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Quando o corno vai trabalhar, adoro agaalhar caralhos com meu cu, olhando a cara dos machos

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Ah, que delícia de manhã quente em Dois Unidos, Recife, onde eu, Elisa, a casada safada que todo o bairro sussurra sobre, chamo o vizinho Paulo para uma foda selvagem no cu enquanto meu corno sai para trabalhar, sem ele saber da câmera escondida gravando cada gemido, cada penetração dolorosa e prazerosa, com cheiros de suor e bunda no ar, diálogos sujos que me fazem gozar só de lembrar, e no final uma gozada farta dentro do meu rabo que me deixa tremendo, tudo isso para vocês viciarem nesse conto picante e ficarem ansiosos pelas fotos, vídeos e mais aventuras diárias que meu corno edita e posta, porque isso é só o começo de muitas putarias.

Aqui estou eu, Elisa, deitada na cama bagunçada do nosso quarto simples, sentindo o sol de janeiro filtrando pelas cortinas finas, o ar úmido de Recife grudando na pele nua. Meu corno já saiu faz meia hora, batendo a porta com aquele beijo rápido na bochecha, fingindo que não sabe que eu vou transformar essa casa em um puteiro particular. Ele sabe, claro. Ele adora. É ele quem monta os vídeos depois, cortando as partes chatas, destacando os gemidos altos e as gozadas explosivas para postar no nosso perfil no site de Selma Recife e amigas. A fama dele como corno manso é grande no bairro, mas o filho da puta gosta, fica de pau duro só de imaginar os vizinhos me comendo pelas costas. Literalmente. Eu sou viciada nisso, em agasalhar caralhos grossos no meu cu, sentando devagar, sentindo cada centímetro rasgando, olhando nos olhos dos machos enquanto eles grunhem como animais. Hoje, dia 5 de janeiro de 2026, uma segunda-feira preguiçosa, eu decidi chamar o Paulo, o vizinho do lado, aquele moreno alto de férias, com um pau que parece um tronco de tão veioso e cabeçudo. A esposa dele, a chata da Ana, saiu cedo para o trabalho, e eu sei que ele fica sozinho, se masturbando pensando na minha bunda redonda que ele já comeu umas dez vezes.

Mando uma mensagem rápida no WhatsApp: "Ei, pauzudo, a vadia aqui tá sozinha e com o cu piscando. Vem agora, antes que eu chame outro." Ele responde em segundos: "Tô indo, sua puta casada. Prepara esse rabo pra mim." Meu coração acelera, a buceta já molhada só com a ideia. Coloco a câmera escondida no criado-mudo, disfarçada de relógio, apontando direto para a cama. Os machos nunca sabem, acham que é só uma trepada rápida, mas eu gravo tudo para meu corno editar e postar, aumentando nossa coleção de putarias que faz o pessoal babar online. Ouço a batida na porta dos fundos, discreta, como sempre. Abro vestindo só uma camisola curta, transparente, os peitos durinhos apontando, a bunda empinada. Paulo entra, olhos famintos, já de short folgado, o volume crescendo. "Porra, Elisa, você tá uma delícia hoje. Seu corno nem sonha, né?" Ele ri, mas eu sorrio maliciosa. "Sonha sim, mas finge que não. Vem cá, seu safado."

Ele me puxa pela cintura, as mãos grandes apertando minha carne, e me beija com fome, língua invadindo minha boca, gosto de café misturado com tesão matinal. Eu gemo baixo, esfregando o corpo no dele, sentindo o pau endurecer contra minha barriga. "Caralho, Paulo, você tá cheirando a homem suado, isso me deixa louca." Ele ri entre os dentes, mãos descendo para apertar minha bunda, dedos cravando nas nádegas macias. "E você, sua vadia, tá com cheiro de puta no cio. Deixa eu cheirar essa bunda que eu amo." Eu viro de costas, empinando, e ele se ajoelha ali mesmo na cozinha, nariz enfiado entre minhas coxas grossas. Inspira fundo, o som alto do ar entrando pelas narinas, "Hmmm, porra, cheiro de cu quentinho, misturado com suor. Delícia." Lambidas longas seguem, língua chata raspando da buceta até o cuzinho, me fazendo arquear as costas. "Ai, caralho, lambe mais, seu filho da puta. Lambe esse cu que vai ser teu hoje."

Nós nos arrastamos para o quarto, beijando e tateando, ele tirando a camisa, revelando o peito peludo, músculos definidos das férias na academia. Eu arranco o short dele, o pau salta livre, grosso, veias pulsando, pré-gozo na ponta. "Olha isso, Elisa, tá babando por você." Eu me ajoelho, cheiro as bolas peludas, o musk forte de macho não lavado, e engulo o pau inteiro, garganta profunda, engasgando um pouco, saliva escorrendo. "Porra, sua boqueteira casada, chupa esse caralho como se fosse o último." Eu chupo com vontade, língua rodando na cabeça, mãos massageando as bolas cheias. Ele geme alto, "Ahhh, fode, isso, engole tudo, sua puta." Levanto, beijo ele de novo, misturando o gosto do pau na boca dele. "Vem pra cama, Paulo. Quero sentar nesse pauzão no cu."

