#Gay #Sado #Teen #Virgem

O pai do meu amigo me fez de putinha part 2

3.8k palavras | 2 | 4.71 | 👁️
Kayke

Parte dois do conto do cinema, agora na casa dele, brincadeiras vira um jogo de provocação e tensão.

O celular parecia queimar na palma da minha mão a cada nova notificação. Eu finalmente tinha desbloqueado o contato de “Lucas” — que agora eu sabia ser o Fernando, tinha mandado um “oi” pra ele. As mensagens dele chegavam como uma enxurrada de desespero. Ele não perdia tempo com rodeios: mandava fotos diretas, brutas, do pau duro, mostrando como o corpo dele reagia só de pensar em mim. O texto que acompanhava era quase um lamento: “Me perdoa, eu não devia ter mentido, mas estou louco por você. Olha o meu estado”.
Ele confessava, sem pudor algum, que ainda batia uma lembrando daquela nossa tarde no cinema, jurando que tinha sido a melhor transa da vida dele. Eu olhava para aquelas mensagens e sentia o meu próprio corpo responder, mas o orgulho falava mais alto. A mentira dele tinha sido amarga demais. Ele me fez projetar sentimentos no filho, me fez criar uma fantasia inteira para depois jogar um balde de água gelada na minha cara.
Sorri diante da tela, mas não era um sorriso de carinho; era o sorriso de quem agora tinha as rédeas da situação. Meus dedos digitaram com calma: “Quer esvaziar o saco? Pois esvazie com a mão. Eu não sou seu brinquedo.”
Visualizei o exato momento em que ele leria aquilo. Imaginei o desespero dele, o tesão se transformando em frustração pura enquanto ele implorava por uma chance. Antes que ele pudesse digitar qualquer outra desculpa, eu bloqueei a tela do celular.
Por dentro, eu também o queria, e a lembrança do cinema ainda me arrepiava, mas ele precisava aprender. Eu ia deixá-lo cozinhar naquele desejo sufocante. Se ele queria o meu perdão, teria que suar muito mais do que apenas mandar fotos no WhatsApp. O gelo estava só começando, e eu estava adorando o frio que estava fazendo do lado dele.
A oportunidade caiu no meu colo por meio de uma notificação do Instagram: o verdadeiro Lucas tinha me mandado uma solicitação para seguir. Assim que aceitei, vi os stories dele. O garoto estava todo orgulhoso, ostentando o PlayStation 5 novinho que tinha ganhado do pai. Era o gancho perfeito. Comecei a puxar assunto sobre os jogos que eu curtia, e a conversa fluiu tão bem que, no fim, veio o convite: “Vem aqui em casa jogar!”.
Eu não podia perder essa chance. Era a oportunidade ideal para torturar o Fernando um pouco mais, bem debaixo do teto dele.
Cheguei lá por volta das 17:00. Quando a porta se abriu e dei de cara com Fernando, fingi que ele era um completo estranho. Passei por ele com o queixo erguido, tratando-o como se fosse invisível. A cara de choque dele foi impagável; ele ficou paralisado, sem entender como eu tinha ido parar ali.
— O que você está fazendo aqui? — ele sussurrou, com a voz falhando, os olhos arregalados de surpresa e medo.
Parei apenas por um segundo, olhando-o de cima a baixo com uma frieza cortante.
— Vim jogar com seu filho, Fernando. Algum problema? — respondi, curta e grossa.
Passei por ele sem deixar que nossos corpos se esbarrassem, tratando-o com a indiferença de quem nem lembrava que ele existia. Senti o olhar dele queimando na minha bunda, um misto de desejo e pânico, enquanto eu caminhava em direção à sala. O jogo estava apenas começando, e dessa vez, era eu quem dava as cartas.
A tensão na sala era tão óbvia que chegava a ser pesada. O PlayStation 5 estava ligado na TV da sala, e eu me sentei estrategicamente ao lado de Lucas no sofá. Comecei meu jogo: ria de cada piada boba que o garoto fazia, encostava meu ombro no dele para comentar uma jogada e, sempre que precisava me ajeitar, dava um jeito de deixar minha bunda bem empinada na direção de Fernando.
