#Gay #Teen

Dois colegas se conhecendo de forma íntima.

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pknocu2000

Quando dois colegas se conhecem melhor e o sexo vira uma forma de ligação tão profunda que nada poderá separar.

O tempo passou depressa e entre a ida no sítio de tia Laura e reinício dos meus estudos, a ausência de sexo foi marcada. Eu já estava em Fevereiro e não havia “inaugurado” o ano. Dezembro do ano anterior, portanto, foi minha última conexão com pica e a falta começou a incomodar. O único cara que poderia dar conta era o Antunes, o jardineiro negro que fizera serviço em casa, ele estava numa empresa e não havia mais tempo ou janela de oportunidade para rolar colocando uma falta enorme dentro do meu corpo. Meu tio estava bem estabelecido no interior, empregado, não havia chance alguma para resolver meu problema. O sítio de tia Laura é quase no cu do estado, então, somente em Julho ou Dezembro que eu teria condições de ficar uns tempos por lá. Situação complicada! Associado com tudo isto, eu não tinha permissão para sair só e também não tinha amizades capazes de irem em minha casa. O cenário era terrível.

O cenário daria uma mudada para Março após o Carnaval quando meus olhos se voltaram para o Roni. O colega de colégio e sala era declaradamente gay mesmo com seus dezesseis anos como os meus. Corajoso, ele tinha algo ao qual eu não tinha: postura. Enrustido, calado e quieto, quase ninguém da sala falava comigo, eu já era cancelado pela turma pela minha apatia e pouco interesse em amizades, passava o intervalo sozinho, eu não estava mais na fase de ficar brincando de correria atrás de colegas ou jogar bola. Meu negócio era outro, eu havia dado o cu e tinha uma experiência que estes gestos ainda infantis dos colegas não eram a minha praia. O Roni estava na mesma linha que eu. Dois caras brancos, jovens, idades iguais, coragens diferentes. No caso do Roni, ele ainda tinha o bônus de morar dois quarteirões de casa e família liberal, diferente da minha que era um conservadorismo horroroso. As minhas olhadas no Roni com seu jeito quietinho e voz fina, troca de sorrisos distantes, abriram a porteira para uma piscada e ele entendeu o recado indo em casa.

Convidei aquela moça com corpo de homem para entrar, ofereci um suco e ficamos batendo papo. Isto já era uma conquista, afinal, colega de escola nunca havia pisado em casa e também eu batia de frente com preconceito familiar sobre gays e como não tinha ninguém em casa, eu fui abusado e provocador nesta atitude. Ouvi:

- É chegado?

- Sou. Não fala nada.

Sendo direto e abrindo logo o jogo, eu mostrava ao Roni que ele tinha um parceiro para sua causa e luta mesmo que eu não mostrasse isto diretamente. Outra coisa: eu trabalhava com a ideia de longo prazo, uma amizade entre dois jovens gays. Ao abrir a real, dei margem para ganhar não só uma amizade para um papo e sim um irmão que estava ainda cauteloso com a minha surpreendente revelação. Inteligente, lindo, rosto comprido com olhos castanhos, magrinho e com boca bem delicada de quem deve mamar muito cacete, eu queria ser uma fêmea bem gostosa para ensinar aquela delícia aos meus olhos que ele poderia comer também. Quem sabe? A realidade era outra. Ele curtia e dava muito pelos papos que nós tínhamos nas tardes após as aulas. O negócio dele não era comer e sim levar rola. Isto era bem notório e não ajudaria meu lado por mais que eu mostrasse interesse em ser fêmea ou cadela dele. Importante, foi a amizade construída e que sobrevive até hoje.

- Roni: e mulher?

- Não, esquece.

Ele viu segurança em mim e logo percebi que a ideia dele comigo era outra: ele estava disposto a dar, queria ver o tamanho da minha rola, mostrei e ele alisou, bateu uma, caiu de boca no sofá! Meu pau não seria atrativo para uma mulher, pequeno e grosso, quem sabe o Roni não tirava proveito um pouco? Malandro, eu permiti para ver se ele se abria dando chance para que eu fosse a fêmea dele. Não sou besta! Eu acreditei que se comece a bunda dele geraria a confiança para tirar um lado hétero dele. Recebi uma mamada inesquecível e meu pau branco foi engolido inteiro! O danado caprichou e até minhas bolas foram chupadas, eu logo detectei que ele só era homem por causa do corpo masculino. Na essência, fêmea pura! Eu já sabia, constatei.

