Natal e carnaval com duas irmãs deliciosas.
Eu sou Ronaldo, um cara comum de Recife que tropeçou na maior loucura da vida ao conhecer as irmãs gêmeas Elisa e Sofia, de 19 e 20 anos, moradoras de Beberibe na zona norte, duas deusas de pele morena, curvas insanas e uma química lésbica que transforma qualquer lugar em um inferno de tesão proibido; durante o Natal, elas invadem minha casa de praia em Boa Viagem, virando dias de festa em orgias suadas na cozinha, no chuveiro, na piscina e na areia, com bundas molhadas se roçando, línguas explorando cuzinhos fedorentos de suor e gozo, e eu, o corno manso, só filmando e fotografando cada gemido, cada tapa na raba, culminando no Carnaval de rua onde elas se pegam no meio da multidão encharcada de chuva e cerveja, me deixando com o pau latejando de inveja enquanto registro tudo para postagens diárias que vão te fazer implorar por mais aventuras safadas em breve.
Aqui estou eu, Ronaldo, de pé na varanda da minha casa de praia em Boa Viagem, sentindo a brisa salgada do mar batendo no rosto enquanto observo Elisa e Sofia, as duas irmãs que entraram na minha vida como um furacão de putaria. Elas são de Beberibe, zona norte de Recife, com 19 e 20 anos respectivamente, mas parecem saídas de um sonho molhado: cabelos cacheados pretos caindo pelas costas, peitos fartos que balançam a cada movimento, bundas enormes e redondas que imploram por tapas, e pernas grossas que se entrelaçam como se fossem feitas uma para a outra. Eu as conheci por acaso, num barzinho lotado no centro da cidade, onde elas dançavam coladas, roçando aqueles corpos suados uma na outra, ignorando os olhares famintos dos machos ao redor. Eu, com meu jeitão tímido, me aproximei oferecendo uma bebida, e o que começou como uma conversa inocente virou uma confissão safada: elas são lésbicas assumidas, irmãs que descobriram o prazer uma na outra desde adolescentes, e eu? Eu virei o corno oficial, o voyeur que adora assistir e registrar cada foda insana delas.
É véspera de Natal, e eu as convidei para passar uns dias aqui na casa de praia. O sol está se pondo, tingindo o céu de laranja, e o cheiro de maresia misturado com o aroma de pele quente invade minhas narinas. Elas chegam de carro, vestindo shorts jeans apertados que marcam as bundas como se fossem pintadas no corpo, e tops que mal cobrem os mamilos duros. "Ei, Ronaldo, seu corno safado, trouxe a câmera?", grita Sofia, a mais velha, com um sorriso malicioso enquanto desce do carro, balançando a raba enorme. Elisa ri, apertando a mão na coxa da irmã, e eu sinto meu pau endurecer instantaneamente. "Claro, minhas putinhas, vou filmar tudo pra gente rever depois", respondo, já ligando o celular e ajustando o tripé na sala.
Elas entram na casa como donas do pedaço, jogando as bolsas no sofá e se abraçando forte, os corpos colados, bundas se encostando de um jeito que faz meu coração acelerar. A casa é ampla, com vista para o mar, cozinha americana aberta para a sala, e um chuveiro enorme no banheiro principal. O cheiro de perfume doce delas se espalha, misturado com o suor do dia quente. Sofia puxa Elisa pela mão e as duas vão direto para a cozinha, onde eu preparo um jantar simples: camarões grelhados, farofa e cerveja gelada. Mas quem disse que elas querem comer comida? "Vem cá, mana, deixa eu te dar um beijo de Natal", murmura Sofia, virando Elisa de costas para mim e colando o corpo nela. Eu posiciono a câmera no balcão, filmando enquanto Sofia desliza as mãos pela barriga da irmã, subindo até os peitos, apertando-os com força. "Ah, caralho, Sofia, seus dedos são tão grossos", geme Elisa, rebolando a bunda contra a virilha da irmã.
O som dos gemidos ecoa pela cozinha, misturado com o barulho das ondas lá fora. Sofia abaixa o short de Elisa devagar, revelando a calcinha fio dental enfiada no rego da bunda suada. O cheiro de excitação feminina enche o ar, um aroma almiscarado, úmido, que me faz salivar. "Olha essa raba, Ronaldo, toda molhadinha de suor. Quer cheirar?", provoca Sofia, virando a bunda da irmã para mim. Eu me aproximo, câmera em mãos, e inspiro fundo o cheiro de cu suado, misturado com o perfume de lavanda que elas usam. "Porra, que delícia, fedendo a putaria", digo, mas elas me empurram. "Não, corno, você só filma. Essa bunda é minha", rosna Sofia, ajoelhando-se e abrindo as nádegas de Elisa com as mãos.
