Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte - 05
Alguns dias depois, em uma tarde preguiçosa de sábado – o sol filtrando pelas janelas com película espelhada, criando um brilho dourado no apartamento isolado, enquanto o mundo lá fora continuava em seu caos pandêmico –, o interfone tocou novamente, ecoando como um sinal de mais uma aventura proibida. Era Hugo, o porteiro, avisando com sua voz grave e habitual que uma nova encomenda havia chegado para o apartamento. Meu coração acelerou instantaneamente, batendo como uma escola de samba no Sambódromo, um misto de nervosismo cru, excitação pulsante e ansiedade que me deixava as palmas das mãos suadas. Desci vestindo um short de tactel folgado e uma blusa velha do Linkin Park, a máscara no rosto como um lembrete da realidade externa que tentávamos ignorar. Peguei o pacote discreto na portaria, sentindo o peso dele como uma promessa de prazer inexplorado, e subi o elevador sozinho, o espelho refletindo meu rosto corado, o volume no short já se formando só de imaginar o que viria a seguir.Ao chegar no apartamento, Sarah me esperava no sofá, os olhos brilhando de impaciência, o corpo inquieto. Logo que me viu com o pacote, veio pulando de alegria, seus seios pequenos e pontudos balançando livremente por debaixo da camisa fina que mal cobria suas coxas suaves e torneadas, revelando flashes tentadores de pele. Uma mancha úmida saliente em sua calcinha de renda rosa salmão traía sua excitação, o tecido grudando nos lábios inchados de sua buceta, o cheiro sutil de desejo feminino pairando no ar. Ver ela assim – vulnerável, ansiosa, radiante – me fez ficar duro imediatamente, meu pau latejando dentro do short, pulsando pré-gozo feito louco, encharcando a cueca com uma umidade pegajosa que me deixava ainda mais consciente do meu tesão proibido. "Bora, Damy, abre logo esse negócio!!!", exclamou ela, pulando de alegria e expectativa, os seios quicando hipnoticamente, a voz rouca de desejo, como se o pacote fosse a chave para um novo nível de nossa conexão pecaminosa.Tão ansioso e excitado quanto ela, respondi com as mãos tremendo: "Calma, tô abrindo!!!". Rasguei o pacote com dedos nervosos, as pernas fraquejando levemente de excitação, meu pau latejando de tão duro, encharcando ainda mais a cueca com pré-gozo que escorria pelas coxas internas. Ao desembalar e pegar o vibrador de próstata com thrusting e anel peniano – silicone macio, curvado para atingir o ponto exato, com vibrações que prometiam orgasmos avassaladores –, liguei-o brevemente, sentindo as pulsações na minha mão como um teaser de êxtase. "Nossa, a sensação de usá-lo deve ser maravilhosa… Sarah, como eu guiei você na sua primeira vez com o seu vibrador, quero que você faça o mesmo por mim. Me guia, me faz gozar como uma putinha safada... a sua putinha safada, implorando por mais", confessei, a voz baixa e reflexiva, o rosto corando de vulnerabilidade, refletindo sobre como aquilo borrava minhas noções de masculinidade e desejo, nos unindo em uma troca igualitária de prazer taboo.Ela me olhou com os olhos brilhando de emoção e excitação pura, um sorriso malicioso se formando nos lábios. "Vai pro seu quarto, Damy... vou criar um clima agradável e excitante pra você usar o vibrador e alcançar o orgasmo perfeito – velas, incenso, tudo pra te fazer se entregar completamente, como você fez comigo", disse ela, a voz carregada de promessas, indo na frente, o quadril balançando sedutoramente.Fui pro banheiro primeiro, o coração martelando, e me depilei com cuidado – o pau, o cu e o saco, removendo cada pelo para facilitar a penetração e o uso do anel peniano, a pele ficando lisa e sensível, arrepiando-se ao toque da lâmina. Vesti um roupão solto, sentindo-me exposto e excitado, e fui para o meu quarto, onde Sarah já me aguardava na cama, completamente