#Coroa #Incesto #Teen

Meu padrasto é meu cafetão

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CentralDaPutaria

Eu tenho dezesseis aninhos, sou loirinha, magrinha, daquelas que todo mundo olha e pensa "ai, que garota comportada". E sou mesmo. Estudo, ajudo na casa, falo baixinho. Só que por dentro, desde que minha mãe casou com o Marcos, tem uma coisa fervendo em mim que ninguém sabe.

Ele tem quarenta e poucos, ombros largos, braços de quem carrega peso, aquele jeito calmo de homem que já viveu o suficiente pra não ter pressa. E ele me olha. Não como pai. Ele me olha como homem, e eu sei, porque sinto o olhar dele descendo pelas minhas pernas quando acho que ele não está vendo.

A festa era na casa da minha tia. Churrasco, piscina, primos correndo, os tios bebendo caipirinha na sombra. Eu coloquei um biquíni branco pequenininho, daqueles que amarram no pescoço e nas laterais. Quando desci, ele parou com a lata de cerveja na mão e demorou um segundo a mais pra piscar.

— Bonito esse biquíni — ele disse, e a voz saiu um pouco mais grave do que devia.

— Você acha? — eu respondi, com aquela carinha de inocente que eu sei fazer.

— Acho.

Entrei na piscina pra esconder o quanto estava vermelha. A água estava fria, mas eu sentia o corpo inteiro quente. Fiquei ali, batendo perna, olhando de canto. Ele veio depois, sem camisa. Aí foi minha vez de perder o ar.

Deu meia hora e a festa já tinha esquecido da gente. Todo mundo na mesa, comendo, rindo, discutindo futebol. E ele veio pra beira da piscina, sentou, e falou alto, pra todo mundo ouvir:

— Vem cá, princesa, você não sabe nadar direito ainda. Vou te ensinar.

Era mentira. Eu sei nadar. Mas eu fui.

Ele entrou na água, veio pra trás de mim, me pegou pela cintura. A mão dele era grande e quente, e o polegar se apoiou bem na curva do meu quadril, acima do osso.

— Relaxa — ele falou baixinho, no meu ouvido. — Deixa o corpo solto.

— Assim? — eu deixei a cabeça cair pra trás, encostando no ombro dele.

— Isso. Boa menina.

E foi assim, na frente da família inteira, que ele começou a me foder. A mão subiu devagar, foi pra barriga, e os dedos entraram por dentro do biquíni, por baixo da água.

— Marcos... — eu soltei, sem fôlego.

— Shhh. Todo mundo acha que é aula.

Ele me abriu com dois dedos e começou a me masturbar com uma paciência cruel, devagar, molhado de água da piscina e de mim. Eu tinha que morder o lábio pra não gemer. Quando ele puxou a lateral do biquíni e encostou a cabecinha do pau na minha buceta, eu já estava escorrendo.

— Vai doer um pouco — ele avisou.

— Coloca.

E ele empurrou. Devagarzinho, me abrindo, centímetro por centímetro, me segurando firme pela cintura. Eu apertei o braço dele e gemi baixinho no ouvido dele.

— Aí, isso — ele disse. — Tá me sentindo?

— Tô. Todo.

E aí ele começou a me comer por trás, um ritmo lento, com a água batendo nos nossos corpos, na frente dos meus tios, dos meus primos, da minha própria mãe que perguntava da beira da piscina se eu já estava aprendendo.

— Está aprendendo sim — ele respondia, todo sério, enquanto me enfiava até o fundo.

Ele gozou dentro de mim. E eu, depois disso, nunca mais fui a mesma.

---

Duas semanas depois, ele me chamou no quarto e falou:

— Tenho uma proposta.

— Que proposta?

— Uns amigos meus. Bons rapazes. A gente tem um combinado, uma vaquinha. Eles pagam bem. Você topa?

— Pra quê?

Ele sorriu, aquele sorriso safado.

— Pra te comer. Os dois. Numa tarde.

E eu senti a calcinha molhar só de escutar.

— Quanto?

— Duzentos cada um. Quatrocentos pra você.

— E o que eu ganho além?

— Além? — ele riu, me puxando pelo braço. — Ganha dois homens te fodendo ao mesmo tempo, garota. Acha pouco?

