#Corno

Sexo em família não é traição

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Em uma casa aconchegante no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, uma esposa insaciável chamada Vanessa, de 42 anos, não aguenta mais a saudade do marido Alexandre, que está há um ano e meio em missão no exterior. Sempre fogosa e cheia de desejos proibidos, ela acaba cedendo à ideia dele: se satisfazer com o filho jovem e bem dotado, o Vinicius de 23 anos, que mora com ela. O que começa com conversas picantes ao telefone, masturbações intensas e olhares carregados de tensão explode em uma noite de sexo selvagem, cru e sem limites – vaginal, oral, anal com dor deliciosa, peidos escapando no calor do momento, tudo registrado em câmeras escondidas que capturam cada gemido, cada estocada, cada gozo explosivo. Essas aventuras secretas e proibidas vão te deixar louco de tesão, querendo ver cada detalhe sujo e acompanhar o que vem depois, porque o fogo só aumenta e o futuro promete mais loucuras ainda mais intensas.

Eu tava no quarto, sozinha mais uma vez, olhando pro celular depois daquela ligação com o Alexandre. Ele tava lá do outro lado do mundo, e eu aqui, morrendo de tesão o tempo todo.

"Amor, só mais seis meses e eu volto pro nosso ninho no Rio."

"Eu sei, mas já faz um ano e meio, caralho. Tô cansada desses vibradores e sexo por videochamada não mata a fome. Tô molhada o dia inteiro, preciso de um pau de carne e osso me rasgando."

"Vanessa, você é tarada vinte e quatro horas por dia, mesmo quando eu tô em casa. Adoro isso em você, minha putinha insaciável. A gente já falou sobre uma saída antes de eu vir pra cá. Tá pronta agora?"

"Mas ele é o nosso filho... Não acha isso loucura?"

"Acho que você pegar um qualquer na rua seria loucura. Tem um macho novo, forte e capaz bem debaixo do nosso teto. A gente podia ter iniciado ele junto, mas você torceu o nariz. Agora tá sofrendo à toa. Prefiro mil vezes que você mate a vontade com ele, porque a gente confia nele de olhos fechados. E lembra aquela vez que chegamos mais cedo e pegamos ele socando a vizinha japonesa? Você quase me comeu vivo naquela noite, então não vem com cara de santa dizendo que nunca babou por aquele pauzão."

"Eu sei, mas..."

"Mas porra nenhuma. Joga esse tabu velho no lixo. Você sabe que minha mãe e minhas tias me ensinaram tudo. Você nunca reclamou disso. Nem quando fizemos aquele ménage louco com minha mãe, um ano depois do casamento. Tá sendo hipócrita agora, amor. Você PRECISA de rola e sabe exatamente onde tem uma pronta pra te servir. Se eu souber que você meteu com outro, vai dar merda grande. Agora tenho que correr, te amo pra caralho."

O Alexandre tinha razão, como sempre. Eu era tarada mesmo, e a culpa era toda dele. Se o pau dele não fosse tão perfeito, grosso, veiudo, talvez eu não virasse uma cadela no cio o tempo todo. Ele não só fodia bem, como falava sujo do jeito que me deixava louca. As coisas que ele fazia comigo... me fazia querer ser arrombada em todos os buracos. Ele era o único que tinha comido meu cu de verdade. Nenhum outro homem me fazia implorar pra ser fodida ali atrás. Só de lembrar, minha buceta já piscava, encharcando a calcinha.

Peguei aquele vibrador duplo que ele me deu no último aniversário. Era uma obra de arte: duas pontas grossas, com uma alça no meio pra eu poder meter nos dois buracos ao mesmo tempo. Nem precisei de lubrificante – tava pingando igual cachoeira. Enfiei uma ponta na buceta primeiro, sentindo ela me esticar gostoso, depois forcei a outra no cu ainda apertadinho, doendo um pouquinho de um jeito que me fazia gemer. Só a alça ficou pra fora. Apertei os dois buracos em volta dele, segurei a alça e comecei a me foder devagarinho, imaginando a primeira vez que o Alexandre me arrombou o cu.

