Viagem de negócios
Viviane, Paulistana, 38 anos, loira de pele rosada, 1 e 70 de altura, olhos verdes, lisos cabelos loiros amarelados, bonita de rosto, corpo atlético com curvas, seios fartos, bunda mediana arrebitada. Mulher de semblante sério e comportamento introspectivo, aparentando até mesmo ser fria de sentimentos.
Viviane chegou às 13 e 40 de uma segunda-feira em Salvador-Bahia. Ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Salvador foi recebida por Tiago, um motorista contratado pela sua empresa, baiano, rapaz de 24 anos, alto, moreno, encorpado... ela sequer o cumprimentou, embora ele tenha dado boa tarde a ela com uma alegria típica do Baiano.
Viviane, toda num terno cinza alinhado, saltos baixos, cabelos presos, maquiagem neutra e um óculos escuros, simplesmente entrou no carro executivo, onde o motorista Tiago a levou dali rumo ao seu primeiro compromisso de trabalho, sendo que durante todo o trajeto Tiago manteve-se atento apenas ao volante, sem sorriso algum e sem falar, pois entendeu que a mulher não era de conversa, e que por sua vez ficou dando atenção total ao seu celular, trocando mensagens e audios sobre assuntos burocráticos com seu chefe lá em São Paulo.
20 minutos de trajeto até um prédio empresarial, onde o motorista Tiago abriu a porta do carro para ela sair, Viviane de bolsa a tiracolo, óculos escuros e sempre séria, sequer deu um até mais tarde pro jovem motorista.
A sala de reunião do imenso e cinzento prédio comercial estava cheia de empresários, advogados e alguns políticos. Viviane colocou um sorriso protocolar e cumprimentou e conversou com quem deveria, conforme os interesses da empresa para qual ela trabalha em São Paulo. Logo em seguida, à portas trancadas, a chata e estressante reunião durou quase 2 horas.
Quase final de tarde, Viviane cansada, olhos verdes sem brilho, sentada num canto do banco traseiro do táxi executivo, mexendo em seu celular de forma entediante enquanto o motorista Tiago a levava rumo ao hotel no qual a empresa dela a hospedou... até que pelo retrovisor Tiago acompanhou ela tirar seu terno, soltar seus loiros cabelos amarelos... abrir alguns botões da sua blusa branca... e ainda pelo retrovisor ele viu ela olhando pra ele, rindo... quando de repente Viviane cortou o silêncio que fazia no carro e ordenou:
- Me leva pra um motel.
Minutos depois... no quarto desse motel, Viviane era freneticamente sacudida de quatro a cada pancada de virilha desferida pelo empolgado, jovem e viril motorista Tiago, deixando avermelhada a sua empinada bunda rosada enquanto a domava com firmeza por trás, a puxando e metendo-lhe a rola na buceta conforme ela pedia entre gemidos:
- Mais fooorteee, mais foorteee... mete com força, porra, meetee, meeteee...
Às 19 e 45 ela chegou no hotel, sendo trazida por ele... e embora a foda tenha sido quente e gostosa, Viviane sequer deu confiança a ele durante a volta do motel ao hotel. Logo um jovem funcionário do hotel a recebeu na entrada, tirou suas duas malas do porta-malas do carro e as levou hotel adentro e elevador acima pro quarto reservado para ela. Viviane sempre atrás dele, sempre com seu celular em mãos, trocando mensagens com seu chefe sobre a reunião acontecida pela tarde.
Dentro do seu quarto, o funcionário do hotel deixou suas malas num canto e por protocolo perguntou se ela queria mais alguma coisa... Viviane continuava falando ao celular, porém com um gesto de mão falou pra ele esperar um pouco... o funcionário ficou ali parado, talvez até esperando uma gorjeta, ao mesmo tempo acompanhando a movimentação da loira Viviane falando no celular, descalçando de seus saltos, tirando terno, blusa... e ficando só de sutiã e calcinha... Enfim ela jogou seu celular na cama e disse pro funcioário:
- Quando for lá pra meia noite, volta aqui com uma garrafa do melhor vinho daqui, ok?
