#Corno

Hoje, dia 06 de Janeiro, fodi com encanador e corno fez as fotos e vídeos.

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Desde quando meu marido me mostrou o site de Selma e me pediu para ser corno que eu não parei mais de foder com tudo que é macho. Eu estranhei no início, mas vi que é um mundo muito gostoso e normal, e hoje temos perfil no site dela, no aplicativo, fazemos parte também do grupo VIP e adoramos, e sigo muito que vejo nos vídeos de Selma, como hoje mesmo terça-feira dia 6 de janeiro quando resolvemos seduzir um encanador que mora no bairro que tem apenas 21 anos e é conhecido por ser dotado. Nós arriscamos muito pois sabemos que nossa fama corre solta por aí, a do meu marido de ser um corno que recebe os machos em casa e a minha por da minha bunda gostosa além de foder de todas as formas possíveis e gozar feito louca gritando, como vocês podem ver nas diversas fotos e vídeos que eu publiquei no meu perfil. Hoje eu recebi esse gostoso com um shortinho curto e socado na bunda e começamos a nos beijar na frente do meu marido, ele estranhou mas sabemos também que já conhece a fama que rola aqui no bairro da Imbiribeira na Zona Norte do Recife, e o corno começou a filmar a gente ainda aqui no banheiro. Imagine uma puta safada como eu, com bundão enorme e cu guloso, sendo arrombada por um novinho pauzudo de 21 anos no banheiro apertado, cagando no pau dele enquanto cavalgo como louca, peidando alto, cheirando a merda e porra misturados, gritando humilhações pro corno manso que filma tudo de pau duro, com diálogos sujos que vão te deixar louco de tesão, querendo devorar cada foto e vídeo anexado pra fantasiar que é você metendo em mim, e sabendo que tem mais putarias selvagens vindo por aí, com o corno só filmando e fotografando, novas postagens diárias cheias de foda sem pudor.

Eu sinto o coração pulsar forte enquanto entro no banheiro pequeno e úmido da nossa casa simples aqui no bairro. O ar tá carregado com o cheiro de azulejo molhado de uma chuveirada recente, misturado ao suor do meu corpo ansioso e o perfume barato que borrifei nas curvas pra atrair o macho. Meu marido, o Paulo, esse corno manso e submisso, já tá posicionado no canto com o celular na mão, os olhos brilhando de uma mistura de humilhação e excitação pervertida. Ele sabe o que vai rolar, afinal, foi ele quem me mostrou o site de Selma e implorou pra eu transformar ele num corno oficial, assistindo enquanto eu dou pra outros. "Vai, amor, seduz esse puto do encanador. Eu filmo tudo", ele sussurra, a voz tremendo, e eu sorrio pra ele, sabendo que o pauzinho dele já tá meia-bomba só de imaginar.

O Tiago, o encanador novinho de 21 anos que todo mundo no bairro comenta que é dotado pra caralho, chega com a caixa de ferramentas enferrujada, vestindo uma calça jeans apertada que marca o volume grosso entre as pernas. Ele é alto, com músculos definidos de tanto trabalhar com canos e tubos, pele escura suada do calor do Recife, e um sorriso malicioso que diz que ele já ouviu os boatos sobre nós – sobre o corno que recebe machos em casa e a puta com bundão que grita como louca na foda. "Boa tarde, dona. Vim ver esse vazamento na pia", ele diz, os olhos descendo direto pro meu shortinho branco curto e socado, que mal cobre as nádegas gordas e tremendo, marcando a calcinha fio dental transparente que deixa meu cu e minha buceta quase à mostra. Eu sinto o tesão subir, a buceta já úmida só de imaginar o pauzão dele me arrombando.