- Hum! Mama, caralho! Vou comer tua bunda.

- É meu sonho.

Pode um negócio destes? Eu só tinha dado, não havia comido ninguém, ele conseguiu a proeza despertando meu lado hétero! É um filho da puta! Pior: eu cresci os olhos no rabão dele, uma bunda tão linda como a minha, caí de boca e fiz miséria ao chupar aquele cu delicioso! Abri a bunda e sentei a língua, eu parecia um tarado chupando, melando, cuspindo, bolinando! Meti o dedo e ele deu uma gemida de viado deliciosa, meu pau estava uma tora e arrisquei tocar no dele, levei um tapa na mão e ouvi:

- Aí não!

Ri, levantei e falei:

- Dá este cu delicioso logo, vai. Viado raiz da porra.

Ele riu muito. Porra, eu na maior vontade de chupar a rola dele, dar, o cara só pensou em dar o cu e depois olhei a cara dele e ri. Isto ligou o sinal de alerta em relação as colegas de sala, um gato como ele, sabendo que o cara é gay, não vai para cima? Fraquinhas! Eu encostei o corpo na parede e falei:

- Vou comer teu cu. Abre. Isso.

O encontro do meu pau com o cu rosadinho do Roni foi uma descoberta que eu não esperava tão cedo. O cu dele pegava fogo e em segundos aceitou toda minha rola de forma fácil e o mais interessante: o filho da puta só abriu a boquinha de viado dele, soltou um ai, fechou os olhos e mesmo eu sentando rola rápido, o cara feliz! Ouvi:

- Come. Fode.

Rabo gostoso do caralho! Não demorou para perceber que aquele cu chamava pau e eu fui fundo, enterrei, cravei e pedi:

- Rebola como puta.

- Assim?

- Ah! Isso. Viado gostoso.

- Sua cadela. Come.

Ri de leve. Como é safado. Safado e gostoso! Eu queria afundar mais meu pau nele, cruzei os braços na barriga, fiquei fincando fundo e avisei:

- Eu vou gozar dentro do cu, safado.

Ele começou a rebolar no mau pau, eu não aguentaria! Tirou onda:

- Vai ficar olhando a Tânia, vai?

Passei a língua nos lábios, deliciando com aquele gesto quente dele, eu ri com a fala dele e devolvi:

- Ela é só colega, bobo.

- Ah sei!

Começou a fazer vai e vem com a bunda e não é que o danado conseguiu tirar leite da minha pica?

- Ah! Ah viado! Oh! Oh!

O sorriso dele atravessou a cara e ainda abriu um lado da bunda! Tirei e pela primeira vez, eu também vi um cu melado pela minha porra e soltando meu leite. Eu gozei espirrado neste gostoso gatinho. Tirei e ele virou chupando todo meu pau de forma safada.

- Caralho! Teu cu é uma delícia!

Fiz carinho enquanto ele limpava o pau todo feliz. Terminou e falou:

- A Tânia tá no meu caderninho.

Ri e falei:

- Qual a neura com ela?

Falei rindo. Era ciúme, acredite.

= Ela te olha com um jeito.

- Para com isto, porra. Ela é só colega.

Guarde bem este nome: Tânia.

Terminado, um banho, ele caiu fora após um beijo de língua. Na prática, eu ganhei uma “namorada”. Aos poucos, a minha família entendeu que ele era um amigo e não sabia do nosso caso. Começamos a sair direto quando ele vinha em casa para dar uns rolês. Pedia para minha mãe e íamos. Sexo mesmo, só em casa a tarde durante a semana.

Nada despertava o Roni para comer minha bunda. Pior: virou uma cadelinha no meu pau e agora eu teria que esperar um tempinho para dar. Quem sabe ele não seria o cara para isto? Vem mais por aí.

Comentários (2)

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  • Comedor de dois: Deixa eu come vcs dois?

    Responder↴ • uid:gsuitbfzm
    • pknocu2000: kkkkk

      • uid:1d4awa1q6qk3