- Sim, senhora.
O funcionário então deixou o quarto, admirado com o corpo da loira e por um instante suspirou gelado e de pau duro, pensando que ela estava o seduzindo... Já ela tirou calcinha e sutiã e entrou no banheiro pra tomar seu primeiro banho após uma tarde estressante de trabalho, apesar de que o sexo logo depois com o jovem motorista Tiago serviu para ao menos alivia-la um pouco.
... e por falar em alívio... Viviane após o banho colocou um vestidinho básico preto, saltos, uma maquiagem discreta, deixou seus loiros cabelos amarelados soltos e desceu pro bar do hotel... O bar estava bem movimentado, a maioria turistas, Viviane chegou no balcão e pediu uisque com gelo, ao tempo em que trocou olhares com um cara que já estava ali bebendo, um turista qualquer, branco, alto, encorpado, de uns 30 e tantos anos... e ela riu pra ele, afinal, Viviane só oferece um sorriso assim como esse para alguém quando está fora do trabalho e a fim de sexo.
Minutos depois, no reservado do banheiro masculino, Viviane engolia todinho o pau do tal cara com quem ela estava a pouco conversando no balcão do bar... num boquete guloso, sentada na tampa do vaso sanitário e diante dele em pé e de calça abaixada. O boquete só parou quando Viviane engoliu todo o esperma que a rola dele esguichou em sua boca ao gozar forte.
O cara quis mais, quis fodê-la ali mesmo... Viviane, lambendo os beiços após provar da porra dele, não quis mais nada... ela só queria mesmo chupar uma rola e engolir esperma.
Ao retornar pro bar, Viviane reparou num cara passando ao seu lado, um moreno bem alto e forte, aparentando uns 25 anos, malhado e tal... ele sentou logo ali perto dela diante uma mesa, dando atenção ao seu celular em mãos, conversando com alguém por vídeo... mas bastou Viviane dar algumas descruzadas de pernas enquanto encarava diretamente ele, junto a um sorriso insinuante, que ele tirou seus olhos do seu celular e riu pra ela.
E dali os dois foram para um corredor nos fundos desse bar, Viviane estava suspensa do chão e meio encostada numa parede, vestidinho levantado cintura acima, abraçada ao pescoço desse moreno, a pegando por baixo das coxas dela, de calça arriada enquanto bombava no meio dela, fodendo sua buceta.
E já fora do bar, uns 20 minutos depois... Viviane estava no estacionamento térreo com outro cara que ela conheceu também no bar... dentro do carro dele, de vestido erguido, galopando forte feito uma louca montada de frente no colo dele, fodendo a rola dele a cada sentada frenética que ela dava ao tempo em que ele chupava os peitos dela chacoalhando em sua cara.
Lá pra meia noite e meia Viviane retorna pro seu quarto... sem calcinha, meio descabelada, vestido amarrotado, pés descalços, saltos numa mão, celular na outra... e quem aparece no corredor, antes dela entrar no seu quarto é o jovem funcionário do hotel, trazendo-lhe a tal garrafa do melhor vinho... Viviane ri pra ele e o elogia por ele não ter esquecido seu pedido... e ao abrir a porta o convida pra entrar.
Dentro do quarto e à porta fechada, a garrafa do vinho é aberta pelo jovem funcionário, que logo serve uma taça a ela, que por sua vez já está completamente nua diante dele. Viviane vira a taça de vinho numa golada só... joga a taça num sofá ao lado, puxa ele pelo colarinho da sua farda enquanto dá passos para trás e senta na beirada da cama, diante do jovem funcionário em pé, onde ela tira o cinto dele, abre a sua calça, a desce, arreia sua sunga fazendo assim seu pau ser catapultado ereto para fora... no qual ela cai de boca.