Pelo canto do olho, eu via o pai andando de um lado para o outro como um bicho enjaulado. Ele coçava a cabeça, bufava e não conseguia tirar os olhos de mim. O ciúme estava corroendo o pouco de juízo que ainda lhe restava, e o tesão o deixava inquieto, possesso por me ver tão perto do filho e tão longe dele.
— Vou ali na cozinha beber uma água, Lucas. Já volto para a próxima rodada — anunciei, levantando-me com calma.
Mal coloquei os pés na cozinha e senti o vulto atrás de mim. Fernando me prensou contra a parede, uma das mãos apertando meu pescoço com força, não para machucar, mas para me dominar.
— Escuta aqui... eu não caio nesse seu joguinho, não — ele rosnou, o rosto a milímetros do meu. — Está querendo me fazer ciúme com o garoto? É isso?
— Eu não sei do que você está falando, Fernando. Me solta — respondi, mantendo o tom de voz baixo, mas firme. — Sua mulher está logo ali na varanda. É só eu dar um grito e ela chega aqui em um passo.
Os olhos dele brilhavam de um jeito perigoso. Ele ignorou a ameaça, colando o corpo dele no meu, deixando claro o quanto estava descontrolado.
— Por que você não cede logo? Me dá logo esse rabo, vamos pular para o final dessa história. Vamos acabar com isso agora, Kayke... Vamos lá para cima — ele suplicou, a voz rouca de puro desejo.
Eu o encarei com um sorriso de lado, sustentando o olhar. Com as mãos no peito dele, empurrei-o devagar, apenas o suficiente para criar espaço.
— Não, Fernando. Eu não sou seu brinquedo sexual. Você só vai me ter de novo no dia em que eu quiser, e do jeito que eu quiser. Agora volta para a sala e finge que é um bom pai.
Deixei-o ali, parado no meio da cozinha, ofegante e com as mãos trêmulas, enquanto eu voltava para o sofá com a maior naturalidade do mundo.
Na sala, o PlayStation 5 brilhava na tela, mas o verdadeiro jogo acontecia fora dela. Eu estava sentado no tapete, bem perto do sofá onde Lucas se concentrava no controle. Eu usava uma calça de moletom cinza, propositalmente larga, que escondia o meu segredo: uma lingerie de renda preta, fina e muito provocante. Eu sentia o olhar de Fernando como se fosse uma brasa queimando a minha nuca; ele não conseguia prestar atenção em nada que não fosse eu.
Em um momento em que Lucas comemorava um gol no jogo de futebol, eu me espreguicei com calma, arqueando o corpo. Fiz com que o moletom descesse um pouco e o elástico da lingerie saltasse para fora, exibindo a renda preta contra a minha pele clara. Foi um movimento rápido, mas planejado.
Ouvi o som de Fernando engasgando com a própria saliva atrás de mim. Ele deu alguns passos, fingindo que queria ver o placar da partida, e se inclinou o suficiente para que apenas eu ouvisse sua voz, trêmula e sombria:
— Você está fazendo isso de propósito... — ele sibilou, o hálito quente batendo no meu pescoço. Você quer me enlouquecer aqui dentro?
Eu nem me dei ao trabalho de olhar para trás. Continuei com os olhos fixos na TV, mantendo um sorriso cínico nos lábios.
— O foco aqui é o jogo, Fernando. Se afasta — respondi num tom baixo, mas firme o suficiente para ele sentir o gelo.
A tensão na sala estava tão alta que o ar parecia elétrico. Fernando tentou entrar no jogo, pegando o controle para uma partida contra o filho, mas era uma humilhação total. Ele não conseguia acertar um comando sequer, pois seus olhos estavam grudados em mim, ignorando completamente a tela da TV.
Em um movimento ousado, aproveitando que Lucas estava celebrando mais uma vitória de olhos fixos no placar, eu fui além. Desci a calça de moletom por completo, ficando apenas com a lingerie de renda preta, e me apoiei de quatro no tapete, bem na frente dele, fingindo que estava apenas procurando algo no chão ou me ajeitando para a próxima rodada.
Fernando entrou em pânico e desejo ao mesmo tempo. Ele rapidamente puxou uma almofada do sofá e a colocou no colo, tentando disfarçar o volume absurdo que a bermuda não conseguia mais esconder. O pau dele estava estourando o tecido, e ele fazia questão de inclinar o corpo para que eu visse o tamanho do estrago que eu estava causando. Seus olhos suplicavam por um sinal, uma trégua, qualquer coisa que aliviasse aquele aperto.
