#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 8

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Cativo

🔞🔞🔞 Dominação pura se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente! Leia do início!! 🔞🔞🔞

Tive meus pensamentos cortados quando já com a guia presa a minha coleira fui puxado de cima da cama sem aviso. Desajeitado pelo susto e pela dor tentava acompanhá-lo escada abaixo. Assim que chegamos na sala nada me preparou para a cena que se desenrolou diante de mim, meu tio entrou pela porta da cozinha arrastando minha tia machucada por seus longos cabelos negros.
•••

Diante dos meus olhos incrédulos meu tio passou imponente arrastando minha tia por seus longos cabelos negros que estavam fortemente enrolados em seu braço até o meio da sala onde a jogou no chão.

- Eu disse que só voltava pra casa com essa puta e cumpri minha palavra, eu também disse que ia fazer ela se arrepender de ter tido a ideia de fugir de mim, também vou cumprir minha promessa e vocês serão minhas testemunhas.

Nesse momento minha tia levantou as vistas e nossos olhos se encontram. Eu, seu único sobrinho, subjugado usando apenas uma coleira estranguladora cuja guia estava firmemente segura na mão áspera de seu filho nu e imponente enquanto na outra pendia o destruidor.

Seus olhos se arregalaram e eu não tive mais coragem de sustentar o seu olhar. Vi as roupas de meu tio caírem próximas aos meus pés e em dois ou três passos ele estava diante de mim, minha coleira foi fuxada e sem meu consentimento meu rosto estava erguido em sua direção.

- Abra bem seus olhos, porquinha imunda, eu quero que você veja tudo o que vou fazer com a vadia da sua tia. Não será nada diferente do que fiz com você naquele dia, bem... talvez uma coisa ou outra. E quero ver se antes disso acabar você ainda vai me olhar daquele jeito.

Ele falava rindo, mas transpirando fúria, tentei abaixar minha cabeça novamente quando percebi que minha tia me olhava perplexa, mas a firmeza da mão de meu dono não permitiu.

Minha tia tentou escapar mas foi pega antes mesmo de entrar na cozinha, meu tio rasgou o seu vestido e roupas íntimas voltando a puxá-la pelos cabelos até a famigerada poltrona enquanto meu dono me guiou até o sofá de dois lugares e puxou a guia me fazendo levantar. Ele ficou atrás de mim, encaixou o seu cogumelo no meu cuzinho e se sentou me levando junto me empalando vagarosamente naquele monstro. Sua mão se mantinha firme na guia com o propósito de não me deixar desviar da cena que se desenrolaria a minha frente.

Ele começou a bater no rosto dela, cuspiu, chutou seu corpo indefeso. Ela chorava, mas não dizia uma palavra. Então ele levantou bem o rosto dela, que agora estava de joelhos, ficando abaixo de suas bolas.

- Você vai abrir essa sua boca imunda de vadia e vai guardar minhas bolas igual a cadelinha do seu sobrinho fez, e você vai fazer isso por bem ou por mal.

Meu corpo tremia de nervoso, vergonha e desespero tudo misturado. A estante foi aberta e logo uma garrafa cheia daquela cachaça maldita estava em suas mãos e seu líquido avermelhado descia generosamente por sua garganta, no gargalo mesmo, sob o olhar apavorado da minha tia.

- Abra a boca, puta!

Ele gritou desferindo um tapa em sua bochecha já vermelha e sem demora ela abriu. Um riso maquiavélico surgiu no rosto dele e o cuspe de cachaça alcançou a boca da sua presa. Suas bolas enormes e peludas foram forçadas até que as duas estavam guardadas onde ele achava que era o lugar delas por direito.

Um gole após outro era bebido por ele sem tirar os olhos da sua presa com sua aberração completamente dura. Depois de um tempo ele puxou suas bolas de sua boca, a jogou no chão encaixando aquele monstro e invadindo sem permissão em sua garganta. Ela se debatia enquanto ele segurava a sua cabeça entre suas pernas musculosas fazendo seu corpo arquear e metia com força batendo suas bolas em sua testa.

Ela sufocava, seu corpo tremia, era possível ver o volume se mover em sua garganta e ele permanecia implacável até que ela desmaiou.

- Viu como essa puta é fraca, porquinha? Mas se você tão novo aprendeu a aguentar essa puta também vai aprender a aguentar tudo, como o sobrinho bichinha dela. Isso tá no sangue.