O jovem chega a gemer alto tamanha a agonia que sente enquanto Viviane lhe chupa a rola de forma pressionada e intensamente sugada, como se quisesse castrá-lo com a boca... até que num de seus gemidos de agonia, o jovem diz que vai gozar.
Viviane para o boquete, vira para ele de quatro na beirada da cama, onde olha pra ele por sobre um ombro enquanto arrebita sua bundinha loira e pede:
- Goza dentro do meu cu.
O jovem olhando ali praquela bela bundinha loira da hóspede, toda rosadinha e com aquele cuzinho vermelho piscando, vai com tudo, segurando por sobre a bunda com uma mão enquanto com a outra segura seu pau sem camisinha e vai forçando a cabeça nas preguinhas avermelhadas dela que logo são afundadas conforme o pau dele entra... Viviane geme pedindo:
- aaiii deliiiciaaa, iissoo, fode meu cuuu... foodee, foode, safaadooo...
O jovem e prestativo funcionário do hotel começa então a dar na gostosa e exigente hóspede o que ela quer, uma forte e selvagem enrabada, ao ponto dela ser sacudida com as lapadas de virilha seca que toma em sua bundinha rosada deixando-a toda vermelhinha, onde ela geme gritando, num misto de dor e prazer enquanto goza no cu sendo fortemente fodido.
1 minuto de socada no cuzinho dela e sem tirar de dentro faz com que ele goze... e ele goza gemendo alto agarrado a bunda dela, se tremendo todo... porém a puxa novamente e recomeça a socar... pois a bundinha rosada da loira Viviane é uma delícia de foder... e ele a fode então com mais ímpeto e força... fazendo a safada ter um segundo orgasmo anal ainda mais intenso e que lhe faz cair de cara na cama se tremendo toda... e pedindo toda ofegante por mais, mais... mais...
Pela manhã, Viviane toda numa saia e blazer preto formais, cabelos presos, maquiagem discreta, óculos escuros, bolsa à tiracolo, celular na mão e sem nenhum sorriso no rosto, passa pelo hall do hotel fazendo barulho com seus saltos baixos, onde o tal jovem funcionário que no final da noite passada e início da madrugada comeu forte a sua bunda, está ali perto e encara ela, que por sua vez sequer olhou pra ele... Logo adiante ela dá de cara com o motorista baiano, o Tiago, outro que meteu rola nela, que a esperava na porta e acompanha ela até o carro executivo lá fora e a leva para o seu início de trabalho neste seu segundo dia em Salvador.
O restante da manhã é de reunião em sala fechada, rodeada por um monte de engravatados, entre números, documentos, projeções de estatísticas em um telão e todo aquele linguajar burocrático de ecomia empresarial tomando de conta da sala fria, pálida e sem vida... e Viviane ali, sentada de pernas cruzadas, celular nas mãos, conversando aqui e ali com um e outro executivo, desempenhando com mérito e vocação o seu papel de consultora para a sua empresa em São Paulo.
Intervalo pro almoço, ali mesmo no prédio comercial, onde ela continua falando de negócios sentada ao lado de empresários e ao mesmo tempo mastigando uma comida sem gosto e que ela a faz descer à base de água.
Depois, durante a tarde, tudo o que foi feito pela manhã é refeito aqui em mais uma chata e burocrática reunião que se estendeu até o começo da noite.
E aqui, agora, ela está no banco traseiro do carro executivo, enquanto vai pro hotel... e de repente manda o motorista parar em um determinado local turístico... nisso ela tira o seu blazer, abre alguns botões da sua blusinha branca, expondo seus fartos peitos em um sutiã branco em renda, solta seus loiros cabelos amarelados, coloca um vermelho batom se olhando pelo celular, então despacha o motorista falando que mais tarde, se ela quiser, liga pra ele vir busca-la... Tiago, o motorista, baiano e conhecedor da cidade, apenas pede para ela ter cuidado ao andar por aí, ela apenas ri e diz que sabe se cuidar.
