Eu e selma estamos começando o ano dando o cu demais, na frente dos cornos.
Aqui estou eu, Manu Recife, suando de tesão na beira dessa estrada quente no sul da Paraíba, com minha parceira safada Selma Recife ao lado, vestida num vermelho que grita putaria, enquanto eu desfilo meu short amarelo enfiado no rabo, sentindo o tecido roçando minha buceta molhada a cada passo. O que começou como uma sessão de fotos inocente vira uma orgia selvagem à luz do dia, com dois machos desconhecidos nos comendo sem dó, primeiro nós duas nos chupando e gemendo como vadias no cio, depois eles metendo pau grosso em nossas bucetas e cuzinhos apertados, enquanto nossos cornos mansos filmam tudo, humilhados e de pau mole, só pra postar no site e deixar vocês babando por mais vídeos quentes. Se você acha que isso é só o começo, espere até ler os detalhes sujos, os gritos de prazer, os cheiros de sexo no ar, e imagine-se no meio dessa foda insana – e tem mais aventuras vindo, diárias, pra te deixar viciado.
O sol queima minha pele bronzeada enquanto dirijo pela estrada sinuosa rumo às praias selvagens do sul da Paraíba, o ar salgado do mar misturando-se ao cheiro de terra úmida e vegetação densa. Meu coração acelera, não só pela paisagem paradisíaca, mas porque sei que hoje vai rolar algo foda, algo que vai me deixar com as pernas tremendo e a buceta inchada de tanto gozar. Selma, minha amiga vadia e parceira de safadezas, está no banco do passageiro, com seu vestido vermelho curto colado no corpo curvilíneo, os peitos grandes quase saltando do decote, e uma calcinha fio dental que mal cobre sua xota depilada. Eu, Manu, estou usando o short amarelo dela, daqueles bem socados, que marcam minha bunda redonda e deixam as polpas da carne à mostra, sentindo o tecido friccionar meu clitóris a cada movimento. Nossos maridos, esses cornos patéticos, vêm atrás num carro separado, carregando as câmeras e os tripés, prontos pra registrar cada putaria que a gente inventar. "Hoje a gente vai foder como nunca, Selma", eu digo, lambendo os lábios, minha voz rouca de excitação. Ela ri, passando a mão na minha coxa, os dedos subindo perigosamente perto da minha virilha. "É isso aí, Manu, vamos deixar esses machos babando e os cornos chorando de inveja."
Paramos na beira da estrada, bem em frente a uma placa de sinalização marrom e verde que aponta para praias como Tambaba, Coqueirinho, Tabatinga, Carapibus, Jacumã e João Pessoa. O lugar é perfeito: isolado, com árvores altas formando uma cortina verde, o asfalto quente sob os pés, e o som distante das ondas quebrando na costa. Desço do carro, o short enfiado no rego da bunda, sentindo o vento quente soprar e arrepiar minha pele. Selma vem logo atrás, o vestido balançando, revelando flashes da calcinha vermelha minúscula. Nossos cornos, vamos chamá-los de Paulo e Tiago – dois bundões submissos que só servem pra obedecer –, montam as câmeras rapidamente, os paus provavelmente murchos dentro das calças, sabendo que seu papel é só filmar e calar a boca. "Começa a posar, Manu", diz Paulo, meu corno, com a voz trêmula, ajustando o foco. Eu me posiciono de costas para a placa, empinando a bunda, olhando por cima do ombro com um sorriso safado. O clique da câmera ecoa, e eu sinto um formigamento na buceta, sabendo que essas fotos vão para o site de Selma, onde milhares de punheteiros vão se acabar vendo nossas curvas.
Selma se junta a mim, abraçando-me por trás, seus peitos macios pressionando minhas costas, o cheiro do seu perfume doce misturando-se ao suor fresco da pele. "Vamos esquentar isso, vadia", ela sussurra no meu ouvido, mordiscando o lóbulo, enviando arrepios pela minha espinha. Eu viro de lado, colando meu corpo no dela, nossas bundas se tocando, e posamos para mais fotos. Mas aí, do nada, dois caras aparecem caminhando pela estrada – vamos chamá-los de Victor e Marcos, altos, musculosos, com shorts folgados que não escondem as ereções crescendo. Eles param, olhos fixos em nós, bocas entreabertas. "Caralho, que visão do paraíso", diz Victor, o mais alto, com um sotaque nordestino grosso, o pau marcando o tecido. Marcos assente, lambendo os lábios. "Vocês são modelos ou o quê? Posso tirar uma foto também?" Selma ri, piscando pra mim. "Melhor que isso, machos. Querem participar? Nossos cornos aqui só filmam." Os olhos deles brilham, e eu sinto minha buceta pulsar, molhando o short.