Não disse nada, meu dono fez um simples gesto com a cabeça e o pai logo encontrou um pequeno vidro sobre a mesinha ao lado da poltrona. Ele abriu e colocou diante do nariz dela que voltou a si imediatamente.

Seu martírio recomeçou, ele a colocou de pé ainda desorientada, se sentou na poltrona e a puxou pro seu colo, quando ela deu por si já era tarde demais, aquele monstro deformado já invadia as suas entranhas. Seu algoz agilmente abria sua pernas exibindo seu cuzinho rasgado e sangrando em seu pau.

- Eu também tenho o direito de lavar a minha honra com o sangue do cu dessa vadia. - ele repetia isso sem cansar.

Ela gritava descontroladamente se debatendo em seu colo que se tranformara em sua prisão, imobilizada ela era penetrada violentamente com ele já de pé. Voltando a sentar ele agarrou seus pequenos seios pelos bicos torcendo como se fosse arrancá-los, os gritos já se tornavam roucos a medida que o tempo passava.

E como fez comigo ele a virou de frente pra si, mas deixou suas pernas abertas ao redor do encosto da poltrona e debaixo dos seus braços fortes, então a empurrou fazendo-a cair entre suas pernas, ele pisou em seu cabelo para que ela não levantasse e com uma mão ele beliscava e puxava seu grelo enquanto revesava entre chupar, morder e beliscar seus peitos com a outra.

- Tá vendo, porquinha, essa puta fujona tem o grelo maior que o seu. O seu eu nem consegui segurar, mas olha como estico o dela.

Ele ria enquanto degradava o seu corpo, era possível ver a ponta de seu pau avançando até um pouco acima do seu umbigo. Rapidamente seus braços passaram por baixo de seus joelhos e seus dedos cravaram em seus ombros e sem demora ele estava outra vez de pé, imponente e cruel entrando e saindo com violência do corpo que julgava ser seu.

Era demais pra mim ver aquilo, ela já estava acabada, seus braços balançavam pendurados ao lado de seu corpo aprisionado e num rompante de coragem virei pro meu dono e o questionei.

- É sua mãe, você não vai fazer nada?

- É a mulher dele, igual você é minha cadela. Ele tá no seu direito. E depois não quero ninguém se metendo no que faço com você. Cada um cuida do que é seu.

Sua resposta foi fria e cortante e com um puxar da guia voltei a minha posição. Era desesperador ver o sofrimento dela e não poder fazer nada, eu já estive no seu lugar e bem sabia disso. Ainda de pé ele segurava seu corpo amolecido em seus braços, o que não era um grande esforço pra ele já que ela era magrinha também, apesar de ser mais alta do que eu ela não passava de 1,60 de altura.

Dava pra ver o sangue dela escorrendo devagar por suas bolas e pingando no chão, mas ele ainda não estava satisfeito e quando a inconsciência a levou novamente percebi que aqueles olhos crueis estavam fixos em mim e tive medo.

Como um homem das cavernas ela a jogou sobre o ombro deixando seu bumbum completamente destruído à mostra, pegou a garrafa de cachaça e foi bebendo em direção às escadas.

- No meu quarto será mais divertido.

Passando o braço por debaixo dos meus joelhos sem desengatar fui erguido no ar e assim seguimos rumo ao quarto de seu pai. No quarto ele sentou na poltrona de frente para a cama onde o corpo desacordado de sua mãe foi jogado. E eu permaneci empalado e sob seu controle no seu colo. Sua mão livre logo encontrou meu mamilo esquerdo e ao mesmo tempo que massageava, beliscava forte e puxava até soltar e começar tudo de novo revezando entre os dois.

A garrafa foi deixada quase pela metade sobre o criado mudo, uma caixa de madeira foi tirada de dentro do guarda-roupas e colocada sobre a cama. Dela saiu uma coleira grossa de couro preto que logo foi presa bem justa com um cadeado no pescoço dela que permanecia alheia a tudo.

Uma corrente foi colocada na argola atrás da coleira e presa junto com suas mãos na cabeceira da cama em um daqueles ganchos que só agora começava a entender o porquê de estarem ali. Então ele a acordou mais uma vez suas pernas foram suspensas até encostar em seu peito e mais uma vez foi penetrada, mas sua buceta era o alvo dessa vez.

Os gritos ecoavam pelo quarto fechado, a luz forte não deixava nenhum detalhe passar despercebido, o sangue já escorria manchando o lençol limpo. Aquilo era desumano e eu horrorizado me reconhecia naquela cena, era dessa forma brutal que eu era sodomizado constantemente nas últimas semanas, era assim que meus direitos eram anulados pela força descomunal de um homem sobre mim.