Ela enterra o rosto no cu da irmã, lambendo devagar, a língua rodando no ânus apertado. "Uhhh, fode minha língua no meu cuzinho, mana, vai, caralho!", grita Elisa, empinando mais a raba, o suor escorrendo pelas coxas. O som de lambidas molhadas, slurps altos, enche a cozinha, enquanto eu zoom na cara de Sofia, toda lambuzada de saliva e suor. Elisa treme, as pernas grossas se abrindo mais, e Sofia enfia dois dedos na buceta da irmã, fodendo rápido. "Que bucetinha apertada, toda encharcada pra mim. Goza na minha boca, sua vadia!", ordena Sofia, e Elisa obedece, jorrando um squirt que molha o chão da cozinha. "Aaaah, porra, tô gozando, mana! Chupa tudo!", berra ela, o corpo convulsionando.
Eu filmo cada detalhe, o pau latejando na calça, mas sem tocar. Elas riem, se beijando com línguas sujas de gozo, e me mandam limpar a bagunça. "Bom corno, limpa enquanto a gente vai pro chuveiro", diz Elisa, puxando Sofia pelo braço. Eu obedeço, mas levo a câmera junto, posicionando-a no banheiro. O chuveiro é espaçoso, com azulejos brancos e água quente jorrando. Elas entram nuas, os corpos reluzindo sob a luz, bundas enormes balançando. Sofia liga a água, e o vapor sobe, misturando com o cheiro de sabonete e tesão. "Vem, mana, deixa eu te lavar essa raba suja", diz Sofia, ensaboando as mãos e passando na bunda de Elisa, dedos escorregando no rego.
Elas se abraçam sob a ducha, peitos colados, bundas se roçando enquanto a água cai. "Ah, fode, que tesão, sua língua no meu pescoço", geme Elisa, virando de costas e empinando para Sofia lamber o cu de novo. O som da água batendo na pele molhada, splashes ritmados, se mistura com os gemidos. Sofia enfia a língua fundo, cheirando o ânus limpo mas ainda com resquícios de suor do dia. "Cheira a cu fresco, mas eu amo quando fede, mana. Abre mais pra mim", pede ela, e Elisa obedece, as pernas tremendo. Eu filmo de fora, o vidro embaçado, mas capturando as silhuetas se pegando. Sofia pega o chuveirinho e direciona o jato para a buceta da irmã, fazendo-a gozar de novo. "Caralho, tô mijando de tesão! Goza comigo, vadia!", grita Elisa, e as duas se masturbam mutuamente, dedos fodendo bucetas encharcadas.
Depois do banho, elas saem enroladas em toalhas, mas as jogam no chão e vão para a piscina. É noite de Natal, estrelas no céu, o mar rugindo ao fundo. A piscina é iluminada, água azul clara refletindo as luzes. "Pula comigo, mana, vamos foder na água", convida Sofia, mergulhando nua, a bunda emergindo como uma boia perfeita. Elisa pula atrás, e as duas nadam coladas, se beijando com água escorrendo pelos rostos. Eu posiciono a câmera na borda, filmando enquanto elas se abraçam no raso, bundas para cima, roçando virilhas. O cheiro de cloro misturado com o aroma salgado do mar e o suor renascido do tesão. "Senta na minha cara, Elisa, quero cheirar sua buceta molhada", manda Sofia, deitando na borda da piscina.
Elisa obedece, montando no rosto da irmã, rebolando devagar, o cu suado roçando no nariz de Sofia. "Ah, porra, cheira meu cu fedorento, lambe tudo!", geme ela, o som de lambidas abafado pela água. Sofia enfia a língua alternando entre buceta e cu, mãos apertando as nádegas grossas. "Que raba suculenta, toda suada e gostosa. Goza na minha boca, sua puta!", incentiva, e Elisa goza forte, o corpo tremendo, jatos de squirt misturando com a água da piscina. Eu fotografo close-ups, o pau doendo de tanto tesão, mas só assistindo. Elas riem, me chamando de corno inútil, e continuam se pegando, dedos fodendo cuzinhos apertados, gemidos ecoando na noite.
No dia seguinte, Natal propriamente dito, acordamos cedo para ir à praia. O sol queima, a areia quente sob os pés, e elas vestem biquínis minúsculos que mal cobrem as bundas. Caminhamos pela orla, eu carregando a câmera, filmando discretamente enquanto elas andam de mãos dadas, bundas rebolando. Encontramos um cantinho mais reservado atrás de umas dunas, e elas não perdem tempo. "Aqui na praia, mana? Com todo mundo passando?", pergunta Elisa, mas com um sorriso safado. Sofia a puxa para o chão, sobre uma canga, e começa a beijá-la, mãos explorando peitos e bundas. O cheiro de protetor solar misturado com suor salgado e excitação.
