Valeu a pena esperar A experiência de amadurecer na década de 1970
Era uma vez, em 1985, num bairro tranquilo de Copacabana, Rio de Janeiro, um cara de 25 anos, ainda virgem e louco pra mudar isso, que trabalhava vendendo camisas numa lojinha chique na Rua Visconde de Pirajá. Ele se envolveu com uma mulher mais vivida, divorciada, mãe de uma menininha de 5 anos, que trabalhava no escritório ao lado. O que começou com almoços inocentes virou uma paixão ardente, cheia de beijos roubados na praia ao pôr do sol, e logo eles mergulharam numa noite inesquecível de descobertas sexuais intensas: primeira penetração, oral dos dois lados, peitos, anal com dor e prazer misturados, peidos inesperados que deixaram o ar carregado de tesão cru, e orgasmos explosivos que marcaram o corpo e a alma. Ele registrou todas essas aventuras picantes com câmera escondida, postando anonimamente no site dele pra quem curte o proibido. Essa história real vai te deixar com o coração acelerado, o corpo quente e uma vontade louca de ver cada detalhe registrado, acompanhar o que vem depois e mergulhar nesse mundo de desejo sem limites.
Eu tinha 25 anos na época, morando num apartamentinho simples em Copacabana, trabalhando numa loja de roupas masculinas na Visconde de Pirajá, esperando o momento certo pra mudar de vida. Ainda era virgem, acredita? Quase rolou com uma mina na faculdade, mas minha insegurança bateu forte e tudo desandou. Aí apareceu a Vanessa, uma gata que trabalhava no escritório da loja ao lado. Ela tinha uns 26 anos, 1,68m, uns 58kg, morena clara com curvas perfeitas, seios fartos e uma bunda que fazia qualquer um virar a cabeça. Já tinha sido casada, divorciada, e tinha uma filhinha linda chamada Béa, de 5 aninhos. Vanessa era fogosa, experiente, o oposto de mim. O "defeito" dela? Uns dentes meio tortinhos quando sorria largo. Mas, cara, quem ligava pra isso quando o resto era puro fogo?
Começamos saindo pra almoçar juntos no botequim da esquina, tomando uma gelada e trocando olhares quentes. Logo o bairro inteiro comentava: "Olha lá o novato com a Vanessa!". A gente andava de mãos dadas pela orla de Copacabana, sentava no calçadão do Leme vendo o mar, e o povo notava o casalzão que a gente formava. Um dia ela me chamou: "André, quer jantar lá em casa hoje? Eu cozinho pra você". Meu coração disparou. Ela não saía muito por causa da filha, então ir pro apê dela era perfeito.
Cheguei lá depois do trabalho, o apartamentinho era simples, dois quartos, sala com cozinha americana, tudo arrumadinho no meio de Ipanema. Já conhecia a Béa de vista, mas era a primeira vez na casa delas. O jantar foi uma delícia – feijão tropeiro com linguiça, arroz, salada –, mas mal prestei atenção na comida. Depois, enquanto a pequena via desenho na TV, a gente tomou uma cerveja conversando. Às oito, hora de dormir a menina. Ajudei a trocar o pijama, escovar os dentinhos, li uma historinha de princesa. Quando a Béa apagou, Vanessa me puxou pro sofá. "Vem cá, gostoso", sussurrou ela com aquele sotaque carioca safado.
Os beijos começaram devagar, mas logo viraram fogo. Minha boca devorava a dela, línguas dançando, chupando uma da outra com fome. Minhas mãos não paravam: apertava aqueles seios firmes por cima da blusa, descia pra bunda redonda, sentia o calor subindo. Meu pau latejava dentro da calça, duro como pedra. Eu já tinha pegado umas meninas antes, até dedado uma buceta molhada, mas dessa vez... ah, eu sabia que ia rolar tudo. Vanessa gemia baixinho no meu ouvido: "Tá gostando, André? Minha bucetinha já tá piscando pra você".
Ela abriu meu cinto, baixou o zíper, meteu a mão direto na cueca e pegou meu pau latejando. "Nossa, que grosso, amor... tá vazando gostoso já". Eu tremia inteiro, o pré-gozo escorrendo na mão dela. Tirei a blusa dela, o sutiã caiu, aqueles peitos médios com bicos rosados duros me esperando. Chupei um, lambi o outro, circulando a língua devagar enquanto ela gemia "Aí, delícia... morde um pouquinho". Meu cérebro fritava de tesão. Pensei: "Será que vou dar conta? E se eu gozar rápido demais? Mas caralho, eu preciso meter nessa mulher agora".
