Natal Vermelho: A Inversão do Desejo
Ricardo presenteia a mulher com lingerie, sonhando dominá-la. Mas a ereção falha e fantasias humilhantes de corno e submissão invertem os papéis.
Era noite de Natal, e a casa estava iluminada por luzes suaves, o aroma de pinheiro misturado com o perfume dela – um floral doce que sempre o deixava tonto. Ricardo havia planejado tudo com cuidado. Aos 42 anos, casado há 15 com Marina, ele ainda se sentia o homem da casa, o provedor, o dominador no quarto. Mas ultimamente, as coisas andavam... complicadas. A ereção não era mais tão firme quanto antes, e ele culpava o estresse do trabalho, nunca admitindo para si mesmo que talvez fosse algo mais profundo.
Naquela tarde, ele havia ido àquela loja chique no shopping, o coração acelerado como um adolescente. Escolheu as lingeries com mãos trêmulas: um conjunto vermelho de renda transparente, com sutiã que mal cobria os mamilos fartos dela, calcinha fio-dental que deixava as nádegas expostas, e uma meia-arrastão que subia pelas coxas grossas e macias. "Ela vai ficar uma puta gostosa", pensou ele, imaginando-a vestida só naquilo, de joelhos para ele. Pagou caro, embrulhou em papel dourado, e entregou com um sorriso safado na ceia de Natal.
Marina abriu o presente com olhos brilhantes, rindo maliciosa. "Você é um safado, hein, amor? Quer me ver vestida de vadia no Natal?" Ela o beijou, a língua invadindo a boca dele, e subiu para o quarto, deixando-o ali, já duro só de expectativa.
Quando ela desceu, Ricardo quase gozou nas calças. Marina estava irresistível: o sutiã apertava os seios grandes, os mamilos rosados visíveis através da renda fina, a calcinha enterrada no rego da bunda empinada, as meias realçando as pernas que ele amava morder. Ela girou devagar, provocante. "Gostou, maridão? Comprei pra você me foder gostoso hoje."
Ele a puxou para si, mãos possessivas nas nádegas, apertando com força. "Você é minha puta hoje, Marina. Minha vadia de Natal." Ele a dominava como sempre gostava – empurrando-a contra a parede, beijando o pescoço com mordidas, uma mão subindo para torcer o mamilo através da renda. Ela gemia, arqueando o corpo, já molhada. "Me domina, amor... me faz gozar."
Ricardo a carregou para a cama, jogando-a de costas. Abriu as pernas dela com autoridade, rasgando a calcinha fio-dental para o lado. Os dedos dele – ah, esses sempre funcionavam – deslizaram pelo grelo inchado, circulando devagar, depois rápido. "Olha como você tá encharcada, sua safada. Comprei isso pra te ver assim, implorando." Ele enfiou dois dedos na boceta quente e apertada dela, curvando para acertar o ponto G, enquanto o polegar esfregava o clitóris sem piedade.
Marina se contorcia, gemendo alto. "Ai, Ricardo... assim... me fode com os dedos, vai... mais forte!" Ele acelerou, dominando o ritmo, sentindo o poder – ela era dele, gozando nos dedos dele como uma cachorra no cio. Ela explodiu rápido, o corpo tremendo, esguichando um pouco nos lençóis, gritando o nome dele. "Porra, amor... você me destroça assim..."
Satisfeito com a dominação, Ricardo se ajoelhou na cama, pau meio duro já latejando. "Agora chupa, Marina. Chupa o pau do seu homem." Ele a virou de bruços, puxando o cabelo dela para guiá-la. Ela obedeceu, lambendo a cabeça devagar, depois engolindo o quanto podia. A boca quente, a língua rodando, sugando com força. "Isso, sua puta... engole tudo."
Mas... nada. O pau amolecia na boca dela. Ele tentava se concentrar, empurrando o quadril, fodendo a boca dela como se fosse boceta. "Chupa mais forte, caralho!" Mas por dentro, o pânico: *Por que não fica duro? Eu sou o homem aqui, porra. Ela tá me chupando como uma profissional, e eu não gozo?*
Marina chupou por minutos longos, babando, engasgando, os olhos lacrimejando de esforço. Ela sentia ele molecendo, e uma inversão sutil começava. Não era mais ele dominando – era ela tentando salvar a noite. Ela tirou o pau da boca, ofegante, e começou a fazer carinho nele. Mãos suaves no peito, descendo para as bolas, massageando devagar. "Calma, amor... deixa eu te relaxar."
Ele deitou de costas, frustrado, mas deixando. As mãos dela eram mágicas – acariciando as coxas internas, subindo para o saco, depois... para a bunda. Dedos leves nas nádegas, apertando, separando um pouco. Ricardo sentiu um arrepio novo. O pau deu um pulo, endurecendo levemente. *Que porra é essa? Ela tá me tocando na bunda e eu gosto?*
Marina percebeu imediatamente. Os olhos dela brilharam com uma mistura de curiosidade e poder. Ela continuou, fingindo inocência, mas agora os dedos circulavam mais perto do rego. "Você gosta assim, né? Quando eu acaricio aqui..." Um dedo roçou de leve no ânus, só a ponta, pressionando sem entrar. O pau dele endureceu mais, latejando de verdade pela primeira vez na noite.