Sofia abaixa o biquíni de Elisa, lambendo os mamilos duros, descendo até a buceta depilada. "Ah, caralho, lambe minha xota aqui no sol, mana!", geme Elisa, abrindo as pernas, a areia grudando na pele suada. Eu filmo de longe, zoomando no rosto de Sofia enterrado na virilha da irmã, língua fodendo o clitóris inchado. O som das ondas cobre os gemidos, mas eu capto tudo: slurps molhados, respirações ofegantes. Sofia vira Elisa de quatro, bundão empinado para o mar, e lambe o cu suado, cheirando fundo. "Fede a sal e tesão, delícia. Abre esse cuzinho pra minha língua", diz ela, enfiando um dedo lubrificado com saliva. Elisa rebola, gozando com um grito abafado, o corpo coberto de areia e suor.
Voltamos para casa exaustos, mas o tesão não para. Na sala, elas se jogam no sofá, nuas de novo, e começam uma sessão de tesoura: virilhas coladas, roçando bucetas encharcadas. "Fode minha buceta com a sua, mana, vai, caralho!", grita Sofia, as bundas suadas batendo uma na outra com sons de ploc ploc. O cheiro de gozo fresco enche o ar, almiscarado e intenso. Eu filmo close, capturando os fluidos escorrendo pelas coxas. Elas gozam juntas, corpos tremendo, xingando uma à outra de puta, vadia, safada. "Sua buceta é tão quente, tô gozando de novo!", berra Elisa.
Os dias se passam assim, uma maratona de putaria. Uma noite, na cozinha de novo, elas decidem usar frutas: Sofia enfia uma banana na buceta de Elisa, fodendo devagar enquanto lambe o cu. "Ah, porra, fode minha xota com isso, mana, mas lambe meu cu fedido!", pede Elisa. O som de sucção, o cheiro de banana misturado com gozo. Eu fotografo, o pau vazando pré-gozo na calça.
Outra vez, no chuveiro, elas usam o jato de água como vibrador, se masturbando mutuamente, bundas coladas no vidro. "Sente esse jato no seu clitóris, vadia? Goza pra mim!", manda Sofia. Gemidos altos, água espirrando.
Na piscina à noite, sob as estrelas, elas flutuam nuas, se pegando devagar, línguas explorando corpos molhados. "Cheira minha axila suada, mana, lambe o suor", diz Elisa, e Sofia obedece, o cheiro salgado intensificando o tesão.
E na praia, mais ousadas, se pegam no mar, ondas batendo, bundas boiando enquanto dedos fodem debaixo d'água. "Fode meu cu com o dedo, aqui no meio do povo!", sussurra Sofia, e Elisa enfia, as duas gozando disfarçadamente.
Mas o ápice vem no Carnaval. Depois do Natal, voltamos para Recife, e no Carnaval de rua em Olinda, a multidão pulando, chuva caindo, bandeiras coloridas balançando. Elas vestem shorts curtos e tops, corpos suados da dança. No meio da rua encharcada, elas se abraçam, beijando-se apaixonadamente, bundas roçando. "Vem, mana, vamos foder aqui no meio da bagunça", diz Sofia, puxando Elisa para um beco próximo, mas ainda visível. Eu sigo, filmando.
A chuva molha tudo, cheiro de cerveja, suor e terra molhada. Sofia abaixa o short da irmã, lambendo a buceta ali mesmo, no chão enlameado. "Ah, caralho, lambe minha xota na chuva, mana! Cheira meu cu fedendo a suor do dia!", grita Elisa, empinando. Sofia enterra o rosto, língua fodendo, dedos no cu. O som de chuva batendo, gemidos misturados com a música distante. Elas se revezam, Sofia deitada, Elisa sentando na cara, rebolando forte. "Goza na minha boca, sua puta chuvosa!", ordena, e gozam forte, corpos tremendo na lama.
Eu filmo tudo, o corno excitado, postando trechos anonimamente para engajar os safados online. E se você quer encontrar o autor dessa loucura, basta procurar na internet por www.selmaclb.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem mais detalhes e contatos para aventuras parecidas.
De volta à casa de praia para o pós-Carnaval, elas continuam: na cozinha, usando utensílios como dildos, fodendo bundas suadas; no chuveiro, com sabonete escorregadio, dedos enfiados fundo; na piscina, boiando e se lambendo; na praia, escondidas nas dunas, cheirando e lambendo cuzinhos salgados; e no Carnaval remanescente, se pegando em blocos, bundas dançando coladas.
