Adoro seduzir casadas especiais para comer cu! E registro tudo.
Meu nome é Ted e sou simplesmente viciado em comer casadas especiais. Quando falo especiais, são aquelas casadas das academias onde trabalho, com corpos esculpidos na malhação, bundas durinhas que imploram por pau e maridos ricos que pagam tudo mas não sabem foder direito. Nem sempre minhas cantadas colam, mas quando colam, eu adoro arrombar cuzinho de casada, principalmente aquelas esposas de corno que acha que controla tudo. Que tesão do caralho filmar tudo com minha micro câmera escondida, pra depois jogar no site da Selma Recife, onde tenho meu perfil, e mostrar pro mundo que puta gostosa eu comi. Vejam essa de hoje, dia 05 de janeiro, às 10h da manhã, num motel daqueles bem safados. Ela chegou toda nervosinha, falando que o corno em casa não sabe de nada, que era rapidinho, que hoje no cu não, né? Mas olha só pras fotos: de quatro na cama, bundão empinado, cuzinho piscando pra mim enquanto eu meto sem piedade, ela gemendo baixinho pra não fazer barulho, o cheiro de sexo quente tomando o quarto inteiro, e eu enchendo aquele rabo de porra enquanto o marido otário tá no trabalho achando que a esposa tá na academia. Leia tudo, veja as fotos anexadas, sinta o pau endurecer a cada linha, porque tem muito mais putaria vindo, novas aventuras diárias, novas casadas arrombadas todo dia.
Eu marquei com a Camila logo cedo. Ela é uma morena de 32 anos, casada com um corno empresário daqueles que viaja o tempo todo e deixa a mulher sozinha com fogo na buceta. Conheci ela na academia há umas semanas, sempre malhando o glúteo, shortinho enfiado no rego, suando gostoso. Eu comecei com as cantadas de sempre: “Camila, essa bunda tá pedindo pra ser apertada, hein”. Ela ria, corava, mas respondia com olhar de vadia. Semana passada rolou um boquete no banheiro da academia, rapidinho, ela engolindo tudo sem fazer careta. Hoje ela mandou mensagem às 9h: “Ted, consigo escapar rapidinho. Motel na saída da cidade, 10h. Mas é rápido, tá? Meu marido acha que eu tô no pilates.”
Cheguei no motel às 9h50, peguei o quarto mais no fundo, daqueles com cama king, espelho no teto, luz vermelha safada. Deixei a micro câmera ligada num canto da cabeceira, capturando tudo em alta definição. Camila chegou pontual, vestidinho soltinho, sem sutiã, os bicos marcando. O cheiro dela era uma mistura de perfume caro e ansiedade, aquele aroma de mulher casada prestes a trair. Ela entrou, trancou a porta, já me beijando loucamente.
“Ted, caralho, eu tô morrendo de tesão, mas tem que ser rápido. Se ele ligar eu tô fodida.” Ela sussurrou, a boca quente na minha, língua dançando. Eu já tirei o vestido dela num segundo, ela ficou só de calcinha fio dental preta, bundão perfeito aparecendo, peitos médios com mamilos duríssimos. Eu apertei aquela bunda com força, sentindo a carne macia ceder. “Rápido nada, puta. Hoje eu vou te foder até você esquecer o nome do corno.”
Empurrei ela pra cama, ela caiu de bruços, já empinando instintivamente. Tirei a roupa rápido, meu pau de 21cm latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Ajoelhei atrás dela, puxei a calcinha pro lado, cheirei fundo aquela buceta depilada. O cheiro era delicioso, umidade quente, excitação pura misturada com o sabonete que ela usou em casa pra disfarçar. “Porra, Camila, sua xota tá encharcada. Tá pensando no meu pau desde ontem, né vadia?” Eu rosnei, enfiando a língua direto no grelo, chupando com vontade. Ela abafou o gemido no travesseiro: “Ahhh, Ted, chupa gostoso, vai… mas vai devagar, eu grito alto pra caralho.”
Os sons eram molhados, minha língua lambendo de baixo pra cima, sugando o clitóris inchado, enfiando dois dedos na buceta apertada. Ela rebolava devagar, bundão balançando na minha cara. “Ted, mete dedo no meu cu também, vai… eu gosto.” Ela pediu baixinho, safada. Eu obedeci, cuspi no cuzinho rosado, enfiei o polegar devagar enquanto chupava a xota. O cheiro agora era mais forte, aquele aroma terroso de cu misturado com o melado da buceta. Ela tremia inteira. “Porra, eu vou gozar, Ted… não para!”
