Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte - 03
Alguns dias depois, em uma manhã chuvosa de sexta-feira – o céu cinzento derramando gotas pesadas contra as janelas, criando um ritmo hipnótico que ecoava nossa própria tensão acumulada –, o interfone tocou, quebrando o silêncio preguiçoso do apartamento. Era Hugo, o porteiro do nosso prédio, avisando com sua voz rouca e habitual que uma encomenda havia chegado para nós. Ainda de pijama, coloquei a máscara – um lembrete constante da pandemia que nos isolava do mundo, mas nos unia ainda mais –, e desci rapidamente para buscar o pacote discreto, o coração acelerando com uma mistura de excitação e cumplicidade. Ao voltar ao apartamento, Sarah me aguardava na sala, ansiosa e visivelmente excitada, os olhos brilhando como se fosse Natal, o corpo inquieto, mordendo o lábio inferior enquanto andava de um lado para o outro. Sua camisa fina mal cobria as coxas, e eu podia ver os contornos sutis de sua excitação – os mamilos endurecidos pressionando o tecido, a pele arrepiada pela expectativa."Bora, Dany, abre logo que eu quero ver!!!", exclamou ela, a voz trêmula de impaciência e desejo, estendendo as mãos como uma criança ansiosa por um brinquedo novo, mas com um brilho adulto e proibido nos olhos.Olhei para ela com um sorrisinho safado, segurando o pacote um pouco mais alto para provocá-la, sentindo meu próprio pau se mexer sob o short ao ver sua empolgação. "Vou abrir, calma... pra que a pressa toda? Eu sei que você quer gozar muito com isso, sentir ondas de prazer te consumindo, squirting como uma fonte descontrolada... mas vai devagar, mana. Vamos saborear cada momento, tornar isso uma memória eterna, reflexiva sobre como estamos explorando limites que ninguém mais entende", respondi, a voz baixa e rouca, carregada de tesão e uma pitada de autoridade fraternal, refletindo internamente sobre como aquilo nos transformava – de irmãos inocentes para exploradores de um prazer taboo e visceral.Ela assentiu com a cabeça, os olhos semicerrados de excitação, e fomos para o quarto dela, o ar já carregado de um cheiro sutil de incenso que ela acendeu rapidamente, junto com algumas velas aromáticas que tremulavam na penumbra chuvosa, criando sombras dançantes nas paredes. O ambiente era perfeito para relaxar, para se entregar ao êxtase – o som da chuva ao fundo como uma trilha sonora erótica, isolando-nos ainda mais do mundo exterior. Desembalei o vibrador da caixa com cuidado, revelando o brinquedo de silicone macio, com sua forma curvada para atingir o ponto G e a sucção pulsante no clitóris, o lubrificante cremoso ao lado, pronto para imitar a textura de sêmen real. Entreguei a ela, e Sarah o pegou com as mãos trêmulas, os olhos arregalados de admiração e desejo cru."Nossa, é maior do que eu imaginava! Mano, eu pedi isso pra explorar meu próprio prazer sozinha, me tocar nos momentos de solidão, aprender a me fazer gozar sem depender de ninguém... mas nessa primeira vez, eu quero que você guie o vibrador. Como se você estivesse me levando em um passeio – um passeio gostoso, explosivo e squirtante, me penetrando devagar, me fazendo sentir cada vibração como uma extensão do seu toque. Por favor, Dany... me guia pra esse abismo de prazer", falou ela com uma excitação absurda, a voz ofegante e reflexiva, como se estivesse confessando um segredo profundo, os seios subindo e descendo rapidamente, a vagina já visivelmente úmida sob a calcinha fina que ela ainda usava.Assenti, o desejo me consumindo por dentro, e comecei a instruí-la com uma voz calma, mas carregada de intensidade: "Deite ali na sua cama com as pernas bem abertas e relaxe. Lembra, o segredo do orgasmo é o relaxamento total do corpo – deixar as tensões irem embora, se entregar como se fosse uma onda do mar te levando. Respira fundo, mana... vamos tornar isso inesquecível, reflexivo sobre como o prazer pode ser libertador, mesmo em meio ao taboo".Ela se despiu completamente, a camisa caindo no chão, revelando seus seios pequenos e pontudos balançando levemente com o vento frio do ventilador, os mamilos rosados e endurecidos implorando por toque. Sua vagina pulsava visivelmente, deixando-a molhadinha de tesão, gotas de excitação escorrendo pelas coxas internas, e ela suava profusamente apesar do ar-condicionado ligado no 15 graus, o corpo febril de expectativa. Deitou-se na cama e abriu as pernas amplamente, expondo sua buceta rosadinha, os lábios inchados e úmidos, o clitóris protuberante brilhando de desejo, como uma flor proibida se abrindo para mim. Lubrifiquei o vibrador abundantemente, o creme branco e espesso pingando levemente, intencionalmente fazendo parecer sêmen escorrendo da sua buceta virgem – uma imagem explícita e erótica que me deixou duro como pedra, latejando contra o short, refletindo sobre como aquilo simbolizava nossa união carnal."Beleza, vou começar a inserir ele até o fundo, deixando desligado pra sua vagina se acostumar com o tamanho. Vai devagar, sentindo cada centímetro te preenchendo, como se fosse eu te possuindo pela primeira vez", disse eu, com um misto de excitação absurda e cuidado de irmão mais velho, posicionando a ponta na entrada dela.Ela assentiu, os olhos cheios de confiança e tesão, e eu fui inserindo devagar, centímetro por centímetro, abrindo-a com gentileza, sentindo a resistência virgem ceder. Ela gemeu alto com a