#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 6

4.9k palavras | 5 | 4.43 | 👁️
Cativo

🔞🔞🔞 Uma história de pura dominação, se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente! Leia do começo! 🔞🔞🔞

Descemos o primeiro lance de escadas, eu com muita dificuldade pensei até que ia quebrar meus pulsos ou cair, mas ele nem se importou, parecia um rei caminhando imponente rumo ao seu trono puxando seu animal de estimação. O próximo lance foi até pior pela dor que já atingia minhas mãos e joelhos, mas nada foi pior que chegar ao fim e me deparar com o olhar de depravação e lascívia do meu tio quando meu dono puxou minha coleira.
•••

Eu pensava que já tinha sentido medo antes, mas agora eu via que estava completamente enganado. Neste momento eu estava vivendo o puro terror de ter os dois monstros diante de mim, pai e filho, um reflexo do outro.

Por instinto tentei me esconder atrás de suas pernas como uma verdadeira cadela faria, mas sua mão firme na guia não me permitiu recuar um centímetro sequer.

Cada vez mais o sorriso de meu tio se alargava sem desviar o olhar de mim nem por um segundo. Ele estava sentado na poltrona apenas de calça jeans como o filho, na sua mão esquerda uma garrafa da cachaça, que minha tia odiava que ele bebesse, apoiada em sua coxa grossa e na direita um copo cheio do liquido avermelhado que ele bebia com gosto.

- Se eu soubesse que era disso que você precisava já tinha te domado a mais tempo, vadia. - sua voz soou forte e rouca, talvez pela cachaça que acabou de beber.

- Mas eu fiz isso primeiro, eu dominei, eu sodomizei e eu o transformei no que eu quis, por isso é a mim que ele pertence!

Meu dono fala com o pai com autoridade, sem abaixar a cabeça, deixando claro seu domínio e propriedade sobre mim. Parecia que eles debatiam sobre um objeto ou uma coisa e o pior nem de longe parecia que um dia fiz parte dessa família.

- Eu sei que ele te pertence, e reconheço todos os seus direitos sobre ele. Estou muito orgulhoso do homem forte e viril que você se tornou mesmo ainda tendo 16 anos, meu filho. E estou vendo que você fez um excelente trabalho agindo rápido e subjugando essa bichinha.

- Sim, eu fiz! Agi antes de qualquer outro como já te falei, e mostrei nos vídeos, lavei a honra da nossa família com o sangue que arranquei do cu dessa cadela com meu pau.

Ele contava com orgulho a forma como me sodomizou e subjugou fazendo os olhos do meu tio brilhar em aprovação. E a realidade me bateu como um soco nesse momento, ele não só contou o que fez comigo como mostrou os vídeos que fez de mim e da minha degradação forçada.

- Parabéns, meu filho! Você merece saciar seu tesão de macho nessa cadela, por ter visto o que estava debaixo dos meus olhos e eu não percebi. Mas eu só te peço uma coisa, compartilhe essa cadela comigo pra eu aliviar minhas bolas enquanto não trago a vadia da sua mãe de volta.

Mais uma vez a minha vida estava sendo decidida e eu não tinha o direito de opinar ou de demonstrar a minha indignação. O filho olhava de cima para o pai que permanecia sentado já bebendo o segundo copo de cachaça.

Ele o encarava com a superioridade de um dono que avalia se ele merece ou não a sua benevolência em ceder o que lhe pertence. Sua posição era de macho que defende o que é seu, de fera indomada que avalia com cuidado com quem vai dividir a presa abatida.

- Tudo bem, mas nunca fale ou toque nele sem a minha presença ou a minha permissão. Não esqueça que a cadela é minha e você só toca e só faz o que eu permiti, quando eu permiti.

- Eu entendo, meu filho! Obrigado por dividir sua cadela comigo.

- Eu não vou dividir nada com ninguém, ele me pertence! E traga logo a vadia da sua esposa ou arrume outra pra substituí-la porque isso não vai durar muito tempo.