Deitamos na cama king size, lençóis amassados do sono da noite, cheiro de sexo antigo no ar. Ele deita de barriga pra cima, pau ereto como uma torre, eu monto em cima, de costas pra ele, posição reversa, como nas fotos que meu corno ama editar. Primeiro, eu esfrego a buceta no pau, lubrificando, gemendo com o atrito no clitóris inchado. "Hmmm, sente isso, seu safado? Minha xota molhada só pra te preparar." Ele agarra minhas nádegas, abrindo, expondo o cu rosado. "Porra, olha esse cuzinho piscando. Deixa eu cheirar de novo." Eu inclino pra frente, empinando mais, e ele puxa minha bunda pro rosto dele, nariz enfiado no rego, inspirando fundo. "Caralho, cheiro de bunda suada, misturado com perfume barato. Lambe, lambe." Língua invade o cu, rodando, cuspindo saliva pra lubrificar. Eu gemo alto, "Ai, porra, lambe esse cu, me prepara pra esse pau grosso."

Agora, o momento: eu posiciono a cabeça do pau no meu cu, sentindo a pressão inicial. "Vai devagar, Paulo, esse caralho é enorme, vai rasgar meu rabo." Ele ri, "Rasga mesmo, sua puta, adoro ver você choramingando." Eu desço devagar, o cu se abrindo, dor lancinante misturada com prazer. "Aiii, caralho, dói pra cacete! Tá rasgando, seu filho da puta!" Centímetro por centímetro, o pau entra, esticando as paredes do meu ânus, sensação de ser preenchida ao máximo. Eu paro no meio, ofegante, suor escorrendo pelas costas. "Porra, tá doendo, mas é bom, continua." Ele empurra de baixo, forçando mais, "Toma, vadia, senta tudo nesse pau." Eu desço completo, o pau inteiro enterrado no cu, bolas contra minha bunda. "Ahhh, fode, tá todo dentro! Meu cu tá pegando fogo!"

Começo a cavalgar devagar, subindo e descendo, o som de pele batendo, ploc ploc, ecoando no quarto. Ele geme, "Porra, Elisa, seu cu é apertado pra caralho, aperta meu pau como uma luva." Eu viro o rosto, olhando pra ele por cima do ombro, "Gosta, né? De foder o cu da vizinha casada enquanto a esposa trabalha." Diálogos sujos fluem: "Sim, sua puta, adoro ser o macho que te arromba. Seu corno deve ser um broxa pra te deixar assim." Eu rio, cavalgando mais rápido, "Ele é corno mesmo, mas ama ver os vídeos. Agora cala a boca e fode." Dor aumenta com o ritmo, cada descida como uma facada prazerosa, cu queimando, mas o prazer crescendo, clitóris latejando. Paro de repente, levanto, o pau sai com um pop, e me viro, cheirando a bunda suada. "Deixa eu cheirar meu próprio cheiro no teu pau." Inspiro fundo, cheiro de cu misturado com suor, lambo a cabeça, provando o gosto amargo. "Hmmm, delícia, pau com cheiro de rabo."

Volto a sentar, dessa vez de frente, olhando nos olhos dele, mãos nas nádegas abrindo mais. "Olha pra mim enquanto eu sento, seu safado." Desço novamente, dor renovada, "Aiii, porra, rasgando de novo!" Cavalgo forte, peitos balançando, ele agarra, chupa os mamilos duros. "Chupa esses peitos, morde, caralho!" Sons altos: gemidos meus "Ahhh, fode meu cu!", dele "Toma pau, vadia!", o barulho molhado do pau entrando e saindo. Cheiros intensos: suor dos corpos, musk do pau, cheiro forte de cu no ar, perfume misturado com sexo. Paro outra vez, saio, ajoelho e chupo o pau sujo, "Lambe esse pau com gosto de cu, sua puta." Engulo inteiro, garganta fodida, lágrimas nos olhos.

Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.

Continuo a foda, montando de novo, ritmo alucinante, cu acostumado agora, prazer puro. "Porra, Paulo, tô quase gozando só no cu!" Ele empurra de baixo, "Goza, vadia, goza no meu pau." Orgasmo me atinge, corpo tremendo, cu contraindo no pau, "Aaaaah, caralho, tô gozandooo!" Ele não para, fode mais forte, "Agora é minha vez, vou encher esse cu de porra." Eu sinto as veias pulsando, ele grunhe animalesco, "Toma, puta, leite quente no rabo!" Gozada explode dentro, jatos quentes preenchendo meu cu, escorrendo pelas coxas. Eu desabo em cima dele, ofegante, pau ainda dentro, amolecendo devagar.

Mas não acaba aí. Depois de uns minutos, eu levanto, cu dolorido, porra vazando. "Deixa eu cheirar de novo." Ele ri, "Sua safada obcecada." Cheiro o pau melado, lambo o resto da porra. "Delícia, porra com cheiro de cu." Nos beijamos mais, corpos suados colados, diálogos pós-foda: "Porra, Elisa, você é a melhor foda do bairro." Eu sorrio, "E você o melhor pauzudo. Mas vai embora antes que a Ana volte." Ele se veste, sai discreto, e eu fico ali, tocando o cu arrombado, pensando no vídeo que meu corno vai editar hoje à noite.

Isso é só uma das minhas aventuras. Tem mais vindo em breve, com novos machos, novas fodas selvagens, e meu corno só filma e faz as fotos, postando diariamente no perfil. Fiquem ligados, porque a putaria não para.

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