Viviane sai caminhando pelas ruas do Pelourinho com a cara, coragem e vontade de aliviar sua mente e corpo do estresse de horas de trabalho, e claro, aproveitar sua estadia nessa cidade tão quente, festiva e cheia de encantos, afinal, nem tudo é trabalho e obrigação.
As ruas estão lotadas de turistas se misturando aos baianos, pois é época que antecede o carnaval, e os ensaios da folia carnal estão por toda a parte, nos guetos, becos, bares, calçadas e casas de show. Viviane transitando pelas históricas ruas de pedra olha para tudo e todos com seus verdes olhos sempre atentos... até que ela entra no meio de uma multidão cantando e dançando coerografias ritmadas por um grupo que se apresenta num palco.
Ela não dança, apesar do ritmo e a alegria geral serem contagiantes... ela apenas olha, bebe uma cervejinha recém comprada em um vendedor de rua do local e olha, encantada, principalmente observando os homens... e o tipo que mais lhe seduz são os baianos, em especial os negros... e aqui, nessa cidade cheia de negros exalando sedução, ela escolhe um que, no momento em que ela o vê, de cara fica arrepiada, admirada e hipnotiza com a forma que ele remexe os quadris dançando, todo suado, só de bermudão e tênis... ele é jovem, alto, malhado, cabelos crespos com tranças rastafari... ela caminha chegando em frente a ele, troca olhares com ele e então se aproxima agarrando sutilmente ele pelo braço malhado, ele por sua vez abaixa a cabeça enquanto ela cochicha algo em seu ouvido.
Minutos depois, num dos muitos becos entre casarões antigos, Viviane agachada de costas para uma parede, enquanto chupa a rola preta do tal baiano em pé diante dela, de bermuda abaixada, apoiando uma mão na cabeça dela que se move pra frente conforme ela desliza seus lábios macios abocanhando a inchada cabeça marrom da dura e grossa rola preta dele, num boquete ritmado, gostoso... ora tentando engolir tudo, ora chupando só o cabeção marrom.
Logo o baiano se treme todo e cambaleia os joelhos enquanto ejacula esguichos e mais esguichos de esperma dentro da boquinha da gulosa loira... que continua segurando firme e forte o cacete preto, masturbando-o como se tivesse ordenhando para dentro da sua boca a fim de beber mais leitinho.
Em seguida ela se levanta já subindo sua saia e tirando sua calcinha até sair pelos seus pés... vira então de costas com as mãos na parede, empina a bundinha pra ele, que de bermuda arriada segura seu pau e esfrega a cabeça marrom por baixo e por entre as pernas dela, bem no rachado da xoxota dela, molhadinha por sinal... e mete... Viviane geme e pede:
- Me foodeee...
Nem é preciso, o baiano se mostra louco e tarado pela turista loira, a pegando com uma mão apoiada em um quadril e a outra num ombro dela por trás, enquanto bate virilha na bundinha loira dela, socando gostoso seu pau na bucetinha dela... Uma e outra pessoa transita neste beco, passando logo ali por trás deles, mas por conta da iluminação fraca não percebe rostos e maiores detalhes, mas pela movimentação dos corpos entende que tem duas pessoas fodendo ali... além disso os sons de batida de virilha e dos gemidos dela denunciam o ato.
Viviane, recomposta, volta as ruas movimentadas em festa, com todos cantando, dançando axé, ela compra mais uma cerveja, transita entre todos... e escolhe mais um baiano, igualmente negro.