- Eu vou trazer aquela vagabunda de volta e ela vai se arrepender do dia que teve a maldita ideia de fugir de mim, depois eu arranjo outra melhor e vou fazer como você. Não vou errar outra vez.

O acordo estava selado, a minha presença ali não fazia a menor diferença, meu dono demarcou seu território, expôs suas condições e fincou a bandeira do seu domínio bem no meu cu onde seu pai podia ver.

Com essa etapa encerrada meu dono caminhou até o sofá de dois lugares me levando junto, se sentou com as pernas abertas e como de costume me pus entre elas. Segurando meu queixo com força enquanto sua outra mão ainda segurava a guia, me fazendo sufocar ele aproximou seu rosto do meu.

- Eu sempre vou ser seu dono e você sempre vai ser minha cadelinha inútil e subjugada. Agora faça sua obrigação.

Aquilo pra mim era o auge da humilhação, meu tio estava me vendo pelado, maltratado e subjugado por seu filho, e não só estava orgulhoso como desejava participar disso. Mas quem era eu diante de meu sádico dono para reagir, a única coisa que me restava era obedecer.

Sabia que tinha que tirar sua calça, mas como faria isso com as mãos enfaixadas? Olhei pra ele em desespero e pra minha sorte ou azar, ele entendeu.

- Use sua boca porca, cadela.

E assim, tive que abrir sua calça com a boca, o que foi bem difícil e acabou me machucando, mas quem se importa? O importante era a satisfação que seus atos pervertidos traziam para eles sempre as custas da minha humilhante degradação.

Com os dentes puxei sua calça e depois sua cueca, eu já estava exausto a essa altura e algo me dizia que esse dia ia demorar para acabar, já que o sol se preparava para se pôr.

Segui como o costume me abaixei, na certeza que estava me expondo pro meu tio como meu dono queria, iniciando por seus pés que tinham poeira e barro por ele estar descalço, o que era bom, pois seria impossível tirar suas botas com a boca, mas era ruim pelo gosto e por ter que engolir a lama que se formava.

Me estiquei ao máximo sobre meus joelhos para alcançar seu sovaco, fiz meu trabalho com dedicação, não queria piorar minha situação que já não era das melhores. Por fim cheguei a sua virilha e aquele monte de pelos. Lambi todos eles, chupei suas bolas enquanto ele alisava seu cacete que babava numa forma de se exibir pro seu pai.

Subi lambendo seu cacete reto e roliço até o seu cogumelo gigante recolhendo aquela gosma transparente e salgada, mas antes que eu pudesse engolí-lo ele bateu a mão no sofá ao seu lado e imediatamente entendi que deveria subi. Ele queria exibir mais seu domínio sobre mim e a minha submissão cega.

Subi com dificuldade e me coloquei de quatro do seu lado, lambi novamente aquele mastro e fui sugando sua cabeça até que ela se alojou no fundo da minha garganta. Sua mão pousou no meu pescoço e esse era o sinal pra permanecer, obedeci até que já estava no meu limite e ele sabia, pois minha garganta se contraia tentando expulsá-lo a fim de respirar e eu engasgava fortemente, mas não saía.

Por fim fui liberado, tossindo muito tentando respirar, mas antes que pudesse fui forçado naquela tora dura e reta novamente. Ele não olhava pra mim enquanto repetia o processo de forma mais demorada do quê o que eu estava acostumado, seus olhos estavam na direção do pai e para ele eu não tinha coragem nem permissão para olhar.

Fui virado e num instante estava com a cabeça pendurada no braço do sofá. Minha garganta foi penetrada violentamente por vários minutos até que senti que ele iria gozar e já me preparei, seu cogumelo ficou dentro da minha boca e eu sugava no mesmo compasso que seus jatos me invadiam, tudo acabado desci do sofá e me ajoelhei de volta entre suas pernas ainda tentando recuperar o fôlego.