Começamos inocente, posando todos juntos, mas o tesão no ar é palpável, como um cheiro de sexo iminente misturado ao aroma salgado do mar e à terra quente. Selma puxa meu short para baixo devagar, expondo minha bunda nua, as nádegas redondas e firmes brilhando ao sol. "Olha isso, Manu, sua bunda é uma delícia", ela diz, dando um tapa que ecoa como um estalo, deixando uma marca vermelha. Eu gemo baixinho, empinando mais, sentindo o ar fresco na pele exposta. Victor e Marcos se aproximam, paus duros agora evidentes, roçando em nós acidentalmente. "Porra, isso é real?", murmura Marcos, a mão tremendo ao tocar o ombro de Selma. Nossos cornos filmam, rostos vermelhos de humilhação, mas obedecendo como os cachorrinhos que são.
Aqui é Manu Recife e estou com Selma Recife aqui nas praias do sul da Paraíba, para muitas fotos e vídeos, conhecendo novos amigos, amigas e casais. Se alguém que estiver lendo estiver por aqui, nosso TELEGRAM VIP está em www.selmaclub.com. Ontem começamos a fazer um anal gostoso meio que inesperado. Selma estava com vestido vermelho e calcinha fio dental e eu usava o famoso short dela, amarelo e socado na bunda. Começamos a fazer fotos normais pela estrada e notamos os dois novos amigos excitados. Nossos cornos mansos apenas fotografaram e filmavam tudo, para colocar no site de Selma, ao voltarmos, pois aqui a internet é péssima.
O tesão explode quando Selma me vira de frente, colando sua boca na minha num beijo molhado, nossas línguas dançando, o gosto salgado de suor e desejo se misturando. Eu agarro seus peitos grandes, apertando os mamilos duros através do tecido fino do vestido, sentindo-os intumescerem sob meus dedos. "Sua puta deliciosa", eu gemo contra sua boca, descendo a mão para sua calcinha, sentindo a umidade quente da sua buceta através do fio dental. Ela arfa, abrindo as pernas, e eu enfio os dedos por baixo, roçando o clitóris inchado, o cheiro de excitação feminina enchendo o ar, misturado ao odor terroso da estrada. Selma retribui, puxando meu short completamente para baixo, expondo minha xota depilada e molhada, os lábios inchados brilhando ao sol. "Me chupa, Manu, me faz gozar na sua boca", ela manda, empurrando minha cabeça para baixo.
Eu me ajoelho na grama áspera ao lado da estrada, o cheiro de terra e plantas selvagens subindo, misturado ao aroma almiscarado da sua buceta. Puxo a calcinha de lado, revelando os lábios rosados e úmidos, o clitóris protuberante pedindo atenção. Minha língua sai, lambendo devagar do cuzinho apertado até o topo, saboreando o suco salgado e doce que escorre. "Ahhh, porra, isso, lambe minha buceta, sua vadia", Selma grita, agarrando meu cabelo, puxando minha face contra ela. Eu chupo com fome, enfiando a língua dentro da xota quente, sentindo as paredes contraírem, o gosto ácido e viciante me deixando mais molhada. Meus dedos sobem, circulando seu cuzinho, pressionando a entrada enrugada, enquanto ela geme alto, os sons ecoando pela estrada vazia: "Uhhh, fode meu cu com a língua, Manu, me arromba!"
Selma me puxa para cima, virando-me de costas contra a placa, e agora é a vez dela. Ela arranca meu short completamente, jogando-o no chão, e mergulha entre minhas pernas, sua boca quente engolindo meu clitóris, sugando com força. O prazer explode como fogos, minhas pernas tremem, o cheiro de minha própria excitação misturando-se ao dela. "Caralho, Selma, chupa mais forte, me faz gritar", eu imploro, empurrando os quadris contra sua face. Ela enfia dois dedos na minha buceta, fodendo rápido, o som molhado de squish squish preenchendo o ar, enquanto lambe meu cuzinho, a língua circulando a entrada, forçando para dentro. Eu gozo primeiro, um orgasmo violento que me faz uivar: "Pooooorra, tô gozando, sua puta, não para!" Meu corpo convulsiona, sucos escorrendo pelas coxas, o cheiro forte de sexo feminino dominando tudo.