pelada. Seus seios pequenos e pontudos balançavam levemente com o vento frio do ar-condicionado, os mamilos endurecidos como diamantes rosados, sua buceta pulsando visivelmente, molhada de tanta excitação, gotas escorrendo pelas coxas internas como um convite explícito. Me deitei na cama, desatei o laço do roupão e o abri, me rendendo ao que estava prestes a acontecer – nu, vulnerável, meu pau ereto latejando no ar, pré-gozo brilhando na cabeça inchada.Sarah me olhou com excitação absurda, os olhos devorando meu corpo, e fez um rápido movimento de vai e vem no meu pau, a mão quente e firme me fazendo ficar maluco, gemendo baixo enquanto mais pré-gozo jorrava. "Uai, você se depilou? Realmente isso é uma ocasião especial!!!", riu ela, notando a vergonha estampada no meu rosto, o tom brincalhão misturado a desejo genuíno.Ela lubrificou exageradamente o vibrador, o creme branco e viscoso pingando na cama, criando uma bagunça erótica que imitava sêmen, e encaixou a ponta na entrada do meu cu, a pressão inicial já me fazendo arfar. "Pronto pro orgasmo mais insano que você já teve na vida? Vai te fazer questionar tudo, Damy... se entregar como nunca", perguntou ela, a voz rouca e reflexiva.Assenti com a cabeça, o corpo tenso de expectativa, e ela começou a penetrar meu cu com ele desligado, devagar, sentindo ele abrindo-me, como se estivesse me rasgando ao meio, a ponta em formato de glande entrando com força, enviando uma mistura de dor aguda e prazer inusitado. "Hmm… aiii… vai… devagar… por favor… Saryyyy… tá doendo muitoooo… hmmm!!!", gemi com a voz chorosa, lágrimas de dor e prazer descendo pelo meu rosto, o corpo se contorcendo, reflexivo sobre como a vulnerabilidade me excitava ainda mais.Sarah acariciou minha barriga lisa, acalmando-me com toques suaves, e deu um beijo na ponta do meu pênis, a língua lambendo o pré-gozo, deixando-me mega excitado, o pau pulsando violentamente. "Desculpa, eu me empolguei um pouco... falta só um pouquinho pra entrar tudo. Respira fundo e se acalme – talvez doa mais um pouco com o resto, mas deve ser algo suportável, algo que te leva ao limite e te liberta. Confia em mim, como eu confiei em você", respondeu ela, a voz carinhosa e explícita, esperando eu me acalmar.Enxuguei as lágrimas, assenti com a cabeça, sinalizando que ela podia prosseguir. Ela empurrou o resto com suavidade, me fazendo sentir menos dor e um prazer crescente que fez minhas pernas tremerem, jorrando mais pré-gozo abundantemente. Ao penetrar até o final, senti a ponta em forma de glande bater com firmeza na minha próstata, enviando uma onda elétrica pelo corpo todo, como choques que me faziam tremer em um pré-orgasmo, o pau latejando, gozando mais pré-gozo em jatos involuntários. "Hmm… nossa, foi bem lá no fundo... senti… uma… sensação… hmm… bem… gostosa, como se estivesse despertando algo adormecido dentro de mim!!!", gemi profundamente, a voz reflexiva, o corpo arqueando involuntariamente.Ela sorriu triunfante, os olhos cheios de orgulho e tesão. "Bem, ele já entrou todo. Vou colocar o anel e vou ligar!!!", anunciou, encaixando a primeira argola do anel no meu saco inchado e a outra na base do meu pênis latejante, restringindo o fluxo, intensificando tudo. Ligou no nível 1, e eu senti ele empurrando minha próstata ritmadamente, vibrando por todo o meu canal anal, me fazendo tremer freneticamente, gemer alto: "Ahhh… eu… tô… sentindo… ele… empurrar… minha próstata… sinto como se fosse uma onda de choque pelo meu corpo todo, me consumindo por dentro!!!".Ela aumentou para o nível 2, me fazendo sentir o sêmen subir pra base do pênis, mas não conseguir ejacular por causa do anel, como se fosse uma onda batendo em uma pedra, me deixando maluco de prazer e excitação acumulada, gemendo freneticamente: "Uhhh… o anel tá segurando o sêmen… no meu pau… é tão gostoso, torturante