Eu, porém, mantive o papel. Olhei por cima do ombro apenas uma vez, com um olhar de total indiferença, e voltei minha atenção para o garoto.
— Nossa, Lucas, seu pai é muito ruim nesse jogo! — debochei, dando uma risadinha e encostando meu braço no joelho do menino. — Você não tem nem competição aqui, né?
Fernando bufava atrás da almofada, o rosto vermelho de ódio e tesão acumulado. Ele estava ali, a poucos centímetros de mim, vendo a renda preta desenhar meu corpo, sentindo o cheiro da minha provocação, mas sendo forçado a agir como um “pai de família” enquanto eu o tratava como se ele nem fosse homem o suficiente para me ter.
A diversão de ver o desespero dele era melhor que qualquer vitória no videogame.
Para completar a tortura, inclinei o corpo para o lado e colei meu ombro no de Lucas, rindo de forma descontraída.
— Boa jogada, Lucas! — exclamei, ignorando o pai completamente. — Você é muito melhor que seu pai, em todos os sentidos.
Fernando recuou um passo, respirando fundo. Eu sentia o ódio e o tesão dele batalhando no ar, enquanto ele assistia ao próprio filho receber a atenção que ele estava desesperado para ter.
Fernando deu um passo para trás, tentando organizar a respiração, mas era inútil. O ar da sala estava carregado com o ódio e o tesão que brigavam dentro dele. Ver o próprio filho, Lucas, recebendo toda a minha atenção e o meu carinho era como um soco no estômago de seu ego. O ciúme brilhava nos seus olhos, mas o que realmente o destruía era o desejo pelo proibido.
Às 19:00, o som de passos discretos anunciou a chegada da esposa. Ela era uma mulher bonita, de traços suaves, mas tudo nela transbordava a rigidez da sua fé. Era evangélica, usava uma saia longa que ia até os tornozelos e uma blusa fechada até o pescoço, sem nenhum detalhe que chamasse a atenção para o corpo.
— Já vou para o culto, fiquem com Deus — disse ela, com uma voz mansa, inclinando-se para dar um beijo rápido e sem graça no rosto do marido.
— Vai com Deus, amor — Fernando respondeu no automático. Suas palavras estavam nela, mas seus olhos continuavam fixos, devorando a curva do meu quadril e o detalhe da minha lingerie que insistia em aparecer.
Assim que o barulho da porta batendo ecoou pela casa, o clima mudou instantaneamente. Fernando parecia outra pessoa; estava possesso. O silêncio da esposa santa, que provavelmente nunca tinha usado uma renda ou feito uma provocação daquelas, era o contraste perfeito para a minha presença ali.
Ele olhava para mim e via tudo o que a religião e o casamento dele proibiam. A visão da minha renda preta contra a pele era como um insulto à pureza da mulher que acabara de sair. Ele sabia que nunca teria aquela luxúria debaixo das saias longas da esposa, e ver aquilo ali, tão perto e ao mesmo tempo tão distante por causa do gelo que eu dava, o estava enlouquecendo. O proibido nunca tinha sido tão desejado.
Lucas avisou que ia ao banheiro. Assim que o som dos passos de Lucas desapareceu no corredor em direção ao banheiro, o ar na sala pareceu pegar fogo. O silêncio foi cortado pelo rosnado de Fernando, que avançou na minha direção como um animal faminto. Seus olhos estavam vermelhos, injetados de um desejo que ele não conseguia mais esconder.
— Você não tem vergonha? — ele sibilou, a voz rouca de ódio. — Usar uma coisa dessas na minha casa? Eu vou te comer aqui mesmo, agora, na frente do meu filho... Eu não estou nem aí para as consequências.
Eu não recuei nem um centímetro. Pelo contrário, sustentei o olhar dele com um sorriso cínico nos lábios e me inclinei para frente. Fiz questão de que a luz da sala batesse exatamente na renda preta da minha lingerie, destacando cada detalhe proibido.