E o cenário agora é um quarto de uma pensão, onde Viviane geme agoniada de dor... dor e tesão a cada socada de rola preta no seu vermelho cuzinho enquanto é domada com firmeza de quatro numa cama fuleira que range as molas e bate a cabeceira na parede conforme ela toma do baiano, lhe puxando pelas ancas, fortes tapas de virilha na sua rosada bundinha, onde ele manda ver sem tirar de dentro do cuzinho dela o seu imenso cacete preto... só no cu, bem forte, bem gostoso, socando, socando, socando, metendo fundo num mete e puxa frenético, deixando a loira de boca aberta toda arrepiadinha, olhos verdes revirando, ao tempo em que ela se treme toda e pede num grito embargado pela emoção do orgasmo anal:
- Não paaraa, não paaraaa... não paaaarraaaahhhhhrrr...
A seguir, ela já está novamente em outro quarto de uma outra pensão... gemendo, gritando, gozando... pois Viviane, essa loirinha Paulistana, nascida e criada num bairro nobre, uma típica patricinha, decidiu aproveitar a sua viagem à trabalho aqui em Salvador-Bahia, para fazer o que ela adora, sexo, muito sexo... e ela é quente, tarada, possessiva... e aqui ela grita de prazer enquanto quica montada fodendo a sua bucetinha numa rola preta e recebe outra por trás, em seu cuzinho... sendo fodida com força numa DP deliciosa, ousada e que estava sendo melhor do que ela imaginou quando colocou seus verdes olhos dissimulados nesses dois baianos que ela viu lá embaixo no meio da multidão. Foi só olhar pra eles e ela já se imaginou entre os dois, com as duas rolas pretas lhe socando juntas os buracos.
E aqui ela estava como queria, galopando entre eles, dando a buceta pra um deitado por baixo dela, enquanto tomava virilhada na sua bundinha do outro negão, lhe encacetando o cu com vontade e sem tirar de dentro... Viviane gozava que se tremia toda.
... e depois, já satisfeita, embora não cansada, mas bem fodida e arrombada, ligou pro Tiago, seu motorista de plantão, que veio busca-la e a levou de volta pro hotel.
No dia seguinte, uma quarta-feira, seu último dia de trabalho aqui em Salvador, Viviane saiu da cama cedo como sempre, e mesmo depois de ter transado tanto na noite anterior, ela estava firme, forte e atenta, trajada elegantemente em seu terninho e deixando o hotel rumo ao seu carro executivo com destino a mais uma reunião de negócios.
A reunião foi estressante igual as anteriores, mas esta ao menos acabou mais cedo e rolou inclusive um coquetel de encerramento. Viviane ali tomando discretamente sua dose de uisque com gelo enquanto comportava-se discreta e profissional como sempre... e como era o último dia das reuniões e todos iriam retornar para suas cidades e tal, aconteceu de um e outro empresário chegar nela e convida-la pra ir pra um outro lugar e tal... mas se tem uma coisa que Viviane jamais fez foi se envolver com clientes da sua empresa. “Onde se ganha o pão, não se come a carne” é uma frase rigorosamente praticada por ela.
Seu prazer não tem nada a ver com pessoas que ela conhece no seu ambiente de trabalho, Viviane curte sexo com pessoas aleatórias e que ela sabe que não vai voltar a vê-las.
Logo depois, Viviane sentada no banco traseiro do carro executivo, sendo levada rumo ao hotel, pouco dava atenção a Tiago, o motorista, que falava com ela, afinal, ele comeu ela e se sentia íntimo o suficiente pra puxar conversa... Viviane de pernas cruzadas e cabeça abaixada dava atenção ao seu celular... Tiago por sua vez disse que estaria de folga o restante do dia e que iria passear de barco com alguns amigos e tal, inclusive convidou ela... Viviane riu discretamente e nada respondeu.