Sexo em todas as formas: oral, anal, vaginal, com dedos, línguas, objetos. Bundas sempre suadas, cheiradas, lambidas, tapas ecoando. Diálogos picantes: "Fode meu cu, mana, enche de porra imaginária!"; "Cheira essa raba fedida, lambe até eu gozar!"; "Sua vadia, rebola na minha cara, caralho!"
E eu, Ronaldo, o corno, só filmando, fotografando, postando diariamente. Mais aventuras em breve, fique ligado para as próximas putarias insanas.
Mas vamos aprofundar mais nesses dias. No segundo dia de Natal, após a praia, elas decidem uma sessão de massagem na sala. Eu espalho óleo nos corpos delas, mas só assisto. Sofia deita Elisa de bruços no sofá, bundão empinado, e derrama óleo no rego. "Ah, sente esse óleo escorrendo no seu cu, mana", diz ela, massageando as nádegas, dedos circulando o ânus. O cheiro de óleo de coco misturado com suor. Elisa geme: "Enfia o dedo, fode meu cuzinho oleoso, porra!" Sofia enfia dois, fodendo devagar, o som de squish squish. Depois, vira e massageia a buceta, língua no clitóris. "Goza pra mim, vadia oleosa!", e Elisa jorra, molhando o sofá.
No chuveiro da tarde, com vapor denso, elas se abraçam, bundas coladas, roçando devagar. "Sente minha bunda suada na sua, mana? Rebola comigo", murmura Sofia. Dedos exploram, cheiros intensos de sabonete e tesão. Gemidos longos, ecos no banheiro.
Na piscina ao pôr do sol, elas mergulham, emergindo para se beijar, peitos boiando. Sofia chupa os mamilos de Elisa, mão na buceta debaixo d'água. "Fode com os dedos, caralho, faz eu gozar na água!", pede Elisa. O som de bolhas e gemidos.
Na praia à noite, sob a lua, elas cavalgam uma na outra na areia, bundas suadas grudando grãos. "Lambe meu cu arenoso, mana, cheira o sal e o suor!", diz Sofia. Língua fundo, gozos múltiplos.
No Carnaval, mais intenso: na multidão, mãos por baixo dos shorts, dedando discretamente. "Sente meu dedo na sua xota, vadia? Goza no meio do povo!", sussurra Elisa. Cheiro de chuva, cerveja, suor coletivo.
E assim vai, dias de putaria sem fim. Elas se pegam na varanda, vento batendo, bundas ao ar; na cama, tesourando até o amanhecer; na cozinha, com legumes como brinquedos.
Diálogos explícitos: "Sua puta, abre esse cu pra mim lamber o fedor!"; "Fode minha buceta suada, enche de saliva!"; "Goza na minha cara, caralho, me afoga em squirt!"
Eu registro tudo, o corno feliz. Mais posts diários vindo, aventuras quentes em breve.
Para estender, lembro de uma noite na piscina: elas usam um dildo que eu comprei, dupla penetração. Sofia enfia na buceta de Elisa enquanto lambe o cu. "Ah, porra, fode com isso e lambe meu cuzinho suado!", grita Elisa. Som de vibração, cheiro de borracha e gozo.
No chuveiro, com espuma: bolhas cobrindo bundas, dedos escorregando. "Sente isso no seu rego, mana? Fode comigo!"
Na praia, sexo oral subaquático, bolhas subindo.
No Carnaval, beco escuro: Sofia de joelhos, chupando Elisa contra a parede. "Chupa forte, vadia, faz eu mijar de tesão!"
E mais: na sala, 69 perfeito, bundas na cara, cheirando e lambendo tudo. "Cheira meu cu fedorento, lambe até o fundo!"
Dias inteiros assim, detalhados em putaria. O tesão viral, engajando todos.
Mais uma cena: na cozinha ao amanhecer, Elisa sentada no balcão, pernas abertas, Sofia entre elas, lambendo devagar. "Lambe devagar, mana, sente o gosto do meu gozo noturno." Cheiro de café misturado com sexo.
No chuveiro matinal, água fria para acordar, mas tesão quente. "Fode com o punho, porra, abre minha buceta!"
Na piscina, flutuando em boias, se pegando preguiçosamente. "Rebola na minha mão, vadia suada."
Na praia, atrás de coqueiros, sexo anal com dedo. "Enfia no cu, cheira depois!"
No Carnaval final, dança colada, gozando com fricção.
E eu, sempre filmando. Fim? Não, mais em breve.
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Comentários (1)
O eclético: Gêmeas de idades diferentes?
Responder↴ • uid:w720i78i