A empregada - Parte 1
Uma empregada e o filho dos patrões, que ela viu crescer.
Eu preciso contar isso. Mais do que contar simplesmente para alguém, eu queria usar um espaço livre de julgamentos. Então, achei em sites como esse um espaço seguro. Um local que eu poderia falar o que aconteceu comigo, e com outras pessoas envolvidas no problema, sem que isso seja considerado um crime ou algo muito imoral. Eu sou a Gislaine, uma mulher negra de 45 anos.
Diferentemente de outras mulheres aqui do site, não sou uma garotinha, nem uma mulher de 50 anos com corpo de panicat, que enlouquece os homens. Não sou nem “bonita” como se tornou padrão. Sou até bem comum. Sou uma empregada doméstica. Tive uma infância humilde e cresci, trabalhando desde jovem para a mesma família. Meu corpo é magro, mas com uma pochete, uma bolsinha na barriga que não me larga. Tenho cabelo encaracolado, na altura do pescoço, olhos pretos, seios pequenos com auréolas escuras grandes, do tamanho de uma rodela de laranja, com bicos firmes e longos, que teimam em furar qualquer blusa, top ou roupa que eu coloque para escondê-los. Tenho uma cintura bem marcada e uma bunda grande, em formato de coração, com 105cm, sustentada por coxas grossas e firmes. Pés pequenos, tamanho 34, compatíveis com os meus 1,52m de altura e 55kg. Na no meio dessas pernas, que eu acho bonitas, tenho uma xoxota com lábios grandes e proeminentes, levemente cobertos por um retângulo de pelos pretos aparados, formando uma “pista de pouso”. Sou uma mulher invisível onde trabalho, mas chamo a atenção dos amigos do meu marido, Dimas, de 50 anos, mecânico, um homem bruto, pesado e não é de músculos, mas ao mesmo tempo trabalhador, mecânico, e gentil, homem de verdade, algo raro nessa “pista salgada” como as minhas amigas falam. Ele não é bonito. Só é meu, mesmo...Há quase 30 anos. E isso nos gerou 3 filhos, todos grandes, encaminhados, criados pelo salário que recebo na casa dos meus patrões, que me contratam quando eu tinha 17 anos.
Com dona Gloria eu aprendi a gostar da leitura básica e depois passei para os livros que ela gostava, de grandes autores. Com o Sr. Jorge eu aprendi o valor de fazer todo o tipo de curso profissionalizante. Me tornei praticamente da “família”. Uma peça importante daquele apartamento de 3 quartos, em que passo 4 noites por semana. E faço isso porque limpo, cozinho, passo e cuido do Daniel, desde que nasceu.
Daniel, de 18 anos, terminou o colégio e está começando uma faculdade. Um menino inteligente, bom, honesto, tímido, meio nerd, magro, branco que nem copo de leite, cabelo claro, olhos azulados. 1,80m e vou chutar uns 70kg. Bem magro mesmo. Deve precisar de uns dois deles para fazer um Dimas, meu marido.
Moro no subúrbio, mas trabalho na zona sul. E foi nessa rotina que tudo aconteceu, há uns meses.
Eu estava em um dia de trabalho e parte dele envolve ir no mercado, fazer almoço, deixar coisas preparadas para os meus patrões que muitas vezes viajam ou ocupam o tempo com longas jornadas de trabalho. Em um desses dias de ausência deles, algo frequente, bati na porta do Daniel e disse:
-Dani, vou no mercado. Estou com as chaves.
-Tá bom, Gi. Estou estudando aqui.
Fui. Sai do prédio e fui caminhando. Costumava demorar quando ia. Nada menos do que uma hora. Fazia isso 1x por semana. Era meio padrão. Quando dobrava a rua do prédio para entrar na rua principal, onde ficava o mercado, percebi que havia esquecido o celular. Sem ele, não sabia tudo o que faltava e não poderia fazer o pix do mercado. Isso era raro de acontecer. Sempre fui muito organizada, pontual e metódica.
Voltei apressadamente para casa, destranquei a porta e, não sei porque motivo, decidi ir até o quarto do Daniel para avisar que eu havia voltado para pegar o celular. Não sei o que me deu...Mas quando abri a porta, tomei um susto: Miguel estava deitado na cama, nu, segurando uma calcinha minha, que estava usada e que eu havia deixado no cesto após o almoço. Ele estava com a calcinha enfiada nas narinas e segurava com a outra mão seu pênis ereto, em movimento de masturbação. Era um pênis longo, mas mais fino do que o de Dimas. Era mais comprido, entretanto. Fiquei surpresa.
-O que é isso?