Com outro grito rouco fui arrancado do meu transe reflexivo, a cena era animalesca, ele chegava a pular sobre ela na tentativa de ir mais fundo, de dilacerar mais sua intimidade e sua alma. Seu cu estava estufado pra fora ainda sangrando também e o sentimento que me invadia era pura fúria quando nossos olhos se encontraram no momento em que ele levantou pra mexer na caixa outra vez minutos depois.

- Sua cadelinha está me olhando daquele jeito de novo, filho. Acho que chegou a hora daquela surra que prometi a essa porquinha. Afinal, hoje é o meu dia de pagar promessas.

Meu corpo se retesou, por instinto procurei o corpo do meu dono atrás de mim como proteção, mas me foi negado e aquele pau que a pouco pulsava macio dentro de mim se tornou como aço imediatamente ao ouvir o que seu pai dizia. Meu pinto que vivia encolhido sob a proteção de sua pele sumiu completamente.

Sem mais uma palavra minha guia foi entregue nas mãos daquele pervertido sádico e com brutalidade fui arrancado do pau de meu dono ainda em riste. A minha guia foi trocada por uma corrente maior e presa no gancho do teto bem de frente ao meu dono que só observava.

Aquilo incomodava, pois mantinha a coleira mais justa ao meu pescoço e eu tinha que ficar bem na pontinha dos pés se não quisesse sufocar. Meu mundo desabou quando o destruidor chegou às mãos de meu tio como uma oferenda merecida, ele passou a mão pelo meu corpo já marcado e riu.

- Porquinha suja, agora você vai aprender a respeitar os meus direitos de homem sobre a sua tia e nunca mais vai me olhar assim. Eu vou quebrar você!

Ele enrolou o destruidor em sua mão direita deixando a ponta com o ferro pendurado, o desespero me inundava, pois eu não aguentaria outra surra em tão pouco tempo e eu tentava a todo custo me manter respirando nem que fosse o mínimo possível. Eu olhava pro meu dono num pedido mudo de socorro, mas seus olhos estavam cravados no do pai.

Vi a decepção cruzar o rosto do meu tio quando meu dono ergueu o indicador num gesto simples, mas cheio de autoridade. Era sinal de uma ordem inquestionável. E isso me trouxe um pequeno alívio.

- Com o outro lado!

A
Meio a contra gosto o cinto foi desenrolado e voltou a se enrolar deixando o ferro seguro na sua mão, mas a outra ponta tinha muitos arrebites que também machucavam demais, mas nunca como aquele ferro. E de qualquer forma ele parecia satisfeito, o couro grosso pesava em sua mão enquanto ele me encarava.

- Quantas?

- De quantas você precisa, minha cadelinha?

- O senhor... sabe... meu dono.

Eu chorava copiosamente e o fel amargava em minha boca por proferir essas palavras.

- Muito bem, minha cadelinha! 10 é o suficiente.

- Doze?

- Que seja, mais uma ou menos uma não vai fazer diferença, minha cadelinha aguenta.

Como se já não bastasse minha submissão completa, eles ainda discutiam quantas vezes eu precisava ser atingido na maior naturalidade como se comentassem do clima.

Meu tio, um homem maduro com seus quarenta e poucos anos que tinha a minha guarda, que deveria me proteger e zelar por meus direitos ansiava por me subjugar diante do seu filho, um adolescente como eu que se intitulava meu dono.

Sem mais demora os açoites começaram fortes e cadenciados, ele sentia prazer a cada encontro da minha pele esfolada com o couro pesado e cravejado de aço e eu pulava como se o chão estivesse em brasa.

- É melhor você estar contando pra eu não ter que começar do zero, porquinha.

Eu cheguei a me engasgar com sua fala tamanha era sua satisfação com o que fazia. Assenti e logo verbalizei como ele ordenara anteriormente.

- Sim, papai.

Segui contando cada golpe recebido e cada vez a sua força aumentava até que o décimo segundo acoite foi desferido, mas a força aplicada foi tão dilacerante que minhas pernas cederam e eu apaguei não sei se pela dor, pela falta de ar ou a junção dos dois.

Fui acordado já de volta ao meu lugar, empalado no meu trono de músculos e sadismo. Meu dono me segurava como um troféu que ele tinha o direito de exibir, já minha tia me substituía naquele gancho.