Com o mínimo de movimento do seu queixo entendi que deveria abrir a boca que estava cheia, não sabia como ele conseguia produzir tanto aquilo. Então ele abaixou seu olhar na minha direção e seu semblante era uma mistura de satisfação pela demonstração de domínio com desprezo por mim e então com outro gesto sutil me liberou para engolir.

E como ele tinha me ensinado fui engolindo aos poucos até mostrar a boca completamente vazia. Ele me observou por um tempo, agarrou meus cabelos da nuca e com sua voz grave falou bem perto do meu ouvido me fazendo arrepiar de medo.

- Agora vá servir ao outro macho como eu te ensinei, cadelinha.

Quando terminou de falar me deu um tapa tão forte no rosto que me fez cair aos seus pés e um filete de sangue escorreu pelo canto da minha boca. O destruidor agora estava sobre sua coxa direita, diante da ameaça velada me pus de quatro novamente e engatinhei de cabeça baixa até o meio das pernas de meu tio.

Eu segurou meu pescoço pela coleira já sem a guia e me suspendeu até eu ficasse apenas sobre meus joelhos e isso doía como o inferno. Sua outra mão grande e cheia de calos duros desceu direto pro meu pintinho que estava ainda mais encolhido.

- Tão insignificante! Com isso aqui entre as pernas você só podia virar brinquedo nas mãos de um macho mesmo.

Ele falava tentando beliscar a cabecinha que escapava entre a pele, mas que me machucava muito e eu nem conseguia me esquivar.

- Essa verruga consegue ficar tesa?

- No dia que ficar eu arranco. Só homem com um pau de verdade tem o direito de ficar duro.

- É isso aí!

Quando o diálogo machista acabou fui largado e cai com meu rosto sobre seu volume que aparentava ser um pouco maior que o do filho.

Abri sua calça da mesma forma que fiz com seu filho, quando seu cacete saltou da cueca o cheiro de azedo misturado com graxa era muito forte, mas não foi isso que mais me espantou. Foi seu formato, ele era só um pouco maior que o do seu filho, que segundo a ciência ainda vai crescer até seus 21 anos. Ele tinha a cabeça grande, mas diante daquele cogumelo se tornava pequena, parecia um morango roxo e ia engrossando muito a partir do meio e seguia assim até perto da base quando voltava a afinar um pouco.

Aquilo ia acabar comigo, sem contar que ele tinha a ponta bem torta pra cima. Meus olhos encheram de lágrimas e num impulso olhei pro meu dono que via tudo com seus olhos de lince, mas a única coisa que ele fez foi apertar o destruidor.

Pra meu desespero a realidade me atropelou com força, ali agora era uma clara demonstração de domínio e poder para seu pai, que tinha uma mulher desobediente que fugiu de seu frouxo domínio e enquanto ele, o filho soberano, tinha uma cadela submissa ao extremo para esfregar em sua cara não apenas o excelente trabalho que fizera como o fato de que se ele iria se satisfazer era por sua pura benevolência.

E eu? Uma mera peça nessa engrenagem, resignado, pois não adiantava nada apanhar para no fim ser violado do mesmo jeito. Fiz tudo que fui adestrado para fazer silenciosamente, seus pés e seu sovaco estavam numa situação lastimável, ele fedia como se não tomasse banho a dias.

Por fim depois que lambi, chupei e coloquei aquelas bolas enormes, peludas e azedas em minha boca, era chegada a hora daquela aberração. Subi lambendo até a cabeça e me deparei com uma massa branca fedorenta ao seu redor.

- Coma o queijinho do papai e deixe tudo limpinho. A culpa disso tudo é da puta da sua tia, desde ontem que caço aquela vadia e nem tive tempo de tomar banho até agora.

