#Corno #Traições #Voyeur

Meu pau é pequeno e tenho certeza que minha esposa sente saudades do pau gigante do ex-namorado. pt2

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maridosincero

Continuando o relato.

Karina veio me perguntar qual lingerie eu queria que ela usasse e eu escolhi um conjunto de espartilho vermelho, pois quando olho pra ela naquilo fico louco de tesão. Ela fica parecendo uma prostituta e isso me deixa maluco.
Essa é uma coisa que vale a pena eu compartilhar com vocês: Quanto mais vadia e devassa minha esposinha parece, mais eu a desejo - seja no modo como se veste ou no modo como age.

Entre amigos, conhecidos, vizinhos e família, eu prefiro que nos vejam como um casal tranquilo, no máximo feliz na cama. Sem vulgaridades, sem intimidades sexuais. Não é por moralidade ou hipocrisia, é simplesmente porque misturar esses dois mundos afeta negativamente ambos os mundos. Não quero que minhas relações pessoais sejam afetados por desejos sexuais intensos e muito menos quero que nenhuma energia sexual se perca no dia-a-dia, sem aproveitá-la intensamente. Também gosto de pensar que 'escondido é mais gostoso', e aproveitar esse tesão também é muito válido. Por isso que muitos casais viajam para lugares afastados onde a chance de cruzar com um conhecido é muito menor.

Continuando.

Ao abrir a porta do banheiro do quarto, já vejo Karina de espartilho vermelho, com as tetonas lindas quase pulando pra fora. Ela me entrega uma taça de vinho enquanto segura outra, faz um brinde, e me manda largar a toalha na cadeira e sentar pelado na cama. Obedeço, e ela continua a falar, num tom bem imperativo, dizendo que hoje eu nem poderia tocar nela, que eu iria ficar assistindo sentado.

Ela tava exageradamente maquiada e com um perfume exageradamente doce, ela estava parecendo uma puta bem barata. Quando ela vira de costas, vejo que na parte de cima da bunda dela tem uma tatuagem temporária de pimentinha, vermelha.

Diante dessa cena meu pau já começou endurecer, e quando fui mexer nele ela me interrompeu, como se fosse minha dona, e falou: "Não, não! Você não vai nem encostar nesse pauzinho hoje, você só vai ficar assistindo. E você nem imagina o que eu sou capaz de fazer se você não me obedecer. Ou imagina?".

Quase fiquei incomodado com aquilo, mas a cara de piranha dela me fez voltar atrás. Se ela pode ser minha putinha sempre, porque não posso também deixar ela no comando?

Karina já foi pegando aquele pau gigante de borracha, e ficou passando ele nos peitos e no rosto, comparando com cada parte do corpo. Comparou com o antebraço dela, comparou com o rosto. Tentou colocar na boca e com muita dificuldade só conseguia colocar um pouco mais do que a cabeçona. Colocou na frente da buceta pra me mostrar até onde iria se estivesse dentro dela.

De repente ela se aproximou de mim, e colocou aquele pauzão do lado do meu pauzinho, e foi medindo com o próprio dedão como se estivesse contando quantos paus meus caberiam dentro daquele. E foi contando em voz alta: "Um, dois, três...". Quando passou do "dez", ela olhou pra mim com uma cara de puta, bem safada, e rindo com deboche, falou: "Viu, eu prefiro 10 vezes mais o seu pauzinho pequeno do que esse pauzão lindo."

Nesse momento eu entendi que ela falava do pau gigante do ex-namorado. E ela não deixou nem eu duvidar, continuou: "Isso mesmo. Eu estou com você porque eu te amo. Te amo ainda mais agora, que você deixou eu experimentar outra piroca".

Ela então ficou de quatro na cama, colocou o pauzão bem em frente do rosto dela, e começou a punhetar aquele pau, dando beijinhos na cabeça dele, lambendo ele, e batendo com ele no próprio rosto. Dava pra sentir o cheiro da buceta dela ficando molhada, e ela ficava olhando pra mim enquanto lambia aquele pau imenso. Meu pau já tava estalando de duro, e quando ela reparou me falou de uma forma até um pouco grosseira: "Coloca na TV um vídeo de um negão bem pauzudo pra gente assistir". Tomei um susto, mas ela nem esperou eu responder nada: "Agora, Gabriel!".

