Diário de um cativo 7
🔞🔞🔞 Uma história de pura dominação, se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente! Leia do começo! 🔞🔞🔞
Tossindo pra recuperar o fôlego eu lambia o chão enquanto ele esfregava meu rosto naquela mistura e ainda mais coisa saía do meu bumbum, meu dono colocava seus dedos dentro de mim como na noite passada e me fazia chupá-los. Eu já me sentia exausto e agora meio embriagado acabei apagando sobre aquela sujeira.
•••
Acordei ainda sobre aquela sujeira com meu tio me olhando, meu estômago embrulhou, subi correndo pro quarto do sótão e fui direto pro banheiro. Vomitei até as tripas, aquilo fedia muito era uma mistura de sêmem, cachaça, urina e ração, escovei muito meus dentes e fui tomar um banho torcendo pro meu dono não acordar.
Lavei meus cabelos que estavam duros daquela mistura terrível depois de enxuto saí do quarto e ele ainda dormia. Só assim dormindo relaxado era possível achar nele traços de um menino de 16 anos, ali era isso que ele era de fato, mas quando aqueles olhos escuros como a noite se abrissem o homem tirano e cruel vinha à tona.
Estava tão perdido em meus pensamentos e na saudade que sentia do meu primo que não existe mais para mim que nem percebi a hora que ele acordou. E quando meus olhos saudosos encontraram a frieza dos seus me adiantei beijando seus pés na tentativa de me redimir de uma culpa infligida a mim sem uma causa plausível, pelo menos para mim.
Em pouco tempo mamava suas bolas com afinco mesmo com a boca dolorida e cortada. Parti para seu membro babado e com dedicação tirei todo seu leite, eu odiava essa minha subserviência, mas odiava ainda mais apanhar. Terminada a minha obrigação, sem olhar em meu rosto ele me mandou descer pra fazer o café da manhã.
- Desça e prepare tudo lá embaixo que eu preciso ir estudar e pode ir nu mesmo, não tem mais segredo.
Envergonhado eu desci as escadas sem fazer barulho na intenção de não chamar a atenção de meu tio caso ele ainda estivesse em casa. Rapidamente limpei o chão da sala, recolhi o copo e a garrafa maldita e fui preparar o café.
Ainda não tinha visto meu tio de novo e como a porta da cozinha estava aberta provavelmente ele já deveria estar na oficina. Preparei o café da manhã como meu dono gostava e assim que acabei de colocar tudo na mesa ele apareceu pronto já para ir a escola e pra meu desgosto trazia meus cochos consigo.
No pé da mesa ao lado da sua cadeira ele colocou os dois, um só com a ração pura e seca dessa vez e o outro com sua urina amarela. Ele se sentou e começou a comer enquanto eu permaneci ajoelhado esperando o comando para começar a comer também.
Assim que o comando foi dado me abaixei e comecei a comer, meu estômago doía de fome ao mesmo tempo que revirava em repulsa pelo que era obrigado a comer. Terminei tudo e só então percebi que meu tio estava atrás de mim. Acho que eu deveria estar roxo de vergonha, mas permaneci de quatro sem olhar para trás.
- A cadelinha gosta de ração e de mijo de macho também!
Ele afirmava isso de uma forma tão perversa que me arrepiava e eu não tirava os olhos do meu dono que já tinha acabado de comer e agora começava a descascar uma banana até que ele olhou pra mim e num impulso abaixei minha cabeça olhando pro chão.
- Minha cadelinha quer uma bananinha?
- Não, meu dono.
Neguei rapidamente, pois sabia que ele não me daria e ainda me puniria por achar que poderia comer minha fruta preferida, mas não adiantou o tapa veio do mesmo jeito.
- E quem pensa que é pra decidir se você quer ou não quer alguma coisa, cadela?
- Desculpe, meu dono. - respondi choroso.
- Minha cadelinha quer uma bananinha? - sério, repetiu a pergunta.
- Meu dono sabe. - respondi na esperança de aplacar sua fúria.
- Muito bem! Viu pai como minha cadelinha aprende rápido?