Dois dias sem banho e parecia que aquilo estava podre e ainda dava pra ver vestígios de graxa que deveria ser dos momentos em que ele urinava na oficina. Fechei meus olhos tentando controlar a ânsia de vômito e passei a língua timidamente sobre a cabeça.

Quando dei por mim estava sufocando, ele puxava minha coleira e no susto levei as mãos ao pescoço num esforço vão.

- Faça sua obrigação de cadela olhando em meus olhos, bichinha.

E assim eu fiz, olhando em seus olhos lambi aquela cabeça passando a lingua ao redor, tirando aquela massa fedorenta engolindo até estar tudo limpo, seus olhos cintilavam em luxúria diante da minha passividade. A partir daí ele começou a forçar aquela coisa rumo a minha garganta mas não passava, só me machucava e ele se divertia com isso. Então ele levantou, e da sua calçatirou um canivete igual ao do filho.

- Posso?

Perguntou olhando pro meu dono que apenas assentiu com um leve balançar de cabeça. E logo minhas pernas e mãos estavam soltas. Tive medo de ser cortado, mas apesar da falta de cuidado isso não aconteceu.

Fui jogado na poltrona de forma que minha cabeça ficou pendurada de cabeça pra baixo e meu bumbum no encosto. Ele balançava aquela tora dura batendo no meu rosto até que se virou pro meu dono.

- Eu não quero parar para pedir permissão toda hora, então diga logo o que eu não devo fazer com essa bichinha?

- Não pode quebrar nem mutilar nenhuma parte dele, e nem fazê-lo sangrar além do necessário.

- E você vai participar da festa?

- Hoje vou só assistir pra você não passar dos limites.

Quem em sã consciência coloca uma regra dessa? Quanto é o necessário que eu posso sangrar pra esses malucos? Ele vai assistir as atrocidades que esse pervertido vai fazer comigo? Sou tirado da minha revolta muda por seu pau batendo em minhas bochechas.

- Eu soltei você porque eu gosto da resistência, eu gosto que tente fugir quando meu pau for te partir ao meio. Agora se prepare pra sufocar no meu pau porque ele só entra assim nas gargantas. As putas e sua tia me odeiam por isso e por outras coisas que logo você vai descobrir.

Enquanto ele ria com sua fala sem nenhuma graça aquela aberração ia dilatando minha garganta, eu jurava que aquilo não entraria, mas mesmo me matando entrou. Sua ponta pra cima machucava, entrava rasgando e saia puchando o que encontrava pela frente.

Ele era bruto como o filho. Forçava aquilo no fundo da minha garganta enquanto suas bolas grandes e peludas batiam na minha testa. Era ainda mais difícil respirar com ele, mas eu me esforçava. Parecia uma eternidade para mim aquele suplício até que ele saiu de dentro de mim e sem seu apoio escorreguei pro chão tossindo muito.

- Não espere ter meu leite tão cedo hoje. Tá vendo isso aqui, putinha?

Ele falava enquanto batia no seu morango que balançava no ar e bebia uma boa parte da cachaça no copo.

- Isso aqui é o pesadelo das putas, era onde sua tia sangrava e chorava enquanto vocês dormiam. Ela que faz isso, por isso sua tia não gosta da minha ruivinha.

Ele falava me mostrando o copo que ele enchia até quase derramar. Agora que eu estava ferrado mesmo. Ele segurou suas bolas enormes e peludas como as do filho, só que um pouco caídas talvez pela idade, e balançou na minha direção. Entendi o comando e já me coloquei diante dele e as coloquei dentro da minha boca outra vez e as alisava com minha língua.

Ele gemia e diferente do filho, elogiava. Quer dizer, para ele aquilo era elogio para mim era apenas mais uma humilhação.

- Que puta da boca quente de veludo você tem filho. Puta que pariu! Minhas duas bolas nunca foram tão bem tratadas assim. Você fez um belo trabalho, a puta da sua mãe não conseguia fazer isso, mas deixe ela voltar.

