#Assédio #Gay #Incesto

Meu tio e eu

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Ícaro

Até o dia que ele veio finalmente jogar na minha cara que eu tinha pegado o revólver e criado toda aquela confusão, ali eu percebi que meu tio era um

Bom, meu nome é Ícaro, atualmente tenho 22 anos e hoje em dia sou assumidamente bissexual, mas o que vou contar aconteceu há uns 5 anos e foi minha primeira experiência com outro cara.
Na época, eu era criado por mãe solo e por uma questão financeira, morávamos nos fundos da casa da minha avó, em um bairro só subúrbio. Minha avó morava com meu tio, ele tinha uns rolos com venda de drogas, armas e mercadoria roubada, além de encher a cara e ficar perturbando nosso sossego. Como minha mãe trabalhava o dia inteiro, eu ficava sozinho em casa durante a tarde, meu tio e minha avó ficavam na casa da frente.
Um dia, assim que eu cheguei da escola, vi uma sacola de pano pendurada no portãozinho que dá acesso para os cômodos dos fundos, não mexi, mas fiquei curioso, suspeitei que seria alguma coisa do meu tio, provavelmente mercadoria roubada. A curiosidade foi maior e acabei encontrando um revólver bem pequeno, ele estava embrulhado em vários sacos de pão, aqueles marrons de papel. Peguei o sacola e fui correndo pra casa de um amigo, pra mostrar pra ele. Minha sorte é que o revólver estava descarregado e meu azar é que ele não quis me devolver. Não demorou muito pro meu tio vir me questionar, perguntando se eu sabia onde estava, já que ele deixou pendurado no portão de casa, mas como ele também vacilou e ficou com receio de abrir o jogo com a minha mãe ou minha avó, ficou me ameaçando sem elas saberem da situação. Uma semana depois, o pai desse meu amigo apareceu em casa e meu tio atentedeu, reconhecendo imediatamente a sacola e segurando a maior bronca do mundo. De casa eu ouvia o cara xingando ele de irresponsável, criminoso, mas ele só queria saber de uma coisa: me encontrar e acabar com a minha raça.
Meu tio chama Flávio, é um homem branco, de cabeça claro, magro e com fama de moleque, nunca parou com mulher e nem com emprego, era totalmente o oposto da minha mãe, que se matava de trabalhar. O Flávio era fumante, usava bermuda tectel, boné e vivia sem camisa por aí. Era comum ele ficar mandando eu engrossar a voz e endireitar o andar, dizia que eu rebolava. Uma vez ouvi ele dizer que dava conta da minha bunda. Mas sempre ignorei, até o dia que ele veio finalmente jogar na minha cara que eu tinha pegado o revólver e criado toda aquela confusão, ali eu percebi que meu tio era um malandro que não recusava nada.

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