No hotel, Viviane já estava de malas prontas, podendo até mesmo voltar mais cedo pra São paulo, porém sua viagem de volta pra casa estava marcada pras 20 horas, afinal ela pensou que a sua útima reunião iria se estender a tarde toda... ou seja, para evitar o tédio do quarto do hotel e aproveitar mais seus últimos minutos em Salvador, ela começou a pensar no convite do motorista, sobre o passeio de barco com ele e os amigos dele... e pensou coisas tipo:
“Mas quantos amigos serão? Será que ia ser só eu de mulher? Será que esses amigos dele são tão gatos quanto ele? Será que aguento tantos assim? O máximo que fiquei foi com dois...”
Contudo, ela não queria ficar no hotel até dar a hora do seu voo, e o convite lhe encheu de persamentos safados e lhe deixou sim excitada. Nisso ela pegou seu celular e ligou pro motorista, aceitando o passeio de barco e pedindo pra ele vir busca-la.
O iante não era nada luxuoso, mas era grande e confortável o suficiente para todos que estavam nele... e aqui estava Tiago e mais 6 amigos dele, todos motoristas/seguranças da agência de segurança para qual ele trabalha, tudo parecido com ele na estatura e corpo, e junto umas 6 garotas, “amigas” deles, todas gatas e gostosas, tudo de biquínis e bem alegres... e junto Viviane, toda num biquinho e tal, sempre ao lado do Tiago, o seu prestativo motorista até então em Salvador.
O barco saiu da praia de Ondina... e durante o passeio rolou uns drinques, dança, festa, uma conversa aqui e ali ao ouvinho das garotas, risos, trocas de carícias, alguns beijos e muita pegação.
Viviane não se fez de contida, de tímida, afinal, ela estava ali para isso mesmo... onde ela trocou uns beijos não somente com Tiago, mas com um e outro amigo dele, até com algumas garotas ela deu uns amassos, algo inédito para ela... Em determinado momento já se viam garotas ajoelhadas chupando a rola de um e outro cara... outra já gemendo enquanto começava a tomar na bucetinha... aí o clima safado e libertino foi tomando de conta do ambiente do iate parado no mar, e todo mundo já pelado começou a se pegar entre si... e a gemedeira e o som de carne batendo se misturou ao som da música de axé saindo... e Viviane ali, batendo sua loira bunda no colo de um deles enquanto galopava loucamente na piroca fudendo forte sua bucetinha, ao mesmo tempo chupava a rola de outro em pé ao seu lado... Era a primeira suruba que ela participava, e ela estava claramente descontrolada de tesão. Os caras iam se aproximando dela e metendo a rola na boquinha dela, que chupava toda gulosa, se babando toda... entre eles tinham dois morenos chocolate da pica escura bem dotada, e ela adorava agarrar só pra ela e cair de boca de forma faminta, como também adorava pedir pra meter tudo em sua bucetinha.
... e assim ela foi sendo fodida por cada um por vez ou de dupla, de trio, outras garotas ali ao lado tomando de quatro, gemendo aos berros, outras levando forte no cu, outra galopando e gozando... a cena era de putaria e troca troca constante, onde nenhuma delas ficou sem levar rola, como também rolaram cenas espetaculares de lesbianismo... e Viviane ali se deliciando, caindo de boca na xoxota de uma morena enquanto o Tiago pegou ela por trás de sua bundinha loira e meteu gostoso em seu cuzinho vermelhinho, aliás, Viviane liberou seu cuzinho pra geral, toda hora vinha um deles, a pegava de quatro por trás e enfiava até o talo no rabinho loiro dela e socava forte fazendo Viviane gemer aos berros de dor e prazer, do jeito que ela gostava de sentir no cu, levando ela a ter orgasmos anais intensos, como também ela delirou ao sentir duas juntas lhe fodendo a buceta e o cu... com ela montada entre dois, lhe socando ao mesmo tempo e deixando ela louca, delirando absurdamente... e se não bastasse as socadas na buceta e no cu, outro vinha e lhe colocava o pau na boquinha e gozava fundo em sua garganta.