Meu maxilar parecia que ia quebrar quando ele voltou para a poltrona me arrastando junto para depois arrancar suas bolas da minha boca rasgando os cantos mais um pouco enquanto ele sentava. A poltrona parecia seu trono, era grande e acomodava bem meu tio com seus quase 2 metros e seus mais de 100kg. Seu encosto era alto e macio, seus braços eram de madeira com o corte retangular quase da largura de suas mãos enormes.

Antes eu gostava de sentar nela, quando ele estava trabalhando, para ler, achava confortável justamente por ser grande demais para mim, mas agora ela parecia mais com um instrumento de tortura.

Sentado como um rei de pernas abertas suas bolas descansavam sobre o estofado macio com um tecido cinza claro com umas finas listras um tom mais escuras. E seu monstro apontava firmemente para frente. Permaneci no chão de quatro com os olhos fixos no chão, até que ele assobiou como quem chama um cachorro.

Atendendo ao comando fiquei de joelhos e coloquei meu rosto em sua virilha, mas dessa vez olhando em seus olhos como ele disse que gosta.

- Eu sempre quis foder aquela vadia nessa poltrona, mas ela dizia que não podia por causa de você e dos meninos, mas hoje você que tanto me atrapalhou vai realizar meu desejo no lugar daquela vadia.

Com suas fortes mãos ainda sujas de graxa ele suspendeu meu corpo me deixando de costas pra ele e de frente pro meu dono que continuava massageando seu grande membro. Meus olhos encontraram os seus enquanto seu pai encaixava seu morango em meu cuzinho já judiado e pedia que eu fosse descendo e subindo até que entrasse todo.

Estranhei ele me deixar no comando, meu dono não tirava os olhos e seu semblante permanecia neutro. Ele abriu um pouco as minhas pernas dificultando ainda mais meus movimentos já que sou baixinho e colocou minhas mãos nas minhas próprias coxas deixando meu corpo reto. Fui liberado então comecei o vai e vem curto e devagar, subia até onde podia e descia até o começo do nó.

Só isso já me machucava, pois aquela ponta envergada pra cima se movia me rasgando. Ele só gemia como um bicho enjaulado segurando os braços da poltrona. Inocentemente eu subia e descia tentando aumentar um pouco a velocidade e rebolando um pouco achando que seria só isso.

Minhas pernas já tremiam pelo esforço e o filho olhava a cena com tédio até que tudo mudou. Meu tio me deu uma rasteira me fazendo cair sentado até o talo naquela aberração e rapidamente segurou minhas pernas abertas pro meu dono ver o estrago.

Eu me debatia em seu peito largo e peludo, guinchava alto como os leitõezinhos que meu avô materno castrava em sua fazenda. Sentia minhas lágrimas quentes lavando meu rosto e meu sangue lavando aquele pau gordo. Os olhos de meu dono agora tinham um brilho sádico e seu pai comemorava.

- Isso, porquinha! Ginche no pau que te rasga como a porquinha suja que você é. Eu também quero lavar a minha honra com o sangue do seu cu rosinha, afinal fui eu que te acolhi, que te alimentei e você preferiu viver debaixo de um macho.

Ele falava já em pé socando fundo em mim, dessa vez eu tinha certeza que não sobreviveria, e meu dono não fazia nada além de aprovar com o olhar o que seu pai fazia e registrar cada momento da minha tortura. Aquilo me rasgava e ao mesmo tempo me revirava do avesso.

Forte e viril como o filho ele não parava, mas seus movimentos eram fortes e fundos variando de lentos a rápidos e eu não sabia qual era pior. Até que ele voltou a se sentar e como se eu fosse uma almofada me virou de frente pra ele sem sair de dentro de mim.

Minhas pernas moles foram dobradas e unidas entre meu corpo e o dele e para minha surpresa ele me beijou. Era meu primeiro beijo, mas assim como eles era violento e dominante, eu era apertado entre seus braços com aquele monstro martelando dentro de mim e a sua língua quente e grande me invadia forçando até a minha garganta dolorida.