Entrei no navegador da TV e fui passando pelos vídeos, até que ela escolheu um: "Aquele ali, coloca naquele!". A capa do vídeo nem aparecia o pau, era só um negão meio boa pinta, muito parecido com o ex dela, inclusive. E o faro dela não falhou, quando abrimos o vídeo, já apareceu logo o cara, uma loirinha de joelhos na frente dele, e ele colocando o pauzão preto brilhane por cima do rosto dela, era maior que o rosto da menina. E a menina começou a chupar aquele pauzão, e ela começou a chupar o pau de borracha junto.

Ela soltava umas frases no ar, e que nem eram direcionadas exatamente à mim. Coisas como: "Que pauzão gostoso que esse cara tem". "É de uma piroca dessas que toda mulher precisa". "Um cara desses tem que comer todas as mulheres mesmo. Forte, gostoso e pauzudo". "Uma mulher que não quer dar pra esse cara não é uma mulher de verdade". Tudo que ela falava me humilhava e me excitava.

Ela colocou o pauzão na minha mão, me passou a camisinha e falou: "Putinho, coloca a camisinha nele que eu estou louca pra experimentar".

Nós já estávamos acostumados a falar muitas putarias enquanto transávamos, mas ela nunca tinha ido tão longe e muito menos me chamado de putinho. Eu perguntei: "Putinho?". Ela respondeu: "Meu putinho, que tem um pauzinho pequeno mas que é o pauzinho mais bonito que eu já vi".

Coloquei a camisinha naquele pauzão pesado e ela pegou da minha mão, tirou a calcinha e sentou toda arreganhada na minha frente. Ela já estava completamente encharcada, e não apenas isso, quando ela abriu as pernas, a entrada da buceta dela já estava mais aberta que o normal, como se o corpo dela já estivesse se preparando para o que estava por vir. Ela foi esfregando aquele pauzão, e colocando um pouco a cabeça pra dentro... Tirava, esfregava de novo, colocava a cabeça. Eu tava louco pra começar a tocar uma punheta, aquela cena era linda. Ela toda arreganhada, tentando enfiar uma piroca gigante, e mau conseguia colocar a cabeça, imagina aquilo tudo.

Ela já estava encharcando a cama toda, e nem tinha começado direito. Entre os gemidos altos ela desiste e fala: "Putinho, tá doendo, você vai ter que me ajudar". EU perguntei: "Mas se sua buceta tá doendo, como eu posso te ajudar?". Ela respondeu: "Não é minha buceta que tá doendo, é meu braço. Esse pau é pesado, você vai ter que colocar ele dentro de mim".

Segurando com as duas mãos, fui colocando aos poucos ele dentro dela. Ela rebolava, pedia pra tirar e colocar de novo. Cada vez que entrava, entrava mais fundo. Ela pediu mais gel, e foi entrando cada vez mais. Eu nem acreditava naquilo, já devia estar na altura do umbigo e ela não parecia querer parar. Ela não parava de gemer, e eu perguntava se tava doendo, e ela respondia: "Não putinho, tá uma delícia. Tava morrendo de saudade de sentir isso de novo. Você vai sempre fazer isso comigo, amor? Jura pra mim que sempre que eu quiser você vai me deixar sentar nesse pauzão preto. Jura?"

Eu respondia: "Juro minha deusa, juro. O que você quiser eu vou fazer por você. Se for pra te dar prazer e te deixar feliz, eu faço tudo minha putinha".

Karina: Tudo mesmo? Tem certeza?
Eu: Tudo meu amor. Você sabe que eu faço tudo o que você quiser.
Karina: E se eu quiser que você me coma na frente de desconhecidos, você vai me comer?

- PAUSA -
Nossa relação estava exatamente nesse ponto, onde estávamos decidindo a possibilidade de ir a uma casa de swing e transar na frente de outras pessoas. Nunca cogitamos incluir outras pessoas nisso, mas o exibicionismo sempre fez parte das nossas fantasias. Já viajamos para outras cidades e transamos de janela aberta, transamos na praia. Um boquete no carro. Ou ela sem calcinha no restaurante, uma blusa larga mostrando os peitos para desconhecidos. Isso foi e ainda é algo que gostamos muito de fazer.
-VOLTANDO-

Eu: Vou te comer. Vamos numa casa de swing e vou deixar todo mundo ver eu comendo minha putinha.
Karina: E se um cara se aproximar, você vai deixar ele tocar punheta perto da gente?
Eu: Vou. Vai ficar bem perto que você vai sentir até o cheiro do pau dele.
Karina: E se ele quiser pegar nos meus peitos, você deixa?
Eu: Se você quiser eu deixo.
Karina: E se ele acabar encostando pau dele em mim?
Eu: Não tem problema, acontece.