"Que bom que você veio rápido, Tiago. Meu marido aqui disse que você é especialista em canos grossos e duros", eu respondo com uma piscada, me aproximando devagar, balançando os quadris pra fazer a bunda rebolar e tremer na cara dele. O cheiro do suor dele chega até mim, masculino e forte, misturado ao óleo de máquina das ferramentas. Paulo ajusta a câmera do celular, filmando em silêncio, o rosto corado. Tiago ri, um riso nervoso mas excitado, coçando a cabeça. "É, eu manjo disso. Mas onde tá o problema exatamente?" Eu me viro de costas pra ele devagar, empinando o bundão bem na altura do rosto dele, sentindo o ar quente da respiração dele na pele. "Acho que é bem aqui, ó. Vem checar de perto." Sem esperar, eu puxo o shortinho pro lado com uma mão, expondo a calcinha fina que mal tapa meu cu rosado e piscante, já lubrificado pelo tesão.

Tiago engole em seco, os olhos vidrados no meu rabo. "Caralho, dona, que bunda enorme e perfeita. Você tá louca pra provocar, né?" Eu rio alto, olhando por cima do ombro pro Paulo. "Louca é pouco, Tiago. Meu corno aí adora ver isso. Mostra pra ele como um macho de verdade trata uma puta como eu." Paulo treme visivelmente, mas continua filmando, o celular capturando cada detalhe. Tiago hesita por um segundo, mas o tesão vence – ele estende as mãos grandes e calejadas, apertando minhas nádegas gordas com força, separando elas devagar. "Porra, que delícia de carne. Seu marido é corno mesmo? Que viado patético, ficar filmando enquanto eu toco na mulher dele." Ele diz isso olhando direto pro Paulo, e eu sinto uma onda de excitação ao ver o corno baixar os olhos, humilhado. "Sim, ele é um corno manso e inútil, Tiago. Um broxa que não dá conta de me foder direito, por isso eu chamo machos como você."

A gente começa a se beijar ali mesmo, no banheiro apertado, o corpo dele colando no meu, o pauzão já duro roçando na minha coxa. A boca dele é quente e faminta, a língua grossa invadindo a minha, chupando com voracidade, o gosto de cigarro e suor na saliva dele misturando com o meu batom barato. Eu gemo na boca dele, as mãos descendo pra apertar a bunda dele, enquanto ele agarra meus peitos por cima da blusa fina, os bicos endurecendo instantaneamente. "Me beija mais, seu puto. Meu corno tá filmando pra se masturbar depois", eu digo entre beijos, e Tiago ri na minha boca. "Que corno ridículo. Aposto que o pau dele é minúsculo comparado ao meu, né? Um viado que só serve pra assistir." Paulo filma de perto, o som da respiração pesada dele misturando com os nossos gemidos, o cheiro de tesão subindo no ar úmido.

"Agora me vira, puta safada", Tiago manda com voz rouca, e eu obedeço rapidinho, virando de costas, empinando o bundão pra ele de novo. Ele se ajoelha um pouco, as mãos abrindo minhas nádegas com força, expondo o cu todo. "Porra, que cuzinho lindo e cheiroso. Deixa eu cheirar isso aqui direito." Ele enfia o nariz bem no meio da minha bunda, inspirando fundo, o ar quente saindo das narinas dele enquanto ele fareja o cheiro natural do meu suor acumulado do dia, misturado ao aroma de buceta molhada vazando. "Hmm, cheiro de puta no cio, suada e pronta pra foda. Adoro esse fedor de rabo guloso." Eu gemo alto, empurrando a bunda na cara dele. "Cheira mais, Tiago, sente o cheiro da bunda da mulher do corno. Paulo, olha só, o Tiago tá cheirando o cu que você mal lambe, seu corno broxa e patético."

Tiago não para aí – ele estende a língua quente e molhada, lambendo devagar o meu cu, rodando a ponta ao redor do anel rosado, enfiando devagar pra dentro, o som molhado de saliva ecoando no banheiro pequeno. Slurp, slurp, a língua dele explorando cada dobra, lambendo com fome enquanto eu tremo de tesão. O cheiro de saliva misturada ao suor da minha bunda sobe forte, e eu sinto a buceta pingando. "Ah, caralho, lambe esse cu sujo, Tiago! Lambe como um macho de verdade, não como esse corno viado do Paulo que nem sabe chupar direito." Tiago geme, lambendo mais fundo. "Isso, puta. Seu corno é um lixo mesmo, ficar filmando enquanto eu como o cu da mulher dele. Aposto que ele goza só de cheirar de longe." Eu rio, olhando pro Paulo. "Goza sim, o viado. Paulo, você é um corno inútil e chifrudo, que adora ver machos lambendo o que você não merece."