Enquanto ele me sufocava com sua língua e me fazia engolir sua saliva grossa com gosto de cachaça eu era balançado para frente e para trás em seu colo fazendo seus pelos grandes e crespos maltratarem ainda mais meu cuzinho por fora a medida que seu pau revirava o meu interior, e eu sabia que depois que isso acabasse teria que assistir e reviver na memória cada momento sofrido aqui.

A noite avançava rapidamente e a única iluminação que tínhamos era dos 2 abajures de minha tia ao nosso lado e da luz da lua que entrava pela grande janela aberta da sala. Nesse tempo chupei sua língua como se fosse um pau e sua saliva descia para meu estômago aos montes. Meu rosto estava todo babado e a nossa saliva misturada já descia por minha barriga.

Minhas pernas foram abertas e colocadas esticadas cada uma sobre cada braço de madeira da poltrona me deixando aberto em 180 graus como se fosse me partir ao meio com seu pau enfiado em mim. Eu parecia uma bailarina espetada em seu pau.

- Esses peitinhos aqui que vão produzir leite, porquinha?

Ele perguntava beliscando forte meus biquinhos, enquanto eu segurava em seus ombros para não cair, pois ele continuava martelando forte dentro de mim. Assenti com a cabeça e levei um tapão na bunda.

- Responda com a sua boca de porquinha imunda quando eu te perguntar alguma coisa e me chame de papai apartir de agora.

- Sim, papai. - respondi choroso.

Então ele começou a chupar meus peitinhos com tanta força segurando meu bumbum com suas mãos grandes ao lado do seu pau ele me esfregava nele com força e velocidade. Eu já estava no meu limite, vários pontos de luz já apareciam na minha frente.

Seus dentes mordiam meus peitinhos como se fossem rasgar a carne, mas quando ele me empurrou para trás fazendo meu corpo pender entre suas pernas agarrando as minhas com força forçando elas a se fecharem, me deixando empalado em seu pau eu voltei a guinchar e ele ria rebolando forte fazendo seu pau torto riscar minhas entranhas.

- Tá vendo o meu pau se movendo dentro dessa porquinha, filho? Filme isso também.

Num último ato passei a mão sobre minha barriga, desde o baixo ventre podia sentir aquele volume absurdo e acima do meu umbigo tinha a protuberância formada pelo seu morango que me pressionava. Então tudo escureceu de uma vez.

Meu dono me trouxe de volta já que agora ele tinha mais esse poder, e eu estava sendo segurado com força pela cintura enquanto o agora "papai" socava fundo e forte em mim. Meu corpo balançava violentamente no ar como um boneco de pano, meus braços moles chacoalhavam sem controle.

De repente ele parou e me girou em seu pau com muita facilidade me deixando com os pés no sofá ao lado do meu dono que observava tudo com prazer, meus braços foram segurados bem esticados para trás e o tormento recomeçou.

A sensação era que meu intestino saia e entrava acompanhando os movimentos do seu pau. Meu dono se posicionou atrás do sofá e sem perder tempo invadiu a minha garganta.

- Porra, filhão, vou precisar disso quando trouxer aquela vadia de volta, sua mãe desmaia muito e acaba perdendo a graça pra mim. Eu gosto assim acordado e guinchando.

- Vou conseguir um frasquinho pra você.

- Certo! Agora vamos alimentar essa porquinha pelos dois buracos, filho, que daqui a pouco vou achar sua mãe e já sei até como. Essa foda clareou minhas ideias.

O relógio marcava 00:40h da manhã, eu estava sob o domínio deles desde o fim da tarde e já não aguentava mais. Meu bumbum pegava fogos dos tapas que recebia, meus braços esticados ao extremo pareciam que iam se partir.