E agora o domínio era dele, ele não precisava do consentimento de ninguém. Ele parecia até maior do que o que era de fato devido a sua soberba de se achar dono de alguém assim como o filho.

Ainda com o destruidor enrolado em sua mão, mas agora como ele desejou no começo, com o ferro exposto, ele deu o primeiro golpe e depois outros, sem se preocupar com a quantidade agora o poder de decisão pertencia a ele, mas a cada vez que a sua mão descia sobre o corpo violado dela seus olhos buscavam os meus, procurando algo que me incriminasse, que me fizesse voltar àquele gancho, só que agora a única coisa que ele encontrava em mim era resignação e entrega.

E isso o enchia de orgulho fazia a sua soberba tirana borbulhar em seus olhos, de fato hoje era o dia dele cumprir todas as suas promessas, pois ele conseguiu me quebrar física e mentalmente.

Minha tia apagou e no mesmo instante foi trazida de volta, seu olhar estava perdido e vazio, parecia que ela nem estava mais ali. Ainda assim aquela criatura violava seu cu de uma forma tão bárbara que seu intestino saía, mas ele não parava. Um tempo depois ele passou a penetrar sua buceta com a mesma fúria e com parte de seu intestino ainda exposto.

Tempos depois nesse revezamento e na segunda garrafa daquela bebida amaldiçoada ele segurou seu rosto banhado em lágrimas com força e a encarou admirando sua obra. Não tinha uma parte de seu corpo que não estivesse marcada ou sangrando. Com sua mão áspera ele apertava seu intestino ainda pendurado e com força o empurrou para dentro novamente.

Ela gemia baixo já sem forças, seu sangue escorria por suas pernas e seu cu judiado estava muito aberto e inchado como se estivesse do avesso igual a mim quando fui sodomizado pela primeira vez.

- Valeu a pena fugir, vadia?

- Va-leu.

Sua voz saiu tão baixa que eu até duvidei do que ouvi. Meu tio não disse uma palavra, soltou a corrente que a mantinha de pé deixando seu corpo cair no chão. Bebeu mais um pouco da cachaça enquanto seu pau pulsava teso e despejou uma parte sobre o seu corpo esfolado a fazendo se contorcer no chão.

- Não tarda e o seu arrependimento chegará.

Enquanto ele falava com um brilho perverso surgia no seu olhar, sem aviso fui erguido novamente no colo do meu dono e sem mais ele nos levou pro nosso quarto.

Na cama ele passava um pano úmido nos novos ferimentos tirando o sangue seco e borrifando aquele remédio do inferno neles. Eu chorava quieto por mim e por minha tia que estava de volta nesse inferno e longe de seus filhos. Até que ouvi sua voz fria e cortante.

- Se algum dia eu sonhar que você saiu de dentro desta casa, além da área de serviço, sem o meu consentimento, o que você viveu até agora vai parecer brincadeira de criança perto do que te aguarda. Entendeu, vadia?

- Entendi... sim... meu dono.

Ele me deitou de bruços sem demora se deitou sobre meu tronco, me penetrou passando sua perna esquerda sobre as minhas, me prendendo, minha cabeça estava bem debaixo do seu peito virada pra parede. A força de suas estocadas ia aumentando a medida que o tempo passava, doía, mas não era insuportável e a urgência com que ele voltava bem fundo pra dentro de mim fazia meu corpo estremecer até que senti seu sêmem inundar meu interior.

Ele permaneceu dentro de mim e apesar do incômodo pela dor dos ferimentos e pela posição que dificultava minha respiração, dessa vez não demorei a dormir, meu corpo estava moído e minha mente estava exausta com tudo que vi, ouvi e pensei neste dia.

Continua...

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Comentários (7)

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  • AlfaAlex: viado e puta só aprendem assim na porrada

    Responder↴ • uid:3ksam98
    • Subzinha1409: Me ensina?

      • uid:g3jb83qri
  • AlfaAlex: tesão

    Responder↴ • uid:3ksam98
  • Leitor: Espero vingança dele e da tia e o mínimo!

    Responder↴ • uid:14bcnlf8xprp
    • Rayka Maryne: Eu também estou muito querendo ver isso pra esses monstro se fuderem

      • uid:g3jq4lt0b
  • Azul: Sera q eles vao se apaixonar?? Ia ser tao fofo

    Responder↴ • uid:1d0uq3mjptl3
    • Cativo: Será?!? 🔥🔥

      • uid:1dq9a2h36q4x