e delicioso ao mesmo tempo!!!".Então, para o nível 3, e eu senti minhas pernas arqueando, minha cintura balançando em um vai e vem frenético, o corpo todo convulsionando insanamente, gemendo de maneira gutural, como se viesse do fundo da minha alma: "Uhhhhh… uhhhh… uhhhh… uhhh!!!". Senti o sêmen se acumular, pressionando, passando pelo primeiro anel no saco, a onda vir com mais força, e então pelo segundo na base do pênis, jorrando uma quantidade absurda de esperma que eu nunca gozara me masturbando – jatos grossos, intermináveis, sujando a cama, meu peito, tudo ao redor, o prazer avassalador me deixando paralisado.Caí com força na cama, o corpo todo tremendo, o pênis, saco e próstata extremamente sensíveis, como se cada nervo estivesse exposto. Sarah deixou o vibrador ligado no nível 1, prolongando o orgasmo residual, ondas menores me torturando deliciosamente até eu implorar: "Hmm… para… Saryyy… tira por favor… tá muito sensível!!!", disse com uma voz chorosa, o corpo convulsionando ainda.Ela desligou, tirou devagar do meu cu que ficou piscando e escorrendo lubrificante, fazendo parecer que haviam gozado em mim – uma imagem explícita que eu realmente gostei muito, me fazendo refletir seriamente sobre minha sexualidade, questionando rótulos e desejos reprimidos. Sarah deitou ao meu lado, me abraçando forte, o corpo nu colado ao meu, suado e quente. "E aí, como que foi ter esse orgasmo? Te mudou de alguma forma, mano? Foi libertador como eu imaginei?", perguntou ela, a voz suave e curiosa.Respondi ainda ofegante, o peito arfando: "Foi insano… eu… senti meu corpo todo tremer, minha perna arquear, minha cintura balançar e meu corpo todo convulsionar insanamente. Me fez sentir vivo, pulsando com uma energia primal, e me fez refletir sobre muita coisa... inclusive minha sexualidade, como se estivesse abrindo portas que eu nunca soube que existiam".Sarah me olhou curiosa, talvez nunca suspeitando que eu não fosse hetero – até porque eu nunca expressara isso, pois nunca parara pra refletir. Mas o assunto, agora, estava como um baú trancado que se abrira de vez. "Bom… eu é… você sabe que eu já namorei uma garota, isso eu já te contei. Mas algo que eu nunca disse é que eu estive afim de um garoto. O nome dele era Steve, ele é da minha turma de relações internacionais da faculdade. Eu conheci ele logo no primeiro dia, antes da pandemia, e o jeito dele, a forma que ele balançava aquele cabelo grande e liso dele... me fez sentir algo muito profundo por ele, que me deixou molhado na época e me deixa molhado agora só de lembrar. Na época, eu não sabia definir o que era, mas hoje, depois de refletir sobre isso, percebi que era amor e paixão pura e verdadeira!!!", confessei, lágrimas nos olhos, a voz tremendo de emoção crua, reflexiva sobre como o prazer nos forçava a encarar verdades ocultas.Sarah subiu no meu colo, olhou pra mim por um segundo, os olhos cheios de aceitação e desejo, e me beijou intensamente, línguas dançando em uma fusão apaixonada e possessiva. "Não importa o que você seja, vai sempre continuar sendo meu irmãozão que eu amo muito e tenho um desejo absurdo. Nada no mundo vai mudar isso – nosso laço é eterno, além de rótulos, além da sociedade!!!", murmurou ela, deitando a cabeça no meu peito.Dormimos ali, abraçados um no outro, nossos corpos transmitindo um calor e amor fraternal e conjugal que nos fazia nos sentir nós mesmos, sem nenhum tipo de amarra da sociedade, livres em nosso mundo proibido de prazer e descoberta.
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Comentários (1)
Comedor do Autor: Que puta bosta. Chato, repetitivo, tão metido a sofisticado que fica inverossímil. Quem fala desse jeito no meio da foda? Fora os 500 pre gozo, pre gozo, pre gozo, pre gozo, pre.gozo, pre gozo e pre gozo. Ah, e pre gozo
Responder↴ • uid:1dyxfkb5zygw