— Você não vai fazer nada, Fernando — provoquei, sentindo uma satisfação deliciosa ao ver as mãos dele tremerem de frustração. — Se o tesão apertar e você não aguentar, já sabe: a mão é sua melhor amiga. Se vira sozinho.
O rosto dele se transformou. O orgulho de homem bruto pareceu quebrar diante da minha indiferença. Ele estava desesperado, completamente dominado pelo que eu estava fazendo com a cabeça dele.
— O que você quer que eu faça, Kayke? — ele sussurrou, a voz quebrada. — Quer que eu peça perdão de joelhos? Eu faço. Eu faço qualquer coisa.
Antes que eu pudesse responder, ele se jogou no chão. Ver aquele homem, aquele "macho" que mandava em tudo, ajoelhado aos meus pés, me encheu de uma alegria cruel. Ele juntou as mãos, como se estivesse rezando, e olhou para cima com os olhos suplicantes.
— Por favor... me perdoa — ele pediu, a voz baixa e carregada de humilhação.
Eu mantive o rosto sério, fingindo um desprezo absoluto, saboreando cada segundo daquela cena. Ele era meu, estava na palma da minha mão. Mas o momento durou pouco: o som de uma porta batendo e os passos de Lucas voltando pelo corredor ecoaram na casa. Em um movimento rápido e desesperado, Fernando se recompôs, levantando-se e fingindo que estava apenas ajeitando o tapete, voltando à pose de pai de família enquanto o filho entrava na sala.
Exatamente às 19:30, o tempo pareceu conspirar a meu favor. Um trovão ecoou e o céu simplesmente desabou. A chuva batia com uma força absurda contra as vidraças, transformando o mundo lá fora em um borrão cinzento. Era o cenário perfeito para a minha cartada final.
Olhei para a janela com uma falsa preocupação e disse:
— Nossa, Lucas, com essa chuva vai ser impossível eu voltar agora. Posso dormir aqui hoje? — joguei a isca, sentindo o olhar de Fernando queimar a minha pele.
— Claro! — Lucas respondeu na hora, com a empolgação de quem queria continuar jogando. Ele olhou para o pai. — Pai, deixa ele dormir na cama do meu irmão?
Fernando me encarou fixamente. Dava para ver o conflito dentro dele: o ódio por estar sendo torturado daquele jeito contra a fome desesperada de me ter debaixo do mesmo teto a noite inteira. Ele estava entre a cruz e a espada.
— Se a sua mãe não se importar quando chegar do culto... por mim, tudo bem — ele disse, com a voz tão falha que quase não saiu. — Pode dormir na beliche de baixo. O irmão do Lucas está passando a noite na casa da namorada, a cama está livre.
Ele tentou manter a pose de pai de família, mas o desejo reprimido estava escrito em cada linha do seu rosto. Ele sabia que, ao me deixar ficar, estava abrindo as portas para uma noite de inferno e tentação que ele dificilmente conseguiria vencer.
A casa mergulhou em um silêncio tenso após o jantar. A esposa de Fernando, de volta do culto, mantinha a conversa em tons baixos, agradecendo a Deus pela chuva que refrescava a noite. Ela nem desconfiava que, debaixo do moletom do convidado do seu filho, escondia-se a peça de renda que estava desmoronando o autocontrole do seu marido. Fernando mal conseguia engolir a comida; seus olhos evitavam os meus, mas eu sentia sua perna tremer sob a mesa cada vez que eu mudava de posição.
— Vamos deitar, Lucas. Amanhã vai ser um dia longo — a mãe anunciou, encerrando a noite.
Fomos para o quarto. Lucas subiu na beliche de cima e, em poucos minutos, o som da sua respiração pesada mostrava que ele já tinha pegado no sono. Eu me deitei na cama de baixo, sentindo o frio do lençol, mas o meu corpo estava em brasa. Eu sabia que, a poucos metros dali, em outro quarto, Fernando estava deitado ao lado da esposa, mas com a cabeça em mim.
Passou-se cerca de uma hora. A chuva lá fora tinha virado um chiado constante. De repente, o rangido da porta me fez abrir os olhos. Uma silhueta alta entrou no quarto, movendo-se com um cuidado extremo para não fazer muito barulho no piso. Era ele.
Fernando parou ao lado da minha cama. Na penumbra, eu conseguia ver o brilho dos seus olhos, fixos em mim como os de um predador. Ele se abaixou, ficando de joelhos ao lado do meu rosto.