A gente era recém-casado, tinha saído pra beber com a galera na Lapa. Chegamos em casa bêbados de tesão. Eu empurrei ele no sofá da sala, montei em cima e comecei a roçar. Beijão molhado, ele abriu o zíper do meu vestido, chupou meus peitos grandes, mordiscou os bicos duros até eu rebolar louca. Acabamos nus, em 69, eu por cima. Ele lambia meu grelo, enfiava a língua na buceta, depois puxou minha bunda pra boca e começou a chupar meu cu. Eu quase gozei ali. Dei um tapa na própria bunda pra incentivar, e ele meteu a língua fundo. A sensação era elétrica, os dois gemendo. Ele deu outro tapa forte, eu gemi alto.

"Quer isso, amor?"

Encorajado, trocou a língua pelo dedo, chupando meu grelo com força. Depois meteu dois dedos, abrindo meu cu.

"Esse cu é MEU?"

Eu engoli o pau dele todo, gemendo. Ele bateu mais forte na bunda e começou a bombar os dedos. Eu rebolava neles, o cu se abrindo. Ele meteu o terceiro dedo, mordendo meu grelo de leve.

"Caralho!"

Deixei eu me foder nos dedos mais um minuto, depois ele me tirou de cima, me deixou de quatro. Enfiou na buceta de uma vez, socou dez vezes forte, depois empurrou minhas costas pra arquear. Quando senti a cabeça do pau no meu cu, gemi.

"Me arromba, Alexandre! Come meu cu, vai!"

Ele forçou até passar o anel, eu tremi toda, mordendo o travesseiro de dor e tesão. Ele parou, esperando. Eu empurrei pra trás, querendo mais. Ele entrou mais fundo, girando. Eu empurrei de novo, aceitando tudo. Aí ele começou a meter longo e fundo, até os bagos baterem na minha bunda. Fodia meu cu com a mesma confiança que fodia a buceta – agora os três buracos eram dele.

Com essa imagem na cabeça, eu me fodia com o vibrador duplo com mais força, imaginando como seria o pau do Vinicius na minha buceta ou no meu cu. A semente tava plantada, não adiantava negar. Gemi alto, sem perceber que a porta tava aberta e o Vinicius tava no corredor, ouvindo tudo.

"Ahhh, quero vocês dois me rasgando... Dois paus grossos me esticando ao mesmo tempo... Não consigo evitar, vocês me fazem querer ser uma mãe safada..."

Comecei a meter mais rápido, precisando gozar.

"Me fode, Vinicius! Me enche como seu pai faz! Eu PRECISO desse pau!"

Explodi em um orgasmo que me deixou tremendo, a buceta e o cu apertando o vibrador. O Alexandre tava certo – eu não ia esperar mais. O Vinicius sabia foder, eu tinha visto, e era exatamente disso que eu precisava. Meu filho ia me dar o que eu queria.

Vinicius desceu as escadas devagar, coração batendo forte. Pegou uma cerveja gelada na geladeira e saiu pro quintal, sentando na rede com vista pro mar de Ipanema ao fundo.

"Porra, pai tá certo. Mamãe quer me comer!"

O celular tocou. Era o Alexandre.

"Fala, pai! Tudo na paz?"

"Tudo, filhão. Cadê sua mãe?"

"Ouvi ela no quarto agora há pouco. Tá piorando, pai. Dessa vez ela tava gemendo imaginando nós dois nela."

"Por isso pedi pra você ficar de olho. Quando falei com ela mais cedo, ela tava louca de tesão, aí eu joguei a ideia de você cuidar dela esses seis meses. Ela resistiu no começo, mas tá cedendo."

"Sério mesmo, pai? A gente já tinha conversado, mas não achei que você fosse liberar de verdade."

"Liberei total, Vinicius. Sua mãe é uma deusa. Ela tá no limite, acha que se não foder de verdade vai acabar traindo, e eu não quero isso. Ela também não. Resumo: ela precisa de rola todo dia, e você pode dar. Confio em você pra segurar a bronca. Dica: amanhã de manhã, não esconde a ereção matinal. Deixa ela ver você sofrendo. Ela vai tomar a iniciativa. Consegue fazer isso pela família?"

"Claro, pai. Eu quero pra caralho. Acha mesmo que ela topa?"

"Sei que topa! Fode ela direito, ela aguenta firme. Depois de tanto tempo, é isso que ela quer. Sem culpa – vocês têm minha bênção."

"E quando você voltar? Não sei se vou querer parar."