Depois de me deixar louca com a língua no cu, Tiago se levanta, baixa a calça jeans com pressa, revelando o pauzão grosso e veinoso, uns 22 centímetros de carne dura e pulsante, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. O cheiro de pau suado dele enche o ar, misturando com o fedor da minha bunda lambida. "Agora apoia as mãos na parede, puta. Vou meter na sua buceta primeiro." Eu obedeço, me apoiando no azulejo frio e escorregadio, empinando o rabo alto, as pernas abertas. Ele puxa minha calcinha pro lado e atola o pau na buceta de uma vez só, o som de carne molhada sendo invadida ecoando: ploc, ploc, ploc. "Aaaah, porra, que pau grosso e quente! Fode essa buceta molhada, Tiago, fode forte na frente do corno!" Ele segura minha cintura com as mãos fortes, metendo com ritmo acelerado, o pau entrando e saindo da buceta escorrendo, o cheiro de sexo vaginal forte no ar úmido.

" Toma, sua puta casada. Seu corno tá filmando tudo, olha pra ele e humilha o viado enquanto eu te arrombo." Eu viro o rosto pro Paulo, gemendo alto. "Paulo, seu corno manso e broxa, olha como o Tiago me fode de verdade, como você nunca conseguiu. Você é um patético que só serve pra pagar contas e filmar machos me comendo." Tiago acelera as estocadas, o som de bolas batendo na minha bunda alto, sac, sac, sac, suor pingando dos nossos corpos. "Isso, humilha mais o corno. Diga que ele é um viado inútil." "Paulo, você é um viado inútil, chifrudo e ridículo, que adora ver a mulher sendo puta pros outros." A foda em pé me deixa as pernas tremendo, a buceta apertando o pau dele, e eu sinto o primeiro orgasmo se aproximando. "Ah, caralho, to quase gozando! Fode mais, Tiago!"

Ele me puxa pro chão do banheiro, sentando no azulejo frio, as pernas abertas, o pau ereto apontando pro teto. "Senta aqui de frente, puta. Quero ver sua cara de safada enquanto cavalga." Eu monto nele devagar, guiando o pau pra dentro da buceta, sentindo ele me preencher todo. Olho nos olhos dele, cheios de tesão, enquanto subo e desço devagar no início, depois acelerando. "Olha pra mim, Tiago, olha como eu gozo no seu pauzão." Os peitos balançam livres agora, pois eu tiro a blusa, os bicos duros roçando no peito dele. O som de buceta molhada no pau é squish, squish, squish, o cheiro de suor e sexo inundando o banheiro. "Porra, que delícia de puta. Seu corno deve se masturbar todo dia vendo você assim." Eu rio, cavalgando mais rápido. "Se masturba sim, o broxa. Paulo, filma de perto como a buceta da sua mulher engole o pau de um macho dotado. Você é um corno patético e viado, que nem pra me fazer gozar serve."

Eu gozo forte nessa posição, o corpo convulsionando, gritando alto: "Aaaah, to gozando no pau dele, caralho! Olha, corno, sua puta gozando como louca!" O cheiro do meu gozo escorrendo pelo pau dele sobe, doce e salgado. Tiago agarra meus peitos, chupando os bicos com fome, os dentes mordiscando levemente. "Goza mais, puta. O corno aí tá adorando ser humilhado, né? Diga pra ele que ele é um lixo." "Paulo, você é um lixo de homem, um corno chifrudo e manso que só filma enquanto eu dou pra novinhos."