-Gi...Nada...Nada...Desculpa.
-Minha calcinha...
-Desculpa...Gi...Volta aqui.
Eu sai rápido do quarto e fui até a cozinha pegar uma água. Ele em segundos já estava lá, de bermuda, com a tenda armada, cheio de vergonha. Ele queria ter mil explicações, mas daquela cabeça tímida não saia uma única palavra. Eu sabia o que estava acontecendo: Ele estava cheirando minha calcinha e tocando punheta pensando em mim.
Ele pediu, antes de qualquer coisa, que eu não falasse para os pais dele. Eu não sabia o que dizer. Eu ouvia e tinha sentimentos mistos, de raiva, de curiosidade, de surpresa.
-Dani! Chega! Meu Deus...Que doideira isso, garoto.
Mas ele tava tão nervoso, mas tão nervoso. Que pensei que fosse passar mal. Falei pra ele sentar e dei uma água pra ele.
-Bebe uma água, garoto. Que loucura isso, Dani...Se sua mãe sabe disso. Mas calma. Eu não vou contar. Até porque isso é super desagradável. Que vergonha, meu deus...Sou uma mulher de respeito, Daniel!
-E-e-e-e...Eu sei. Me desculpa. Eu não sei o que me deu.
-Eu sei! Essa merda desses jogos, dessa putaria de internet que você fica o dia todo vendo! Desde que terminou com a Isabela, é só quarto trancado. Dá nisso! Pensa bobeira! Que falta de respeito. Agora, desde quando faz isso?
-Nunca fiz!
-Fala a verdade, Dani. Anda. Já vi esse loucura mesmo.
-Uns anos.
-ANOS?!
-Desde que comecei a me masturbar. Eu faço pra você.
-Que loucura, garoto. Eu tenho idade pra ser sua mãe. Eu te vi nascer! Te segurei no colo na maternidade! Dimas te segurou, também!
-Eu sei, eu sei...Me desculpa.
-Tá bom. Tá bom!
Eu ri, na frente dele. Isso quebrou o gelo. Ele riu, também.
-Que maluquice, garoto...Daniel, Daniel...Você tem cada uma...
Voltei para o mercado, fiz as compras, voltei pra casa. A minha calcinha já estava no lugar no cesto. Em instinto, a peguei e cheirei. Tinha de tudo ali. Cheiro de ximbica, cheiro de pau, e, sou humana, até cheiro de bunda. “Como alguém pode gostar de cheirar isso. Que nojo”, pensei. Sabe-se lá o que ele fez com aquilo. Deve ter lambido, passado no pau...Argh.
Coloquei a roupa pra lavar e fui até o quarto de empregada. Sentei na minha cama e fiquei pensando nisso. Tirei a roupa da rua e fiquei só de calcinha na cama, deitada, enquanto esperava a máquina terminar o ciclo. Lembrei da cena. Lembrei dos movimentos dele no pau e, pela primeira vez, me senti envaidecida por aquilo. Qual mulher não gosta de saber que alguém se masturbou pensando nela? Hipocrisia dizer que não se gosta.
Sorri. Levantei, olhei pelo espelho e vi meu corpo. Achei pela primeira vez em muito tempo um corpo bem bonito. Não esse corpo artificial. Mas o corpo de uma mulher de verdade, de 45 anos, que trabalha duro, mas que ainda tem um brilho que faz um garoto jovem se masturbar pra ela. Fixei o olhar nos meus seios e os apertei, espremendo os bicos. Eu adorava como eles eram duríssimos o tempo todo. Pontiagudos, quase do tamanho da falange de um dedo. Eu gostava porque, confesso também, Dimas adorava chupá-los. A bem verdade, não fazia com a mesma frequência de antes. Transávamos como coelhos como novos. Agora, umas 2x no mês? Se tanto. 5 minutos cada vez? Se tanto, também. Tirei a calcinha. Cheirei. E, surpreendentemente, gostei do cheiro. Entendi o motivo pelo qual gostava, também. Ela estava úmida. Não de suor, embora eu estivesse um pouco. Úmida de néctar, mesmo, de lubrificação.
Sem a calcinha, deitei na cama e liguei o ventilador de teto. Desliguei a TV. E com o barulhinho do ventilador, do giro da máquina, eu fechei os olhos e coloquei a mão na perereca. Passei delicadamente a ponta dos dedos e fiz trancinhas nos pelos pubianos. Me deleitei com o meu próprio corpo. Passei o dedo na virilha, na entrada do canal vaginal, roubei um pouco de lubrificação e cheirei meus dedos, levando-os à boca logo depois.
