Diego foi fodido pelo urso mexicano
Olá, pra quem ainda não leu meus contos anteriores vou deixar aqui minha descrição e a de meu noivo.
Me chamo Leonardo, tenho 28 anos, 1,86 de altura e uns 150kg, aquilo que chamam de fordo (forte e gordo), sou loiro de cabelo curto e barba grande, tatuado, aquele típico visual de lenhador e Diego, tem 26 anos, é o estilo urso perfeito, gordo, peludo, mais baixo do que eu, deve ter por volta de 1,75. Tem quadril largo, bunda grande, bem redondinha, coxas grossas, barriguinha saliente, pele morena, da cor de um cigano, olhos verdes, cabelos negros ondulados na altura dos ombros, barba curta, um sorriso lindo e um jeitinho bem afeminado que me deixa louco.
Como eu havia dito no conto anterior o irmão de Diego veio passar uma temporada no Brasil com o noivo para casarem aqui e estão hospedados na nossa casa, o Ricardo (irmão do meu Diego) é um garoto gordinho também, mas bem menos que o irmão, ele faz o tipo ursinho, tem 20 anos, é baixinho, deve ter no maxímo 1,70 de altura e uns 120kg, poucos pelos, sem barba, cabelo curto, pele clara, cabelos castanhos e olhos azuis. Já seu noivo, se chama Jorge, é um mexicano lindo, tem 32 anos, faz o estilo paizão, é grande, alto, forte, peludo, musculoso e gordo (depois em conversa fui saber que ele tem 1,96 de altura e 210kg), ele é moreno, tem cabelo curto, barba média, olhos escuros, aquela cara de mexicano nativo, o cara parece ser um Deus Asteca.
Depois da foda incrível que tive com meu putinho imaginando o mexicano dominando ele comigo, tinha que fazer isso se tornar realidade logo.
Mandei Diego seduzir o mexicano, e ele como boa puta que é, estava bem empenhado nisso. Andava pela casa sem camisa, só shortinhos minúsculos, saia do banho só de toalha, sempre que possível estava lá com o rabo pra cima, mas o mexicano se mantinha comportado.
Sexta feira foi meu último dia de trabalho, o escritório entrou em recesso, vou emendar com minhas férias em janeiro e volto só depois do carnaval, então tive que trabalhar até mais tarde, quando terminei o mexicano passou no escritório me buscar e fomos direto pra academia.
Na volta pra casa estavamos conversando, já conversávamos como se fossemos amigos de longa data, o mexicano estava conseguindo falar em português sem dificuldade, tinha melhorado a pronúncia e misturado ao seu sotaque ficava lindo. Comecei colocar meu plano em ação, puxei o assunto de relacionamento, disse que era um cara ciumento, mas estava querendo mudar, talvez experimentar abrir o relacionamento, aí ele me disse que está junto de Ricardo a mais de dois anos e que o relacionamento deles sempre foi aberto, que Ricardo questionou no começo mas logo cedeu e acabou gostando da idéia, o mexicano disse que foi criado no meio liberal, então pra ele sempre foi natural, amar o parceiro mas poder fazer sexo com outras pessoas, inclusive homens e até mesmo os próprios familiares, me contou que ele tem um filho de 14 anos e que já iniciou o garoto. Porra, isso me deu um tesão desgraçado, fiquei de pau duro ali no carro, tentei disfarçar e falei que ultimamente a idéia de ter um cara mais forte que eu dominando Diego na minha frente estava me deixando muito excitado, ele entendeu, deu um sorriso safado, falou que eu deveria conversar com Diego sobre isso e que com certeza isso seria muito bom pro nosso relacionamento.
Acordei no dia seguinte com Diego me chupando, gozei na boca do meu lindo urso cigano, depois puxei ele pra perto de mim, dei um beijo demorado e comentei que ontem havia falado com Jorge sobre o nosso fetiche, que era pra ele caprichar nas provocações com o mexicano porque eu queria ver ele ser fodido naquele dia ainda.
