A Sociedade do Cuzinho: A primeira festa.
Conto 07: Depois de Raul e Antônio, os quatro me fuderam sem pena.
Eu tava caído no sofá como um trapo de puta usada, cu escorrendo porra do Raul e baba de boquete por todo lado, boca inchada e pauzinho mole depois da primeira gozada da vida, ofegante e tremendo de tesão exausto. Mal me recuperei, e o José, o negão magrelo da portaria que tava espionando tudo pela fresta da porta desde o começo, entrou rindo com o celular na mão. "Porra, que cuzinho guloso essa branquinha piranha tem! Já liguei pro Jorge, ele tá vindo correndo pra sociedade do cuzinho—hoje a gente vai revezar esse rabo até virar uma boceta aberta pros quatro paus!"
Não demorou dois minutos e o Jorge chegou, o negão do hortifrutti com seu pauzão de 22x10 cm já duro e melado, rindo ao me ver destruído. "Olha a putinha do bairro pronta pro rodízio! Sociedade do cuzinho ativada, manos!" Os quatro machos me cercaram: Raul com seu monstro de 23 cm latejante, José sacando o terror de 26x12 cm grosso que nem meu braço, Antônio com 24x10 cm veiudo e fedido de graxa, e Jorge pronto pra foder. Eu gemi de tesão, empinando o cu vazando: "Vem, seus negão, revezem minha bundinha de puta!"
Começou o revezamento bruto. Primeiro, José, o da portaria, me pegou pelas pernas e enfiou seu 26x12 cm de uma vez, rasgando meu cu já arrombado como uma marreta. "Toma, branquinha piranha, engole 26 cm no teu rabo!" Ele socou fundo, bolas batendo, me fodendo 5 minutos selvagens, me chamando de "cu comunitário" até gozar uma carga enorme dentro, leite negro enchendo e transbordando.
Logo Raul pegou a vez, seu 23 cm escorregadio de porra velha entrando fácil no cu melado. "Agora mama meu pauzão de novo, piranha!" Ele meteu impiedoso, revezando com tapas na bunda, fodendo 4 minutos até explodir mais porra quente, misturando com a do José, meu cu virando um poço fedido.
Antônio veio em seguida, seu 24x10 cm grosso de graxa me arrombando mais, me virando de lado pra socar de ladinho. "Sente o cheiro de borracharia no teu cu de puta, vadia!" Ele bombou forte, grunhindo palavrões, gozando jatos grossos em 6 minutos, porra escorrendo pelas minhas pernas como rio.
Por último, Jorge fechou o primeiro round com seu 22x10 cm clássico que eu já conhecia, me botando de quatro de novo e metendo ritmado. "Essa bundinha é nossa agora, branquinha piranha!" Ele fodeu devagar mas fundo, me fazendo gemer como cadela, até encher de leite quente, selando o cu com quatro gozadas misturadas.
Eles não pararam—revezaram de novo e de novo, rodízio sem fim: José me esticando até doer, Raul me fazendo implorar mijo na boca entre fodas, Antônio me lambuzando de graxa e porra, Jorge me fodendo de bruços. Horas de cuzinho arregaçado, eu gozando seco mais duas vezes só no atrito, virando um buraco aberto e latejante, cheio de porra dos quatro paus da sociedade, babando e implorando "Para! por favor, para!!".
Depois de horas de revezamento insano na sociedade do cuzinho, com meu rabo virando um buraco aberto e escorrendo rios de porra misturada dos quatro paus — Raul, José, Antônio e Jorge —, eles me puxaram do sofá destruído e me botaram de joelhos no chão sujo da borracharia, rodeado pelos quatro negões ofegantes, paus latejando e brilhando de cuspe, lubrificante e restos de leite.
"Agora fecha os olhos, branquinha piranha, hora do banho de leite pros quatro!", rosnou José, e eles se punhetaram juntos, mirando minha cara de puta exausta. Vieram os jatos quentes um atrás do outro: primeiro José explodindo com sua carga grossa, pintando minhas bochechas de porra espessa; Raul gozando forte, enchendo minha testa e cabelo de leite mulato; Antônio jorrando fedido direto na boca aberta, me fazendo engolir o que caía; e Jorge finalizando, lambuzando meu nariz e queixo numa camada final pegajosa. Minha cara virou uma máscara branca e negra de esperma, pingando nos olhos, baba e porra escorrendo pelo pescoço, eu lambendo o que dava como a vadia faminta que era.
Aí, ainda de joelhos coberto de gozo, eles se abaixaram um por um, me beijando na boca melada—línguas grossas invadindo, misturando saliva com porra fresca. José primeiro: "Você é um menininho lindo, branquinha, a gente te protege sempre nessa sociedade do cuzinho." Raul em seguida, beijo molhado: "Menininho lindo nosso, protegido pros paus pretos pra sempre." Antônio chupou minha língua: "Lindo putinho, a sociedade te guarda." Jorge por último, beijo carinhoso e possessivo: "Meu menininho lindo, protegido eterno pelos quatro negões." Eles me ergueram, limpando o excesso com as camisetas, me vestindo devagar enquanto prometiam mais rodízios, me deixando marcado e cheio, o cuzinho latejando de glória na vizinhança deles.
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