"Entendo. Se ela quiser continuar te chupando e te dando quando eu chegar, beleza, desde que eu seja o macho alfa. Você vai ter que achar uma mina pra ser sua principal."

"Valeu, pai. Agora faz sentido."

BJ – quer dizer, Vinicius – sorriu largo. Desde que o pai plantou a ideia, não saía da cabeça dele. Aos 23 anos, qualquer brisa o deixava duro, mas imaginar a mãe... era fantasia antiga. Quando o Alexandre recebeu a missão longa, começou a preparar o terreno. Sabia que eu não ia aceitar de cara, então armou tudo.

A vizinha, a Yumi, viúva japonesinha gostosa, baixinha, peitões, cintura fina e bunda empinada, tava de olho no Alexandre, mas ele nem dava bola. Só tinha olhos pra mim. Sugeriu pra ela que mirasse no Vinicius – jovem, pauzão, precisava de aula prática. Yumi não pensou duas vezes. Em pouco tempo tava comendo o menino. Já tavam transando há meses quando o Alexandre armou o flagra.

Ia levar a gente pra jantar no Copacabana Palace. Mandou o Vinicius chamar a Yumi assim que saíssemos. Fingiu que esqueceu a carteira e voltou. Quando entrou, Yumi tava mamando o pau duro do Vinicius, babando toda. Ele parou na porta, olhou pro filho. Vinicius sorriu safado e mandou: "Quero você de quatro, Yumi."

Posicionou ela com a cabeça baixa no sofá, começou a meter longo e fundo. Quando pegou ritmo, olhou pro pai e fez sinal. Alexandre voltou pro carro e me chamou pra ver, mandando ficar quietinha. Entramos e ouvimos:

"Ahhh Vinicius, que pau grosso! Me estica todinha!"

"Gosta assim, Yumi? Quer mais forte?"

"Querooo! Me fode com força, meu delícia!"

Eu fiquei hipnotizada vendo meu filho dar tapas fortes na bunda dela, socando fundo, os bagos batendo no grelo.

"Sei como você curte, Yumi. Gosta do meu pau preto fundo na sua xota asiática, né?"

"Adorooo seu pauzão! Vou gozar de novo!"

Ele enterrou até o talo, rebolou, ela tremeu gozando loucamente. Eu olhei pro Alexandre, a gente saiu sorrindo e voltou pro carro. No caminho, mandei parar num cantinho escuro do Aterro do Flamengo. Mal estacionou, eu já tava abrindo a braguilha dele, chupando com fome.

"Você pirou vendo o Vinicius comer a Yumi, né?"

Eu só gemi, engolindo mais fundo.

"Viu como ele tava duro socando ela?"

Eu babava tanto que molhei a calça dele toda.

"Sabia que você tava louca pra isso, por isso tá me mamando assim."

Gemi de novo – não adiantava negar. Ia fazer ele gozar na minha boca. Ele segurou minha cabeça e começou a jorrar.

"Quer que o Vinicius te foda a boca assim?"

Eu gozei só com aquilo, garganta cheia. Ele metia devagar agora, querendo que eu engolisse tudo.

"Quer provar o leitinho novo do seu filho, né?"

Gozei de novo quando ele esporrou grosso. Chupei até limpar.

"Imagina leitinho quente e jovem... Sua buceta tá encharcada querendo isso."

Olhei pra ele com cara de vadia.

"Me leva pra casa agora! Preciso ser fodida!"

Ele deu meia-volta, a gente correu pro quarto. Vinicius tava em casa e ouviu tudo – gemidos, tapas, eu gritando pra Alexandre me arrombar o cu enquanto ele falava que eu devia dar pro filho.

Na manhã seguinte, Vinicius acordou cedo, malhou na praia de Ipanema, voltou suado e foi pra cozinha. Eu desci com o cheiro de café e bacon.

"Que delícia de cheiro, filhão!"

"Oi mãe, treinei cedo e voltei faminto. Fiz pra nós dois. Tá com fome?"

"Sempre quando meu filho cozinha pra mim!"

Ele riu, serviu omelete com abacate e bacon. Quando se virou, quase engasguei – o volume no short era obsceno. Não tava totalmente duro, mas dava pra ver o formato. Mamilos meus endureceram na hora. Ele pegou suco na geladeira, eu babando na bunda dele – igualzinha a do pai, durinha.

