamento, e Chirley então fez uma pergunta que eu nem se quer tinha prestado atenção:
- A Karina mora sozinha?
Alisson: Sim, ela mora sozinha
Chirley: Ata...
Eu: Por quê?
Chirley: É que a mãe deles disse pros dois ligarem pra ela, aí estranhei achando que a Karina morasse com ela
Alisson: Não, ela paga aluguel numa casa aqui próximo
Chirley: Mas ela trabalha?
Alisson: Sim pô, ela tem uma loja no shopping
Chirley: Sério?
Alisson: É... ela vai só de vez em quando, larga tudo na mão de gerente, vendedoras, não se preocupa com nada não
Eu: Caralho, não imaginava que ela tivesse uma loja
Alisson: Ela é bem de boa
Eu: Bom, a Chirley e eu vamos pra casa, bom descanso
Alisson: Pra vocês também.
Descemos, e quando enfim nos deitamos, Chirley sussurrou:
- Amor...
- Oi?
- Eu vi aquilo...
- O que eu fiz de errado?
- Não fez nada de errado, eu vi quando o pau do Alisson encostou em você...
- Ah sim, foi sem querer
- Sim, eu vi que foi quando ele virou, é que é grandão né?
- É... é grande sim
- Você gostou?
- Gostou do que?
- De quando encostou em você?
- Eu sou viado pra gostar de rola? Me respeita!
- Foi só uma pergunta, eu vi que você ficou tímido
- Queria que eu ficasse como com uma rola encostada em mim?
- Desculpa, foi só uma pergunta.
- Pergunta muito idiota.
Nos abraçamos para dormir, e a verdade é que eu fiquei foi com vontade de sentir mais daquela rola.

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