— Não acho pouco.

No sábado, às duas da tarde, os dois chegaram. Beto, mais velho, alto, barba grisalha, mão de trabalho. Cauê, uns trinta, moreno, magro, bonito. Chegaram fingindo ser visita, sentaram na sala, tomaram um café. E eu ali, de shortinho e regata, sem calcinha, como ele tinha mandado.

— Podem ir pra lá — o Marcos falou. — Eu fico de olho na porta.

No quarto, o Beto foi o primeiro. Me pegou pela nuca, me beijou forte, com aquela boca de homem experiente, e me jogou na cama de costas. Puxou meu short, abriu minhas pernas e ficou um tempo só olhando.

— Que bucetinha bonita — ele falou.

— Chega de conversa — eu respondi, e ele riu.

Ele caiu de boca em mim. Chupou com vontade, língua dura, dois dedos dentro me abrindo, enquanto o Cauê, do lado, me beijava o pescoço e apertava meus peitos por cima da regata. Eu estava cercada, dois corpos em cima de mim, quatro mãos, e eu comecei a gemer sem ligar se alguém ia ouvir.

O Beto me comeu primeiro. Devagar no começo, depois com força, me puxando pelo quadril pra bater no fundo. A cama batia na parede. E o Cauê, sentado ao lado, se masturbando, olhando.

Foi aí que eu tive a ideia.

Virei a cabeça pro lado, ainda sendo fodida, e falei, com a voz quebrada:

— Cauê... vem cá. Vem também.

— Também?

— Os dois. Ao mesmo tempo. Vem.

O Beto levantou uma sobrancelha.

— Você sabe o que tá pedindo, garota?

— Sei.

Ele saiu de mim, e o Cauê deitou de costas na cama. O Beto me pegou pelo quadril e me puxou por cima dele, me sentando no pau do Cauê. Aí o Cauê me segurou pela cintura e o Beto se encaixou por trás. Quando a cabecinha dele encostou na minha buceta já cheia, eu travei.

— Respira — o Beto falou. — Devagar.

E ele entrou junto. Eu senti os dois dentro de mim ao mesmo tempo e achei que ia enlouquecer. Não doía, era uma pressão gostosa, cheia, e eu comecei a me mexer sozinha, sem ritmo, querendo mais.

— Ah, isso — o Cauê gemia embaixo. — Ela é apertada, ó.

— Vai, princesa — o Beto falou no meu ouvido. — Rola pra eles.

E eles me usaram. Um entrava, o outro saía, e eu fiquei no meio, mole, gemendo alto, com o cabelo colando na testa. Durou uma eternidade. O Beto gozou primeiro, por trás, com força, me apertando o quadril. Depois o Cauê, embaixo, me enchendo. E eu vim junto, me tremendo, molhando tudo.

Quando os dois saíram de mim, o quarto inteiro tinha cheiro de sexo. E na porta, apoiado no batente, o Marcos estava me olhando.

— Pronto? — ele perguntou.

— Ainda não — eu respondi, levantando da cama com as pernas bambas.

Fui de joelhos até ele. Puxei o zíper da calça dele e tirei o pau, já duro, já melado. Olhei pra cima e abri a boca. Ele entendeu. Meteu a mão no meu cabelo, me pegou firme pela nuca e me fodeu a boca até o fundo, três, quatro vezes, até eu lacrimejar. Os dois amigos, do outro lado do quarto, assistiam, se limpando com a toalha, comentando.

— Essa aí vale mais que duzentos — o Beto falou.

— Vale — o Marcos respondeu, e gozou na minha boca.

Eu engoli tudo. Lambi. Levantei e ele me olhou de cima a baixo, aquele olhar de dono, e falou baixinho:

— Boa menina.

Depois, os amigos foram embora. E o Marcos foi buscar as coisas que ele tinha prometido. Me deu um colar de ouro fininho, um perfume caro, uma calcinha de renda vermelha, e enfiou o dinheiro na minha mão, os quatrocentos, ainda quentes do bolso.

— E aí — ele disse. — Gostou?

— Gostei.

— Quer repetir?

Eu sorri, com aquela cara de comportada que eu nunca mais vou conseguir manter.

— Todo sábado.

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