Agora, eu me viro de costas pra ele, ainda montada, mostrando o bundão enorme pro Paulo filmar. "Olha isso aqui, corno. Minha bunda tremendo no pau que você nunca teve." Eu sento de novo, o pau atolado na buceta, subindo e descendo com força, a bunda batendo nas coxas dele, clap, clap, clap. O cheiro de suor da minha bunda misturando com o sexo, e eu empurro pra trás. "Porra, Tiago, fode essa puta de bundão. Paulo, você é um corno inútil e broxa, que adora ver o rabo da mulher sendo usado." Tiago dá tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. "Humilha mais, safada. Diga que o corno é um viado fedorento." "Paulo, você é um viado fedorento, patético e chifrudo, que nem pra cheirar minha bunda serve."

Ele me levanta um pouco, tirando o pau da buceta, e mira na entrada do cu. "Agora no cu, puta gulosa. Quero arrombar esse rabo sujo." Eu sinto a cabeça grossa forçando o anel apertado, e ele atola devagar, centímetro por centímetro, me fazendo gritar de dor e prazer misturados. "Aaaah, caralho, que pau grosso no cu! Atola tudo no rabo da mulher do corno, Tiago!" O pau entra fundo, preenchendo meu reto, o cheiro de sexo anal subindo, mais forte e terroso. Eu começo a cavalgar devagar, subindo e descendo na vara que entra e sai do cu, o som de fricção molhada: shlop, shlop, shlop. "Porra, tá com uma vontade louca de cagar, Tiago. Esse pauzão tá remexendo tudo aqui dentro, mexendo nas tripas."

Eu olho direto pro Paulo, os olhos cheios de deboche. "Olha aqui, corno, sua mulher vai cagar no pau de outro na sua frente. Você é um corno nojento e viado, que adora ver merda saindo do cu da puta dele." Tiago geme alto, excitado pra caralho. "Caga, puta. Quero sentir esse cu apertando mais." Eu forço um pouco, e um peido alto e fedorento sai, prrrrt, ecoando no banheiro, o cheiro de gás intestinal misturando com o sexo. "Ah, porra, to peidando na vara grossa! Paulo, cheira isso, seu corno manso e patético. Você é um broxa inútil que só serve pra filmar peidos da mulher." Eu abro a bunda com as duas mãos, expondo o pau entrando e saindo. "Olha bem, corno, o pau atolado no cu sujo. To com mais vontade de cagar agora."

Outro peido sai, prrrrt, mais longo e fedorento, o cheiro de merda começando a subir de verdade, forte e acre no ar confinado. Tiago respira fundo, excitado apesar do fedor. "Caralho, que nojento e tesudo ao mesmo tempo. Fode mais, puta cagona." Eu humilho mais o Paulo. "Paulo, manda o Tiago meter mais forte no cu da sua puta. Você é um corno chifrudo e ridículo, viado fedorento que adora cheiro de merda." Tiago obedece, metendo de baixo pra cima com força, as estocadas fazendo meu bundão tremer. Eu subo e desço rápido, o pau saindo quase todo e atolando de novo. "Sim, fode forte, porra! To cagando agora, Tiago, sinto a merda saindo no pau!"

O cheiro de merda fresca sobe intenso, e eu sinto pedaços moles escorrendo pelo pau dele, sujando tudo. "Ah, caralho, to cagando de verdade! O pau dele tá todo marrom de merda agora, Paulo. Você é um corno lixo e broxa, que vai limpar isso depois." Tiago tá super excitado, o pau pulsando mais dentro do cu cagado. "Porra, puta, isso é doentio mas me deixa louco. Continua cavalgando." Eu forço mais, outro peido com merda: prrrrt, splat. "To cagando mais, fedendo o banheiro todo! Paulo, você é um patético viado manso, chifrudo e inútil, que adora ver a mulher virar privada pros machos."