Victor e Marcos não aguentam mais, paus duros como pedra saindo dos shorts, cabeças vermelhas e veias pulsantes. "Agora é nossa vez, vadias", diz Victor, agarrando Selma pelas nádegas, virando-a de costas. Ele cospe na mão, lubrificando o pau grosso, e enfia devagar na buceta dela, o som de carne contra carne ecoando. "Ahhh, fode, seu pauzudo, me enche toda", Selma grita, empinando a bunda, o vestido subido até a cintura. Marcos me pega, me dobrando contra a placa, e mete no meu cu sem cerimônia, o anal inesperado que me faz gritar de dor e prazer misturados. "Porra, seu cu é apertado, Manu, vou arrombar você", ele rosna, bombando forte, o cheiro de suor masculino misturando-se ao nosso. Eu sinto o pau esticando meu cuzinho, cada veia roçando as paredes sensíveis, o prazer irradiando como fogo.
Nossos cornos filmam, close-ups nos paus entrando e saindo, nos gemidos altos. "Olha só, Paulo, como um macho de verdade fode sua mulher", eu zombo, olhando para meu corno enquanto Marcos me soca no cu. "Tiago, seu pau mole nunca me fez gozar assim, olha como ela tá gemendo no pau dele", Selma ri, enquanto Victor alterna entre buceta e cu dela. "Vocês dois são uns cornos patéticos, só servem pra limpar a porra depois", diz Victor, bombando mais forte. "Isso mesmo, machos, humilhem esses bundões", eu grito, gozando de novo no pau no meu cu. "Paulo, filma de perto como meu cu tá piscando com esse pau dentro", ordeno. "Tiago, você nunca vai ter uma bunda como a minha pra foder, só pra ver", Selma provoca. "Cornos, vão se foder sozinhos enquanto a gente goza de verdade", Marcos grunhe. "Olhem e aprendam, seus viadinhos, como se satisfaz uma puta", Victor adiciona. "Paulo, sua mulher é minha agora, tá sentindo o cheiro da porra que vou jorrar nela?", eu humilho. "Tiago, lambe o chão depois, seu escravo inútil", Selma manda. "Esses cornos merecem chifre eterno, vadias como vocês precisam de pau de verdade", diz Marcos.
A foda intensifica, Victor trocando pra mim, metendo na buceta enquanto Marcos fode o cu de Selma. Os sons são uma sinfonia suja: slap slap de peles colidindo, gemidos roucos, "fode mais, caralho", "me arromba todo", o cheiro de suor, porra e buceta no ar quente. Eu sinto o pau de Victor preenchendo minha xota, esticando as paredes, batendo no colo do útero, enquanto beijo Selma, nossas línguas se entrelaçando, peitos se roçando. "Goza no meu pau, Manu, sua cachorra", ele manda, e eu obedeço, gritando alto, o orgasmo me fazendo tremer inteira, sucos espirrando. Selma goza logo depois, no anal profundo, "Pooooorra, tô explodindo, seu fodedor!"
Trocamos posições, eu montando Marcos reverso, o pau no cu quicando, sentindo cada centímetro entrar e sair, o cheiro de seu suor masculino me inebriando. Selma cavalga Victor, buceta engolindo o pau, gemendo como uma possuída. Nossos cornos capturam tudo, humilhados, paus murchos. "Mais frases, machos, humilhem eles", eu peço. "Cornos, vejam como suas mulheres são putas pra estranhos", Victor diz. "Paulo, sua Manu tá gozando no meu pau, algo que você nunca fez", Marcos zomba. "Tiago, lambe minha porra da buceta dela depois", Selma ordena. "Vocês são uns zeros à esquerda, só pra pagar as contas enquanto a gente fode", eu rio. "Machos de verdade como nós merecem essas bundas, cornos como vocês merecem punheta", Victor grunhe. "Olha o cu dela piscando, Tiago, nunca vai ser seu", Marcos provoca. "Cornos, vão pra casa se masturbar vendo os vídeos", Selma grita. "Paulo, sinto pena de você, com uma mulher assim e pau mole", eu humilho. "Esses dois são risíveis, vadias, continuem gozando", Victor finaliza. "Tiago, sua Selma é minha vadia agora", Marcos conclui.