Por dentro, Ricardo surtou: *Caralho, isso me excita pra porra. Mas é errado... homem não gosta disso, né? Se ela enfiar, eu viro viado?* Ele gemeu baixinho, traindo o corpo. "Marina... não..."
Ela sorriu maliciosa, invertendo os papéis sem dizer nada. Agora era ela no controle, explorando. "Shh, amor... deixa eu te fazer gostoso." O dedo circulava o cu dele, pressionando mais forte, mas sem penetrar – ela não queria. *Se eu enfiar o dedo no cu dele, ele goza como uma menininha... mas aí ele vira gay? Não quero um marido bicha. Só quero excitar ele pra me foder direito.* Ela racionalizava, mas o poder a excitava: ele, o grande dominador, gemendo com um toque no cu.
Ricardo não aguentava mais a provocação. Virou-a de repente na cama, tentando recuperar o controle. "Chega disso. Agora eu te fodo, sua safada." Abriu as pernas dela, o pau semi-duro roçando a boceta molhada. Tentou entrar – uma, duas, dez vezes. Empurrava, mas amolecia no meio do caminho. A cabeça entrava um pouco, mas escorregava, mole. "Porra, Marina... por que não fica duro?"
Ela olhava para ele, uma mistura de pena e desejo. Os papéis totalmente invertidos agora: ele suando, frustrado, quase implorando; ela calma, guiando. "Amor... relaxa. Vem cá, me abraça." Ela o puxou para si, corpos colados, as lingeries ainda no corpo dela, agora amassadas e suadas. "Me satisfaz com os dedos de novo. Eu preciso gozar mais... e você gosta de me ver gozando, né?"
Ele obedeceu, sem forças para brigar. Deitou ao lado dela, o corpo pesado de frustração, e deslizou a mão entre as coxas dela. Os dedos encontraram a boceta encharcada, quente, inchada de desejo. Enfiou três de uma vez, fodendo-a com força, curvando para esfregar o ponto certo enquanto o polegar voltava ao clitóris, circulando rápido, sem dó. Marina arqueou as costas, gemendo alto, agarrando os lençóis. "Isso, amor... me fode assim... mais fundo... ai, porra, você sabe me fazer gozar tão bem..."
Ricardo bombava os dedos nela, sentindo os músculos dela pulsarem ao redor, o som molhado ecoando no quarto. Ela gozava em ondas, o corpo convulsionando, esguichando nos dedos dele, gritando rouca. Mas enquanto via a mulher se desfazer de prazer – prazer que ele dava, mas não com o pau –, a mente dele traiu. O pau mole encostado na coxa dela, inútil, latejava fracamente.
E aí veio a fantasia, cruel e inevitável, invadindo como um veneno doce. Ele imaginou um homem ali, na cama com eles. Um cara pauzudo, grosso, veiudo, daqueles que estica boceta de verdade. O sujeito pegaria Marina por trás, enquanto ela ainda tremia do orgasmo nos dedos dele, e enfiaria tudo de uma vez – fundo, sem piedade, fazendo-a gritar de um jeito que ele nunca conseguia. "Olha só, corno", diria o homem, rindo, enquanto socava na mulher dele. "Sua esposa precisa de pau de homem mesmo."
Pior: na fantasia, o cara virava para ele, pau babado da boceta dela, ainda duro como pedra. "Agora você, viadinho. Abre esse cu que você gosta tanto." E Ricardo, na imaginação, se via de quatro, gemendo enquanto o pauzudo entrava nele, esticando, fodendo fundo – exatamente como aquela trans havia feito anos atrás, numa noite bêbada que ele jurou esquecer.
A lembrança bateu forte agora, perturbando tudo: o motel barato, a trans linda, peitos naturais, mas com um pau maior que o dele, duro o tempo todo. Ela o havia dominado, laceado ele com o dedo, devagar, até gozar como nunca, mãos livres, só com o dedo no cu, se sentindo... sujo, excitado, quebrado. Depois, arreganhado pelo pau dela no frango assado, gritando de dor como uma donzela para ela parar, a vergonha eterna. Nunca contou pra ninguém.
*Se eu não consigo foder minha própria mulher... talvez seja isso que eu mereça*, pensou ele, os dedos ainda mecânicos na boceta dela, prolongando o orgasmo dela. *Um pau de verdade nela... e em mim. Pra ela gozar de verdade, e eu... aprender meu lugar.*
Marina gozou uma última vez, forte, cravando as unhas nas costas dele, ofegante. "Porra, Ricardo... você é incrível assim..." Ela o puxou para um abraço, beijando o pescoço suado. "Feliz Natal, amor."
Ele a apertou contra si, o pau mole entre eles, o coração acelerado com a fantasia que não saía da cabeça. Ela não sabia. Ele nunca contaria. Mas o fogo – aquele fogo confuso, humilhante, excitante – estava mais aceso do que nunca. Talvez um dia... talvez não. O segredo era o que os mantinha vivos.
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