— Você não tem ideia do inferno que está sendo minha noite — ele sussurrou, a voz tão baixa que era quase um sopro. — Eu fecho os olhos e só vejo aquela renda preta. Minha mulher está lá dormindo, e eu estou aqui, morrendo por sua causa.
Eu me virei devagar, ficando de frente para ele, e deixei que o cobertor escorregasse um pouco, revelando o detalhe da lingerie que o estava enlouquecendo.
— Veio me pedir perdão de novo, Fernando? — provoquei, sentindo o calor da respiração dele na minha bochecha.
— Eu vim acabar com isso — ele respondeu, a mão subindo devagar pela minha perna, apertando a renda contra a minha pele com uma urgência que ele não conseguia mais esconder.
Acima de nós, o estrado da beliche rangeu quando Lucas se mexeu no sono. Fernando congelou, prendendo a respiração, com medo de ser pego lutando contra o tesão que o consumia. O perigo daquela situação era o toque final que faltava para a nossa explosão.
— Você está louco? — sussurrei, a voz mal saindo da garganta para não acordar o garoto logo acima de nós. — Seu filho está logo ali. Sai daqui.
— Eu não consigo... — Fernando sibilou, ajoelhando-se ao lado da cama. Ele estava tremendo. — Você passou a tarde inteira me humilhando, esfregando essa renda na minha cara, colado no meu filho... Eu vi o que você estava fazendo. Você queria isso, não queria?
Ele esticou a mão e tocou a lateral do meu quadril, os dedos ásperos encontrando a delicadeza da renda. Vi seus olhos quase revirarem; para um homem acostumado à castidade e à rigidez da esposa, aquele toque era como um curto-circuito.
— Tira a mão — ordenei, mas sem me afastar, sentindo o calor dele invadir o meu espaço. — Vai lá pra sua mulher de saia longa e me deixa em paz.
— Não fala dela! — ele rosnou baixo, o rosto agora a centímetros do meu. — Ela nunca me olhou desse jeito. Ela nunca usaria algo assim... Ela não tem esse fogo que você tem. Você é um demônio, sabia? Um demônio que veio me destruir.
Fernando avançou mais, segurando meu pescoço com uma mão enquanto a outra apertava a minha coxa com uma força que demonstrava todo o seu ciúme reprimido. Ele estava possesso de tesão e de ódio por ter sido preterido pelo próprio filho durante o dia.
— Você vai me pagar por cada minuto de hoje — ele sussurrou contra meus lábios, o cheiro de desejo exalando dele. — Eu ia te comer na frente dele se precisasse, mas agora que estamos aqui, você vai ver o que acontece quando brinca com o fogo.
— Se o Lucas acordar, Fernando, sua vida acaba — provoquei, sentindo meu próprio coração disparar com o perigo da situação.
— Então é melhor você ficar bem quietinho — ele respondeu, puxando o cós da minha lingerie com uma urgência cega, os olhos fixos nos meus, desafiando-me a dar o próximo passo naquele jogo perigoso.
A atmosfera no quarto tornou-se subitamente sufocante, densa com o cheiro de chuva e de desejo reprimido. O som da respiração pesada de Lucas, no andar de cima da beliche, era a prova de que ele estava em um sono profundo, alheio ao drama que se desenrolava a poucos centímetros abaixo dele. Aquele som agia como um combustível para Fernando; a certeza de que o filho dormiria como uma pedra deu a ele a audácia final que faltava.
Eu não conseguia mais sustentar o papel de carrasco. O calor que emanava do corpo de Fernando, a força bruta com que ele me segurava e o cheiro de um homem desesperado quebraram minha última barreira de resistência. Minha vingança tinha atingido o ápice, mas agora meu próprio corpo cobrava o preço.

Continua na parte três.....

febvPkv.md.jpg

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mato Grosso 7: Meu tá uma Dlç , conta mais adorei

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y
  • Pretinho: Amei demais o conto. Parabéns! Que história envolvente e deliciosa de acompanhar. Continue!

    Responder↴ • uid:nvpee7arudf