Agora, eu me viro de frente pro Tiago, ainda com a bunda suja de merda fresca, o pau dele marrom e fedorento saindo do cu. "Quero olhar sua cara de prazer enquanto fode meu cu cagado." Eu monto de novo, guiando o pau sujo pro cu, atolando todo de uma vez, o cheiro ruim forte agora, invandindo as narinas dele. Ele franze o nariz, mas os olhos brilham de tesão. "Porra, cheira a merda pura, puta, mas tá gostoso pra caralho. Sente o fedor ruim porque você tá cagando no meu pau todo, mas eu to excitado como nunca." Eu cavalgo devagar no início, olhando nos olhos dele, vendo o prazer misturado ao nojo. "Sim, sinto você cheirando a merda, mas continua metendo, seu puto. Paulo, olha o Tiago sentindo o cheiro ruim da merda da sua mulher, mas fodendo mesmo assim. Você é um corno ridículo e fedorento, viado broxa que nem pra isso serve."

Eu acelero, subindo e descendo com força, o pau atolado no cu, merda escorrendo pelas minhas coxas e pelas dele. "Ah, caralho, goza dentro de mim, Tiago! Quero sentir a porra jorrando." Ele começa a gozar, gemendo alto como um animal: "Aaaah, to gozando, puta! Toma porra no cu cagado!" Eu me atolo toda no caralho, sentindo o esperma quente e grosso jorrando de baixo pra cima, inundando meu reto e ânus, misturando com a merda mole, o cheiro agora de porra e fezes forte no ar. "Porra, sinto a gala inundando tudo aqui dentro, enchendo meu cu sujo!"

Quando eu me levanto devagar, o estrago tá feito: merda marrom e porra branca escorrendo pelas minhas pernas, pelo pau dele, pingando no chão do banheiro, o fedor insuportável mas excitante. Paulo filma tudo de perto, o rosto vermelho, o pau duro traindo a humilhação. "Olha o estrago, corno. O cu da sua mulher destruído, cheio de merda e porra de outro. Você é um corno nojento, viado patético, chifrudo manso, broxa inútil, lixo fedorento, fracassado como homem." Tiago ri, limpando o pau na toalha. "É, corno, limpa essa bagunça toda enquanto eu vou embora. Sua fama de corno vai explodir no bairro agora." Eu beijo Tiago na boca, a língua suja misturando sabores. "Volta quando quiser, dotado. Foi uma foda inesquecível."

Paulo continua filmando enquanto eu me limpo um pouco, mas eu mando ele lamber o resto. "Vem cá, corno. Limpa o cu da sua puta com a língua, sente o gosto da merda misturada com porra." Ele se ajoelha, hesitante, mas obedece, a língua quente lambendo o cu sujo, slurp, slurp, engolindo tudo. "Ah, porra, lambe bem, seu viado. Você é um corno submisso que adora comer a sobra dos machos." O cheiro ainda forte, ele geme, se masturbando devagar. "Isso, goza lambendo merda, Paulo. Você é o corno mais ridículo do Recife."

Com certeza é mais um macho que vai espalhar a fama de puta e corno desse casal nesse bairro humilde do Recife. E pra quem quer mais, tem mais aventuras em breve, o corno só filma e faz as fotos, com novas postagens diárias. Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Só lembrando a vocês que comprando o e-book de Selma pelo link que eu deixo aí https://t.co/7991zPsgI9 você já tem direito a tudo dela como o site completo, o grupo VIP, acesso ao aplicativo, muitas fotos e vídeos diariamente, vale muito a pena, eu sou usuária e o corno também e podemos confirmar isso. Um beijão e até a próxima.

Mas o tesão não acaba aí. Depois que o Tiago sai, eu fico ali, a bunda ainda suja, olhando pro Paulo com um sorriso perverso. "Vem, corno, continua lambendo. Quero gozar de novo na sua boca." Ele lambe mais, a língua enfiando no cu dilatado, sentindo os resquícios de merda e porra. "Ah, caralho, lambe fundo, seu viado. Você é um corno que adora sabor de macho no cu da mulher." Eu gozo de novo, apertando a cabeça dele contra o rabo. "To gozando na sua cara, porra!"

No resto do dia, assistimos o vídeo juntos, eu me masturbando enquanto humilho ele mais. "Olha você filmando como um patético, Paulo. Seu pauzinho nem chega aos pés do Tiago." Ele goza na mão, humilhado. Vida de puta com corno: deliciosa. Mais logo.

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