Antes de sairmos pra ir na casa dos pais de Diego, ele vestiu uma tanga vermelha pequena que sumiu no rabo dele, um shortinho branco colado no corpo e uma regata decotada que mostrava até os mamilos.
O dia foi bem divertido, Diego fez direitinho o que mandei, deu em cima do mexicano o dia inteiro, dançou com ele, fingiu derrubar as chaves e abaixou pra pegar empinando o rabo na cara dele, ficou só de tanguinha com o rabo pro alto na espreguiçadeira na frente dele, meu putinho provocou tanto que o mexicano já não sabia mais o que fazer pra disfarçar que estava de pau duro. Saímos da casa dos pais dele já eram dez da noite, chegamos em casa mas Diego disse que ainda estava cedo e deu a idéia de irmos num bar LGBT aqui perto, assim fizemos.
Diego trocou de roupa, ficou uma puta perfeita, usava uma saia preta soltinha no corpo, meia arrastão, bota de salto e uma regatinha durada, curta que deixava metade da barriga dele a mostra, havia prendido o cabelo num rabo de cavalo, passado lápis de olho, e antes de sair me mostrou seu acessório especial, um plug atolado naquele rabo lindo, se não fosse pela barba ele passaria por mulher facilmente. Ricardo também estava bem viadinho, shortinho e ragatinha curta combinando com o irmão. Eu e o mexicano trocamos de roupa e fomos.
Lá no bar, foi uma noite muito agradável, muita bebida e provocação, Diego se esfregando no mexicano, ele apalpando meu urso por debaixo da saia, tambem comecei apalpar Ricardo, ele pegou meu pau, estava todo mundo pingando de tesão. Eu stava louco pra ver meu puto ser arrombado e provar o rabo de outro viadinho, ficamos pouco mais de duas horas no bar e voltamos pra casa, como estavamos de uber viemos em carros separados, eu e Diego em um, Ricardo e Jorge em outro. Chegamos primeiro, entramos e ficamos na sala esperando eles, isso acabou esfriando um pouco o clima. Quando eles chegaram peguei mais bebida na geladeira e Diego deu a idéia de brincarmos de verdade ou desafio, começamos já com perguntas bem quentes, na segunda rodada Diego escolheu desafio, então rodei uma garrafa e disse que ele teria que beijar a pessoa para qual a garrafa apontasse, a garrafa apontou pro irmão dele, Diego se levantou foi até Ricardo e eles se beijaram de língua, caralho, foi uma cena que deu muito tesão, nessa altura o mexicano ja nem fazia questão de disfarçar que estava de pau duro. Na minha vez escolhi verdade, então o mexicano perguntou se eu esteva pronto mesmo pra ver meu noivo virar putinha de outro macho, respondi que sim, o mexicano escolheu desafio, o dele foi o mesmo de Diego, rodou a garrafa e ela apontou pra mim, confesso que me senti meio estranho, nunca tinha beijado outro homem além de Diego, mas quando aquele Deus asteca veio em minha direção e me puxou, eu me entreguei, abracei ele e deixei a lingua dele invadir minha boca, enquanto nossos paus duros roçavam por cima da roupa, caralho, que beijo gostoso tem aquele filho da puta. Quando chegou a vez de Diego ele escolheu desafio de novo, mandei ele mostrar o tamanho do plug que estava usando, então meu urso empinou a bunda, desceu a calcinha e tirou o plug revelando seu tamanho, o mexicano falou que o plug era pequeno e eu o convidei pra rechear meu putinho com algo maior, ele então abriu o ziper da bermuda e colocou o pau pra fora, Diego ajoelhou na frente dele e começou a fazer o que faz de melhor, chupar como um bezerro esfomeado, minha putinha boqueteira tentava engolir aquele mastro inteiro, mas estava difícil, mesmo assim ele estava deixando