- E o consolo entrava cada vez mais, muito devagar, aos poucos.. E entre os gemidos dela nós continuamos conversando. -

Karina: Amor. Eu acho que quero chupar um outro pau diferente, quero experimentar. Quero transar na frente de outros homens e provar outros paus. Eu nunca vou te deixar, nosso amor é eterno. Mas deixa eu ser uma puta completa, deixa?
Eu: Deixo amor. Não vai ser fácil, mas eu vou deixar você fazer tudo o que você quiser.
Karina: Vai deixar eu chupar um pau muito maior que o seu? Vai deixar ele gozar na minha boca?
Eu: Deixo. Deixo tudo sua vagabunda, sua piranha safada.
Karina: Eu quero um pau preto, igualzinho a esse. Você me dá?
Eu: Dou amor, mas...
Karina: Não, eu não quero o pau do Leandro(ex-namorado), aquele canalha. Eu quero outro, quero outros.
Eu: Ai amor, eu estou louco pra gozar. Deixa eu gozar dentro de você.
Karina: Então me faz gozar primeiro, coloca esse pau todo dentro de mim enquanto me chupa.

E foi isso que eu fiz. Em uma malabarismo até cansativo, comecei a tirar e colocar o pauzão de borracha dentro dela, enquanto lambia o clitoris dela que nem um cachorrinho. Em dado momento ela começou a gemer e gozar, chorar e rir, tudo ao mesmo tempo, e com uns gemidos alucinantes começou a gozar loucamente. Larguei o pau e continuei chupando o clitoris dela, e na mesma hora ela mesmo pegou o pau de novo e continuou a enfiar bem forte dentro da buceta, ela enfiou até o talo aquela piroca gigante e mandou eu continuar...

Eu nunca tinha visto aquilo antes, ela já tinha gozado e não queria parar, gozou umas três vezes seguidas, como uma montanha russa... E num gesto pediu pra eu soltar, e continuou massageando o clitóris enquanto o pau ia aos poucos saindo sozinho de dentro da buceta dela. Ela ainda gozou mais uma vez enquanto o pau ainda não tinha saído completamente...

Karina: "Agora coloca seu pauzinho dentro de mim e goza vai".

Me posicionei e comecei a colocar o pau dentro da buceta dela. Ela nem sentia meu pau entrar, e eu mal sentia as paredes da vagina dela, alargadas por aquele monstro... Eu comecei um vai e vem, mas tava até difícil de gozar, porque eu mal sentia o atrito. Tirei pra fora o pau e punhetando gozei em cima da buceta dela.

Karina: Agora limpa ela, que eu não vou mais levantar, vou dormir assim mesmo.

Me levantei pra pegar um lenço, e ela retrucou: "Não. Eu quero que você limpe com a boca, quero que você aprenda a gostar do seu próprio sabor. Vai, lambe tudinho e engole, não deixa uma gota.

Apesar do gosto amargo, eu estava realmente aprendendo a gostar daquilo.

Karina: Agora vamos dormir amor, vem, me dá um beijo.

Demos um beijão gostoso, quente, cheio de amor e satisfação.

Karina: Sua boca tá com gosto de pau, sabia? Do seu pauzinho gostoso.

Obrigado por ler até aqui. Esse é um relato verdadeiro, e pretendo continuar em breve. Nós não queremos trazer ninguém daqui para a vida real, mas conversar virtualmente pode até ser interessante. Algum casal gostaria de trocar figurinhas? Até mais!

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Comentários (3)

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  • Thi: Que delícia de contos, como faz pra conversar?

    Responder↴ • uid:8cipmr8fij
  • Sombra: Sua mulher tem que ser amarrada e ter dois paus socados nela, com pregadores no bico dos peitos.

    Responder↴ • uid:2sosh16coqr
  • Gabizinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:7btejnns42