Loira da casa verde-sp, adora dar o cu na frente do corno
Meu coração dispara só de recordar a noite louca que rolou ontem, quando eu abri a porta da nossa casa na Casa Verde pro Priapus, aquele macho dotado com um pauzão monstruoso que já apareceu em vários vídeos arrombando bundas como a minha, e o meu corno manso ficou só na câmera, filmando cada socada brutal no meu cu guloso, me fazendo gritar de tesão enquanto o cheiro de sexo tomava conta do quarto, os sons de pele batendo forte e gemidos altos ecoando, tudo registrado em fotos e vídeos safados que vão te deixar doido de vontade de ver mais, implorando por novas aventuras como essa, com postagens diárias cheias de putaria de verdade.
Eu sou a Giselle, uma safada de 32 anos que mora no bairro da Casa Verde, aqui em São Paulo, e meu marido Vicente é o corno mais fiel e obediente que existe. Ele pira em me ver sendo comida por machos de pau grande, daqueles que me fazem tremer inteira só de imaginar. Nossa vida é boa, casa grande, conforto, mas o que realmente me acende é dar meu cu pra caralhos enormes, grossos pra caralho, duros como pedra, que me deixam arrombada e satisfeita por dias. Ontem foi o auge da safadeza: convidei o Priapus pra vir em casa, aquele cara alto, malhado, pele morena, que eu conheci pelos perfis na internet, com um pau que é uma verdadeira tora, veias saltadas, cabeça rosada e inchada, pronto pra destruir qualquer rabo. Ele já é famoso nos vídeos fodendo putas como eu, e eu tava louca pra sentir aquele pauzão me rasgando, enquanto o Vicente filmava tudo, excitado pra cacete, sem tocar no pauzinho dele.
A noite começou calma, mas o clima já tava pesado de tesão. Eu me arrumei no banheiro, passando óleo corporal pra pele brilhar na luz baixa do quarto. Meu cu já piscava de ansiedade, todo lubrificado com gel gelado que escorria pelas coxas. Coloquei uma lingerie preta bem puta, quase transparente, que mal cobria meus peitos grandes e minha bunda redonda, empinada, branquinha, pronta pra levar tapa. "Vai ser uma foda daquelas, amor", falei pro Vicente, que ajustava o tripé da câmera, o pau dele meia bomba dentro da calça, sabendo que hoje era só pra filmar. "Filma tudo direitinho, corno. Quero esse caralhão todo no meu rabo, e você vai postar no nosso perfil depois."
O Priapus chegou na hora, batendo forte na porta. Eu abri, e ele tava lá, camisa apertada marcando os músculos, calça jeans esticada no volume da virilha. Os olhos dele me devoraram na hora, e eu senti o cheiro dele: colônia masculina forte, misturada com suor fresco e tesão puro. "Giselle, sua vadia safada, vim te arrombar como prometi", ele rosnou, voz grossa, me puxando pela cintura e enfiando a língua na minha boca num beijo molhado, babado, que me fez gemer alto. O Vicente assistia do sofá, câmera na mão, filmando o beijo como um bom voyeur. "Isso aí, corno, filma. Sua mulher vai virar saco de porra hoje."
Entramos no quarto, luz baixa criando sombras nas paredes, ar quente com cheiro de incenso que eu acendi pra disfarçar a putaria que ia rolar. O Priapus me jogou na cama de bruços, rasgando a lingerie com as mãos grandes. "Olha essa bunda do caralho, redonda, branca, pedindo pau", ele falou, dando um tapa forte que estalou alto, deixando marca vermelha na pele. Eu empinei mais, abrindo as pernas, cu exposto piscando. "Me come, Priapus. Enfia esse pau grosso no meu rabo. Quero me sentir rasgada." Ele riu, gargalhada gutural, e tirou a calça devagar, o pauzão saltando livre, duro como ferro, uns 25 centímetros de grossura insana, veias pulsando, bolas pesadas. O cheiro dele ficou mais forte, almíscar de macho excitado misturado ao meu perfume.
O Vicente se posicionou do lado, câmera tremendo de tesão. "Filma de perto, corno. Quero que todo mundo veja como sou puta pra pau grande." O Priapus cuspiu na mão, espalhou na cabeça do pau, e encostou na entrada do meu cu. "Relaxa, vadia. Vai entrar tudo." A pressão foi delícia pura, doendo gostoso, a cabeça grossa forçando o anel apertado, esticando centímetro por centímetro. "Puta que pariu, tá me arrombando! Enfia mais, fode meu cu como uma puta barata." O som começou baixo, ploc ploc úmido do gel, enquanto ele avançava, pau pulsando dentro de mim.
O Vicente filmava de vários ângulos, aproximando pra pegar o pau entrando, o cu se abrindo. "Isso, amor, geme pra ele. Mostra que você é minha puta." Eu virei o rosto pra câmera, olhos vidrados: "Olha, corno, como esse pauzão me enche. O teu nunca chega nem perto." O Priapus acelerou, socando forte, bolas batendo na minha buceta molhada, que escorria caldo pelas coxas. O cheiro no quarto virou sexo puro: suor salgado, lubrificante, odor terroso do cu fodido.
Ele me virou de lado, perna no ombro dele, metendo mais fundo. "Sente isso, Giselle? Meu pau batendo no fundo do teu rabo." Eu gritei: "Sim, porra! Tá me destruindo! Fode mais forte, me faz gozar pelo cu!" Os sons eram safados: squish squish do pau deslizando, meus gemidos roucos, grunhidos dele como bicho no cio. O Vicente filmava por baixo, pegando as bolas balançando, pau brilhando de umidade. "Que visão, puta. Seu cu tá todo aberto agora."