A orgia continua por horas, o sol se pondo devagar, tingindo tudo de laranja. Victor goza primeiro, jorrando porra quente no cu de Selma, o cheiro leitoso se espalhando, escorrendo pelas coxas dela. "Toma, puta, engole minha gala", ele rosna. Marcos explode na minha buceta, o sêmen quente preenchendo, vazando enquanto eu quico. "Goza tudo dentro, seu safado", eu gemo. Nós nos limpamos minimamente, rindo, corpos suados e satisfeitos, enquanto os cornos guardam as câmeras, rostos abatidos.
Mas isso é só o começo, tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias. Até domingo ainda teremos muitas novidades diárias. Acompanhem nossas LIVES, CAM AO VIVO, SITE, EBOOKS E APLICATIVOS em https://go.hotmart.com/T103524943G aproveita para pegar já as lives de hoje.
Agora, de volta ao carro, eu e Selma nos beijamos mais uma vez, o gosto de porra e suor na boca, planejando a próxima putaria. Victor e Marcos se despedem, prometendo mais encontros, seus números salvos no nosso telefone. Dirijo para a praia, o short de volta no lugar, mas a bunda latejando de prazer. "Foi foda, Manu", Selma diz, mão na minha coxa. "E os cornos adoraram ser humilhados." Eu rio, acelerando, sabendo que o site vai bombar com esses vídeos. O vento entra pela janela, carregando o cheiro do mar, e eu sinto o tesão voltando, pronta pra mais.
Chegamos a Tambaba, a praia nudista famosa, tirando as roupas completamente, corpos nus ao sol poente. A areia fina sob os pés, o mar batendo suave. Mas o tesão não para; encontramos mais casais, e a noite vira outra rodada de foda, paus e bucetas se misturando, gemidos ecoando na praia. Eu chupo um pau desconhecido enquanto Selma é comida por trás, os cornos filmando da sombra, humilhados novamente. "Olha, Paulo, como ela mama gostoso", um macho zomba. E assim vai, detalhe por detalhe, orgasmo por orgasmo, até o amanhecer.
No dia seguinte, em Coqueirinho, repetimos a dose: fotos sensuais na areia, biquínis minúsculos, atraindo olhares. Dois surfistas se aproximam, corpos definidos, paus endurecendo. "Querem foder?", eu pergunto direto. Eles aceitam, e a foda rola na duna, areia grudando na pele suada. Eu monto um, sentindo o pau grosso na buceta, enquanto Selma leva no cu, gemendo alto. "Fode mais, caralho, me rasga", ela grita. Os cheiros: sal, suor, sêmen. Sons: ondas, slap de peles, uivos de prazer. Cornos filmam, e mais humilhações: "Seus maridos são uns fracassados", "Olhem e aprendam", "Putas como vocês precisam de machos reais".
Em Tabatinga, exploramos uma trilha, corpos semi-nus, encontrando um grupo de amigos. A orgia coletiva explode: eu sendo chupada por uma mulher enquanto um homem me fode, Selma no meio de dois paus. Detalhes infinitos: o gosto salgado da buceta dela, o pau pulsando no meu cu, gemidos misturados ao canto de pássaros. "Goza, vadia, goza no meu pau", mandam. Cornos capturam tudo, frases voando: "Vocês são cornos eternos", "Lambe a porra, Tiago", "Paulo, sua mulher é pública agora".
Carapibus traz mais: sexo na água, ondas batendo, paus entrando em bucetas molhadas pelo mar. Eu flutuo, pernas abertas, um macho metendo forte, água salgada misturando ao suco da foda. Selma grita orgasmo após orgasmo. Cheiros: algas, sexo aquático. Sons: splash, gemidos abafados.
Jacumã é o clímax: uma festa privada na praia, casais trocando, eu e Selma no centro, fodidas em todos os buracos. Anal duplo, vaginal intenso, boquetes profundos. "Engole tudo, puta", ordenam. Cornos humilhados com mais frases: "Seus paus murchos nunca bastam", "Vejam como elas gozam de verdade", "Cornos, paguem as contas e calem a boca".
E assim, dia a dia, até domingo, postagens diárias no site, lives quentes, deixando vocês loucos por mais. Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. O tesão nunca acaba, e eu, Manu, estou sempre pronta pra próxima foda insana.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽







Comentários (0)