- Você que é bom em corrijí-la com rigor, filhão.
Orgulho escorria por suas palavras, meu tio apreciava a cena como um espectador ansioso por mais.
- Muito bem, cadelinha! Você acertou, eu que sei o que fazer com você porque merecer na verdade você não merece nada, nem essa ração e muito menos o meu mijo que ia pro esgoto. Mas hoje eu estou generoso e vou te dar essa banana, pois sei que é sua fruta favorita.
Ao ouvir suas palavras me emocionei por ele se lembrar que eu amo banana meus olhos encheram de lágrimas de felicidade pela primeira vez nesses últimos dias e ele percebeu, ele é um predador, sempre percebe. E começou a alisar da minha cabeça até meu bumbum, igual cachorro.
- Tá vendo como é fácil tratar minha cadelinha, pai? No adestramento é assim tem que ter uma recompensa.
Ele terminou de descascar a banana grande que ele tinha nas mãos se levantou me puxando junto me deitou com a barriga sobre a mesa e sem aviso senti a banana fria entrando em meu bumbum.
Minhas lágrimas agora de decepção caiam sobre a mesa, depois que a banana estava completamente dentro de mim dava pra sentir seu polegar pressionando minha portinha.
- Tá gostosa a banana, cadelinha? - havia sarcasmo na sua voz.
- Sim, meu dono. - respondi entre soluços.
- Vou me atrasar pra primeira aula porque tenho uma cadelinha gulosa.
Ele falava tirando a camisa e abrindo sua calça. Um cuspe atingiu meu cuzinho e em seguida fui penetrado com força até seu membro se alojar em minhas entranhas de um só golpe. Aquilo era dolorosos e estranho, ele batia dentro de mim com brutalidade, tirando quase tudo e voltando novamente.
Minhas pernas balançavam penduradas na mesa enquanto ele me segurava pelos ombros me mantendo fixo no lugar. Meu tio já estava na minha frente massageando aquela aberração e eu implorava no mais íntimo do meu ser que meu algoz não o autorizasse a me tocar de nenhuma maneira.
- Se prepare pra receber minha virilidade sua cadela!
Dito isto ele gozou bem fundo dentro de mim e voltou a se movimentar com muita força por uns bons minutos. Ele saiu de dentro de mim e me puxou para ficar de pé.
- Agora cague dentro do seu cocho a vitamina que preparei no seu cu pra você.
Eu fiquei de cócoras sobre o cocho e comecei a fazer força, logo a banana machucada escorreu junto com seu sêmem. Seu membro duro foi colocado diante do meu rosto com restos de banana e sêmem, então entendi o que tinha que fazer. Lambi seu membro até deixá-lo limpo e quanto mais ele o forçava na minha garganta mais do que ele chamava vitamina saia de mim, ele me empurrou pro lado e ficou olhando aquela massa pedaçuda.
- Quer enriquecer mais o café da manhã de minha cadelinha, pai?
Ele nem precisou responder seu leite esguichou forte, uns jatos acertando dentro do cocho e outros no chão até que acabou e ele guardou aquilo.
- Agora sim você já pode comer, minha cadelinha.
De quatro me aproximei do cocho e junto a massa branca era possível ver sinais do que eu achava que era a ração, meu estômago revirou violentamente e logo meus cabelos foram agarrados.
- Coma tudo rápido e sem nojinho que eu já estou atrasado por sua causa e lamba o que caiu no chão também, você sabe que não pode desperdiçar nada.
Me abaixei e com ânsias comi tudo o mais rápido que consegui mesmo com dificuldade porque escorregava da minha língua, lambi o chão ao redor do cocho até que ele se deu por satisfeito.
Meu tio avisou que iria sair e só voltaria com minha tia. Meu dono me mandou cuidar da casa e fazer o almoço. Eles saíram juntos com meu tio o elogiando e dizendo que o deixaria na escola porque ele merecia.
Ainda eram 6:30h da manhã eu tinha até às 13h pra fazer tudo, a casa era muito grande então decidi arrumar o nosso quarto e lavar as suas roupas primeiro. Segui preparando o almoço, limpei melhor a sala e fui arrumar o quarto do meu tio.