Mudamos pra de quatro, eu empinada alta. O Priapus agarrou meus quadris, unhas cravando, e meteu violento, pau sumindo inteiro no cu. "Toma, vadia! Toma pau no rabo até as bolas!" Eu berrei: "Aiii, fode! Me arromba, seu filho da puta! Quero porra quente enchendo meu cu!" A cama rangia, cheiro de sexo dominando tudo, suor pingando no lençol. O Vicente filmava por baixo, pegando tudo.
Ele me puxou pra cima dele, eu montando de costas, guiando o pau pro cu. "Senta, Giselle. Senta nesse caralhão." Desci devagar, sentindo cada veia dentro, gemendo: "Merda, tá me enchendo toda!" Comecei a quicar, bunda batendo nas coxas dele, clap clap ecoando. O Vicente filmava de frente, meu rosto torto de tesão, peitos balançando. "Goza pra mim, amor. Mostra pro mundo como ama ser corna."
O tesão subiu, meu cu apertando o pau dele. "Vou gozar, caralho! Me fode mais!" O Priapus bombava de baixo, mãos nos meus peitos apertando mamilos. O orgasmo veio forte, eu tremendo, gritando: "Aaaah, porra! Tô gozando pelo cu!" Corpo convulsionando, caldo da buceta espirrando. Ele continuou, prolongando o prazer.
Depois me deitou de barriga pra cima, pernas abertas, pau mirando o cu de novo. "Quero ver tua cara enquanto te encho de porra." Enfiou tudo, socando ritmado, suor pingando no meu peito. "Sente, puta? Meu pau pulsando no teu rabo." Eu respondi: "Sim, enche meu cu de leite quente! Me faz transbordar!" O Vicente filmava close, pau entrando e saindo, cu vermelho e inchado.
Ele acelerou, grunhindo: "Vou gozar, caralho! Toma porra no cu!" Senti os jatos quentes explodindo dentro, enchendo, escorrendo quando ele saiu. "Olha, corno. O cu dela tá vazando minha porra." O Vicente filmou o creampie, eu abrindo a bunda pra mostrar.
Mas a noite tava só começando. Depois de uma pausa rápida, com ele bebendo água e eu limpando o excesso, o tesão voltou. "Quero mais, Giselle. Teu cu ainda tá pedindo." Eu sorri: "Então vem, macho. Arromba de novo." Ele me posicionou de lado outra vez, pau endurecendo na minha mão. Eu bati uma pra ele, sentindo a grossura, cheiro de porra fresca misturado ao gel.
Enfiou devagar, agora o cu mais solto, aceitando fácil. "Porra, que delícia. Tá arrombado mas ainda aperta." Eu gemi: "Fode, Priapus. Me usa como tua puta." Ele meteu fundo, variando o ritmo, às vezes lento pra sentir tudo, às vezes rápido como pistão. Som molhado, chup chup, meu cu sugando o pau.
O Vicente filmava sem parar, trocando bateria. "Isso vai bombar no perfil. Todo mundo vai querer ver você destruída." Eu virei pra ele: "E você ama, né, corno? Ama ver pau grande no cu da tua mulher." O Priapus riu: "Ele é um corno bom. Fica quietinho filmando enquanto eu te como."
Mudamos pra missionária anal, pernas nos ombros dele. "Olha nos meus olhos enquanto te fodo." Eu encarei: "Me destrói, caralho. Quero teu pau batendo no fundo." Ele socou forte, peitos balançando, suor escorrendo entre nós. Cheiro de sexo puro, corpos colados, respiração pesada.
Outro orgasmo se aproximou. "Tô quase, Priapus! Não para!" Ele acelerou: "Goza, vadia! Aperta meu pau com teu cu." Explodi de novo, gritando: "Fode! Porra! Tô gozando outra vez!" Corpo tremendo, unhas nas costas dele.
Ele gozou logo depois, mais porra enchendo, transbordando. "Toma, puta. Mais leite pro teu rabo." O Vicente filmou o pau saindo, porra escorrendo como rio branco.
Descansamos um pouco, mas o fogo não apagava. O Priapus me puxou pro chão, de joelhos. "Chupa meu pau, Giselle. Limpa pra próxima." Eu obedeci, boca no pau sujo de porra e gel, chupando gostoso, língua na cabeça. "Hmmm, pau com gosto de cu." O Vicente filmou o boquete, meu rosto babado.
Ele endureceu rápido, me pôs de quatro no tapete. "Hora de arrombar mais." Enfiou no cu, metendo selvagem, mãos puxando cabelo. "Rebola pra trás, puta." Eu empurrei a bunda contra ele, batida alta, clap clap clap. "Isso, fode meu cu! Me faz tua escrava de pau!"
Cheiro de suor e sexo no ar todo. Outro gozo meu, esguichando na buceta. Ele gozou nas minhas costas, jatos quentes pingando.
Continuamos por horas, posições variadas: eu montando, ele por cima, de lado, em pé na parede. Cada foda mais intensa, diálogos sujos: "Toma pau no rabo, vadia corna!" "Sim, me arromba, macho! O corno adora ver!"
No meio dessa loucura toda, enquanto o Priapus me fodia de bruços de novo, eu pensei em como dividir isso com o mundo. Pra encontrar o autor dessas aventuras safadas, é só procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem mais putaria assim, perfis cheios de vídeos e fotos que vão te viciar.
A noite terminou comigo exausta, cu ardendo de prazer, porra pra todo lado. O Vicente desligou a câmera: "Perfeito, amor. Postamos amanhã." O Priapus se vestiu: "Volto logo pra mais, Giselle. Teu cu vicia."
E tem mais aventuras vindo aí, com postagens diárias novas. Fiquem ligados, porque essa puta aqui não para nunca.
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