Prisão feminina
Meu coração acelera só de lembrar daquela prisão imunda onde eu, Sofia, e minhas companheiras de cela nos tornamos as putas de bunda mais devassas do mundo, submetidas a fetiches absurdos com nossos cus podres e sujos pelos guardas tarados que nos obrigam a cheirar, lamber, cagar e mijar umas nas outras, foder anal sem lubrificante em fila indiana enquanto peidamos e nos cagamos de tesão e nojo misturados, tudo em troca de regalias como comida decente e sol no pátio, e se você ler até o fim vai explodir de desejo imaginando as fotos e vídeos reais dessa orgia escatológica que vai além de qualquer limite, com bundas gordas suadas sendo dedadas, enfiadas com legumes e salsichas que depois viram sanduíche, e machos gozando na boca aberta após horas de suruba, deixando você louco para ver mais aventuras em breve no perfil do autor, com o corno só filmando e fotografando tudo para postagens diárias cheias de putaria pesada.
Eu acordo com o cheiro podre de merda e suor que impregna o ar úmido da cela, minhas narinas se dilatando enquanto o sol fraco filtra pelas grades enferrujadas no teto. Meu nome é Sofia, uma morena curvilínea de bundão empinado que sempre me meteu em encrencas, e agora aqui estou, nua e suja, ao lado de Ana e Carla, duas vadias gostosas como eu, com corpos suados e markedados por marcas de mãos grosseiras. Os guardas, esses filhos da puta tarados, já estão na porta, uniformes verde-oliva apertados nos paus duros, olhos famintos fixos em nossos cus. "Acordem, suas putas de cu fedorento", rosna o sargento Paulo, o mais sádico deles, enquanto abre a grade com um clangor metálico que ecoa pelas paredes grafitadas com obscenidades. Ana, a loira de pernas grossas, geme baixinho, seu cu ainda dolorido da noite anterior, e Carla, a mulata de tetas enormes, se espreguiça, deixando o suor escorrer pelas curvas do seu bundão imenso.
Paulo entra primeiro, seguido por Marcos e João, todos com luvas pretas e expressões de predadores. "Hoje é dia de inspeção anal, suas cadelas no cio", diz Paulo, sua voz rouca de tesão enquanto ele pega um balde de metal cheio de água suja do chão. Eu sinto meu cu piscar involuntariamente, uma mistura de medo e excitação perversa que me faz molhar a buceta apesar do nojo. Eles nos obrigam a ficar de pé, de costas para eles, bundas empinadas contra as barras frias. "Abram essas bundas podres", ordena Marcos, e nós obedecemos, eu separando minhas nádegas gordas com as mãos trêmulas, expondo meu ânus sujo e peludo, cheirando a suor acumulado e resquícios de merda da última cagada coletiva.
O primeiro toque é o de Paulo na minha bunda, sua luva preta enfiando um dedo grosso no meu cu sem piedade, revirando lá dentro como se procurasse contrabando. "Porra, Sofia, seu cu tá fedendo a podridão pura, mas isso me dá um tesão do caralho", ele grunhe, cheirando o dedo depois de tirar, inalando profundamente o aroma fétido. Eu gemo, o dedo invasor me fazendo peidar alto, um som úmido e borbulhante que enche o ar com mais fedor. Ana ao meu lado está sendo dedada por Marcos, seu cu apertado resistindo, mas ele força, "Lamba meu dedo depois, sua puta, prove o sabor da sua própria merda". Carla chora baixinho enquanto João enfia dois dedos no dela, "Olha só, tá saindo um pouquinho de bosta fresca, delícia".
Eles nos viram de frente, forçando-nos a nos ajoelhar no chão imundo, pés descalços pisando em poças de urina velha. "Agora, cheirem as bundas umas das outras", manda Paulo, empurrando minha cara no bundão suado de Ana. Eu inalo, o cheiro azedo de suor, merda e buceta misturados me invadindo, fazendo minha cabeça girar. "Cheira fundo, Sofia, sinta o fedor dessa cadela", ele ri, enquanto eu aspiro como uma viciada, língua escapando para lamber o suor salgado. Ana geme, "Ai, porra, isso é nojento mas tá me deixando molhada", e eu sinto o gosto amargo na boca, cuspindo depois mas engolindo o resto por instinto.
Não demora para eles escalarem. "Caguem, suas vadias", ordena João, posicionando Carla de cócoras sobre o balde. Ela força, grunhindo, e um peido alto precede a merda grossa que sai do seu cu, plopando na água com um splash fedorento. O cheiro é insuportável, podre como carne estragada, mas os guardas adoram, Paulo cheirando perto, "Isso, Carla, caga mais, deixa o aroma encher a cela". Marcos força Ana a assistir de perto, nariz colado no cu de Carla, "Cheira enquanto ela caga, sua puta, inala essa podridão". Ana faz careta, mas obedece, olhos lacrimejando do fedor intenso, "Tá fedendo pra caralho, mas... ah, foda-se, me dá tesão".