O quarto estava uma bagunça peguei as roupas sujas espalhadas pelo chão, na poltrona, no banheiro, troquei os lençóis da cama, lavei o banheiro e no fim estava tudo limpo e perfumado. Espero que ele não se zangue, pois mesmo sempre ajudando minha tia com os serviços da casa ele nunca permitiu que eu limpasse seu quarto.
Além da bagunça uma coisa me chamou a atenção, que foi a quantidade de ganchos de metal por todo quarto e banheiro, eram pequenas placas com um gancho fechado, até no teto do quarto e banheiro tinham uns só que maiores.
Sem entender sai logo de lá levando as peças sujas. Mas não ia lavar até saber do meu dono se ele me autorizava. Resolvi tomar um banho já que a qualquer momento ele poderia chegar e eu estava sujo por dentro e por fora. De banho tomado e limpinho acabei adormecendo em sua cama, eu só ia pra minha quando ele me colocava lá raras vezes.
Acordei com uma forte dor em meu estômago e ao me virar dei de cara com ele me encarando. Um suor frio banhava meu corpo, num impulso corri pro banheiro e vomitei muito. Era uma mistura feia e fedida de ração, xixi, banana e sêmem, ele falava alguma coisa atrás de mim, mas tudo ao meu redor girava enquanto a escuridão me abraçava.
O céu já tinha traços alaranjados quando abri meus olhos e estava sozinho em sua cama. Na mesinha um bilhete:
"Beba a água toda e prepare a janta.
Seu dono."
Seco e direto como sempre, olhei e não vi nenhum copo d'água até que meus olhos viram o cocho ao pé da cama cheio de água. Desci e bebi tudo sem demora, estava com muita sede e o estômago sensível. Desci e fui providenciar a janta.
Ele comeu e fomos pro quarto, pela primeira vez nesses dias dormi sem ser violado ou agredido. Mas pela manhã não quis abusar da sorte e já iniciei o meu ritual. O dia seguiu tranquilo, no almoço ele me deu só arroz branco mastigado na boca. Segundo ele meu veterinário disse que eu poderia ter tido algum problema de digestão e deveria beber bastante líquido e comer coisas leves.
Ele foi pra a oficina ainda sem notícias do meu tio, ele partiu atrás de minha tia a mais de 24h e eu torcia pra que ele nunca a encontrasse. A noite jantamos, ele comeu o assado que fiz com arroz, feijão e salada enquanto eu agradecia por poder comer aquele arroz mastigado que ele cuspia vez ou outra na minha boca no lugar daquela ração fedorenta.
Fomos pro quarto e lá fui colocado entre suas pernas enquanto ele estava deitado mexendo no celular. Minha cabeça estava em sua coxa e a outra por cima de mim pesando, suas bolas já estavam alojadas em minha boca e eu mamava suavemente deslizando minha pequena língua nelas.
Vez ou outra ele virava o celular na minha direção e além de ouvir meus gritos ao fundo eu podia ver o que estava acontecendo naquela cena. Agora eu estava com as pernas abertas jogado sobre o peito de seu pai empalado em seu pau por onde meu sangue escorria.
Ele puxou suas bolas de minha boca e substituiu por seu pau, por um bom tempo permaneci lambendo e chupando, mas ele não dava sinal de que gozaria tão cedo. No celular eu já tinha aparecido como uma bailarina espetada no pau de meu tio, balançando no ar enquanto era usado como um brinquedo e agora eu via perplexo seu membro envolvido por meu intestino entrando e saindo de mim.
Levei um tapa na cabeça e lembrei de voltar ao que estava fazendo, suas bolas molhadas deslizavam por meus dedos enquanto seus pau passeava por sua casa que é a minha garganta
Um tempo depois ele levantou abriu sua parte do guarda-roupas pegou um pequeno pote e começou a passar uma pomada com um cheiro estranho, mas não era ruim em seu pau. Ele me colocou de lado virado para a parede e me penetrou.