o mexicano louco, parou de mamar, lambeu as bolas pesadas daquele ursão, voltou a colocar aquela tora na boca, o mexicano segurou meu puto pelo cabelo e fudeu aquela boca como se fosse um rabo, Diego engasgou algumas vezes, mas conseguiu engolir aquele pau inteiro, o mexicano deu um tapão na cara dele e disse que ele era uma putinha muito gostosa. Depois pegou Diego no colo, beijou ele enquanto apertava seu corpo com desejo, jogou ele no sofá, mandou ficar de quatro e enfiou a cara no rabo dele, lambeu cada prega do rabo do meu urso antes de destruir ele, lambuzou o pau de lubrificante e começou forçar na entrada do cuzinho, a cena que eu tanto desejei ver estava acontecendo, aos poucos o rabo de Diego foi engolindo aquele colosso de carne mexicana, ele estava tenso, aquele pau era muito até pra ele, mas com jeito o mexicano foi empurrando cada centímetro naquele rabo macio. Eu estava sentado no sofá punhetando meu pau enquanto assistia, o mexicano ficou parado esperando o rabo de Diego se acostumar, foi metendo lento até que sentiu ele mais relaxado e foi aumentando o ritmo, depois de um tempo levando rola meu puto estava rebolando, o mexicano pegou ele pelos cabelos, e metia feito um animal, dava tapas tão fortes na sua bunda que deixavam uma marca vermelha na mesma hora, metia forte naquele rabo gigante, abria bem a bunda do meu urso pra socar aquela tora até o talo, o mexicano se mostrou um animal selvagem, fodia Diego com toda sua força, meu urso gemia com aquela voz de garoto manhoso, mantinha um choro baixinho intercalado aos gemidos e parece que isso era combustível pro mexicano maltratar mais ele, eu estava me acabando na punheta quando o irmão de Diego veio me chupar, deixei aquele ursinho engolir meu pau enquanto assistia o macho dele acabar com o meu garoto safado. O mexicano pegou Diego pelo cabelo e mandou olhar pra mim enquanto ele continuava metendo, meu garoto estava com uma carinha tão sexy, misturando dor e prazer, que ao ver ele ser fodido olhando pra mim não aguentei nem 3 minutos, gozei na boca de Ricardo. Diego também não demorou a gozar, deu pra ver seu corpo se tremendo todo, seus olhos revirando e sua voz manhosa anunciando o gozo. É impressionante como esse puto tem facilidade pra gozar sendo enrabado, quase nunca precisa tocar no pau pra gozar. Depois de ter gozado sei que Diego estava sentindo mais dor do que prazer, mas ele aguentou firme mais alguns minutos até que o mexicano recheasse o cuzinho dele com uma grande quantidade de porra grossa. Diego desabou no sofá, o mexicano sentou de perna aberta, com o pau ainda meia bomba e me mandou ir sentir o gosto do meu urso no seu pau.
Fui até ele, abocanhei seu pau, e limpei com a boca, a porra dele tinha um gosto bom, misturado ao gosto do rabo do meu puto então ficava ainda melhor. Olhei pro lado e Diego estava esparramado no sofá com o rabo pra cima, mamando o irmão que ainda não havia gozado. Abri aquele rabo gostoso e pude ver, seu cuzinho agora todo arrombado vazando porra, não resisti e caí de boca, Diego estava tão arrombado que minha língua entrava toda no cu dele, lambi toda porra que vazava do seu rabo e fui beijar Ricardo com a porra do macho dele na boca, ao mesmo tempo que ele gozou na boca de Diego.
Ficamos um tempo deitados ali na sala recuprando as forças, depois tomamos banho, cuidei do rabo de Diego e dormimos.
Já estou ansioso pela próxima foda, ainda falta eu comer o irmão de Diego e aquele mexicano safado.
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