E lá estava eu sendo empurrado de um pro outro por seus paus gigantes que me penetravam violentamente quando pela primeira vez senti o gozo do meu dono esguichar pela minha garganta indo direto para meu estômago e seu pau escorregar para fora da minha boca.

Enquanto o filho parecia calmo, o que me dava medo, o pai estava eufórico.

- Peça pra eu gozar no seu cu sua porquinha imunda, peça!

Ele repetia gritando pra eu pedir pra ele gozar em mim e desesperado pra isso acabar logo eu pedi.

- Goze no cu... dessa porquinha... imunda... papai... goze...

Recebi vários tapas no rosto de meu dono enquanto isso seu pai socava forte e enchia meu interior com seu leite como ele dizia e parecia que ele estava urinando dentro de mim, pois era muito, pouco depois ele se retirou de mim ainda duro como pedra.

Sem forças permaneci pendurado no encosto do sofá com o bumbum pra cima como fui deixado, ele foi até a mesinha bebeu o restante da cachaça que estava no copo e voltou pra trás de mim com a garrafa que ainda tinha uns dois dedos da sua ruivinha dentro.

Num golpe rápido e certeiro ele enfiou o gargalo comprido daquela garrafa em meu bumbum e aquele líquido derramava dentro de mim como lava de vulcão fumegante. Tentei sair mas sua mão forte em minhas costas e seu filho que me segurou pelos cabelos me impediram.

Eu urrava, guinchava, gritava que era capaz de me ouvirem na fazenda vizinha. Quando todo o líquido escorreu pro meu intestino ele tirava e empurrava a garrafa novamente até meu limite e repetiu isso várias vezes.

- Esse é seu primeiro castigo por ousar reprovar o tratamento que dou a vadia da minha mulher. E se prepare pra surra que você ainda vai levar por ser essa porquinha nojenta.

Ele terminou de falar e montou em mim com força segurando em meus cabelos, tudo queimava dentro de mim e ele metia numa velocidade absurda até que mais uma vez anunciou o gozo. Ele me jogou no chão e enquanto gozava no início da minha garganta com seu pé enorme apertava forte minha barriga fazendo a cachaça misturada ao seu sêmem e meu sangue saírem de mim.

- Agora lamba tudo, porquinha. Esfregue bem esse focinho na sua imundice.

Tossindo pra recuperar o fôlego eu lambia o chão enquanto ele esfregava meu rosto naquela mistura e ainda mais coisa saía do meu bumbum enquanto meu dono colocava seus dedos dentro de mim como na noite passada e me fazia chupá-los. Eu já me sentia exausto e agora meio embriagado acabei apagando sobre aquela sujeira.

Continua...

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Comentários (5)

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  • Luiz: a parte melhor pra mim foi O moleque limpando o sebo da pica do tio

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
    • Mamifero: Tambem gostei desta parte... Além disto, com o Esdras ele sabia o que podia acontecer, com o pai do Esdras ainda não.. ela não sabia se seria pior ou melhor que o filho. Isto deve dar um pavor muito grande.

      • uid:7bten17zrb
  • X: Cada vez pior.

    Responder↴ • uid:1dsbcrxmubp2
  • Review: Eu achei que teria atrito entre o esdras e o pai, uma vez que "machos alfas" não gostam de competição, e que o pai dele iria fazer algo em relação a isso, tipo aprovaria o que ele fez com o Dani, porém iria querer o Dani pra ele tbem ao invés de deixar, e ainda pedir "permissão" pro Esdras pra usar o Dani... Mas tirando isso a história continua boa, não foi algo criticando a sua escrita apenas algo que eu pensei que seria kkkks mas você pretende fazer quantos capítulos??

    Responder↴ • uid:g62bsdk0c
    • Cativo: Entendi seu ponto de vista, mas a chave é justamente o respeito do pai pela atitude do filho, sem contar com o machismo explícito do direito sobre o outro por considerar inferior. Não vou estender muito não!

      • uid:1dq9a2h36q4x