Aquele cogumelo deslizou em minhas entranhas com uma facilidade nunca encontrada, com eles era no seco ou no máximo no cuspe. E pela primeira vez eu gostei de ser penetrado. Ele entrava e saia lento e sem aquela força bruta, então em seus braços que estavam passados por debaixo dos meus com suas mãos segurando firme em meus ombros, me derreti.
Senti seu pau esquentar muito dentro de mim e comecei a rebolar nele, meus gemidos manhosos se tornavam cada vez mais altos e depois de um tempo comecei a sentir um formigamento em meu baixo ventre, meu pinto parecia que era sugado pra dentro e me lembrei de sua ordem quando sentisse isso novamente.
Meu coração batia forte com essa sensação estranha tão forte que ofuscava o medo de sua reação. Então sem alternativa e entre gemidos me denunciei.
- Dono... aquilo... de novo...
- Minha cadelinha quer gozar no pau do dono, quer?
Suas mãos já apertavam os biquinhos dos meus peitos, aí eu já estava perdido. Nada vinha em minha mente, só aquela pressão gostosa dentro de mim, meu cuzinho pulsava como nunca aconteceu antes e eu rebolava e gemia descontroladamente.
- Minha cadelinha quer gozar no pau do dono?
Ele repetiu a pergunta sem se mover, aí percebi que já estava perdido, mas resolvi arriscar, de qualquer forma eu iria ser castigado mesmo.
- Por... favor... dono... permita... sua cadelinha...
Não consegui concluir meu pensamento, pois ele voltou a me penetrar, eu continuava rebolando, queria sentir mais daquilo. Eu ia a loucura, sua mão segurava a pele do meu pinto que estava escondido e ele continuava socando.
Seus movimentos eram mais fortes e profundos sincronizados com minhas reboladas, não suportei e gozei. Meu corpo convulcionava de prazer e meu cuzinho apertava com tanta força seu pau que logo tive meu interior lavado por seu sêmem.
Eu estava extasiado, pela primeira vez eu tinha a consciência de sentir prazer de verdade na vida e era maravilhoso, ainda podia sentir as reações em meu corpo.
- Hoje minha cadelinha aprendeu a gozar pelo cu como deve ser quando eu permiti.
Sua voz era grave no meu ouvido destilando o veneno da sua dominação e meu corpo aceitava aquele veneno que agora corria em minhas veias.
- Nem aquela água suja saiu desse seu pauzinho inútil, aos poucos seu corpo e sua mente estão se moldando as minhas vontades.
Meu corpo se arrepiava com suas palavras demonstrando minha rendição completa e isso inflava seu ego. Ele saiu devagar de dentro de mim e eu resmunguei em protesto, fui colocado de quatro na beirada da cama com o rosto sobre o colchão.
Estava exausto, mas radiante, pela primeira vez ele foi bom pra mim. Será que vai ser sempre assim agora? Fui arrancado da minha fantasia quando senti o destruidor me abraçar dilacerando minha carne. A coleira que nunca abandonava meu pescoço foi puxada e assim as marcas de sua tirania foram renovadas em meu corpo magro e frágil. Eu estava inerte encolhido sobre a cama quando ele achou por bem parar.
Suas mãos que tanto apreciei minutos antes agora me causavam dor e repulsa ao percorrer meu corpo moído. Meu choro agora eram apenas soluços ressentidos pelo engano traidor que fui acometido. Mas ele estava plenamente satisfeito.
- Esse é o preço por sentir o que não deveria, cadelinha. Você vive pra me dar prazer e não pra sentir prazer. Eu vou esmagar cada ponta de alegria, felicidade ou prazer que você ousar sentir. E eu só vou permiti que você sinta pra arrancar de você depois.
- Você é cruel... demais... comigo...
- E vou ser cada vez mais, sabe porquê? Porque isso me agrada, isso me dá tesão e é essa a minha vontade. Sinta isso!
Com uma mão emaranhada em meus cabelos e a outra espalmada em minhas costas fui penetrado com muita fúria, agora era apenas dor, era meu algoz nu e cru me enterrando abaixo de qualquer coisa sem valor e serventia desse mundo.