penetração, por ser a primeira vez que algo além dos meus dedos a invadia: "Ahhh… porra… parece que vai me rasgar toda, me dividir ao meio... mas ao mesmo tempo é delicioso, preenchendo um vazio que eu nem sabia que existia. Vai fundo, me penetra como se eu fosse uma vadia safada, sua vadia particular!!!", gritou ela, a voz rouca e primal, atiçando meus sentidos mais primitivos, fazendo meu pau pulsar de desejo incontrolável.Aquilo me enlouqueceu, e empurrei o vibrador até o talo, acertando o colo do seu útero com firmeza, fazendo-a gemer, gritar e chorar como uma cadelinha virgem que ela de fato era – lágrimas de dor e prazer misturados escorrendo pelo rosto. "Ahhhhhh… caralho… Danyyyy… vai devagar… poxa!!!", implorou ela, as lágrimas rolando, e notei um pouco de sangue escorrendo da sua vagina junto ao lubrificante cremoso, o hímen rompido ali, sua virgindade tirada por um brinquedo guiado pelas minhas mãos. Reflexivamente, pensei no quão simbólico aquilo era – eu, seu irmão, iniciando-a no mundo do prazer penetrante, borrando linhas morais para sempre. Fazendo carinho na sua barriguinha lisa e suada, disse: "Desculpe, eu fiz muita força... mas não se preocupe, já tá todo dentro da sua buceta agora. É só eu ligar ele, e você vai sentir o paraíso te consumindo".Dei um beijo carinhoso na sua testa suada, o que a deixou ainda mais excitada e relaxada, o corpo se entregando. Liguei na velocidade 1, e ela gemeu intensamente, arqueando as costas levemente, as pernas começando a tremer: "Hmm… tá vibrando tudo… hmm… parece choque elétrico passando por meu corpo inteiro, me arrepiando da cabeça aos pés… hmm… e volta como se fossem ondas prestes a me afogar em prazer puro… hmmmmm!!!". Seu clitóris e vagina começaram a pulsar ao redor do vibrador, os gemidos ficando mais fortes, o corpo todo tremendo como se estivesse em um terremoto erótico."Hmm… tá vibrando bem no… hmm… meu ponto G… e no clitóris ao mesmo tempo… tô sentindo o gozo se formando bem lá no fundo, crescendo como uma bola de fogo… é intenso… hmm… e avassalador… hmm!!!", gemeu ela, a voz entrecortada, reflexiva sobre o prazer mecânico versus o toque humano.Comecei a fazer movimentos de vai e vem com o vibrador, batendo firme no colo do útero e no clitóris com a sucção, fazendo seu corpo convulsionar absurdamente, os seios balançando, suor escorrendo por toda a pele. "Hmmmmm… isso, isso… hmm… tá vindo, Danyy… hmm… eu não consigo mais seguraaaaaahhhhh!!!", urrou ela, gozando muito, squirting jatos quentes que sujaram toda a cama, minha perna e o chão, o cheiro almiscarado preenchendo o quarto. Caiu com força na cama, tremendo violentamente, paralisada por uns 20 minutos, o corpo em êxtase residual. Deixei o vibrador dentro dela, prolongando o orgasmo até ela implorar: "Hmm… para, Danyyy… tá muito sensível… tira por favor!!!", com uma voz chorosa que me quebrou por dentro, me fazendo refletir o quão longe estávamos indo – um caminho de prazer sem volta, mas carregado de amor profundo.Tirei o vibrador devagar, limpando o sangue e o squirt com cuidado, e me deitei ao lado dela, abraçando-a forte, sentindo seu coração bater descompassado contra o meu. "E aí? Foi bem mais intenso que aquele que você teve comigo te tocando? Não se preocupe que eu não vou ficar com ciúmes – até porque é uma máquina, e eu sei dos meus limites como homem e irmão. Mas o que você achou, mana? Foi libertador, avassalador como você imaginava?", perguntei, a voz suave e reflexiva, traçando círculos nas suas costas.Ela arfava freneticamente, tentando recuperar o fôlego para falar, os olhos vidrados: "Foi insano... parecia que meu corpo todo tava vibrando junto, cada célula explodindo em prazer. Esse squirt veio com uma onda avassaladora que me levou ao ápice do orgasmo, me fazendo sentir como se eu estivesse voando e caindo ao mesmo tempo. Mas o seu toque, apesar de não ter me levado a algo tão mecânico e avassalador, pra mim ainda é o melhor orgasmo que eu já tive na vida. Porque nesse e no outro também, nós tivemos uma conexão para além da nossa de irmãos – foi algo conjugal, como se estivéssemos selando algo além da nossa união sanguínea, um laço eterno de desejo e amor proibido. Isso tornou aquele orgasmo melhor que esse pra mim, mais profundo, mais reflexivo sobre quem somos juntos".Olhei para ela, lágrimas se formando nos meus olhos ao ouvir aquilo, o peito apertado de emoção crua. Beijei-a intensamente, línguas dançando em uma dança apaixonada e possessiva: "Obrigado... foi maravilhoso pra mim também, ver você se entregando assim, gozando como uma deusa. Quero continuar assim pro resto da nossa vida, com esse prazer gostoso e diferente, explorando cada taboo como se fosse nosso. Eu te amo, Sary – mais do que como irmão, como amante, como tudo".E depois disso, dormimos abraçados um no outro, o corpo quente dela colado ao meu, transmitindo um calor prazeroso que nos tornava mais do que irmãos – algo além, indefinível, uma fusão de almas em um mundo isolado pela pandemia, onde o prazer era nossa única lei.
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Comentários (1)
Lks: Nossa, muito bom e excitante o conto, Você deveria ter aproveitado ter tirado o cabaço dela penetrando com o seu pau mano, ela iria ao delírio, torar um cabaço virgem é tudo de bom, deixava esse vibrador prá depois
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