Eu sou a próxima, deitada de costas com as pernas abertas, Paulo enfiando uma salsicha grossa no meu cu sujo. "Isso é pro almoço, mas primeiro vai pro seu buraco fedorento", ele diz, empurrando devagar, o legume frio esticando meu ânus. Eu grito, "Porra, tá doendo, seu filho da puta", mas ele ri, girando lá dentro, misturando com os resquícios de merda. Depois tira e me força a morder, "Prova o sabor do seu cu podre na salsicha". O gosto é nojento, salgado e amargo, mas eu mastigo, engolindo aos poucos enquanto eles riem.
A suruba anal começa em fila. Eles nos alinham de pé, bundas empinadas, eu na frente de Ana, que está de frente para Carla. "Beijem-se enquanto eu fodo o cu de vocês", manda Paulo, enfiando seu pau grosso no meu ânus sem lubrificante, só com cuspe. A dor é lancinante, eu grito na boca de Ana, nossas línguas se entrelaçando em um beijo molhado e desesperado. Ele bombeia forte, "Seu cu tá apertado pra caralho, Sofia, mas vai se acostumar, puta". Eu peido alto com cada estocada, o som ecoando, e sinto merda escorrendo pelas pernas quando ele vai fundo demais.
Marcos fode Ana atrás de mim, seu pau esticando o cu dela, e ela morde meu lábio de dor e prazer, "Ai, caralho, tá rasgando meu cu, mas continua". João no cu de Carla, completando a fila, todos nós gemendo em uníssono, bundas batendo contra virilhas suadas. "Peidem, suas cadelas, deixem o fedor sair", grita Paulo, e eu forço um peido longo e úmido, o ar enchendo de podridão enquanto ele goza dentro do meu cu, esperma quente misturando com merda.
Eles nos trocam, agora no banheiro degradado da prisão, chão coberto de azulejos quebrados e poças de água suja. "Lavem o banheiro, mas enquanto isso, fodam", diz Marcos, nos dando baldes e esfregões. Eu me abaixo para esfregar, bunda exposta, e Paulo enfia o cabo do esfregão no meu cu, "Limpa com isso dentro, puta". Eu gemo, movendo-me, o objeto grosso me fodendo enquanto limpo. Ana e Carla se lambem mutuamente, Ana lambendo o cu sujo de Carla, língua entrando no ânus fedorento, "Tá gostoso, sua vadia, lambe mais fundo, prove minha merda".
No quarto do comandante, um espaço um pouco menos imundo mas ainda fedendo a sexo velho, eles nos levam para uma orgia maior. O comandante, um cara chamado Eduardo, gordo e peludo, senta na cama, pau ereto. "Abram as bocas, putas", ele ordena, e nós três nos ajoelhamos, bocas escancaradas como ninhos de passarinho. Os guardas se masturbam ao redor, gozando em jatos quentes na nossas bocas, esperma grosso e salgado enchendo até transbordar. "Engulam tudo, não percam uma gota", rosna Eduardo, e eu engulo, o sabor amargo descendo pela garganta, depois lambendo o pau de cada um, limpando a porra e o resíduo de cu.
Mas o fetiche mais louco é o scat total. Eles nos forçam a cagar umas na boca das outras. "Deita, Sofia", manda Paulo, e eu deito no chão frio, boca aberta. Ana se agacha sobre meu rosto, cu piscando, e começa a forçar. Um peido fedorento primeiro, o cheiro de podridão me sufocando, depois a merda quente e mole saindo, caindo na minha boca. "Come, sua puta, mastiga minha bosta", ela geme, e eu faço, nojo e tesão misturados, o sabor podre e terroso me fazendo vomitar um pouco mas continuando. Carla mija em seguida, jato dourado na minha cara, "Bebe meu mijo, vadia, lava essa boca suja".
Eles adoram o cheiro, cheirando nossos cus depois de cagadas, "Seu cu fede a morte, mas é o melhor perfume do mundo", diz João, nariz enterrado no meu bundão. Outros guardas se juntam, uma fila de machos esperando para foder anal. Sem lubrificante, só cuspe e merda como lub, cada um enfiando no cu esticado, me fazendo peidar e cagar durante o sexo. "Tá cagando no meu pau, sua porca, mas continua, isso me deixa louco", grunhe um deles, bombando até gozar dentro.
Horas se passam assim, corpos suados colidindo, cheiros de merda, mijo e porra dominando o ar. Eu sinto meu cu destruído, mas o tesão é insano, gemendo "Fode mais, seus filhos da puta, rasga meu cu podre". Diálogos picantes enchem o ar: "Lambe minha bunda suja, Ana, sente o gosto da minha podridão", eu digo enquanto ela obedece, língua explorando cada dobra fedorenta. "Porra, Carla, seu cu tá cheirando a esgoto, mas eu amo isso", responde Marcos, cheirando profundo.