Por falar em gozar... seu rosto em certo momento estava repleto de porra, entre peitos rosados, em sua virilha lisinha e até por sobre sua bunda loira... tinha leitinho de pica pra todas... ela adorava se ajoelhar no chão diante de algum deles, de pau na mão apontado pra carinha dela enquanto batia uma punheta até jorrar esperma em sua boca aberta e língua estendida. Ela não só engolia tudo, como agarrava o pau e abocanhava sugando até a última gota de porra, quase que arrancando a cabeça de tão forte sucção.
Em um determinado momento, Viviane estava de quatro no chão do barco entre todas as outras igualmente de quatro, lado a lado, onde todas eram freneticamente sacudidas enquanto tomavam fortes virilhadas em seus rabos, cada uma com um macho por trás, as puxando e socando suas rolas até o talo em seus cuzinhos... eram bundas morenas, mulata e só a dela de loirinha... todas com pirocas lhe socando os cuzinhos... e era uma choradeira, uma gemedeira se misturando, todas tomando no cu com força, e Viviane ali entre elas toda cachorra de rabo loiro virado pra trás, com seus peitões loiros balançando por baixo diante do sacode que tomava à base de sapecada de virilha e empurrada de rola em seu cu... e eles iam revezando, tirando a rola do cu de uma e metendo no cu da outra, trocando de bunda... metendo o tempo todo a vara no rabo dessas cachorras... algumas não aguentaram e pediram pra sair... mas Viviane seguia ali de quatro, gemendo, delirando, aguentando o entra e sai de cada rola lhe penetrando e fodendo o cu... ela queria mais era isso mesmo, dar o cu pra esse monte de macho safado, tarado, com suas rolas enormes e potentes lhe arrombando a cada empurrada e socada sem tirar de dentro... onde só tiravam para outra rola entrar no mesmo buraco fodido da sua bunda loira.
Caralho... Viviane nunca deu dando o rabo como nesse dia.
Lá pras 19 horas ela voltou pro hotel... tomou um banho rápido o suficiente pra livrar sua pele do óleo do bronzeador e de toda aquela porra, suor e cheiro do sexo da orgia... depois ela se aprontou, e o funcionário do hotel, o mesmo que comeu a sua bunda, levou suas malas pro carro executivo lá embaixo e lá ela se juntou ao seu motorista baiano, que a levou para o aeroporto... onde pegou enfim seu voo de volta pra São Paulo, levando consigo horas de trabalho devidamente concluido e guardado em documentos, pen drives e pastas... e claro, na sua mente a lembrança de muito sexo feito pela linda e afrodisíaca cidade de São Salvador.
Em casa Viviane assim que adentrou a sala, foi recebida por sua filhinha Alice de 7 anos, que brincava na sala com a babá e por seu esposo Antunes, um empresário, com quem é casada a 12 anos, e que estava sentado num sofá, tomando um uisque em frente a TV ligada enquanto olhava seu celular... enfim, uma tradicional família classe média alta de São Paulo.
No quarto e já pelada, Viviane foi pro banho, e debaixo do chuveiro tocou uma siririca em homenagem as putarias que ainda estavam vivas em sua memória e pulsantes em seu corpo.
De volta ao quarto ela se secou melhor com sua toalha, ficou pelada diante o espelho passando um creme hidratante, colocou uma roupa básica e logo que pegou seu celular ali jogado na cama, viu uma mensagem do seu patrão, dando boas-vindas a ela e pedindo pra ela ficar atenta, pois em uma semana ela teria outra viagem de trabalho... para outra cidade desse imenso Brasil.
FIM!!
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Comentários (2)
TugaLx: Esse sexo, essa mulher de aliança no dedo, essa puta libertina.. essa loira.. essa a mulher que me deixa louco de tesão e desejo.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aLex75: Quando o figo entre as pernas aperta...tem que se chamar os bombeiros...lol . Adorei. 5 estrelas de cara
Responder↴ • uid:bqlg01kv4