Ela gozou rápido, corpo convulsionando, jorro quente na minha boca. Eu bebi tudo, lambendo cada gota. “Boa puta. Agora vira, abre essa perna.” Ela obedeceu, deitando de costas, pernas escancaradas. Eu subi em cima, roçando o pau na entrada da buceta. “Camila, hoje eu quero teu cu. Quero arrombar esse rabinho casado enquanto o corno tá no trabalho.”
Ela arregalou os olhos, mordendo o lábio. “Ted, hoje no cu não, né? Tá apertado, eu não preparei… vai doer.” Mas o olhar dela era de tesão puro, vadia querendo mas fingindo resistência. Eu sorri safado, cuspi na cabeça do pau, posicionei na entrada do cuzinho. “Relaxa, safada. Você vai amar sentir meu pau te rasgando.” Empurrei devagar, a cabeça grossa forçando o anel apertado. Ela gemeu alto, apertando os lençóis: “Ai, porra… devagar, Ted… tá grosso pra caralho…”
Centímetro por centímetro eu entrei, sentindo o calor absurdo, o aperto me sugando. O cheiro agora era puro sexo anal, suor, excitação. Quando entrei tudo, parei um segundo, deixando ela se acostumar. “Caralho, Camila, teu cu é perfeito. Aperta gostoso pra cacete.” Ela respirava pesado, olhos vidrados no espelho do teto vendo meu pau sumido no rabo dela. “Mete, Ted… mete devagar primeiro.”
Comecei o movimento, saindo quase tudo e entrando fundo, bem ritmado. O som era aquele clássico de cu sendo fodido: ploc ploc ploc molhado, bolas batendo na bunda. Ela gemia abafado, mão na boca: “Ahhh, fode… fode meu cu, Ted… tá gostoso agora, caralho!” Eu acelerei, segurando as coxas dela abertas, metendo com força. A cama rangia, o quarto cheirava a putaria pesada, suor pingando do meu peito nas costas dela.
Mudei a posição: puxei ela pra ficar de quatro, bundão empinado bem alto, exatamente como nas fotos. Eu atrás, metendo fundo no cu, puxando o cabelo dela pra trás. “Olha pro espelho, vadia. Olha teu cu casado levando pau enquanto o corno otário tá no escritório.” Ela olhou, viu a cena, ficou mais louca. “Porra, Ted, eu sou uma puta mesmo… fode mais forte, vai!”
Eu bati com tudo, pele contra pele fazendo barulho alto, plaft plaft plaft. Minha mão descendo pra esfregar o grelo dela enquanto arrombava o rabo. “Goza no meu pau, Camila. Goza de cu arrombado.” Ela não aguentou: corpo travando, cu apertando meu pau como um torno, ela gozando gritando abafado no travesseiro. “Tô gozando, caralho! Tô gozando no cu!”
Eu não aguentei mais. Segurei firme na cintura, meti fundo e gozei jatos grossos dentro do cuzinho dela, enchendo até vazar. “Toma porra, puta! Toma no teu cu casado!” O pau pulsando, esvaziando tudo. Fiquei dentro um tempo, sentindo as contrações dela, porra escorrendo devagar.
Depois ela caiu de lado, respirando pesado, cuzinho vermelho e aberto, porra pingando. Eu peguei o celular, tirei umas fotos close enquanto ela sorria safada. “Ted, isso foi loucura… meu marido nunca vai saber.” Ela disse, lambendo o pau sujo pra limpar. O gosto de porra e cu na boca dela, ela engolindo tudo como boa vadia.
Saímos do motel às 11h30, ela toda arrumadinha de novo, eu com o vídeo e as fotos na câmera. O corno em casa nem sonha que a esposa dele acabou de levar no cu até gozar duas vezes. E eu já tô pensando na próxima casada pra amanhã.
Quer mais? Tem muito mais vindo. Novas putarias, novas casadas, novas fotos e vídeos todo dia. Pra ver tudo, pra achar o autor e mais histórias quentes, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Fiquem ligados, porque amanhã tem outra vadia casada levando pau enquanto o corno paga a conta.
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