Conversamos sobre o dia. Ele disse que ia trabalhar, chegaria umas 18h30. Sugeri fazer jantar especial.

"Boa, mãe! Adoro sua comida. E não quero você por aí com macho olhando esse corpão."

"Ciumento, é?"

"Protetor."

Combinamos. Quando ele se levantou, deixou eu ver o volume de novo. Eu me abaixei pra guardar o suco, ele viu meus peitos no roupão. Me abraçou por trás, beijou a nuca. Senti o pau dele encostando na minha bunda, apertei as mãos dele.

"Até a noite, gostoso. Não atrasa."

"Com uma gata como você esperando, nem pensar!"

Ele saiu. Eu me apoiei na pia, gemendo. Ia acontecer. Precisava. Meu marido sabia.

Passei o dia me cuidando – salão no Leblon, cabelo, unhas, depilação total. Preparei salmão com risoto, mesa posta na sala de jantar. Tomei banho demorado, perfume caro, vesti um vestido de seda justo, sem nada por baixo. Abri vinho branco, coloquei avental e finalizei o jantar.

Vinicius chegou, casa cheirando a comida boa.

"Cheguei, minha linda!"

"Quase pronto. Se troca que já sirvo na sala de jantar."

Ele desceu, eu já sentada, pratos cheios, vinho servido.

"Que ocasião especial?"

"Depende de uma conversa adulta, filho."

Ele sentou do lado, eu alimentei ele garfada por garfada, dedo nos lábios quando ele quis falar. Quando acabou o prato dele:

"Não vai comer a mamãe?"

"Ainda não tô com fome de comida."

Peguei na mão dele, levei pra sala. Sentei no colo, sentindo o pau endurecer.

"Vinicius, sinto tanta falta do seu pai... Ele me conhece como ninguém. Mas ele não tá aqui, e eu não aguento mais. Preciso da sua ajuda."

"Tudo por você, mãe."

"Quero que você me foda. Seu pai liberou, disse que só você não seria traição. Depois que vimos você com a Yumi... não consigo mais. Por favor, me come."

Ele me beijou – beijo bruto, língua invadindo. Levou no colo pro quarto, jogou na cama. Tirei o vestido, ele ficou nu em segundos. Esfregou a cabeça do pau na minha buceta molhada, meteu metade.

"Caralho!"

"Quer tudo, mãe?"

"Quero!"

"Quer que eu te foda forte como fiz com a Yumi?"

"Quero, porra!"

"Diz as safadezas que você diz pro pai."

Ele enterrou até o talo. Eu envolvi ele com pernas e braços.

"Me rasga, filho! Me fode com força! Me faz gozar no seu pau jovem!"

Ele socou dez minutos sem parar, eu gozando várias vezes. Me virou de bruços, peso dele em cima, dominando.

"Essa buceta agora é MINHA enquanto o pai não volta!"

"Toda sua!"

De quatro, tapas na bunda, metendo forte. Enfiou o dedo no meu cu.

"Vou arrombar esse cu depois, mas agora vou gozar!"

Tirou, eu virei e chupei. Quando ele esporrou grosso na minha boca, eu gozei de novo. Engoli tudo, lambendo.

"Que começo delícia..."

Naquela noite não paramos. Depois do jantar frio, ele me comeu de novo – dessa vez no cu. Doía gostoso, eu gritava, peidinhos escapindo quando ele metia fundo, o cheiro de sexo tomando o quarto. Ele ria sujo, batia na bunda, chamava de putinha da mamãe. Gozei tanto que desmaiei nos braços dele.

Desde então, registro todas as aventuras com câmeras escondidas que instalei no quarto, na sala, até no banheiro – cada foda bruta, cada peido no calor, cada gozo anal com dor misturada ao prazer. As próximas prometem mais: talvez na praia deserta de Grumari à noite, ou quem sabe chamando a Yumi pra um trio... O fogo só cresce, e eu mal posso esperar pra mostrar tudo.

Se esse conto te deixou louco de tesão, com o pau duro ou a buceta piscando, por favor, não esquece de dar 5 estrelas – é o que me motiva a postar mais aventuras quentes e sem censura. Pra encontrar todas, procura na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Você vai pirar com o que vem por aí!

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