No meio de tudo, enquanto Paulo enfia um legume no cu de Carla – uma cenoura grossa, girando lá dentro –, eu penso que para achar o autor dessa loucura toda, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, onde tem centenas de fotos desse ponto e alguns vídeos para os sócios pegarem no perfil do escritor no site de Selma Recife, onde ele tem seu perfil e posta milhares de experiências nesse dia até muito mais pesada.
Continuamos, agora com sanduíches bizarros: eles tiram salsichas dos nossos cus, cobertas de merda e suor, e nos forçam a comer em pão velho. "Prova o sanduíche de cu podre, Sofia", ri Eduardo, e eu mordo, o sabor nojento de carne misturada com bosta me fazendo engasgar, mas engolindo por submissão e tesão perverso. Outros dizem "Essas bundas são realmente podres, não tenho coragem", mas os que amam mergulham, lambendo e cheirando como animais.
A noite cai, mas a putaria não para. Eles nos levam ao pátio para "tomar sol", mas na verdade é para foder ao ar livre, bundas expostas ao vento, cagando no chão enquanto somos enrabadas. Eu me sinto uma escrava de bunda total, meu cu o centro de todos os fetiches: cheirado, lambido, cagado, mijado, fodido. Ana e Carla se tornam minhas parceiras nessa devassidão, beijando-me enquanto peidamos juntas, merda escorrendo.
E tem mais aventuras em breve, com o corno só filmando e fazendo as fotos, novas postagens diárias cheias de putaria pesada como essa.
Mas voltando ao agora, Paulo me vira de bruços na cama do comandante, enfiando o pau no meu cu cagado, bombando forte enquanto eu grito "Vai, caralho, me enche de porra nessa podridão". O cheiro de merda fresca sobe, misturado ao suor, e ele goza, puxando para fora e me fazendo lamber o pau sujo. "Limpa tudo, puta, prove sua própria bosta no meu cacete".
Carla é forçada a cheirar o cu de Ana depois de uma cagada, nariz enterrado, inalando o fedor podre, "Ai, que nojo delicioso, cheira a morte mas me molha toda". Elas se lambem mutuamente, línguas no ânus sujo, provando o amargo da merda, gemendo alto. Os guardas assistem, masturbando-se, "Essas vadias são as rainhas do cu fedorento".
Outro fetiche: enfiam dedos nos nossos cus e nos fazem cheirar depois, "Sente o aroma da sua podridão, Sofia", diz Marcos, dedo fedendo a merda fresca. Eu inalo, tesão crescendo apesar do nojo, "Porra, tá fedendo pra cacete, mas eu quero mais".
Eles nos fazem cagar em um balde coletivo, misturando nossas bostas, depois nos obrigam a lamber o balde, "Comam a merda mista, putas". O sabor é insano, podre e variado, cada uma provando o fedor das outras. Eu engulo pedaços moles, vomitando um pouco mas continuando, o tesão me dominando.
Sexo anal em dupla: dois paus no cu de Ana ao mesmo tempo, esticando ao limite, ela gritando "Tá rasgando, caralho, mas não para". Merda sai com os movimentos, sujando tudo, o cheiro enlouquecedor. Eu assisto, dedando meu próprio cu, peidando alto.
No banheiro novamente, mijando umas nas outras: Carla mija na boca de Carla, jato quente e salgado, "Bebe meu mijo, vadia, engole tudo". Ela faz, gorgolejando, depois retribuindo, mijo escorrendo pelos corpos suados.
O comandante junta todos os guardas, uma fila de dez machos, cada um fodendo nossos cus em sequência, sem parar. Meu cu vira um buraco largo e fedorento, porra e merda misturadas vazando. "Peida no pau dele, Sofia", manda um, e eu forço, peido úmido e borbulhante saindo, fedor enchendo o quarto.
Diálogos explodem: "Seu cu é uma fossa séptica deliciosa, Carla", grunhe João. "Lambe mais, Ana, come minha merda como sobremesa", eu digo. Sons de peidos, plops de merda, splashes de mijo, gemidos altos.
Cheiros dominam: podridão de merda fresca, azedo de suor, salgado de porra, amargo de cu sujo. Tudo misturado em uma sinfonia olfativa que nos deixa loucas.
Horas depois, exaustas mas saciadas, deitamos no chão imundo, corpos cobertos de fluidos. "Amanhã tem mais, suas putas de cu podre", promete Paulo, e eu sorrio perversamente, sabendo que sim.
Mas por agora, o tesão persiste, meu cu latejando, ansioso por mais devassidão. E tem mais aventuras em breve, com o corno só filmando e fazendo as fotos, novas postagens diárias.
Eles nos forçam a uma última rodada: bundas abertas, recebendo esperma de todos de uma vez, bocas e cus cheios. "Engulam, limpem cada pica", ordena Eduardo, e nós fazemos, lambendo paus sujos de merda e porra.
O fim do dia chega, mas o fedor permanece, nossos corpos marcados. Eu sei que isso é só o começo de fetiches mais loucos.
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