Um tempo depois ele gozou sobre meus ferimentos e ardeu demais. Fui levado pro banheiro e empurrado pro chão dentro do box, quando a água gelada bateu forte em minhas costas dilaceradas eu nem tinha mais forças pra gritar, mas o xixi escorreu por minhas pernas.
A força da água já deixava uma sensação de dormência em minhas carnes quando outra onda de dor me invadiu, ele desligou o registro e jogou sal em mim. Sem controle eu me debatia no chão do box urrando de dor e espalhando inconscientemente ainda mais o sal em minhas feridas, ele assistiu meu desespero por um tempo e voltou pro quarto.
As poucas carnes que ainda restavam em meu corpo tremiam e com um esforço absurdo me coloquei de pé e abri o registro tirando todo o sal de mim. Me enxuguei com muito cuidado e saí do banheiro.
Ele estava sentado na cadeira com um frasco com um líquido alaranjado na mão. Meus olhos voltaram a lacrimejar. Ao seu comando estava dessa vez de pé diante dele, mas os olhos cravados no chão. Ele borrifou aquilo em minhas costas e ardia, parecia que estava corroendo a minha pele, eu tentava me afastar mas a mão na coleira não permitia.
Ele repetiu o mesmo processo em meu peito e barriga, cada ferimento que aquilo atingia chegava a espumar. Ele contemplava sua obra com uma admiração perversa e puxando a coleira me fez ajoelhar entre suas pernas sem quebrar o contato visual.
- Minha cadelinha vai querer gozar de novo, vai?
Sua voz era suave e tinha uma manipulação disfarçada de carinho que não me permitiu ver a armadilha diante de mim.
- Não senhor, meu dono!
Neguei furiosamente com a cabeça também na esperança de satisfazer sua tirania, o que foi pelo ralo.
- E desde quando minha cadelinha decide alguma coisa no lugar do seu dono? Eu quero ver você gozando muito no meu pau. Minha cadelinha vai me desobedecer? Vai desafiar seu dono, cadela?
Sua voz soava ainda mais grave com uma diversão controlada. Eu estava como ele planejou, encurralado num beco sem saída. Qualquer coisa que eu respondesse estaria errada diante da loucura dele. Meu coração batia forte em meus ouvidos, o quarto girava ao meu redor e eu apaguei.
Acordei sozinho no quarto sem nenhumbilhete, apenas meus cochos cheios de ração com sêmem e urina, minha rotina estava de volta. As palavras dele não saiam de minha mente, me atormentaram o dia inteiro, mas para ele tudo estava normal, em momento algum ele tocou no assunto.
Meus ferimentos estavam secos, mas incomodavam muito, minhas carnes pareciam que tinham sido pisoteadas por touros bravos e sem se importar seu corpo musculoso foi depositado sobre mim na hora de dormir.
O incômodo era grande, mal conseguia respirar, mas não ousava me mexer e incomodá-lo. As horas passavam e eu não conseguia dormir, minha mente e as dores se revezavam no trabalho de me atormentar.
Sou arrancado das previsões catastróficas de um futuro incerto criadas pela minha imaginação por um barulho estridente e persistente de uma buzina e me assustei. Com calma Esdra se sentou na cama e eu fiz o mesmo.
- O velho chegou, se prepare.
Ouvir sua sentença me deixou em alerta. Será que ele encontrou minha tia? Será que voltou de mãos vazias e me usaria outra vez? Será que...
Tive meus pensamentos cortados quando já com a guia presa a minha coleira fui puxado de cima da cama sem aviso. Desajeitado pelo susto e pela dor tentava acompanhá-lo escada abaixo. Assim que chegamos na sala nada me preparou para a cena que se desenrolou diante de mim, meu tio entrou pela porta da cozinha arrastando minha tia machucada por seus longos cabelos negros.
Continua...
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Comentários (3)
Cativo: 🔥🔥🔥🔥
Responder↴ • uid:1dq9a2h36q4xAlfaAlex: tesão pqp
Responder↴ • uid:3ksam98J m: Hummmmm gosto de mais
Responder↴ • uid:1d8znbgmk7ef