Fomos pro quarto dela, luz baixa do abajur. Tiramos tudo correndo. Ela deitou de costas, pernas abertas, buceta lisinha brilhando de tão molhada. Eu subi em cima, meu pau roçando a barriga dela, sentindo o calor. A glande escorregadia encostou nos lábios inchados. Tateei um pouco, desajeitado, até ela guiar: "Aqui, amor... devagarinho". Entrei devagar, sentindo cada centímetro daquela buceta quente me engolindo. "Ai, que gostoso... tá me enchendo todinho", ela sussurrou. Era apertado, molhado, escorregadio – melhor que qualquer punheta da vida. Comecei a bombar devagar, sentindo o frênulo roçar nas paredes, o clitóris dela batendo na minha pélvis.
De repente, num movimento mais fundo, ela soltou um peidinho abafado, quente, que escapou entre as nádegas. O cheiro misturou com o suor e o tesão, deixando tudo mais animalesco. "Desculpa, amor... é o nervoso", riu ela sem graça, mas eu adorei – me deixou ainda mais louco. Bombeei mais forte, as coxas dela tremendo, os peitos balançando. Gozei forte lá no fundo, jatos e jatos, depois de dias sem me aliviar. Desabei suado em cima dela, o pau ainda pulsando dentro.
Na manhã seguinte, voltei pro trampo com um sorriso bobo. Meu pai nem perguntou muito, só deu um tapinha nas costas: "Bom garoto".
Uma semana depois, levei Vanessa e a Béa pra comer um PF no restaurante da praia de Copacabana. A menina era danada de esperta, mas fofinha. Voltamos pro apê, pus a pequena pra dormir rapidinho. Vanessa me puxou pro quarto: "Hoje vai ser melhor, André... quero te ensinar umas coisinhas".
Começamos nos beijando em pé, línguas se enroscando. Ela tirou minha camisa, lambeu meu peito, desceu pro pau já duro. Eu tirei a roupa dela devagar, admirando cada curva à luz fraca. Deitei do lado, chupei aqueles bicos até ficarem roxos, desci beijando a barriga, cheguei na buceta. Lambi devagar os lábios, chupei o clitóris inchado, meti a língua fundo enquanto ela rebolava: "Aí, caralho... não para, me faz gozar na tua boca!". Ela gozou tremendo, apertando minha cabeça.
Depois virou o jogo: cuspiu no meu pau, espalhou a saliva, chupou a cabeça devagar, olhando nos meus olhos. "Gosta assim, safado?". Desceu até a garganta, engolindo tudo, enquanto dedava meu cu devagarinho. Um dedo entrou, queimou um pouco, mas o tesão era maior. Bombeava a boca rápido, os ovos batendo no queixo dela. Quase gozei, mas segurei – queria foder mais.
Passei o pau nos peitos dela, metendo entre eles, a glande saindo vermelha e brilhando. Peguei o pré-gozo e passei nos bicos, depois nos lábios dela. Ela chupou meu dedo como se fosse pau. Aí pedi pra virar de quatro. Lambi a bunda dela, chupei o cu apertadinho. "Vai devagar, amor... dói um pouco no começo". Coloquei a cabeça na entrada, empurrei devagar. Ela gritou de dor misturada com prazer: "Ai, tá rasgando... mas continua, vai!". Entrei centímetro por centímetro, o cu apertando loucamente. Soltou outro peidinho nervoso, quente, que me enlouqueceu mais. Bombei devagar, depois mais forte, sentindo a dor dela virar gemidos: "Tá gostoso agora... me fode o cu, André!".
Gozei dentro do cu dela, sentindo cada contração. Depois voltamos pro missionário, fodi a buceta com força até ela gozar gritando, arqueando o corpo todo, me sacudindo como se eu fosse um brinquedo. Gozamos juntos, suados, ofegantes, grudados.
Essas foram só as primeiras aventuras que registrei com câmera escondida – tem muito mais vindo por aí: noites na praia deserta, orgias que rolaram depois, anal sem dó, fetiches que nem imagino ainda. Cada detalhe capturado pra você sentir como se estivesse lá, cheirando o suor, ouvindo os gemidos, vendo os corpos se contorcendo.
Se essa história te deixou louco de tesão, com o pau duro ou a buceta molhada, pensando no que vem depois, por favor, não esquece: dá 5 estrelas pra esse conto, comenta o que achou, pra eu saber que você quer mais aventuras. Pra me achar e ver todas as postagens com as gravações completas, procura na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Você não vai se arrepender, prometo – vem comigo nessa loucura!
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Comentários (1)
Como é que é?: Postando no site dele. Com câmera escondida. Em 1985.
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