Com os dedos molhados de baba, os levei novamente à buceta, mas agora pra valer. Os dedos passavam freneticamente entre os lábios vaginais, esfregando-os com vontade. Comecei a suar, a pulsar, e respirar apressadamente. Em alguns instantes, a porta bate.
-Gi, eu vou na casa do Tomás.
Tomei um susto. Parece que acordei do sonho. Cortou o barato na hora.
-Tà bom, Dani. Quando estender a roupa eu vou embora. Tem comida na geladeira. Amanhã eu chego umas 8h.
-Tá bom. Tchau
Ouvi a porta da rua batendo. Levantei, coloquei a calcinha, a roupa de ir embora, e terminei os afazeres. Fechei o apartamento e rumei, no longo retorno, pra casa.
Cheguei umas 20h. Dimas estava jantando.
-Oi, Gis...
-Oi, amor.
-Foi tudo bem?
-Foi
-Lá na oficina apareceu um cara com um Del Rey igual ao que seu pai tinha. Bonitão. Quase te mandei uma foto
-Legal...
Eu nem conseguia raciocinar direito. Havia sido um dia difícil. Enquanto ele terminava, tirei a blusa, o sutiã, calça, calcinha e fui empilhando no sofá. Ele olhava para o jornal que passava na TV. Alguém morto, corrupção, lesão de jogador, chuva a semana toda. Qualquer assunto parecia mais interessante do que a mulher dele nua, diante dele, com a perereca em chamas.
Desisti e fui para o banho. Ah, um banho quentinho. E nele, aquele autocuidado, o autocarinho. Levei meus dedos à xoxota e recomecei, após muito atraso, aquilo que eu havia começado a tarde. Que delicia sentir o calor do banho, a lubrificação da buceta, os dedos rápidos que sabiam o que faziam. Dimas entrou no banheiro e meu viu. Mesmo com menos valorização, ele era um macho antigo. Olhou aquilo e gostou.
Fiquei olhando ele pelo box e sorri. Abri o box. Ele entendeu o gesto e tirou o short. Fácil, porque já estava sem cueca. Imediatamente levei a mão ao pau dele. Um pau pequeno e grosso e estava meia-bomba. Iniciei uma punheta enquanto nos beijávamos. Parei a masturbação e inclinei a cabeça pra trás. 30 anos não são 30 dias. Ele sabia o que eu queria: Começou a sugar meus mamilos, super rígidos. Passeou com a língua nas auréolas e mordiscava o biquinho.
Com uma das mãos eu o punhetava, com a outra eu me masturbava. Comecei a gemer mais alto. Eu sentia que tava vindo...Ele me chupava e apertava minha bunda. Pedi para ele para irmos pra cama.
Nos secamos rapidamente e eu joguei ele na cama. Iniciei um boquete. Era fácil enfiar aquela piroca grossa na boca. Ela era curta. Enfiava toda e sugava tudo. Ele adorava. Quando gozava, eu sugava com muita força o sêmen todo dele, quase vinha a alma.
Mas naquele dia, eu precisava daquele pau em mim. Suspendi o boquete e montei nele. Me apoiei no seu peito e comecei a quicar. Não dei três quicadas e gozei. Que delícia, caralho. Enquanto escreve até vontade de foder me dá. Que gozada gostosa. Não pelo Dimas, mas pelo contexto.
-Ai, amor...Tô gozando...Ai, caralho.
Ele urrou e gozou junto comigo. Ainda bem que eu gozei rápido porque eu ficaria puta se ele tivesse gozado nessas 5 quicadas e eu tivesse ficado de mãos abanando.
Deitei ao seu lado. O fresquinho do ar. A TV desligada. O relaxamento de uma foda bem dada...Dimas dormiu.
Eu fiquei olhando pra cima. Olhando para a vida. Olhando para o dia que eu havia tido. “Que doideira”, pensei. A mão percorreu os seios, babados ainda pela boca molhada do meu marido. O corpo que embora tenha saído de um banho, estava suado. O quarto com cheiro de sexo. A mão teimosa, nervosa, maliciosa, deslizou para a buceta e recomeçou, mais uma vez, o movimento que foi iniciado no meu quarto de empregada.
Esfreguei...Acariciei...Levei as mãos à boca, tremi, suei, acelerei a mão, apliquei mais força, cobri mais a boca, e o orgasmo veio, forte, impactante, violento, traidor...Na cabeça, Daniel com a calcinha no rosto...
É...Isso era apenas o começo.
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Comentários (1)
José Carlos: Mostra esse bucetao pra nós ou então ele metendo gostoso
Responder↴ • uid:46kphpcet0b