#Coroa #Teen

Fodendo a amiguinha da minha filha

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CentralDaPutaria

Sou um pai orgulhoso. Minha filha tem quatorze anos, é linda, estudiosa, e tem um grupo de amigas que frequenta minha casa como se fosse a delas. Eu gosto disso. Gosto do barulho, das risadas, das meninas todas empilhadas no sofá com cobertor e pipoca. Sou divorciado, moro só, e a casa fica viva quando elas estão aqui.

Mas tem uma delas que me tira do sério. A Bia. Quatroze também, baixinha, cabelo escuro, olho puxado, corpo que não combina com a cara de anjo. Ela me olha diferente das outras. Sempre olhou. Senta perto demais, encosta demais, ri de tudo que eu falo, me chama de "tio" com um sorriso que não é de sobrinha.

Na sexta foi festa do pijama. Pizza, filme, brigadeiro, e eu na sala, deitado no sofá, fingindo assistir a um jogo qualquer às duas da manhã. Uma por uma, elas foram caindo no quarto da minha filha. Uma por uma, o barulho foi morrendo.

A última a sobrou foi a Bia.

Ela apareceu na porta da sala com um shortinho de dormir que não escondia nada e uma camiseta fina, sem sutiã. Cabelo solto. Pés descalços. Parou ali, me olhando, e falou baixinho pra não acordar ninguém:

— Tá vendo o jogo, tio?

— Tô.

— Posso ficar? Não consigo dormir.

— Fica.

Ela não sentou no sofá. Ela se sentou em mim.

Passou a perna por cima das minhas e se acomodou no meu colo, de frente pra TV, mas o corpo virado pra me encostar. A bunda dela em cima do meu pau. O cheiro dela subindo, doce, de creme e de pele.

— Aqui é mais confortável — ela falou.

— É? — eu respondi, e minha voz saiu rouca.

Ela se mexeu. Deu uma reboladinha pra "se ajeitar", e o meu pau, que já estava acordado, empurrou na curva da bunda dela. Ela parou. Levantou um pouco e sentou de novo. De propósito.

— Tio — ela disse. — Você tá duro.

— Tô.

— Por minha causa?

— Pode apostar.

Ela virou a cabeça e me olhou com aquele sorriso. Foi o ponto final. Peguei a cintura dela com as duas mãos, puxei pra trás contra o meu peito, e beijei o ombro dela. Ela gemeu baixinho, jogou a cabeça pra trás, e eu desci a boca no pescoço dela.

— Elas vão acordar — ela sussurrou.

— Então a gente faz de mansinho.

Levantei ela do colo, tirei o shortinho num puxão, e ela mesma tirou a camiseta, sem cerimônia nenhuma. Peitinho pequeno, bico duro, barriga reta. A buceta dela brilhando, já molhada, com uma linha fina de pelo aparado. Ela sentou de novo em mim, mas agora de costas, e levou minha mão até ali.

— Sente — ela falou. — Toda sua.

Eu passei os dedos. Ela estava encharcada, quente, escorregando. Enfiei dois dedos e ela se remexeu no meu colo, gemendo com a boca fechada, mordendo o lábio pra não gritar.

— Quer de verdade? — eu perguntei.

— Mais que tudo. Mas tem um negócio.

— O quê?

— Me come no cu primeiro.

Eu ri. — E aguenta?

— Tio — ela virou, me olhando sério. — Aguenta. E se você parar, eu reclamo.

Levantei, tirei a roupa, e ela se ajoelhou no tapete da sala, na frente da TV. Passou a língua no meu pau devagar, lambendo de baixo pra cima, depois engoliu o máximo que conseguiu, me olhando por cima. Aí parou, virou de costas, apoiou o peito no sofá e empinou a bunda pra mim.

— Assim — ela falou.

Cuspi nos dedos, passei no cuzinho dela, e empurrei devagar. Ela travou um instante, respirou, e abriu.

— Aí, caralho — ela soltou, sem ligar mais pra ninguém.

— Alto assim?

— Foda-se, tio, mete.

E eu meti. Fundo, num impulso só. Ela agarrou a almofada e gemou. O cuzinho dela apertado, apertando meu pau a cada estocada, e eu peguei o ritmo, batendo na bunda dela, vendo aquele corpo pequeno balançar. Ela começou a falar sozinha, sem parar.

— Isso... assim, mais forte... tá me arrombando, tio... ai que gostoso...

— Você é uma safada, né?

— Sou. Muito. E quero mais.

Meu pau saiu e enfiou na buceta dela de uma vez. Ela gritou baixinho e eu tive que tapar a boca dela com a mão.

— Shhh.

— Não consigo — ela falou, rindo, e mordeu meus dedos.

Aí eu peguei firme na cintura dela e fodi sério. Ela molhada, escorrendo pelo lado da coxa, a cada estocada um barulhinho molhado no silêncio da sala. Ela empinava pra receber, jogava o quadril pra trás, me queria até o fim.

— Bate na minha bunda — ela pediu.

Bati. Uma, duas, três. A pele dela ficou vermelha e ela gemeu gostoso.

— Mais... mais... tio, eu vou gozar...

— Goza então.

Ela tremeu inteira. A buceta apertou meu pau num aperto longo, e ela soltou aquele gemido comprido, de boca aberta, esquecida do mundo. Eu segurei mais um pouco, aguentando, batendo, e ela não parou de falar:

— Não goza ainda... quero de novo no cu...

— Você é insaciável.

— Sou. Põe.

Tirei da buceta, enfiei de volta no cuzinho, agora com a lubrificação toda dela, entrando liso. Ela gemeu de novo, se abriu toda pra mim, e eu fodi rápido, sem paciência, a sala inteira batendo. Ela apoiou o rosto no sofá e ficou ali, mole, entregue, falando sacanagem que eu nunca ouvi de menina de quatorze.

— Tá me usando... tá me usando todo... goza dentro, tio, goza...

— Não dá pra gozar dentro — eu avisei.

— Então na minha boca.

Saí, virei ela, e ela abriu a boca ajoelhada no tapete. Duas, três bombadas na mão e eu gozei na língua dela. Ela engoliu, me olhou por baixo, e ainda passou a língua no pau até o último pingo.

Depois se levantou, vestiu o shortinho, e sentou no meu colo de novo. Do lado de fora, o sol já estava começando a clarear. Do quarto, minha filha perguntou, com a voz de sono:

— Bia, você tá aí?

— Tô — ela respondeu, toda séria. — Tava vendo TV com o tio.

E me olhou. E sorriu.

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